A Filha do Rei do Pântano

A Filha do Rei do Pântano Karen Dionne




Resenhas - A Filha do Rei do Pântano


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Roberta - @apenas.um.trecho 07/11/2018

Instagram @apenas.um.trecho
A Filha do Rei do Pântano foi um livro que me surpreendeu muito pois além de toda narrativa envolvente, também trouxe alguns questionamentos, talvez até não intencionais, de algumas reflexões da nossa sociedade. Várias, com certeza, foram intencionais, como o comparativo entre uma pessoa que viveu 12 anos sem nenhum tipo de tecnologia e sua chegada na sociedade e como ela é tratada e sua inocência com relação a vida. Além disso, a própria história é muito envolvente, pois ao mesmo tempo que queremos saber mais sobre o passado da personagem, também queremos saber o desfecho da situação no presente e como será o encontro entre seu pai (sequestrador da sua mãe). Admito que algumas reflexões da parte do passado me incomodaram muito, por mais que eles fossem do ponto de vista da criança, a sensação que da ao ler é que é a personagem atual contando sua vida no passado, então como uma mulher adulta poderia pensar que sua mãe poderia ser mais feliz enquanto sequestrada/estuprada e isolada em um pântano do que após sua fuga? Por mais que ela estivesse em depressão (completamente justificável). Eu consegui entender o ponto que a autora queria abordar, mas mesmo assim me incomodou sabe? Mas no geral é um livro muito bom, bem rápido de ler pois sua narrativa é bem instigante além de dos prender logo no início da história. E um plus, com certeza é o livro mais lindo (com o poster mais lindo) que a Tag Inéditos já lançou.

site: https://www.instagram.com/p/Bp4V2Lngc4T/
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Paula 06/11/2018

Gostei, mas faltou aquele 'quero mais'
O livro conta a história de Helena. Ela é filha de um pai sequestrador e de uma mãe sequestrada e abusada. Contudo, ela desconhece a história de seus pais e os três vivem numa cabana no meio do pântano, como uma família aparentemente normal e feliz. Ela idolatra o pai que a ensinou a nadar, a navegar, a pescar, a caçar, a reconhecer árvores e animais, além de ser um ótimo contador de histórias. Porém, aos poucos, ela começa a perceber a verdadeira face de seu pai: ele é um homem mau. Ela foge com sua mãe e acaba por mandar seu pai para a prisão. Prisão perpétua. Então, Helena segue sua vida, muda de sobrenome, se casa e tem duas filhas. Ela tem negócio de geleias e compotas e sua vida segue com tranquilidade. Mas, um belo dia, seu pai escapa da prisão e ameaça, novamente, sua vida. Na verdade, não apenas sua vida, mas a de toda sua família. Para proteger sua família, Helena fará o que for preciso para deter seu pai.

A história é intrigante e inusitada, mas eu esperava mais. Esperava um pouco mais de complexidade nos personagens e de dinamismo na história. Sabe aquele livro que você fica curioso para ler até o final mas, ao mesmo tempo, se cansa de ler por não ser dinâmica como você esperava? Então, esse livro é assim. Gostei, mas não deixou aquele gostinho de 'quero mais'.
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A menina que comia livros 02/11/2018

Grudada
Fiquei grudada nas páginas até o fim do livro.
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Vitor Gomes 02/11/2018

Que livro sensacional! Uma garota de 14 anos é raptada e estuprada, e o bebê, fruto desse episódio, agora é uma mulher adulta, disposta a contar sua própria história. Duas narrativas, passado e presente, correm em paralelo, alternando-se entre os capítulos: memórias de uma infância reclusa no pântano e agora a busca pelo homem que causou tudo isso.

A proposta é super interessante. É o tipo de livro que você pega pra não largar até acabar. A leitura prende. A narrativa é permeada por alguns episódios intensos - quase gritei em um momento, quando estava lendo no metrô. Um thriller que promete ser uma ótima pedida. A TAG se superou mais uma vez. Super recomendo!
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Jéssica Santos 31/10/2018

Meu primeiro Tag inéditos :DDDDDD
O livro conta a história no ponto de vista da Helena, uma garota que vivia no pântano junto com seus pais, o que ela não sabia era que a mãe tinha sido raptada quando era uma adolescente para viver num lugar inóspito com seu pai, psicopatinha de merda.
Eu quis MATAAARRR A HELENA um milhão de vezes, não gostei da forma como ela compactuava com o pai, a idolatria doentia que ela sentia por ele, e o fato da sua mãe ser tão isolada. :'(
É importante lembrar que a história não é contada no ponto de vista da raptada, mas sim de uma criança que nasceu e não sabia que vivia nessas circunstâncias, então dai você pode imaginar como era o ambiente... o resto deixo para vocês descobrirem lendo.
Não há muitos diálogos no livro, tá mais para uma profunda viagem no consciente da Helena, dessa forma, nada é desmascarado, pois nos nossos pensamentos não mentimos, não é mesmo?
Gle 14/02/2019minha estante
Ódio irracional por Helena! Ao mesmo tempo que é totalmente compreensível essa idolatria pelo pai, dói pensar no que essa mãe sofreu. Ela foi muito mais vítima do que Helena, se é que dá para graduar sofrimento.


Jéssica Santos 14/02/2019minha estante
Mulher a única raptada ali era a mãe. Helena tem o mesmo feitio do pai, ela não é capaz de compreender o que a mãe passou.


