Vox

Vox Christina Dalcher




Resenhas - Vox


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Camille.Pezzino 24/04/2019

A VOZ DAS SEM PALAVRAS
Sem luta, nossos direitos podem sumir.

Essa é, definitivamente, a premissa que permeia Vox, livro da escritora Christina Dalcher, obra tal que me faz lembrar – e muito – não só de livros célebres como O Conto da Aia, de Margaret Atwood, como também da nossa própria realidade. Isso porque as tramas e subtramas são tão palpáveis que chegam à alma e nos fazem lembrar de que a liberdade de nos expressarmos e sermos quem quisermos é um direito.

É um direito nosso, mas que é passível ao desaparecimento – como qualquer coisa que está dentro do tempo.

Vox, em latim, é a palavra de terceira declinação, no nominativo singular (ou seja, o caso expressa sujeito ou predicativo do sujeito), e se traduz, em língua portuguesa, por “voz”. Para quem não sabe, o latim é uma língua sintética, ou seja, a maioria de suas palavras muda de acordo com a função sintática na frase. Assim sendo, se a autora quisesse expressar a palavra voz como um objeto, ela teria utilizado – como título de sua obra – vocem.

No entanto, a autora preferiu utilizar a forma que representa, na língua portuguesa, a expressão na posição de sujeito ou de predicativo do sujeito, fazendo-o – ao meu ver – de maneira proposital, isso porque toda a narrativa (até a metade do livro, na verdade) enfatiza o fato de mulheres terem perdido a sua voz. Aquilo que as faz ser, aquilo que as representa melhor: isto é, elas mesmas e o que pensam.

O mais incrível desse livro é como ele demonstra, assustadoramente, a importância da linguagem e da expressão. As mulheres foram reprimidas justamente para não apresentarem os seus pontos de vistas, sendo caladas da maneira mais eficaz que se encontrou, com braceletes que, caso falassem mais do que o limite permitido – cem palavras – seria acionado para eletrocutadas em voltagens relacionadas as suas infrações linguísticas.

QUER SABER MAIS? ACESSE: https://grupocanetatinteiro.com.br/resenha-73-a-voz-das-sem-palavras/

site: https://grupocanetatinteiro.com.br/resenha-73-a-voz-das-sem-palavras/
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Daniel Felipe 18/04/2019

Um dos piores livros que li na minha vida
Um dos piores livros que já li em minha vida.
A premissa do livro era até interessante, até começar a história. Se a personagem principal fosse uma pedra, o livre seria exatamente a mesma coisa.
Personagens vazios, execução fraquíssima.
O livro vem no embalo do Conto da Aia, mas parece que foi escrito por uma adolescente. Sem profundidade.
Se você gostou do Conto da Aia, leia ele novamente. Leia Atwood mais umas 10 vezes, mas passe longe dessa porcaria aqui.
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Marina 17/04/2019

Um ótimo conceito, com uma execução razoável
O livro tem um conceito fantástico, mas a execução deixa um pouco a desejar. Ainda assim, Vox pode ser um ponto de entrada pra quem se sente desconectado da política. Eu consigo ver alguns grupos de pessoas que se beneficiariam muito discutindo os temas do livro com mais profundidade.

Alguns aspectos da história dão um arrepio na espinha, tamanha é a possibilidade de que eles aconteçam. Mas, e eu acho importante salientar, a autora não se aproveita dos horrores que ela descreve de forma barata ou sádica, como alguns shows/livros que tratam de temas assim tendem a fazer. Aqui todas as coisas que acontecem com essas mulheres tem um ponto, enriquecem a história. Isso é ótimo.

O que não funcionou pra mim foi o final, ele se desenrolou muito rápido, trazendo personagens de volta sem uma explicação razoável. Sinceramente, foi um Deus ex machina que não deu pra perdoar. E, numa nota mais pessoal, eu fiquei bastante decepcionada em como os temas LGBT+ foram explorados no livro. Sendo justa, eu não estava esperando muito, e a autora claramente tentou incluir alguma representatividade, mas poderia ter sido muito melhor, especialmente se tratando de mulheres trans, que são inexistentes na história.

