Um Acordo e Nada Mais

Um Acordo e Nada Mais Mary Balogh




Resenhas - Um Acordo e Nada Mais


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Ciça 03/03/2019

Um Acordo e Nada Mais | Resenha do Cores
Sophia Fry perdeu a mãe e o pai muito cedo, então crescera passando seus dias na casa de suas tias, mas sempre como uma insignificante, uma ratinha. Como não fora apresentada para a sociedade, ela nunca fizera amigos e sempre andou escondida pelos cantos, foi assim que ela descobriu a chegada do visconde Darleigh.



Vincent, Vince para os mais próximos, o visconde, perdera a visão depois de um período na guerra. Sabendo que não teria chances de reconquistar esse sentindo, sua mãe e irmãs não o largam, passam a ver sua deficiência como um empecilho para o jovem e a última coisa que ele quer é depender de alguém. Assim, depois de mais uma dama arranjada para ele casar, sendo a última extremamente preconceituosa, Vince decide fugir, parando em sua antiga residência e encontrando Sophia em um baile.



Com a chegada de um visconde, a tia e o tio de Fry decidem que sua filha, Henrietta, seria uma excelente pretendente para Vincent. Horrorizada com a situação, Sophia decide "salvar" Vincent de uma enrascada no baile, porém, ela acaba ganhando uma expulsão de casa. Sem saber aonde ir, ela para na igreja esperando conseguir um trabalho.



Sabendo da problemática da jovem, Vincent não consegue ficar parado diante da situação e vê que a melhor solução para ambos é um casamento. Futuramente eles poderiam seguir seus sonhos e conquistar sua própria independência, o que eles não esperavam era se apaixonar.



"Era cedo demais para ter certeza. Ela aprenderia a gostar dele? Seria ele digno de ser amado? Achava que sim. Era cedo demais para saber se ela concordava com ele. Era cedo demais para pensar no futuro de longo prazo que ele oferecera de forma tão impulsiva. Sempre era cedo demais. O futuro tinha o hábito de nunca ser como o esperado ou planejado. Mas o futuro cuidaria de si mesmo."

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Yasmin 01/03/2019

O livro "Um acordo e nada mais", da Mary Balogh, é o segundo da série o Clube dos sobreviventes. A obra conta sobre a vida do visconde Darleigh, o qual perdeu a visão lutando em um campo de batalha. Ele está decidido que não vai se casar, ao ponto que foge para o campo, quando sua família quando tentam arrumar uma pretendente.

Por outro lado, quando o visconde Darleigh chega ao campo, ele quase cai em outra armadilha dos seus vizinhos. Senão fosse a Srta. Sophia Fry, que salva ele de uma situação comprometedora. Mas, essa atitude da dama causa a ira dos seus tios que tinham interesse na armadilha.

Por causa disso, ela é expulsa de casa. Já que, o visconde Darleigh foi salvo pela Srta Sophia Fry, se ver na hora de salva a vida dama. Por isso, ele vai a pedir em casamento. Até quando essa amizade vai resistir a atração desses dois?

Mais uma vez a Mary Balogh foi sensacional. O livro ?Um acordo e nada mais? conseguiu superar o primeiro da série clube dos sobreviventes.

Um dos pontos que me faz admirar mais ainda a Mary Balogh, é o olhar sensível que ela possui ao criar protagonistas fora do padrão de ser perfeito.

No caso desse livro, visconde Darleigh é cego. Quando ele está narrando a história, o leitor consegue sentir o que ele sente, seja ele descobrindo quem é a pessoa próxima a ele, ou seja, ele fazendo suas atividades diárias.  Falando nos protagonistas, preciso de dizer que amei toda a construção do protagonista.


A mocinha também é maravilhosa. A Srta Sophia Fry sofreu muito nas mãos dos seus familiares, por isso autoestima baixa. A forma com a Sophia e o Vicent se completa é incrível. Não posso dar mais detalhes, porque posso dar spoiler.

Sobre essa obra, tem um ponto em especial que me incomodo. No final da narrativa, o ritmo ficou mais lento que o normal - até para mim que gosta da escrita da autora.

Enfim, o livro "Um acordo e nada mais" é maravilhoso, além de ser meigo e romântico. Mais que recomendado!
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Mundo de Tinta 16/02/2019

Resenha do Blog MUNDO DE TINTA
Segundo livro da série Os Sobreviventes, dessa vez contando a história do caçula do grupo. Gostei mais desse do que do primeiro. Vi muita influencia do livro Persuasão, Jane Austen e amei mais ainda.
A história é de uma delicadeza e doçura maravilhosas! Mas também mostra a determinação em mudar e o resultado disso.

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Atitude Literária 10/02/2019

Sensível e lindo.
Mary Balogh têm se provado uma autora viciante, a cada livro seu que tenho o prazer de ler me sinto mais arrebatada e enfeitiçada por sua teia de emoções conflitantes e superação. E essa série em especial possui elementos que transbordam meu coração, tenho essa fraqueza por leituras que de certa forma retratem guerras ou suas consequências, é algo que sempre me sensibiliza e toca profundamente.

Vincent herdou o título de Visconde de seu tio e com isso todas as suas responsabilidades e compromissos, algo que tira um pouco a sua paz. Não que ele esteja reclamando da fortuna e status que tal feito lhe proporcionou, mas a vida tende a ser frágil e aos 24 anos, o que se espera dele com certa urgência é que se case e providencie herdeiros, algo que garanta sua sucessão. O que não ajuda muito também, é o fato de ser o único filho, o único neto e único irmão homem, e ainda por cima, ferido em campo de batalha, o que aumenta os cuidados, proteção e o sufoco. Estaria mentindo se dissesse que esses excessos não lhe incomodam, o fato é que Vincent acaba se oprimindo, permitindo que tomem decisões por ele, que falem como se ele não estivesse presente, quando na verdade está sim.

