Mulheres que correm com os lobos

Mulheres que correm com os lobos Clarissa Pinkola Estés




Resenhas - Mulheres que correm com os lobos


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Natalia Cunha 24/06/2019

Revolução
Esse livro tocou cada célula do meu corpo, mexeu em todas partes do meu ser. Ele me ensinou coisas que eu já sabia, só estavam esperando a hora certa de serem lembradas. A cada conto, a cada explicação, eu sentia que as palavras estavam passando direto lá para o meu inconsciente sem passar pelo consciente. Não lembro de muita coisa. Mas lembro de tudo. Eu me sinto renovada é muito conectada comigo mesma. Indico para todas as mulheres, bruxas, lobas, quem tem fé, quem não tem. Se descubram!
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Jalu 20/06/2019

Quem eu sou?
Eu sou mulher loba. Sou selvagem cheia de cicatrizes. Sou todas as lágrimas derramadas pelo meu caminho em direção do âmago, íntimo, ao meu ser, a minha alma. Sou deusa, guerreira, gladiadora. Sou a delicadeza de uma mãe. Sou o que sou, diferente de ontem, mais que hoje, na busca do meu amanhã, graças a esse livro. Recomendo. Uma leitura necessária de autoconhecimento.
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Coisas de Mineira 13/06/2019

A autora de Mulheres Que Correm Com Os Lobos, Clarissa Pinkola Estes, é uma analista junguiana. Através de contos de fadas e outros mitos conhecidos ela busca explicar e desvendar a figura da Mulher Selvagem. Ela defende que ao longo dos séculos a Mulher Selvagem tenha sido transformada em uma criatura domesticada. Em outras palavras, essa destruição e desconstrução se dá por conta da sociedade patriarcal.

“As histórias são bálsamos medicinais. Achei as histórias interessantes desde que ouvi minha primeira. Elas têm uma força!”

Na analogia defendida pela autora os lobos e as mulheres dividem uma espécie de vínculo psíquico em sua ferocidade, graça e devoção ao parceiro e à comunidade. Ou seja, para Estes essa é a definição da Mulher Selvagem. É necessário, por exemplo, que a mulher esteja em contato com seu lado primitivo. É através da confiança em seus sentimentos mais viscerais que suas escolhas poderão e deverão ser tomadas.

“Portanto, vamos nos apressar agora e trazer nossas lembranças de volta aos nossos ossos. Despir quaisquer mantos falsos que tenhamos recebido.”

No livro teremos a apresentação de diversos contos e mitos das mais variadas culturas. Eles não tratam necessariamente a respeito de Mulheres Que Correm Com Os Lobos. Porém, eles certamente serão uma espécie de ilustração a respeito do arquétipo da Mulher Selvagem. A autora tratou de clarificar perspectivas diferentes, por exemplo, a respeito de relacionamentos e até autoimagem.

Achei a edição enviada pela editora Rocco primorosa. Em capa dura, com detalhes dourados na capa, tanto no título, quanto na ilustração. É uma edição robusta, com 576 páginas e realmente encanta a qualquer leitor(a). Porém Mulheres Que Correm Com Os Lobos não funcionou comigo, ou para mim.

“Voltemos agora, mulheres selvagens, a uivar, rir e cantar para Aquela que nos ama tanto.”

Explicarei melhor o porquê… Por mais que os amplos estudos e pesquisas da autora justifiquem e ofereçam conselhos importantes para as mulheres modernas, no entanto, eu não comungo com a teoria e abordagem de Estes. Como psicóloga que trabalha e se define na abordagem comportamental, enfim, eu não consegui me conectar com a escrita e visão da mesma.

Contudo, embora tenha achado o livro com uma cara de livro teórico, ou mesmo como um bom material de pesquisa para estudantes com pesquisas nesse foco, acredito ser possível o leitor prático acessar o conteúdo com sucesso. E se beneficiar com ele, em primeiro lugar. Entretanto, obviamente, precisei ser sincera ao dizer que lutei firmemente com a leitura por duas semanas. Não consegui finalizá-lo, e abri mão de concluí-lo.

Por outro lado, espero que você ao ler essa resenha se sinta à vontade para ter tal obra em mãos e desvendar seus mistérios e teorias. Fica muito mais fácil manuseá-lo e aproveitá-lo se você não possui uma teoria ou abordagem psicológica que te reja. Enfim, leia Mulheres Que Correm Com Os Lobos e tente usufruir e colocar em prática o máximo de informações que os estudos muito bem embasados e estruturados da autora te revelem nesta obra.

