Like a Love Story

Like a Love Story Abdi Nazemian




Resenhas - Like a Love Story


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Anna 19/09/2020

Ai ai, os dramas da adolescência. E muito mais.
Like a love story pode parecer um pouco chato no começo, com personagens sem muita personalidade, mas com o decorrer da história, o autor Abdi Nazemian vai nos aprofundando nos 3 principais (Reza, Judy e Art) e em sua relação. A cena em que o Reza se assume para a Judy foi uma agonia tão grande, nem acreditei no que eu estava lendo kkkk. Esse livro traz muitos momentos importantes, como primeiro namorado, perdoar um amigo, fazer novas amizades, "sair do armário", os protestos contra a AIDS em 1990, para os doentes terem o minimo de tratamento e visibilidade, perder alguém que ama para essa doença, tudo isso forma uma linda história, pela visão dos principais. Gostei muito da paixão do Reza pela Madonna e as referências aos filmes antigos que tem no livro, vindo do Stephen, que amei como se fosse meu tio também. Outro fato que me pegou bastante foi o encerramento de ciclos, aquela saudade que fica e o espaço para novos momentos; e aquele "vou estar te esperando" que não dura para sempre, precisando seguir em frente em algum momento.
Anna 19/09/2020minha estante
Esse livro trás tanto ensinamentos, é possível ter orgulho de pessoas que nem existem. Sempre vai estar em meu coração, vou lembrar como se fosse minha história de amor.




Heloísa 22/08/2020

não consigo colocar em palavras o quão importante esse livro é. poderia passar horas falando dele, mesmo sem saber como fazê-lo.

ninguém no mundo pode viver sem conhecer essa história e esses personagens.
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gurskifromoz 08/07/2020

"The most important four-letter word in our history will always be LOVE. That's what we are fighting for. That's who we are. Love is our legacy."



Antes de começar a "resenha" de verdade quero dizer uma coisa

ESSE FOI O MELHOR LIVRO DE 2020 ATÉ AGORA!!!

A experiência de ler essa obra foi um misto de diversas emoções, comigo conseguindo identificar diversas coisas do meu dia-a-dia ali.
Eu esperava um livro triste levando em conta tudo o que acontecia com a comunidade durante os anos 80, mas não!
Esse é um livro que mesmo trazendo vários assuntos importantes e pesados, ele é alegre. Ler essa história me deixou com um quentinho no coração que não sentia a tempos.
É apaixonante e lindo tudo o que acontece de forma bem feita e trazendo esperança. Esse livro mostra toda a importância desses protestos, a importância da representatividade e, principalmente, a importância do AMOR.

Os 3 protagonistas são muito apaixonantes e eu passava os POVs dos 3 sorrindo, querendo guardar eles em um potinho. Eu não consigo escolher um preferido entre os três, pois foi tudo TÃO PERFEITO que eu me sentia um amigo próximo deles.
A relação do trio é muito única e real. Todos erram e agem como humanos, tendo segredos, às vezes mentindo, mas sempre sendo unidos.
Eu sorri, chorei, dei gargalhadas, senti raiva e principalmente me apaixonei por e com eles.
Cada personagems traz várias reflexões.
Reza mostrou a importância de se aceitar e mostrar para o mundo o seu verdadeiro eu.
Art mostrou sobre como é importante a causa LGBTQ+ ser unida e a importância do amor.
Judy mostrou como uma pessoa CisHet pode demonstrar apoio.

Fora o trio principal, temos vários personagens secundários muito cativantes e importantes.
Um dos mais presentes é Stephen, tio de Judy, que sofre de AIDS e participa de todos os encontros do ACT UP e seus protestos. Eu me emocionei e me apeguei demais a ele.
Outros personagens que trazem uma reflexão são os pais de cada protagonista. Eles mostram a importância da família e o apoio dela com relação à comunidade. Mostrando o preconceito presente em relacionamentos familiares e como ele deve ser quebrado.

Eu amei demais o casal principal, eu me emocionei com ele e shippei mais do que tudo na minha vida. Foi uma grande experiência acompanhar o romance presente e a evolução presente nos dois lados do casal.
Outro detalhe muito importante é a evolução dos personagens, cada um vive um processo de auto-aceitação e luta para ser aceito pelas outras pessoas. É muito lindo ver como em 400 páginas os 3 mudaram tanto, mesmo ainda sendo os mesmos.