E é justamente por toda a pressão que se estende sobre sua vida “conjugal” que Vincent decide fugir, assim, sem mais nem menos, apenas escapar de um casamento arranjado com alguém que ele provavelmente não queira. Buscando por tranquilidade e sossego, tirar uns dias para colocar a cabeça no lugar, mas nem tudo sai exatamente como planejado e quando se dá conta do que está acontecendo ao seu redor, aquilo que ele estava evitando acontece... ele acaba casado.

“E era cedo demais para pensar no futuro de longo prazo que ele oferecera de forma tão impulsiva. Sempre era cedo demais. O futuro tinha o hábito de nunca ser como o esperado ou planejado.”

Sophia está acostumada a ser tratada como uma ninguém, jogada de um lado para o outro até se encontrar na casa de uma tia que só a enxergar como um transtorno. E por temer seu destino, aprendeu a ser invisível, sendo apelidada de ratinha por seus parentes. Nunca tem permissão para participar dos eventos sociais e o foco de seus tios são a filha “perfeita” para quem estão buscando o marido ideal e que esteja à altura de seus padrões. A verdade é que seus tios são mesquinhos, egocêntricos, arrogantes e cheios de si, não poupando qualquer esforço para conseguirem o que desejam, até tramar contra um jovem cego, mas de linhagem aristocrática.

Um Acordo & Nada Mais foi uma leitura deliciosa e que me proporcionou ver uma nova dinâmica nos romances de época. Aqui o romance ganhou um ritmo mais lento, justamente por ter começado pela conveniência, não houve aquela paixão avassaladora, a entrega precisou ser mais do coração, para depois partir para a carne. Foi de fato necessário trabalhar a confiança, o respeito, admiração, para que a união de tudo resultasse em uma forma pura e linda de amor. A beleza se tornou algo paralelo, não era o foco como nos demais, onde a beleza mais a personalidade eletrizante e a frente do tempo das mocinhas acabam atraindo seus pares. Aqui foi sobre o cuidado, sobre o instinto de proteção e a necessidade de fazer o que se julga “certo”, e pra mim, isso foi realmente um ponto positivo.

“— Estou feliz por não ser a única que precisa de cuidados em nosso casamento — disse ela. — Não que esteja feliz por você ser cego ou por ter esses ataques. Mas estou feliz que você não seja uma espécie de pilar de força sobre-humana. Eu não conseguiria sobrepujá-lo. Sou fraca demais, frágil demais. Nas nossas fraquezas, talvez possamos encontrar forças.”

Vincent, apesar de cego e das perturbações da guerra se adaptou perfeitamente bem, mesmo com suas “limitações” ele se prova forte, destemido, determinado, dono de um coração generoso, está sempre tentando proteger a todos que ama, fazer as pessoas a sua volta feliz. Um musicista de coração, que se esforça a cada dia para ir além de seus limites. Com muito senso de justiça, a necessidade de ajudar, de corrigir, mesmo tendo sido super protegido por sua família, cercado por mulheres que o sufocam, sem conseguir compreender de fato o que ele deseja, sem respeitar suas vontades, jamais se permitiu ser definido por isso, ou cair na cilada de usar sua cegueira como desculpa para não assumir suas responsabilidades. E então temos Sophia, sempre esquecida, oprimida, deixada de lado, apenas vendo a vida acontecer, sem de fato se julgar merecedora de ser feliz. Ela é muito altruísta, sensível, quer se sentir útil, incentivar e apoiar, uma jovem absurdamente simples, acostumada a ficar com o que descartavam, sem grandes ambições ou sonhos, mas que vai crescendo a cada capítulo, buscando por sua própria voz, por seu espaço e confiança e acompanhar sua jornada foi lindo.

“— Algumas pessoas escalam montanhas impossíveis. Algumas exploram lugares impossíveis. E o fazem simplesmente porque não conseguem ignorar o desafio do perigo ou da tentativa de realizar algo que parece impossível — disse ela. — Você, às vezes, não consegue resistir ao desejo de se libertar de sua cegueira ou pelo menos levá-la ao limite.”

Enfim, pra mim foi um romance delicado, sensível, que buscou abordar outras maneiras de fazer um amor florescer, com personagens que se encaixam muito bem, cheios de vida e que merecem ser absurdamente feliz. Por isso, deixo aqui minha indicação de leitura, vale cada página lida.

A Editora Arqueiro fez um trabalho lindo. A capa segue o mesmo padrão da primeira e confesso que amo esse modelo, a diagramação simples, porém impecável. Se tiverem a oportunidade, venha conhecer essa série que aborda muito mais que romances, fala sobre laços de amizades, perdas, feridas físicas e emocionais, e a descoberta de como voltar a viver, ser feliz e sentir merecedor das coisas boas que lhe acontecem.

site: http://www.atitudeliteraria.com.br/2019/02/resenha-um-acordo-e-nada-mais-clube-dos.html
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Lê | @lelendolido 25/01/2019

Um Acordo e Nada Mais
m Acordo e Nada Mais é o segundo volume da série Clube dos Sobreviventes. Na saga, que teve inicio com Uma Proposta e Nada Mais (resenha aqui), vamos acompanhar sete amigos que se encontram uma vez por ano para superar traumas de guerra. Mesmo fazendo parte de uma série, os livros vão contar as histórias desses personagens de forma independente, por isso a leitura não precisa seguir a ordem de publicação. Serão sete livros, um para cada integrante do clube, a editora arqueiro já divulgou a capa e o título do terceiro volume, ma Loucura e Nada Mais, que será publicado em janeiro de 2019.