Um bom livro, mas nada extremamente impactante, como eu achei que iria ser.
Luciana.Peixoto 21/04/2019minha estante
Concordo totalmente, a resolução do conflito que durou várias páginas foi rápida demais e com muito pouca explicação




Raíssa 17/04/2019

Permita-se enfurecer
Nos agradecimentos, aquela última parte do livro que quase ninguém lê, Christina Dalcher diz “Espero que goste [da história]. Acima de tudo, espero que ela deixe você com um pouquinho de raiva. Espero que o faça pensar”. Se essas eram suas expectativas, Dalcher, elas foram superadas.

Minha resenha sobre VOX não pode ser imparcial. Sou mulher. Não é difícil imaginar a realidade apresentada na obra. Não é difícil ficar com raiva enquanto leio VOX. Aquela raiva que vem do entendimento da condição de ser mulher na nossa sociedade.

Christina Dalcher não perde tempo com jogos. Na primeira página a autora já nos apresenta o enredo - e o final da história. Conhecemos uma nova versão dos Estados Unidos através do olhar e das (poucas) palavras de Jean, uma ítalo-americana que vê sua vida ser transformada após as últimas eleições presidenciais.

Se você fechar os olhos, consegue imaginar essa mesma realidade em verde e amarelo. Alves Calado, ao traduzir maravilhosamente o original, poderia ter utilizado frases como “meu país acima de tudo e Deus acima de todos”. Mas essas palavras nem foram necessárias para a identificação imediata do cenário distópico apresentado no livro com a realidade tupiniquim. “Homens conservadores que amam seu Deus e seu país. - Ela suspirou. - As mulheres, nem tanto”. Palavras da autora, não minhas. Falando sobre os Estados Unidos, não sobre o Brasil.

A história te prende. Com elementos que também estão presentes no consagrado O conto da Aia, VOX fala de opressão, machismo, e religião como chave e justificativa para o controle da vida dos que diferem dos cidadãos de bem. E como as mulheres são sempre as primeiras a perderem seus direitos. É assustador o que se aprende a aceitar como normal.

Ainda que o final seja frustrante e pareça ter sido escrito em menos de uma hora sem direito à revisão, o livro vale a pena. Com esta história, Christina Dalcher nos leva a refletir sobre liberdade da mulher, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, refletir sobre o presente. Se você não está com muita raiva, é porque ainda não entendeu o que está acontecendo. Permita-se enfurecer.
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PorEssasPáginas 16/04/2019

Vox foi um livro que me interessou antes de ser publicado no Brasil, pela Editora Arqueiro. Li algumas resenhas muito positivas e o livro foi vendido como “o novo O Conto da Aia“, o que obviamente me interessou. Comprei o livro em uma promoção do Submarino e comecei a ler assim que ele chegou em casa, mas, apesar do início tenso e eletrizante, a partir da metade até o final o livro desce a ladeira e decepciona.


Jean McClellan é uma doutora em neurolinguística, mas não pode trabalhar e praticamente nem falar. Em pouco tempo, os Estados Unidos se transformaram em um governo fundamentalista religioso e as mulheres perderam (quase) todos os direitos; todas, inclusive as crianças, são obrigadas a utilizar uma pulseira com um contador de palavras. Elas só podem falar 100 por dia. Uma pessoa fala, em média diariamente, 16 mil.

As mulheres agora vivem para o lar, a casa e os filhos. Jean é casada com um homem que ela já amou, porém perdeu a admiração e o respeito; sua falta de energia quando as mulheres perderam seus direitos fez com que Jean perdesse o encanto por ele. Com quatro filhos, três garotos e uma menina pequena, Sonia, Jean está preocupada com o desenvolvimento cognitivo da filha, impossibilitada de falar. É perverso. Todo o desenvolvimento e ambientação no início do livro, quando conhecemos esse novo universo e nos deparamos com a opressão que as mulheres e a protagonista sofrem, é escrita de maneira brilhante e você realmente sente o estômago revirar. Chega a ser uma leitura angustiante e dolorosa, porém viciante.