O livro é repleto de referências à diversos artistas que lutaram pela causa LGBTQ+, sendo parte dela ou não. Um exemplo recorrente é a artista Madonna mostrando toda a importância dela para a vida dos adolescentes gays dos anos 80.

Eu gostei muito da reta final do livro, foi tudo muito emocionante e lindo trazendo os frutos e tudo o que foi desenvolvido durante a trama. Não foi algo apressado ou sem sentido, foi algo lindo e bem construído.


Por fim, gostaria de dizer que recomendo demais esse livro para todos. Ele traz diversos assuntos importantes para a comunidade, mas também para quem não faz parte dela.
Essa leitura me trouxe diversos aprendizados e me marcou para o resto da vida.
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Lauraa Machado 04/07/2020

Doloroso, emocionante, basicamente espetacular!
Alguns livros são tão interessantes, têm tantas camadas e tanta profundidade, que fica bem difícil de definir sobre o que são. Este é um deles. É um livro adolescente, lida com questões comuns adolescentes, mas também é um pouco ficção histórica, tão bem situado no final dos anos oitenta. É um livro que lida diretamente com questões LGBTQIA+, claro, mas também vai fazer com que você se identifique mesmo se não fizer parte da comunidade. É um livro tão atemporal, tão relevante, que facilmente vai se tornar um clássico.

Ele também é do tipo que traz muitos sentimentos. Não sei como foi possível, mas ele me fez rir, me fez querer abraçar os personagens e cuidar deles (principalmente do Art), me deu muita raiva às vezes e ainda partiu meu coração também! Existem só três livros que já me fizeram chorar horas depois que eu tinha terminado, pensando neles e me lembrando deles. Este foi o terceiro.

Eu nunca passei por nada do que os três protagonistas passaram, mas ainda consegui entendê-los por completo, sentir tudo que sentiam, e querer muito tirar todo o medo e a tragédia em volta deles. Resolvi ler o livro por indicação de uma autora, Mackenzi Lee. Foi pelo que ela falou dele que eu o comprei assim que vi em uma livraria, sem nem saber sobre o que era, e foi a melhor coisa que fiz! Exatamente como ela falou, este livro é uma carta de amor a ser queer, especialmente aos anos oitenta e à luta de ativistas que possibilitaram pessoas queer hoje em dia de toda a liberdade e os direitos que têm. Ainda falta muito, mas ler este livro e pensar na diferença que essas pessoas fizeram é um pouco assustador, mas do melhor jeito possível. Tem como ter orgulho de pessoas que você nunca conheceu?

Quero chorar pensando neste livro agora de novo. Olha só o que você fez, Abdi. Amo como os personagens não são divididos entre 'bonzinhos' e 'maus', como existem camadas, defeitos, qualidades e opiniões diferentes entre eles. Amo como eles se relacionam, amo tanto a influência que um tem no outro, que parece tão casual e natural, mas é tão poderosa também! Nossa, mas o autor conseguiu fazer com que eu me conectasse com eles de uma forma surpreendente! É muito estranho pensar que eles não existem de verdade, porque são tão reais!

O enredo também foi ótimo, adorei que a premissa da sinopse não é ele todo, porque ainda tinha muito a abordar! Só partiu um pouco meu coração aquele epílogo e aquela informação tão simples que tive que ler duas vezes para acreditar! Tem tanta frase importante e marcante aqui, que tive que escrever umas dez no meu caderno e compartilhar ainda mais pelo mundo. Também reli outras partes, lia duas vezes por ter gostado tanto do que acontecia, mas principalmente pelo jeito leve e emocionante da escrita. Preciso ler mais coisa desse autor!

Eu espero que o livro venha mesmo logo para o Brasil, porque já quero dar de presente para mil pessoas! Espero também que sua influência não acabe aqui, que vire filme, série, que outras pessoas conheçam outros trabalhos do autor, que a Madonna leia (ela tem que ler! Não é possível existir uma homenagem maior que essa a ela e todo seu legado!), que ele tenha outras repercussões e um alcance muito maior! Esse livro merece tanto! "O amor é nosso legado."
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João 01/07/2020

Embasbacado.
Acho que é a melhor palavra que eu consigo pensar no momento. Embasbacado.

Em Like a love story, Abdi Nazemian nos apresentou um período da adolescência de Reza, Art e Judy em uma Nova York final dos anos 80 e começo dos anos 90, ou seja, uns cinco anos após o boom da AIDS, ainda um período bem difícil para a comunidade LGBTQIA+.