Sobre o livro

Vincent, o visconde Darleigh, ficou cego no campo de batalha, agora tudo que ele mais quer e seguir com a sua vida. Contudo ser livre está complicado, pois a mãe e as irmãs tomaram conta dos cuidados da vida dele. Agora, elas querem, a todo custo, que ele se case e assim apresentam a ele uma candidata. Cansado dessas atitudes da família, ele parte sem avisar ninguém para sua casa de campo.

Mas logo que chega, ele se vê preso em outra emboscada, quando uma das famílias vizinhas começa a fazer planos para um possível casamento. Na noite em que tudo poderia dar errado para ele, a Srta. Sophia Fry aparece e salvá-o sem querer. Porém isso tem um preço alto na vida da moça, que é expulsa da casa dos tios.

Sem ter para aonde ir e sem dinheiro para viver, Sophia é pega desprevenida pela ideia de Vincent: um casamento entre eles. Isso parece ser a solução para o problema dele e do dela. Assim juntos os dois vão descobrir o amor e que unidos podem se completar.




Minha opinião

Quando li, ano passado, Um Acordo e Nada Mais eu me apaixonai pela escrita de Mary Balogh e pelo modo como ela desenvolveu a história dos protagonistas, por isso eu estava ansiosa para ler a continuação da saga do Clube dos Sobreviventes. Mais uma vez a autora me surpreendeu, trazendo um protagonista com deficiência visual e como é fácil e bonito uma narrativa em que os protagonistas não precisam passar por grandes provações.

Então, a primeira surpresa boa se chama Vicent. Ele já tinha aparecido no primeiro volume da série, mas agora ganha todo o foco. Ele é cego, e por isso eu estava curiosa para ver como a autora trabalharia esse assunto dentro da obra. Vicent é o oposto do que muitos protagonistas de romances de época, pois ele não faz o papel de galante e sedutor cafajeste, ele é um homem normal, tentando levar sua vida. Seus outros sentidos são explorados no decorrer da história, e por isso em muitos momentos esqueci que ele era deficiente visual.



Já em Sophia, Mary trabalhou a baixa estima, ela foi uma menina que sempre foi “invisível” dentro de sua família e não gosta nem um pouco de sua aparência, além disso sempre se sentiu rejeitada por todos. Contudo ela é uma moça dedicada e muito bondosa com os outros, e vamos ver isso no modo como ela lida com a cegueira de Vicent. Ela está sempre procurando ou fazendo algo para que ele fique confortável. Aqui, temos dois personagens que precisam casar para se livrar de suas famílias, cada um com um motivo diferente. Então porque não resolver esses problemas juntos?

Naquele momento tudo aquilo foi ignorado por Vincent, pois o mundo inteiro se encontrava em seus braços. Ah, sim, e o Sol, a Lua e as estrelas. E toda a eternidade.

A escrita da Mary é muito envolvente e fluida, ela tinha seguido uma linha mais séria no primeiro volume e agora há um tom mais leve no envolvimento dos protagonistas. Não encontrei grandes emoções nem grandes problemas a serem superados, contudo a autora trabalha mais com a relação dos protagonistas e de como eles podem se sentir bem como são. Além disso, Mary me deixou feliz ao trazer o casal protagonista do primeiro livro a trama, eles aparecem bastante, inclusive têm um papel significativo em determinado momento. Hugo com aquele jeitão dele meio rude, não podia deixar de fazer um comentário engraçado.

A série Clube dos Sobreviventes promete com esse segundo volume ser versátil, com muitos assuntos diferentes sendo abordados e modos de se apaixonar sendo apresentados. Com certeza virei fã de Mary Balogh e lerei o próximo volume da série. Fãs de romance esse livro é para vocês!


site: https://www.lelendolido.com.br/2019/01/um-acordo-e-nada-mais-mary-balogh.html
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De Olivato - @olivatobooks 24/01/2019

Este livro nos conta a história de Vicente e Sophia. Vicente faz parte do Clube dos Sobreviventes porque ele perdeu a visão durante a guerra. A mãe dele está determinada a fazer com que ele case com alguém, mas o visconde de Darleigh não quer se casar sem que ele mesmo possa escolher a candidata e sabe que as pessoas se casariam com ele, seria apenas pelo dinheiro.

Com o seu melhor amigo e valete, Vicente sai de casa para umas férias longe da família e acaba parando na pequena cidade onde cresceu. Ele queria que sua chegada passasse despercebida, mas não é o que acontece – todos estão curiosos para o ver novamente, ainda mais agora ele sendo um visconde.

Sophia é órfã, atualmente, ela mora com os tios que não fazem questão de reconhecer a sua presença e com uma prima esnobe. Sem ter a chance de falar e quando fala, o faz em um tom baixo, ficou com o apelido de ratinha – ela tem uma baixa autoestima.

Os tios de Sophia estão determinados em casar a prima com o mais novo visconde da região e armam um plano para enganar Vicente, forçando-o a se casar. Infelizmente para os tios, Sophia não deixa que isso aconteça e acaba conhecendo Vicente. Ao intervir no plano dos tios, ela é expulsa de casa sem nenhum dinheiro.

Vicente propõe um acordo para Sophia que beneficiaria os dois, a duração desse acordo deveria ser de um ano e depois disso, os dois continuariam casados, mas cada um vivendo o seu próprio sonho.