***Resenha completa no blog***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-vox
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Crisna @tinyowl.reads 16/04/2019

Eu que nunca acho um livro ruim, achei!
No final do texto tem spoilers caso alguém queira entender alguns dos pontos que eu considerei confusos, eles estão sinalizados.

Vox tem um sério problema de continuidade. Parece uma obra mal costurada, sem coesão. Os personagens são irritantes, as mulheres são estereotipadas, mas o problema mesmo era que eu ficava perdida. O tempo inteiro parecia que faltava alguma coisa, ou que algo desnecessário estava ali, que a ordem do texto estava errada ou talvez fosse só o tempo dos acontecimentos que parecia não bater. Fora que tudo é muito fácil. As coisas simplesmente acontecem, não há conflitos reais na narrativa. O livro é muito ruim, não fosse a premissa ser boa teria sido uma estrela só, porque a construção foi péssima.

Spoilers:
Alguns exemplos de momentos que me deixaram confusa: quando Jean chega a vizinha está sendo levada de maca até a ambulância e Patrick já sabe tudo que aconteceu. O marido da vizinha deixou a própria esposa sozinha ou recebeu Patrick em casa enquanto aguardava o socorro e contou a história toda a ele? Steven foge. Mesmo assim Jean vai trabalhar e ainda sai com o amante? Aliás toda a saída é esquisita, ninguém tem hora pra entrar e sair do laboratório? Jean ver Del ser preso e fala como se não soubesse nada da família dele, nem sabe se Sharon foi presa. Com quem Sonia estava então? A menina não ia pra fazenda? Jean foi pro trabalho e deixou ela com quem? E a morte do Patrick, alguém entendeu? Que tipo de pessoa vai operar o cérebro de um chimpanzé e de um humano e não deixa eles sedados o suficiente pelo processo todo? A Lin e o Lourenzo sabem língua de sinais? Não que seja impossível, mas nossa, que conveniente! Eu podia passar horas aqui...
Mialle @miallebooks 16/04/2019minha estante
Hahahahahahahaha mas vc foi sabendo


Crisna @tinyowl.reads 17/04/2019minha estante
Fui, mas não imaginei que era tão ruim!




Laura Regina - @IndicaLaura 14/04/2019

Um livro para quem Gosta de Pensar sobre a Vida Atual
Imagine um país onde as mulheres são proibidas de trabalhar. Apenas podem cuidar
da casa e da família. Além disso, são obrigadas a usar uma pulseira, um contador de palavras – elas têm uma cota de apenas 100 palavras por dia, e recebem choques por cada palavra a mais. Quem não se adequa, seja por questões religiosas, orientação sexual, etc, é levado a campos de trabalhos forçados.

Neste ficção nada distópica, temos uma sociedade que limita a vida de metade de sua população. Desde bebês, as mulheres são tolhidas nos seus comportamentos, inclusive verbais. Assim, elas serão domadas e reconduzidas ao seu verdadeiro lugar: os serviços domésticos. Será?

A personagem principal, Jean, também é a narradora do livro, e nos mostra como a transição para esta nova sociedade ultra religiosa se deu e como é sua vida atual, tendo que educar três meninos e uma menininha. Jean, como linguista, tem conhecimento para nos mostrar o quanto esta sociedade é danosa para todos seus habitantes, e seus estudos também poderão salvar a vida de um importante líder político nacional – a qual custo? Há resistência? Há contrarrevolução?

