Como se Encontrar na Escrita

Como se Encontrar na Escrita Ana Holanda




Resenhas -


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Daniela.Agendes 30/08/2020

Inspirador
O livro não traz técnicas de escrita, mas sim inspiração e estímulo para que escrevamos com alma e, assim, tenhamos textos ricos em emoções e sensibilidade, capazes de cativar o leitor.
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Alice 25/01/2021

Muito bom
O livro resgata a simplicidade, despertando-nos para um olhar ?afetuoso? acerca do nosso dia a dia. Muito inspirador!
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LariReis 11/03/2021

Ótimo para quem quer se inspirar na escrita!
Ana Holanda é, pra mim, a rainha da escrita afetuosa. O livro está recheado de exemplos sobre como essa escrita é feita, sem que isso atrapalhe a fluidez da leitura. Ainda, traz sugestões de exercícios que são um bom ?extra?.
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Vanessa Garcia 23/03/2021

Como se encontrar na escrita
Um livro muito inspirador! Tudo que eu precisava pra não desistir (de começar).
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@pricabral_br 21/09/2020

Esse livro é de uma profundidade...
Livro lindo, profundo, que te faz pensar e repensar sobre a vida. Fala sobre a escrita de um ponto de vista que muitas vezes é ignorado. Não é um manual, é um abraço que te faz mergulhar em si e através desse mergulho você encontrará o outro: seu leitor.
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@nemaria 23/09/2020

Se você gosta de escrever...
Ana Holanda parece conversar com a gente olhando direto nos nossos olhos nesse livro. Nos mostra, com açúcar e com afeto, que é possível escrever de forma afetuosa até sobre temas que já são padronizados e envolvem números e gráficos. Através das atividades propostas, vai desbloqueando nosso potencial criativo e nos ensina como encontrar nossa alma e a colocar no papel. Magnífico! Ah! Tem um Tedx dela; muito bacana também.
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Laris 06/03/2020

Escrita afetuosa
Ana Holanda nos aproxima da escrita de uma forma envolvente e como ela pontua, cheia de afeto. Seu livro me trouxe motivação para repensar nas palavras que coloco no mundo e a não desistir de escrever.
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Oxente_Johany 17/06/2020

Perfeito
No começo, enquanto eu admirava a capa, fiquei receosa de começar e ser só mais um livro que fala as mesmas coisas que os demais. Estou cansada de regras e mais regras, que não parece não sair do lugar.
Então dei uma chance e não quis parar. Fazendo um curso de Comunicação Social, já presencia em sala, os professores ditando regrinhas sobre como criar a reportagem, artigo, entrevistas. Poucos eram os artigos que conseguiam me prender, me deixar emocionada, presa na leitura. E quando eu pensava em escrever algo assim, ficava triste.
Então imagina a surpresa ao me deparar com esse livro e ter a sensação de ser abraçada e acolhida... a sensação que sim!, eu posso escrever algo que toca, que sensibiliza, que marca a vida dos meus leitores.

Recomendo esse livro para todos!
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Caren Gabriele 10/05/2020

A palavra como pedra fundamental
Sinopse da editora:

Jornalista com passagem pelas principais redações do país, Ana Holanda se encontrou como a “contadora de histórias” que sempre quis ser na revista Vida Simples, onde está há alguns anos como editora-chefe. As pautas inspiradoras aliadas à possibilidade de se colocar de forma intensa nos textos para falar mais profundamente ao leitor, características da publicação, forjaram o conceito de escrita afetuosa que a jornalista passou a desenvolver, e que compartilha, em palestras e oficinas, com um grande número de pessoas interessadas em potencializar sua relação com a palavra. “Escrita afetuosa não tem nada a ver com cartas de amor, e sim com o amor que existe dentro de cada palavra”, explica. Autora do bem-sucedido Minha mãe fazia, que reúne receitas e crônicas sobre comida e relações afetivas, Ana apresenta agora não um manual com técnicas de redação, mas um guia em tom de conversa, extremamente sincero e repleto de dicas sobre como buscar e expressar a própria voz através da escrita.


"A escrita, seja de que natureza for, nasce primeiro dentro da gente, percorre nossas caixas internas, nossos medos, desejos, anseios, e depois é que ganha mundo."