O problema começa quando os dois desenvolvem sentimentos um pelo outro, o casamento deveria terminar em um ano e nenhum dos dois confessa o que estão sentindo. Será que um acordo poderia terminar em um casamento de amor e paixão?

Gostei bastante da representatividade desse livro, apesar de que não ter nenhuma reviravolta que possa ser considerada espetacular, o livro mantém o mesmo ritmo do começo ao fim. Indico para quem busca uma leitura gostosa e tranquila.

No Skoob, dei 3,5.

site: https://www.instagram.com/p/BqU03t-g8EO/
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Sabrina @sassenach_literaria 23/01/2019

Um dos melhores romances de Época que já li, uma história comovente, um casal sensível e apaixonante.
#ResenhaSassenach|| 5?+?|| +18|| @editoraarqueiro||
????????????? ?????????????
Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado no entanto, ele é vítima de mais uma armadilha, que é evitada graças a Sophia Fry contudo, o preço que a jovem desconhecida deve pagar por tê-lo ajudado é alto demais por isso, um acordo é feito.

Esse certamente foi o livro que consagrou Mary Balogh na minha lista de autores favoritos.
Sabe a empatia? Nessa trama, percebemos o quão é importante o gesto de se colocar no lugar do outro. Palavras tem poder, para o bem e para o mal. Lembre-se disso.
Sophie não teve uma vida fácil todavia, foi através dela que conheci o verdadeiro significado da palavra perdão. Negligenciada de todas as formas, ela ainda oferece carinho, respeito e gratidão, mas todo esse descaso teve suas sequelas, a jovem não possui auto-estima e para ela, viver sozinha e criando caricaturas é mais do que um sonho realizado no entanto, Vicent com todo seu carinho, desejo e amizade consegue mostrar a ela que ter felicidade e amor não é tão impossível quanto ela imaginava. ???

Preciso confessar que tenho uma queda gigantesca por livros, onde personagens possui limitações contudo, "Um Acordo e Nada Mais." foi além de uma história romântica, esse livro mexeu extremamente comigo e com minhas crenças.
Vicent foi um rapaz agitado na adolescência apesar disso, não o vi reclamando de sua condição muito pelo contrário, ele transforma tudo em um agradável humor, o que deu a leveza mais que bem vinda a trama, a única coisa que almeja é a liberdade de ir e vir e conta com a amizade de Sophie para isso, ela faz de tudo para tornar sua vida o mais fácil possível, ele por sua vez, mostra a ela que a beleza não está nos olhos, mas sim no coração.
???
#EuLeioArqueiro
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tai 23/01/2019

Vincent, integrante do Clube dos sobreviventes, ficou cego no cambo de batalha (está na sinopse, não é spoiler) e teve que voltar pra casa muito jovem. No auge de seus vinte e poucos anos, sua mãe e suas irmãs estão o importunando pra que case-se logo, pois agora tem um título e precisa gerar herdeiros e quando ele resolve fugir de toda a pressão acaba se metendo numa enrascada maior ainda. Aí é que o enredo começa a se desenvolver e ficar interessante.

Mary me deixou apreensiva nas vinte primeiras páginas, levei tempo demais pra me ambientar na história e me conectar com os personagens. A narrativa é muito boa, nada maçante, mas demorou pra fluir, creio que o problema tenha sido comigo. No entanto achei as confusões em que Vincent se meteu muito engraçadas então me diverti muito a partir do momento que a leitura engrenou de vez.

Sophia e Vincent são muito diferentes da maioria dos casais que conheci em romances de época, porque constroem uma amizade muito bonita e respeitosa em pouco tempo. Sem troca de farpas, sem orgulho e sem desejo sexual (de início), apenas bons amigos com sonhos em comum que acabam se apaixonando. Um acordo e nada mais é sobre superação sim, mas também sobre companheirismo, respeito e admiração.

A maneira como Mary abordou a cegueira de Vincent foi espetacular, ela usou elementos muito bacanas pra desenvolver a independência e autoestima do personagem. Em momento algum romantizou o assunto, ou o tratou de forma leviana, pelo contrário. É a primeira vez que leio algo com um personagem cego e estou muito satisfeita, a autora tem muito tato para temas sensíveis.

De forma geral, Um acordo e nada mais é uma estória muito bonita, delicada e romântica. Não é lá muito sensual, mas ainda sim tem seu charme. Me lembrou muito os contos do Patinho feio e da Cinderela, mas de uma forma muito mais encantadora. Fiquei apaixonada, mal posso esperar pelo terceiro livro!

site: http://www.tocageeky.com/2018/10/um-acordo-e-nada-mais.html
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LT 18/01/2019

Olá! Bem, o que dizer sobre esse livro que é fofo, intenso e tocante, ainda que tenha um toque suave de algo simples e singelo, um livro que conquista do começo ao fim? Não sei como apresentá-lo para vocês, mas posso dizer que a mistura de um Lord, sua Dama, seu cão, gato e família me fez suspirar no final. Então, é isso, segue lendo e vamos ver no que dá!

Deu para notar que adorei esse livro? Pois é! O amor pode nascer nas mais inesperadas ocasiões, pode fazer com que uma pessoa se reconstrua ou se destrua. Aprendi, na vida, que amor se constrói, dia-a-dia, com carinho, cuidado, zelo, respeito, apoio, enfim, com coisas boas. E é isso que a gente aprende nesse livro, apesar de tudo começar por conta de um acordo em busca de liberdade, para buscar essa liberdade é preciso traçar um longo caminho e é este caminho que nos mostrará, ao virar de cada página, diversas formas de amor em apenas um livro.