Enfim, no livro acompanhamos os três POVs: 1) Reza, um menino iraniano que recentemente se mudou para NY e vive com o medo de se aceitar como gay e de pegar a temível doença; 2) Art, um adolescente rebelde que já se aceita e faz de tudo para causar "desconforto" nos pais; e 3) Judy, a adolescente hétero, gorda e fashionista que é uma grande aliada e tem um tio portador da doença.

A história acompanha a vida dos três, trazendo muitas referências da época, principalmente Madonna, e retrata ficcionalmente muitos acontecimentos e movimentos que foram tão importantes para o contexto e para os dias atuais também. Afinal, se temos as condições de vida que temos hoje como membros da comunidade LGBTQIA+, é por conta de lutas tão importantes que foram tomadas por essas pessoas.

O livro me prendeu, me capturou, e eu não sei como seguir em frente. Faz muito tempo que eu não sei o que é postergar a conclusão de uma leitura simplesmente por querer manter esses personagens em minha vida; mesmo que seja por um dia a mais, como foi em meu caso.

Futuros leitores de Like a love story, se preparem: vocês vão rir, se apegar, se frustar, vocês vão amar, aprender e pedir mais, vocês vão chorar e, assim como eu, desejar que o livro não acabe nunca.

Abdi Nazemian: Like a prayer you got me. Like a virgin you both scared and interested me. And, by expressing yourself, you took me to a journey I wished had no end.
Gabriel Rodrigues Viana 01/07/2020minha estante
Muito grato de ter lido esse livro, todas as pessoas deveriam se sentir merecedoras de ler um desse livro, de longe um dos melhores livros que eu li.




ramon 28/06/2020

LOVE
?The most important four-letter word in history will always be LOVE. That?s what we are fighting for. That?s who we are. Love is our legacy?
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julia 24/06/2020

Resenha: Like a Love Story
Like a Love Story tem um começo muito forte! As diferentes perspectivas e pontos de vista da Judy, do Art e o Reza se juntam em uma narrativa que flui muito bem durante grande parte do livro. Eles têm histórias muito diferentes, então é super divertido ler sobre eles se conhecendo e interagindo e a escrita é bem fácil de seguir.

Algumas cenas são bem emocionantes e eu chorei bastante durante algumas delas, principalmente mais perto do final. Quando o Nazemian coloca bastante emoção e sentimento na escrita, dá pra sentir isso muito e realmente se conectar com a história. Uma pena que grande parte do livro não tem isso e se torna meio sem graça :/

A história também dá uns pulos bem abruptos entre alguns capítulos e isso me tirou um pouco a concentração. Lá pelo meio da história o ritmo também desacelera bastante e faz parecer que tudo importante que tinha que acontecer no quesito enredo já aconteceu. O que resta são alguns dramas focados em certos personagens. Minha leitura também sofreu por causa disso.

O romance é um caso gigante de instalove. Algumas cenas são super fofas e eu gostei bastante de ler sobre os personagens lidando com esses sentimentos e situações novas, mas como tudo acontece tão rápido eu tive uma pequena dificuldade de gostar do e me conectar com romance mesmo. Ainda assim é um elemento que equilibra muito muito bem as partes mais tristes do livro.

Então, no fim, Like a Love Story foi só uma leitura okay pra mim. Estava esperando um pouco mais de profundidade e desenvolvimento de personagens/enredo.
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Queria Estar Lendo 22/06/2020

Resenha: Like a Love Story
Like a love story é um premiado título de Young Adult contemporâneo do autor Abdi Nazemian. Essa obra prima da literatura juvenil infelizmente não chegou ao Brasil ainda, mas hoje eu vim exaltá-la como a minha melhor leitura do semestre, e certamente uma das melhores da vida.

A trama acompanha três personagens principais: Art, Reza e Judy. Cada um deles com suas peculiaridades e individualidades, conectados pela amizade e pelo amor e pela luta pelos direitos da comunidade LGBQTIA+. Estamos falando de uma história que se passa no fim dos anos 80, quando a AIDS ainda estava em surto e ainda era um estigma, quando as pessoas olhavam para pessoas com HIV como se fossem contagiosos pelo simples fato de existirem.

Art, Reza e Judy vivem e se divertem e amam e sofrem em meio a esse momento conturbado, trilhando suas histórias em conjunto e solitariamente de maneira agradável e apaixonante.

"Não se esqueça de mim. De nós. Todos nós. O que fizemos. Pelo que lutamos. Nossa história. Quem somos. Eles não vão ensinar sobre nós nas escolas. Não querem que tenhamos uma história. Não nos veem. [...] Você precisa fazer com que eles nos vejam."