Comprei este e-book no ano passado, depois de concluir a leitura de O zen e a arte da escrita, de Ray Bradbury. Naquela época, estava empolgada em reaver meu romance secreto (mas nem tanto) com a escrita, mas acabei passando outras leituras e prioridades na frente, e o livro a que se destina essa resenha ficou esquecido por um tempo (aliás, fica aí a dica de mais um livro que vale a pena conhecer). E não vou mentir para vocês, as coisas não estavam muito mais promissoras no início desse ano. E então veio o novo coronavírus e a quarentena.

Eu passei por diversas fases emocionais nesse período de isolamento social, mas finalmente cheguei a uma em que eu queria "eliminar todos os livros parados na estante e no Kindle". Estou me saindo até bem, por enquanto. E aqui estamos nós, com a leitura de Como se encontrar na escrita concluída e um blog novo criado. E sim, uma coisa está diretamente ligada a outra.

Mas vamos começar de verdade essa resenha: Neste livro, diferente dos tradicionais trabalhos voltados para a formação dos novos autores, nós não temos um manual de escrita. Aqui, Ana Holanda, a autora, propõe um encontro do leitor consigo mesmo, do leitor com o que está pulsando dentro dele e o quer tornar um autor. E se você já escreve, o reencontro com a raiz emocional que te fez seguir este caminho. É, sobretudo, um trabalho de reflexão. E um trabalho bem necessário.

O livro é fruto do curso de escrita que oferece em São Paulo e é dividido em dez capítulos. Cada um deles possui um ensaio sobre um dos aspectos do que é a escrita afetuosa, exemplos de textos em que esse aspecto está em evidência e um exercício final. E sobre os exemplos: eles são extensos então esteja preparado, mesmo que sejam ótimos textos e que, quase sempre, nos deixam bem fisgados a leitura.

A Ana fala ainda sobre a escrita afetuosa como um método aplicável para qualquer gênero, mas por ser formada e trabalhar na área jornalística, quase todas as suas referências vem daí. E como alguém que também é formada em Jornalismo, durante todo o livro tive a sensação de que gostaria de tê-lo encontrado mais cedo, enquanto ainda estava na graduação. Nele, você encontra uma crítica saudável ao distanciamento e impessoalidade exigidos pela profissão.

Mas e o blog, o que tem a ver? O Palavra Afetiva surge da carga emocional desencadeada por essa leitura. Do reascender da chama que arde em meu peito pela escrita. Do desejo que tenho, desde os 11 anos, de viver daquilo que mais me dá prazer: a literatura. E não, não é que eu tenha essa pretensão toda com o blog. Mas é que ele me aproxima da palavra, e a palavra, da vida.

Por fim, fica a minha forte recomendação a todos que pretendem ingressar ou se reconectar com a escrita profunda e pessoal, independente de qual seja a sua formação acadêmica ou a falta dela. Este é um livro de afeto, diálogo e reencontro.


"Passamos a infância ouvindo “o que você vai ser quando crescer?”; na adolescência, “qual profissão você vai escolher?”; já adultos, seguimos ouvindo “qual o seu trabalho?”. Ninguém – nem a gente mesmo – faz a pergunta certa: “qual trabalho conversa com a sua alma?”"


Ana Holanda é, atualmente, editora-chefe da revista Vida Simples e já tem mais de 20 anos de jornalismo, passando pelas principais redações do país. Também é professora e embaixadora da The School of Life no Brasil e, em 2017, palestrou no TEDx São Paulo.

site: https://palavraafetiva.blogspot.com/2020/06/a-palavra-como-pedra-fundamental.html
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Mari 28/06/2020

Não é manual
A autora não propõe um método. Ela reflete sobre como nos distanciamos pessoalmente do textos que produzimos e o impacto quando estamos dispostos a nos aproximar.
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Lulis 28/07/2020

Intenso!
O que foi esse livro?
Não teve receita de escrita, não teve vontade de parar a leitura, não teve distância.
A experiência aqui foi muito além do ato de ler e de escrever, foi uma perspectiva da vida. Da vida de pessoas comuns, como eu ou você. E sabe o que é incrível? Essas histórias de gente comum é que deixa tudo especial.
Muito além de mostrar o que é a leitura afetuosa, Ana faz você viajar em uma. E mais que isso, nos leva a ver a vida como um livro que deve ser lido de forma afetuosa.
A sensibilidade com o autor que tem medo de se expor e de entregar ao que faz é o que faz a diferença. Saber que alguém se identifica com você e te ajuda a enxergar o mundo de um jeito mais emocional.
Se a jornada do livro não te atrai como escritor, pode lhe fazer bem como leitor, mas o que mudará de verdade é o lado humano. Pois, além de mostrar produções textuais, ela apresenta trabalhos que realçam o nosso lado humano e nossa visão de mundo.
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Luiz 13/09/2020