A série "Clube dos Sobreviventes" me conquistou com o primeiro volume, por ter um estilo um pouco diferente, nos trazendo personagens com seus próprios demônios internos causados por traumas, mas que querem viver, se reconstruir e assim formaram um clube, pois os membros desse clube fechado tem em comum o trauma que a guerra lhes causou. Alguns tem sequelas físicas, outros psicológicas, mas todos as tem e para se reerguer construíram lindas amizades, gostei bastante de ver que a autora destaca isso nesse livro, mesmo mencionando mais do que de fato colocando os personagens na ativa, ela não nos deixa esquecer tal importância. Bons amigos, aqueles que não nos deixam, são dádivas, bem como uma família amorosa e unida também o é, ainda mais nos dias de hoje, não é mesmo?

O enredo é muito bem construído, se passa muito rápido, em todos os sentidos, e esse é um pequeno detalhe que me incomoda, normalmente, nas leituras, mas não sei explicar, nesse livro não me incomodou. Talvez seja consequência da escrita deliciosa da autora que me envolveu e me fez devorar rapidamente a obra ao ponto de eu não ter tempo para me incomodar? Ou o fato de nos depararmos com personagens que dá vontade de colocar em um potinho e proteger para sempre? Dela colocar uma pitada de humor ácido que deixa tudo mais suave e leve? Não sei explicar, mas posso dizer que apesar de o tempo voar na obra, não me incomodou.

Caminhamos ao lado de Vincent e Sophie – para os íntimos – risos –, comemoramos com suas conquistas, sofremos com seus receios, mas a autora faz com que eles não se afundem nisso e com isso me ganhou ainda mais. É aquele tipo de livro despretensioso mas que no final nos deixa uma mensagem e tanto! Vale à pena conferir, goste você de romance de época ou não, vale à pena!

Com personagens bem construídos, alguns que a gente vai amar, outros que vamos desejar matar – certos Tios mereciam uma surra – Hunff –, com um cenário descrito na medida certa, adaptações que nos fazem suspirar e pensar no quanto coisas que são simples, ainda mais hoje, para época em que o enredo se passava eram coisas inusitadas e que causavam certa desconfianças em algumas pessoas – até verem que realmente funcionava.

Um homem cego e torturado por crises de pânico depois da guerra, ainda assim um homem maravilhoso, uma alma linda, que não se joga na lama e fica chafurdando pro lá como as pessoas esperam que o faça, mas que se coloca a viver e procura por ainda mais vida. Uma mocinha que passava pela vida sem viver, mas que ansiava por isso, que precisava de se autoafirmar e aprender a se amar. Essa mistura pode dar certo quando todos olham com certa desconfiança para esse improvável casal?

Quem me conhece sabe o que tenho a dizer sobre os romances de época e vale para esse também, é que apesar de, na maioria dos casos imaginarmos o final, a forma com que a autora nos conduzirá até o desfecho é o que me encanta nessas obras. Quando me apresentam personagens cativantes, marcantes, quando me apresentam cenários de forma que me fazem fechar os olhos e imaginá-los, quando trazem mensagens importantes que podemos levar para a vida, é isso que faz o livro valer para minha pessoa, e é isso que Mary Balogh conseguiu com "Um acordo e nada mais". Vou parar de falar do livro por aqui, pois para entender como seria possível Sophia e Vincent se encaixarem, vocês vão ter de ler!

Preciso ressaltar que a escrita da autora é deliciosa, coesa, simples, linear e viciante, somando a um enredo delicioso a viagem para o leitor é encantadora.

Quanto a edição, a editora seguiu o padrão do primeiro volume da série, aliás, isso é algo que gosto bastante na Arqueiro, o fato de seguir, costumeiramente, os padrões nas séries em relação a edição. A capa é simplesmente encantadora, linda demais, o tom verde combina perfeitamente com a esperança que essa história traz intrínseca em suas páginas. Sobre revisão, tradução, enfim, sobre erros, encontrei bem poucos, como um a quando deveria ser um o, nas palavras "obrigado e obrigada" por exemplo, mas nada que atrapalhe nosso entendimento, na verdade, é coisa boba que passou desapercebido na revisão, provavelmente, e o nome de Vincent quando era para ser o de Martin em uma parte, fora isso, nada mais. Nada que atrapalhe mesmo. As páginas são amareladas, a fonte é confortável, temos um bom espaçamento, capítulos bem desmarcados, enfim, tudo deixando a leitura mais fluída.

É necessário prestar a atenção nas mudanças da história para perceber uma mudança de com quem se está falando, em alguns momentos, isso acontece bem pouco, mas é bom prestar bem a atenção para não se perder.

Bem, o que mais dizer? Leiam! Sejam vocês viciados em romances de época como essa que vos fala ou não, leiam, e leiam de mente e coração abertos para sentir tudo o que as palavras que compõe esse livro podem despertar em vocês.

Até mais ver!