A narrativa do autor é gentil, carismática e cheia de vida. É impossível pegar esse livro e não querer devorá-lo do início ao fim; é uma obra sobre juventude, descobertas, sobre diferentes tipos de medos e abandono e recomeços. Fala sobre família - a de sangue, de coração e a que a gente escolhe. Fala sobre amizade - as coisas boas dela e as ruins. Fala sobre amor - os ganhos e perdas ao se apaixonar.

É um livro tão doce. Tão melancólico. Tão dolorosamente atual, quando menciona a intolerância e o medo de ser quem você é que recai sobre crianças e jovens da comunidade queer. É uma história sobre independência e liberdade, mas também sobre o peso que fazer escolhas. Fala sobre morte e luto e sobre vida e alegria.

Fazia muito tempo que uma história não me tocava tanto a ponto de arrancar sorrisos genuínos e lágrimas e soluços em diferentes pontos da trama. A narrativa é linear e encaixa bem seus momentos de virada, quando precisamos sentir mais e nos conectar mais com que nossos personagens estão sentindo.

Reza é iraniano; chegou nos Estados Unidos há pouco tempo, depois do novo casamento da mãe com um homem rico e influente de seu país, e está tentando se adaptar. Sempre movido pelo medo de ser quem é e do que isso significa para si e para quem ele ama; sempre com medo da vergonha que pode causar à mãe e a si mesmo, mas também do horror de se manter preso a alguém que não é. Reza sabe e entende que é gay, mas não dá voz a isso e nem a seus sentimentos, mantendo-os nos confins de sua mente para tentar escapar deles.

"Talvez eu não seja corajoso o suficiente para o amor."

Sua trajetória é cheia de dor e ferimentos emocionais pesados. Envolve autoaceitação e o sentimento de se libertar e ser feliz com isso, e é desesperador o quanto ele se prende ao que ser feliz pode significar para as outras pessoas. O quanto o medo que o mundo externo, com seus preconceitos e julgamentos e ataques, jogou sobre a comunidade LGBTQ+ causa na mente de um jovem se entendendo.

Com Art, Reza percebe que existe um caminho para felicidade - mas envolve se assumir. Assumir seu amor por garotos para o mundo. E a jornada de Reza é sobre isso; sobre superar o medo, e não realmente deixá-lo para trás.

"Jimmy uma vez que a AIDS é como a guerra. Governos e pessoas poderosas não se importam porque não são suas crianças sendo enviadas para as trincheiras. Não são suas crianças que estão morrendo. Mas eu sou uma dessas crianças, e estou nessa guerra."

Art, inclusive, é uma estrela em questão de carisma e emoção, mas também vive seus momentos cheios de problemas. Ainda que esteja rodeado do amor de Judy, sua melhor amiga, e da comunidade queer num todo, se assumir gay para o mundo e para quem está nele tem seu preço. E envolve bullying e perseguições na escola e o pior de tudo, os olhares e palavras dos seus pais, que vivem em negação.

Enquanto a narrativa de Reza fala de medo, a de Art fala sobre raiva. Ele é cheio de vida e sorrisos e emoção, ansioso por um mundo que o aceite e ame quem ele ama, mas também está cheio de raiva e querendo descontar isso naqueles que causam dor. E não está errado por isso; há quem olhe para o preconceito e queira combatê-lo com tolerância, mas aquele que olha para a intolerância e sente fúria dela, a meu ver, também tem razão.

"Se você usa Deus para dizer a pessoas criadas por Deus que são pecadoras por amar quem amam, então eu estendo meu dedo do meio para você e te convido a se sentar nele."

Por fim, Judy é uma bússola amigável entre os dois, e seus dilemas envolvem peso e beleza e aceitação. Ela é apaixonada por moda e por dar vida a estilos que ninguém pensaria em criar e se molda através de suas criações para esconder os temores à rejeição e ao modo como o mundo a vê.

Sua relação com Reza tem muito a ver sobre o medo dele de se assumir, e também traz conflitos importantes para o desenvolvimento do caráter dos três protagonistas. Que os faz repensar a vida e as mentiras que machucam e as verdades que libertam.

Suas histórias se combinam através dos protestos pelos ativistas da comunidade LGBTQ+, pelas vozes de milhares de pessoas oprimidas e esquecidas enquanto um vírus mortífero apagava sua existência do mundo como se fosse nada - enquanto autoridades não faziam nada. Elas se combinam também através do amor por Madonna, sua influência e presença e músicas que guiaram toda uma geração esquecida a ganhar voz. Suas histórias se combinam através de Stephen, tio de Judy e ativista gay que está lidando com a AIDS em seus estágios terminais da maneira mais forte e poderosa possível.