A autora trás ótimas descrições sobre a sociedade e sobre como a revolução se deu. O país que ela nos mostra é bastante crível, muito próximo do nosso atualmente – o que é terrivelmente assustador. Mas as conjunturas que levam aos atos da Jean não são tão plausíveis, achei que existem coincidências demais, e ela não tem desejos próprios, é sempre levada pelas circunstâncias do momento ou pelos atos de terceiros.

E o final... corrido, com um ‘deus ex machina’ bem explícito (ou seja,
algo externo e muito estrambólico para ser real...) que não me convenceu.
É bom? Sim, é bom. Mas outras distopias trazem discussões muito melhores sobre governos repressores, como “O Conto da Aia” e “1984”.

Mais indicações no Instagram @indicalaura

site: https://www.instagram.com/indicalaura
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Anoitecer 13/04/2019

Por que os homens querem calar as mulheres?
Resenha #VOX. ????
O silêncio é ensurdecedor. Vox é uma narrativa atual, considerado o novo conto da Aia. Com uma escrita bem simples, que permite ao leitor uma leitura rápida e fácil. O livro narra a história da Dr. Jean McClellan, e tem um cenário de distopia. Após a ascensão da extrema direita e do fanatismo religioso, um grupo dessas pessoas passam a governar os EUA, detalhe, eleitos democraticamente. O estado deixa de ser laico e o governo impõe uma série de políticas antidemocráticas, misóginas e homo fóbicas. Na história as mulheres tiveram sua fala reduzida a 100 palavras por dia, consequentemente perderam sua liberdade e igualdade, mesmo que ainda não temos 100% dela atualmente, perante aos homens e houve um retrocesso no papel que elas desempenham socialmente. Agora, elas devem apenas cuidar do seu marido e filhos.
POR QUE OS HOMENS QUEREM SILENCIAR AS MULHERES?
Primeiro temos que ver que ao silenciar, não cabe somente a fala, e, e sim sua manifestação de vontade, direitos, silenciar seu pensamento, suas ações, silenciar o papel da mulher moderna. Jackie personagem feminista da obra, luta para que as mulheres entendam a importância da sua voz contra o patriarcado, que é objetivo dos homens puros, a sua manutenção. E para isso é preciso que as mulheres sigam moldes impostos segundo suas crenças. O seu papel divino. Acontece que sempre há uma resistência. E no meio desse cenário nossa personagem é chamada para integrar a equipe que busca uma cura para doença do irmão do presidente. Afasia de Wernick.
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Adriel.Ronan 12/04/2019

Excepcional!
No mesmo estilo de The Handmaid?s Tale te fará refletir sobre diversos aspectos sociais ao mesmo tempo em que te causará revolta.
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Gilson.Amorim 11/04/2019

Tenso
Esse é um daqueles livros que nos leva a refletir que a ficção não esta tão distante assim da realidade, ainda mais vivendo neste periodo de retrocesso onde nossos governantes parecem ter saido desse livro rsrsr
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Dai 07/04/2019

100 palavras...
E se um dia, um governo autoritário patriarcal puritano assumisse a administração do país? E se ele resolvesse que as mulheres não poderiam mais trabalhar, não teriam mais o mesmo tipo de educação desde criança, não poderiam falar mais que 100 palavras diárias?
Assustador? Impensável? Absurdo?
É essa história que Vox traz de maneira excelente. Através dos olhos da Dra Jean McClellan, o leitor é levado a vivenciar um país virado de ponta cabeça por conta de uma política excludente e machista.
Uma necessidade médica (?) faz o governo precisar de Jean e dá a oportunidade dela "sair da sua bolha" e lutar pela liberdade.
Resistência, autoritarismo, puritanismo, força e muito mais envolvido em uma trama que te absorve tanto pela incredulidade de que algo assim poderia ser real quanto pelas emoções da Dra Jean te prendem a história até a última página.
Se fosse apontar um defeito... Seria o desfecho - corrido, simples, sem o mesmo envolvimento ou detalhamento da história, apenas um fim para o livro.
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Giuliana Sperandio 05/04/2019