Resenhista: Ana Luz.
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Kalyne @oreinodaspaginas 17/01/2019

Resenha
Um acordo e nada mais
“-... Talvez eu não esteja falando de um sonho, Srta. Fry, mas de um objetivo. Sonhos são desejos que provavelmente nunca serão realizados. Eu poderia fazer meus sonhos se realizarem. Na verdade é o que eu pretendo.” (p. 53)
Clube dos sobreviventes é uma série de sete livros da autora Mary Balogh que está sendo publicada pela Editora Arqueiro. Meu contato inicial com a escrita da autora se deu através do primeiro livro dessa série (Uma proposta e nada mais), e foi o que bastou para eu me encantar pela sua maneira sensível e emocionante de escrever histórias.
Em Um acordo pecaminoso meu coração passou por varias etapas ao longo da leitura. Primeiro uma tristeza profunda por imaginar como devia ser difícil a vida de Vincent, o visconde de Darleigh. Eu tenho problemas nas vistas, só enxergo bem através de óculos, e a noite mesmo com eles eu possuo alguma dificuldade. As vezes reclamo que queria ter nascido com os olhos saudáveis, mas e se eu não enxergasse nada? Ou se perdesse definitivamente a visão em algum momento? Pois é, a cegueira de Vincent mexeu profundamente comigo, me fazendo ser grata a Deus pelos meus olhos.
“... Gosto da sua voz. Pode parecer terrivelmente tolo, eu sei. Mas quando não se pode enxergar, Srta. Fry, a audição e os outros sentidos se tornam bem mais acurados.” (p. 65)
Após essa tristeza inicial, percebi que o visconde não se deixou abalar pelo destino que lhe foi imposto, pelo contrario, continuou a viver sua vida da melhor forma possível, mesmo com todo o cuidado excessivo de sua família. E isso meus caros, é outra valiosa lição, se uma tragédia lhe acontece, dê graças por ainda poder viver, mesmo que seja com algum empecilho.
Um sentimento de compaixão muito grande se apoderou do meu coração quando conheci a Srta. Sophia Fry, só queria entrar nas paginas do livro e cuidar dessa garota, mostrar que ela era digna e que a vida ainda iria sorrir para ela. Eu sofro quando autores criam personagens tão desafortunados quando Sophia, porem me alegro imensamente quando vejo esses mesmos personagens dando a volta por cima, e mostrando para toda a sociedade a força que possuem.
“Às vezes é preciso esforço e determinação para não se deixar simplesmente levar pela vida, sem mudar. A mudança tinha chegado, e ela tinha a chance de mudar – ou não.” (p. 142)
E assim foi meus caros, Vincent e Sophia entraram na vida um do outro com uma finalidade, mas o destino, aaaaah... esse sabe muito bem como trilhar todos os caminhos que existem em nossos corações.
“- Algumas pessoas escalam montanhas impossíveis. Algumas exploram lugares impossíveis. E o fazem simplesmente porque não conseguem ignorar o desafio do perigo ou da tentativa de realizar algo que pareça impossível.” (p. 217)
A escrita da Mary Balogh tem um poder incrível de fazer o leitor enxergar as perspectivas através dos olhos do próprio personagem, se envolver sentimentalmente na historia e perceber que a vida é um verdadeiro milagre. Além de possuir uma carga emocional muito forte, o romance e doçura da história possuem uma delicadeza única, que transformam a narrativa em uma das coisas mais belas desse mundo.
Um casamento por conveniência nem sempre permanecia apenas nesses termos antigamente. Vincent e Sophia conquistaram o meu coração, ele pelo modo de não deixar de viver mesmo tendo se tornado cego, e ela por acreditar que poderia ser uma pessoa mais forte, mesmo quando todos diziam que não. O amor é a jóia mais preciosa do universo. Recomendo esse livro profundamente, e mal posso esperar pela história do próximo sobrevivente.
“Naquele momento tudo aquilo foi ignorado por Vincent, pois o mundo inteiro se encontrava em seus braços. Ah, sim, e o Sol, a Lua e as estrelas.
E toda a eternidade.” (p. 291)





site: http://oreinodaspaginas.blogspot.com.br/
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Saga Literária 09/01/2019

Fiquei completamente apaixonada!
Sophia Fry sempre se viu como ''a ratinha''. Com um duro início de vida, acabou passando de tutor a tutor até que se viu com uma tia que estava muito mais interessada em mantê-la no escuro e cuidar para que sua filha se casasse com um lord muito rico. Apesar dessa posição baixa, Sophia não podia deixar de ajudar o pobre Lorde Darleigh, e bonito rico visconde que ficara cego no campo de batalha e parecia encaminhar-se para ser fisgado pela sua prima.


"Era cedo demais para ter certeza. Ela aprenderia a gostar dele? Seria ele digno de ser amado? Achava que sim. Era cedo demais para saber se ela concordava com ele. Era cedo demais para pensar no futuro de longo prazo que ele oferecera de forma tão impulsiva. Sempre era cedo demais. O futuro tinha o hábito de nunca ser como o esperado ou planejado. Mas o futuro cuidaria de si mesmo." p. 89


Após o episódio, sua tia a expulsa de casa. Sem nenhuma perspetiva do que fazer, Sophia não viu alternativa senão aceitar a generosa oferta de Vincent: casamento pela libertação dos dois. Ele, da família que o queria casado com qualquer uma de bom nascimento que ''compreendesse'' sua situação, ela, da miséria. Sophia se convence de que ele fizera isso por piedade de sua situação e que ela tinha muito mais a ganhar nesse acordo, mas com a convivência os dois irão perceber que suas personalidades combinam muito mais do que jamais poderiam imaginar.



"Agora era sua esposa. Ela o conhecia intimamente - muito intimamente. Apesar de sua beleza quase inacreditável, era apenas um homem. Apenas uma pessoa. Como ela, era vulnerável. Como ela, vinha levando uma vida em muitos aspectos passiva. Como ela, sentia a necessidade, o intenso desejo de viver. De levar a melhor sobre a vida em vez de simplesmente suportá-la. De ser livre e independente [...]" p. 174.