Mergulhe e escreva
Livro super sensível e acolhedor que encoraja a nos expressar pela escrita. A autora elabora sua perspectiva de como a escrita sincera pode ser libertadora e transformadora. Um processo de autoconhecimento e real contato com os outros. Depois de ler, fica a sensação gostosa de aprendizado e incentivo!
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Gilmara 12/02/2019

Demais
'Demais' é uma palavra que a gente aprende a evitar na escrita porque ela traz muita impessoalidade. 'Demais' é um palavra que caracteriza a escrita de Ana Holanda nessa obra, que tanto nos ensina sobre o que realmente devemos buscar ao nos propor a escrever. Ela usa o termo de um jeito singelo que, somado a tantos outros elementos, compõem uma escrita cheia de sentimento e afeto. 'Demais' é o que posso dizer dessa obra que mexeu tanto comigo e me trouxe de volta pro meu sonho de escrever.
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deh 16/06/2020

um bom conceito
Gosto do conceito da escrita afetuosa.. De fato o livro não é um manual, nem se propõe a sê-lo. Achei a leitura um pouco arrastada, cansativa... mas o conceito me fez seguir adiante. É sobre ser vulnerável na hora de escrever, seja lá o que for (desde um post, uma reportagem, um livro...)
Se colocar ali, afinal não conseguimos mesmo ser imparciais.
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Lethycia Dias 22/09/2020

Desenvolvendo um olhar sensível
Recebi em um grupo de escritores a indicação do livro "Como se encontrar na escrita", e aproveitando a minha assinatura do Kindle Unlimited e que recentemente li outro livro sobre escrita, decidi ler. Eu não conhecia o trabalho de Ana Holanda e nem seu curso, e portanto, o livro foi uma surpresa para mim.
Ana Holanda é uma jornalista brasileira e trabalha como editora na revista Vida Simples. Ela tem há alguns anos um curso de escrita onde ensina pessoas a se conectarem de forma emocional com o ato de escrever. E é daí que vem esse livro.
"Como se encontrar na escrita" é voltado para qualquer pessoa que goste de escrever ou que trabalhe com isso. Não só de escrever literatura, mas qualquer tipo de texto. É voltado para jornalistas, blogueiros, executivos que querem melhorar a forma de se comunicar com os funcionários de sua empresa, pessoas que escrevem por hobbie e até quem sonha em ser escritor. Ana procura ensinar um público muito variado de pessoas a desenvolver um olhar sensível na vida cotidiana para que consigam transferir autenticidade e afeto por meio das palavras que escrevem. Isso é o que ela chama de "escrita afetiva" ou "escrita afetuosa".
Eu sinto que precisava desse livro anos atrás, quando estava no meio da graduação em jornalismo e imersa na rotina de escrever textos jornalísticos a partir de técnicas muito rígidas. Nessa época, eu cheguei a pensar que não conseguiria mais escrever literatura. Eu sentia falta de escrever só pelo prazer de fazer isso, sem obrigações ou regras. Até que um dia, senti uma coisa que me despertou essa vontade novamente. Penso que esse processo poderia ter sido menos doloroso se eu tivesse lido esse livro naquela época.
O livro de Ana Holanda fala de pessoas que também se sentem assim. Ela conta histórias de vários de seus alunos que também se sentiam insatisfeitos com o que escreviam, e que se reencontraram com a ajuda dela. O que Ana faz em seu livro é nos chamar atenção sobre como todas as histórias valem a pena ser contadas e o que menos esperamos pode nos surpreender ou emocionar. Para demonstrar isso, ela reproduz várias reportagens em estilo de jornalismo literário publicadas na revista Vida Simples, além de textos publicados em outras fontes. Alguns desses textos me emocionaram muito. No fim de cada capítulo, ela propõe um exercício de observação e/ou escrita.
Só duas coisas me incomodaram nesse livro: a quantidade de informações que Ana dá sobre sua vida; e as inúmeras citações ao curso da autora e à revista onde ela trabalha: tudo parece uma propaganda do curso e da revista, de como o curso transforma vidas e a revista publica o tipo de texto que Ana ensina a escrever. Não duvido que isso seja verdadeiro. Mas achei a repetição um pouco cansativa.

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