Concluindo, tenha em mente que para ler Mulheres Que Correm Com Os Lobos, essa é uma leitura para se fazer com calma, com cuidado, refletindo a respeito dos temas pontuados… Para o melhor aproveitamento você terá que caminhar junto com Estes nas meditações sugeridas. É preciso acreditar que cada mulher abriga dentro de si bons instintos, uma força muito grande, um conhecimento eterno.

“A cura para qualquer dano ou para resgatar algum impulso psíquico perdido está nas histórias. Elas suscitam interesse, tristeza, perguntas, anseios e compreensões que fazem aflorar o arquétipo, nesse caso o da Mulher Selvagem.”

Por: Carol Nery
Site: www.coisasdemineira.com/resenha-mulheres-que-correm-com-os-lobos-clarissa-pinkola-estes/
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Jéssica @DivaLiteraria 02/05/2019

Minhas impressões
Demorei 2 meses para ler este livro. Não foi uma leitura fácil, pois sou da área de exatas e o livro tem muitos conceitos da psicologia. Tenho certeza que não absorvi nem 50% do que ele oferece. Sim, é um clássico, sempre indicado nas rodas feministas. Confesso que esta fama me deixou triste, porque não achei tudo isso ou a mensagem é tão óbvia que eu não percebi?
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O nome do livro foi inspirado no estudo sobre a biologia de animais selvagens, em especial, os lobos. Estes foram a fonte inspiradora para a criação do arquétipo da Mulher Selvagem (Natureza instintiva), que já em todas nós.
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São 15 longos capítulos que a autora vai comentando sobre a natureza instintiva da mulher. Ela utiliza contos como O patinho feio, Barba-azul, Sapatinhos vermelhos, Vasalisa, entre outros, como linguagem arquetípica para exemplificar algumas abordagens da natureza selvagem e em seguida, seguem-se as análises psicológicas das ações apresentadas nos contos.
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Sei que este livro tem muito a oferecer, mas esta primeira leitura não me agregou tanto. Ainda sim, foi uma oportunidade de olhar alguns contos por outro ângulo e de tenacidade. Separei alguns trechos que achei legais, espia:
“A diferença entre o consolo e o cuidado e carinho é a seguinte: se você tem uma planta que está doente porque você a mantém num armário escuro e você lhe diz palavras tranquilizadoras, isso é consolo. Se você tira a planta do armário e a põe no sol, lhe dá algo para beber e depois conversa com ela, isso é cuidado e carinho.”
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“Difamar ou julgar o físico herdado de uma mulher é criar gerações e mais gerações de mulheres ansiosas e neuróticas. As críticas destrutivas e desdenhosas a respeito da forma herdada de uma mulher privam-na de diversos tesouros psicológicos e espirituais preciosos e de vital importância. Privam-na do orgulho pelo tipo de corpo que lhe foi transmitido por linhagens antepassadas.”
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“A mulher moderna é um borrão de atividades.”


site: https://www.instagram.com/p/Bw-n9ppA_dC/
Manu 24/05/2019minha estante
recomendo ouvir o podcast ?talvez seja isso? que é dedicado a esse livro. Estou lendo e ouvindo sempre que termino um capítulo ? claro, mostra só algumas percepções de duas mulheres que também leram, mas tem um grupo fechado no facebook onde dá pra ver as impressões de outras mulheres. É quase um clube de mulheres lobas :))


Jéssica @DivaLiteraria 26/05/2019minha estante
Opa, obrigada pela dica =)




Gio 04/01/2019

Os 10 mandamentos de uma mulher loba
Esse livro, em seu final, contém os 10 mandamentos de uma mulher loba. As 10 formas de libertação. Ao decorrer do livro você reflete sua própria vida em cada conto, fragmenta seu ser afim de encontrar aspectos desconhecidos e não trabalhados e sempre acaba com a sensação de poder mais, de ser mais selvagem.
A leitura é válida para toda mulher, deveria ser obrigatória.
Se esta precisando refletir sobre sua vida, suas decisões e outros caminhos da alma e do corpo, esse é o livro que poderá encontrar respostas.
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