Não me convenceu
O livro tinha uma proposta interessante, bem fantasiosa, ok? Mas é uma ficção então isso nem foi o que me incomodou, o que me incomodou foram as forçações de barra.
A protagonista odiava o marido pq ele era um "banana", mas descobriu que não era bem assim, mas a autora já tinha construído um casal com o tal do amante e logo o marido vira mártir, o filho bem escrotinho que faz um monte de merda se arrepende (ele destruiu vidas, claro que poderia se arrepender, mas não virou santo por isso).
Outra coisa que me incomodou os personagens são caricatos, a feminista é a doidona dos manifestos e palavrões, a família legal são os rebeldes, então não havia ninguém bom do outro lado? E gente, na moral, como as pessoas aceitariam isso em pleno século xxi? Não me venham com a história de que já vivemos isso, pelo amor de minha paciência! As mulheres não são muito envolvidas policamente por escolha, as poucas que temos são ideologicamentes corrompidas (de ambas as vertentes direita e esquerda), temos vox, muita, mas muitas se perdem em usá-la. Temos que melhorar as condições e desigualdades femininas? Violência? Claro! Mas precisamos saber usar nossa voz pra isso e não só gritar que queremos isso ou aquilo, querer é poder, basta batalhar de alguma forma pela mudança.

But... Essa é minha opinião e se gostou ou concordou com o livro, é seu direito e eu respeito!
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Raquel.Zamperlini 03/04/2019

Maravilhoso!
Utilizando uma escrita envolvente e provocativa, nos faz pensar a respeito de valores, crenças e pré-conceitos. Penso que se encaixa bem para os episódios advindos das disputas pela eleição presidencial de 2018 no Brasil.

Apesar de, na minha opinião, possuir muitos palavrões, mesmo em momentos desnecessários, é um livro muito bom, e que mais pessoas deveriam ler. Acredito ser um presente maravilhoso, como foi para mim.

Vale a pena de verdade ler. Fazia tempo que eu não lia algo tão construtivo e que gerasse reflexão como este livro gerou. =)
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Adri_Alline 03/04/2019

Sensacional com final corrido
Não sei o que está havendo com livros incríveis mas que chega na hora de finalizar, dá impressão que os autores só tem mais 3 páginas pra acabar o livro. Poxa, um epílogo era extremamente bem vindo. Mas o livro é excelente!!!!!!!!
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Carol 02/04/2019

A ideia é boa, mas não foi bem trabalhada
Resenha feita originalmente no blog Virando Amor

Em VOX temos um mundo muito perturbador e muito próximo ao nosso, em que as mulheres só podem falar 100 palavras por dia. Um contador preso ao braço das mulheres feito algemas as pune caso falem mais do que isso por dia. Essa situação não se aplica aos homens. Eles não têm que se preocupar com a quantidade de palavras ditas por dia.

Logo no início do livro, conhecemos a dra. Jean e sua família. Vemos situações de seu cotidiano nesse mundo perturbador e absurdo que vivem, assim como vemos o passado e como todo esse silenciamento das mulheres aconteceu. Sua amiga feminista da faculdade, Jackie, previu que isso aconteceria, ela escreveu vários livros sobre o assunto. Jean nunca deu muito ouvido a ela, achava um exagero, coisa de mulher histérica. Mas quando um presidente não muito preparado para o cargo tomou o poder, as coisas começaram a mudar.

Vemos o desespero dessa situação quando Sonia, sua filha, tem pesadelo durante a noite e começa a gastar suas palavras, e Jean e Patrick, o marido, correm para o quarto pra acalmá-la e impedir que use as palavras do dia e receber choque por isso. Porque se você ultrapassar as 100 palavras você recebe choque através do contador no braço. Vemos como Jean se sente completamente inútil, pois ela só tem mais uma palavra no dia, e ela não pode acalmar a filha e nem os filhos que estão assustados com toda situação (...)

site: https://www.virandoamor.com/2019/03/resenha-premiada-vox.html
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