Opinião: Um acordo e nada mais é o segundo livro d'O Clube dos Sobreviventes. Infelizmente ainda não li o primeiro, mas a experiência de leitura não é estragada de forma alguma por isso. Para quem não conhece, esse clube é composto por várias vítimas da guerra, indo de alguém que perde membros até quem viu o marido ser torturado e morto pelos inimigos. Ou seja, pessoas com feridas físicas e psicológicas que encontraram-se para se ajudar uma vez que eles conseguem compreender-se. Os personagens principais de ''Um proposta e nada mais'' retornam nessa narrativa para amarrar as pontas do enredo e dar alegria à trama, junto com os outros participantes do Clube. A dinâmica do grupo é muito gostosa de ler e alia-se ao casal principal de tal forma que nada parece forçado.




Eu sempre me perguntei como seria um romance de época sem a questão da beleza para fortalecer os interesses do par. Finalmente aqui posso ver uma ótima construção de como nem sempre as aparências importam de verdade, mas sim a necessidade de cada um e possibilidade do outro de dar o que você precisa, sem perder a si mesmo no meio do caminho. Sophia sempre esteve nos bastidores, mal falando até consigo mesma, mas ganha confiança à medida que se vê totalmente vital na vida do marido. Vincent se viu dependente de tudo e de todos após seu o acidente, sempre beirando à depressão, até que Sophia começa a dar-lhe a liberdade. As personalidades deles separadas são maravilhosas. Eles têm cenas um sem o outro e continuam carismáticos. Eu poderia ler um livro apenas sobre a história deles e ainda assim seria ótimo. É meio como Callie e Gabriel de Nove regras a ignorar antes de se apaixonar - são incríveis juntos, mas separados arrasam também.



Os dois se encaixam perfeitamente sem precisar das inúmeras passagens de outros livros (que eu gosto, não me entendam mal) em que ficamos apenas admirando a incrível beleza da mocinha ou mocinho. Aqui o amor é construído a partir da noção do quão incrível é ter liberdade e ao mesmo tempo ter alguém que não se pode viver sem. Vincent é cego, então tudo que ele vê são os esforços de Sophia para devolver suas possibilidades de vida. Sophia não poderia encantá-lo pela visão, então tudo que Vincent faz por ela é por genuíno e vive com ela é por realmente apreciar sua companhia. E aos poucos eles vão percebendo que tudo o que realmente queriam na vida e está no outro.



O mistério sobre a família de Sophia e como se deu o acidente de Vincent vai sendo mantido até um pouco antes do final do livro. É instigante, mas não é realmente a melhor parte do livro. De verdade, aqui a construção do amor do casal é o mais importante e não fica chato, além de claro, as cenas onde Sophia é apresentada e convive com os amigos e família de Vincent. Esse foi meu primeiro livro de Mary Balogh, mas assim que o terminei já estava com meu carrinho de compras cheíssimo de outros títulos. Estou completamente apaixonada.

site: https://www.sagaliteraria.com.br/2018/12/resenha-591-um-acordo-e-nada-mais-mary.html
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Quel @queliivro 08/01/2019

#ResenhaQueliivro
Vicent Hunt, Visconde Darleigh, necessita urgentemente de independência, ele não aguenta mais sua mãe, irmãs e até avó controlando sua vida e agora para piorar resolvem arrumar um casamento para ele. Vicent não vê outra alternativa a não ser fugir da própria casa. E na tentativa de fugir de uma armação para se casar, quase acaba caindo em outra. Porém ele é salvo pela Srta. Sophia Fry.
Sophia mora com os tios e a prima, e quando percebe a intenção de ambos, não acha justo e vai ajudar Vicent sem nem ao menos conhecê-lo. Por conta disso ela é expulsa de casa.
Vicent então resolve para ajudar sua salvadora, ele propõe um acordo, ele precisa de uma esposa para sua família parar de procurar por ele, e Sophia precisa de um lar, sendo assim resta para ambos, o casamento.
Aos poucos ele vão percebendo que o casamento trará muito mais benefícios para ambos.
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Sou suspeita porque amo uma história de casamento por conveniência que evolui para um amor forte. Amo vê a construção do sentimento, a mudança da amizade para a paixão, depois para o amor. A descoberta, que quando menos percebe aquele casamento que começou por razões e tomando pelas emoções.
E aqui não é nem um pouco diferente, tem tudo isso e ainda a maturidade que acompanha os romances da Mary Balogh, são personagens com seus próprios dramas e lutas internas, que só querem levar uma vida simples, e que descobrem um no outro tudo o que faltavam na sua vida.
Vicent é tão cavalheiro que é bonito de se ler, a forma como age e tudo o que diz, é um candidato enorme a crush viu. E gente preciso comentar o coração enorme que a Sophia tem! Me ganhou logo que apareceu!!
Como disse a escrita da Mary ao meu ver é mais madura quando comparada com outras autoras de romance de época, e por esse motivo é que gosto tanto dos livros dela! Ela sempre traz personagens mais fortes e complexos que é impossível não torcer por eles!
Recomendo sem dúvida a leitura, assim como todos os livros da Mary, se você gosta de romance de época, tem que conhecer!
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Uinayara 08/01/2019

Resenha Um acordo e nada mais
Esse é segundo volume da série Clube dos sobreviventes (resenha do primeiro aqui no feed). Neste livro conhecemos mais sobre Vincent, que após sua breve passagem pela guerra ficou cego, e os cuidados excessivos de sua mãe e irmãs. Devido a isso ele fuge para a cidade onde viveu sua infância, pois elas o estão pressionando para casar. E depois de conhecer a jovem Sofia e varios acontecimentos que manchariam a reputação da moça e a deixaria sem casa, ele decide fazer um acordo que mudará completamente a vida dos dois.
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Mais uma vez me surpreendi com a escrita de Mary. Mesmo a diagramação não sendo confortável para mim, essa história me tocou de modo tão singelo e delicado, que é apenas um detalhe. A transformação de Sofia, a confiança e a liberdade de Vincent é algo maravilhoso de acompanhar! Aguardo ansiosamente pelo próximo volume!
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Faby Dallas 07/01/2019

Um Acordo e nada mais – Mary Balogh - Editora Arqueiro
Sabe aquele livro que você simpatiza logo de cara com o casal principal, as vezes isso demora pra acontecer comigo, gostar do casal junto, sentir a química entre eles e querer que eles fiquem juntos logo, em Um Acordo e Nada Mais foi justamente o contrário, tanto o Vincent quando a Sophia mereciam encontrar o amor e alegria de viver.