"Eu acho que essa é a primeira vez que cheguei perto de ser eu mesmo."

Stephen, com seus sorrisos e suas sessões de filmes antigos e seu coração grandioso disposto a abraçar aqueles que precisam sem nem saber. Um dos personagens mais queridos e adoráveis e dolorosos que já tive a alegria de conhecer em livros juvenis; um que eu gostaria de conhecer e conversar e prometer que o mundo vai ser um lugar melhor para quem ama. Que leva tempo, mas o amor prevalece.

Like a love story é uma mensagem de aceitação, um grito por direitos e respeito, um ode ao amor e à juventude. É um livro emocionante, inesquecível e com certeza uma leitura obrigatória na estante de todo mundo.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2020/06/resenha-like-love-story.html
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Gabriel Rodrigues Viana 17/06/2020

Um dos favoritos do ano.
Não é todo livro que eu leio que escrevo sobre, mas nesse caso eu senti a necessidade de falar sobre esse livro e de como eu sou grato pela oportunidade de ter lido, de longe um dos melhores livros que eu li esse ano, livro bom pra mim é aquele em que eu consigo imergir na história sem ficar questionando o seu andamento ou a decisões tomadas pelo autor e pelos personagens, e esse livro vai muito além da simples imersão eu consegui me enxergar em cada personagem, me importar com cada um independente das suas características como idade, sexo ou orientação sexual, espero que um dia esse livro seja publicado no Brasil (talvez com outro título?, confesso que o título em inglês não me agrada tanto) porque toda pessoa merece ler um livro como esse e desfrutar de todas as emoções que ele consegue transmitir.
Léo T 17/06/2020minha estante
Boa crítica. Me fez querer ler. Leia essa quando puder: Laura Dean Keeps Breaking Up with Me https://www.amazon.com.br/dp/1626722595/ref=cm_sw_r_cp_api_i_0sG6EbGNWX49H


Gabriel Rodrigues Viana 17/06/2020minha estante
Oi Léo, vou ler sim, obrigado!




Gabs 15/06/2020

Ler esse livro no mês do orgulho lgbtq+ nos faz pensar tudo que já precisou ser batalhado para que nós tenhamos nosso espaço minimamente respeitado
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Leo Oliveira 13/04/2020

Ainda preciso absorver tudo o que aprendi com esse livro mas ele é, de longe, um dos meus favoritos do ano e da vida. Que história linda, sincera e apaixonante. Ri, chorei, me diverti e, principalmente, descobri um pouquinho mais de mim.

Super recomendo!
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Wes 27/12/2019

Como se inspirar nossos ídolos em plena era de luta e igualdade.
Hoje em dia a gente vive muito pela nostalgia dos anos 80/90, seja em filmes, música, moda e pelo jeito de viver.

Atualmente na virada década, muito discute sobre desconstrução, cancelamentos e direitos. Coisas que eram impossíveis de ser discutidas antigamente, num ambiente onde surgia uma nova doença chamada de peste-gay. Ninguém sabia o que era HIV e o que só se via eram pessoas super magras e com risco de morrer a qualquer hora sem motivo aparente.

E é nesse ambiente que a gente conhece três jovens que aprendem de perto como é conviver com um parente soropositivo. Reza, Art e Judy três pessoas apaixonadas por fotografia, moda e o ícone que embalava um mundo pop daquela época, Madonna.

Reza é um jovem iraniano que se muda pra Nova York em busca de um futuro melhor e acaba descobrindo sua sexualidade de uma forma que ele nem imaginava

Art é um jovem Queer apaixonado por Madonna, ele vive por sua paixão por fotografia e é o melhor amigo do tio de Judy, que lhe dar ótimos conselhos.

Judy é uma garota que ama customizar roupas e fazer coisas do seu próprio estilo, seu maior sonho é ter um legado fashionista e tentar mudar o mundo onde todo mundo possa ser incluído, e enfrenta a luta com o seu tio por perder vários amigos contra essa doença.

Um livro necessário pra entender como a cultura queer não era tão fácil assim, como atualmente.

O único ponto ruim, são umas discursões no meio do livro que deixou a história meio chata, mas fazer o quê, adolescentes que não sabem lidar com a maturidade.
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