No caso do Vincent, ele volta cego da guerra, após lutar e defender seus país ele não teve um aranhão, mas perdeu a visão.... E para um rapaz tão jovem viver com a deficiência não é fácil, apesar de Vincent ser o tipo de pessoa que tenta de todas as formas superar os obstáculos e muitos deles consegue por conta própria e uma grande forma de vontade, acredito que as pessoas que também vivem nessa condição tentam isso, se superar e não depender tanto das pessoas. Vincent conta com uma família amorosa e calorosa (até demais) kkkkkkk e que vive tentado casa-lo, mas ele não se sente bem em ter sua vida administrada pela mãe e irmãs e muitas vezes se refugia longe delas para poder tentar ter uma vida normal. Um desse refúgios não é outro se não o Clube dos Sobreviventes, seus amigos também marcados pela guerra estão sempre lá para dar apoio e forças para superar todo o horror e dor que viveram em meio a tantas lutas e mortes.

Por outro lado temos, Sophia também conhecida com “a ratinha” uma dama porém, pobre e que vive da caridade de parentes que a suportam apenas para terem uma empregada sem ter de pagar um salário, sim quase uma Cinderela (ssrsrs) Sophia sabe que não tem expectativas de futuro, por não ser uma beldade, por ser pobre e por ter uma baixa estimada incrível, porém é uma moça doce e meiga que sonha em encontrar o amor, filhos e poder construir uma vida para si longe de tanta descriminação e sofrimento. E ao fazer uma boa ação, salvando nosso herói de um casamento forçado, ela acaba se metendo em uma grande enrascada, pois por conta da sua ajuda ela acaba sendo posta na rua pela pseudo-família e isso não é que acaba sendo a melhor coisa da vida dela... Que embarca em uma aventura que a levará de encontro as braços de Vincent que acredita estar resolvendo todos os problemas de sua vida … SERÁ?
Afinal, o maior desejo de sua família é que ele se case e tenha um herdeiro, mas será que realmente é um casamento de conveniência? Sophia saberá lidar com os percalços de ser casada com um homem cego? Vincent se sentirá a vontade ao lado de Sophie?

Simmmmmmmmmmmmmmmmmmm para todas as questões!

É lindo como ela trata ele, ajudando e ao mesmo tempo dando espaço, estando sempre ao lado dele, bem como Vince tentando sempre suprir as necessidades dela de atenção e afeto (coisa que sempre lhe faltou).
Não tem como não amar a interação entre os personagens da série (eles são como uma família linda que não tem como não amar).

Eu amo a escrita da Mary, autora que sempre recomendo se você já é uma leitora habitual de romances de época, poisa ela não tem tanto humor contemporâneo como a Julia Quinn como muitas pessoas acabam comparando, mas tem uma escrita que encanta e que diverte, mas sem fugir do contexto da época, sempre proporcionado ao leitor uma “visão clara” do que ela quer nos passar.

Acompanhem a série. É maravilhosa!



site: www.adororomancesdearacaju.blogspot.com
Vagner.Freitas 09/01/2019minha estante
Super comovente a história!!??




Vanessinha 06/01/2019

Uma série sobre recomeçar
Todos os personagens dos clubes dos sobreviventes apresentados no livro 1 - Uma proposta e nada mais, estão ganhando seus livros. A premissa da série é muito boa, amigos devastados pelas guerras napoleônicas que se reinserem na sociedade e precisam recomeçar suas vidas. Em Um acordo e nada mais veremos a história de Vicente, o visconde Darleigh que ficou cego no campo de batalha - o carisma do personagem chamou minha atençao desde o primeiro livro. O maior problema dele é o excesso de zelo da família que inclusive faz algumas artinhanhas para casá-lo o mais rápido possível. Ele "foge" de todos assim que nota que lhe arrajaram uma noiva e insistem com muita veemência em seu casamento e busca suas origem antes do título, quando vivia em uma casa mais simples no interior. A cidade toda fica empolgada com a presença de Vicent e Sophia Fry uma moça sem os pais que vive sendo desprezada pela tia vai salvar o visconde de uma armadilha casamenteira.
Vicent se sente culpado ao saber que depois que Sophia o salvou da prima dela foi expulsa de casa e lhe propõe um acordo. A história conta com cenas lindas quando Vicent precisa usar o tato para conhecer o rosto de Sophia, mas alerto que também teremos cenas muito descritivas do casal quanto ao ambiente. Isso porque Sophie quer que Vicent sinta todo ambiente ao seu redor e crie imagens em sua mente. Não teremos maiores tramas, conspirações ou inimigos, apenas um homem mostrando que deficiência visual em nada se assemelha a invalidez. Como vários personagens do primeiro livro aparecem sugiro ler a série na sequencia. Agora irei aguardar pelo terceiro livro: Uma loucura e nada mais e decididamente quero ler a série inteira.
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