Jéssica Santos 14/02/2019minha estante
Foi um sofrimento enorme para ela a vida toda, Porque mesmo sem querer o filho de um monstro, a mulher acreditava que ia ganhar uma aliada, Mas ela ganhou mais um algoz. Pena.


Gle 16/02/2019minha estante
Ela tem vários traços do pai mesmo. Acho que nem anos de terapia resolvem algumas questões. Não vejo Helena como um Algoz, mas não terminei de ler ainda, hahahaha. Mas a capacidade dela, mesmo adulta, de entender pelo que a mãe passou, me parece muito rasa ainda.


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Exato. É muito raso os sentimentos dela... meninaaaa ainda vem que não falei bolgagem kkkk. Pensava que já tinha acabado. Hei tenho um sebinho online chamado @sebinho43 tem livros da tag tbm, se souber de alguém com interesse ou se tiver interessada me deixe saber :)


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Ainda bem que não falei o final kkkk


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Visite o @sebinho43 tenho alguns livros a venda. Se tiver interesse, me deixe saber :)


Aline 20/02/2019minha estante
Nossa gente. Em nenhum momento odiei a Helena...em todo momento, toda página, eu consegui entender o drama da personagem, seus conflitos etc. ela não fez nada de errado. Ela foi criada num ambiente doente até os 13 (?) anos de idade. A verdade para ela era o pai bater na mãe. Era ficar presa dentro de um poço. Era nunca ter falado com outras pessoas. A infância inteira dela. Sinceramente? Considerando as circunstâncias, acho que ela se tornou uma adulta medianamente equilibrada. Se vocês tentarem olhar pelo lado dela, com certeza não terão raiva. Mas empatia. #espero hehehe


Jéssica Santos 20/02/2019minha estante
Eu não consigo ter empatia pela Helena, Porque quem teve sua vida roubada foi sua mãe. Não consigo me imaginar uma jovem saindo da escola e um maluco me levando para um pântano e me estourando recorrentemente a ponto de me engravidar e me fazer ter um parto doloroso. Não consigo imaginar nunca ver minha família ou amigos e ainda por cima ter uma filha que ama o meu sequestrado mais do que a mim mesmo. Por mais que ela não conhecesse outra realidade ela achava a mãe fraca e digna de pena. Ela admirava o pai imponente, mesmo quando sofreu castigos dolorosos ela era cega por eles. Não consigo me imaginar adorar alguém a tão ponto de não reconhecer os erros desta pessoa. O fim do livro so ocorreu pelo remorso dela. Nem depois de soltas ela viu o lado da mãe. Eu tenho é ódio da Helena e sofro muito por mulheres que tem o destino da mãe dela. Depois que li Natasha Kampush com 15 anos e de ter sido impactado de maneira irreversível, Não consigo enxergar de outra maneira. Até mesmo em O Quarto De Jack que é ficção e que eles vivem em um quartinho minúsculo, o garoto de 5 anos não é tão babaca quanto a Helena, Ate uma criança percebe. Rsrsrs




Vivi 30/10/2018

Finalmente, Helena tem a vida que merece. Um marido dedicado, duas filhas lindas, um negócio que preenche os seus dias. Mas, quando um presidiário se evade violentamente de uma prisão vizinha, apercebe-se de que foi ingênua ao pensar que poderia deixar para trás os seus piores momentos. Helena tem um segredo: é o resultado de um rapto. O seu pai sequestrou a sua mãe quando esta era adolescente e manteve-a em cativeiro numa cabana remota nos pântanos da Península Superior do Michigan. Sem eletricidade, sem aquecimento, sem água canalizada, Helena, nascida dois anos depois do rapto, adorava a sua infância. E, apesar do comportamento por vezes brutal do pai, amava-o... até descobrir exatamente até que ponto uma pessoa podia ser selvagem.Vinte anos depois, enterrou o passado tão profundamente que nem sequer o marido sabe a verdade. Mas, agora, o seu pai matou dois guardas prisionais e desapareceu num pântano que conhece melhor do que ninguém. A polícia começa a caça ao homem, mas Helena sabe que os agentes não têm qualquer hipótese de o apanhar. Sabe que há apenas uma pessoa que conta com as estratégias necessárias para encontrar alguém preparado para sobreviver a uma catástrofe e a quem o mundo chama «o rei do pântano»... porque há apenas uma pessoa que ele próprio treinou: a sua filha.
Pensa em cara realmente manipulador nesse thriller!!!
A heroína da estória que seria no caso a Helena e mais ainda sua mãe pasaram por coisas realmente fortes sem contar a vida selvagem que tinham. E o pior o infeliz fez tudo " tão bem feito" que a filha mesmo criança tinha raiva da mãe até que aos 12 anos descobriu a verdade e fez de tudo para devolver a vida da mãe. E anos depois ele virou a caça. Muito bem escrito. Apesar do sequestro da mãe aqui conhecemos mais a vida do pai e da filha intercalando entre o passado ( recordaçoes dela) e o presente. Só adulta ela se deu conta que os castigos pavorosos e tudo mais eram coisas de um verdadeiro mostro. E cabe a ela dar um fim nosso.
Eu mais que indico.
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Darlan 30/10/2018

Profundo
Eu achei muito linda a maneira como a autora conseguiu retratar a mente de uma pessoa que cresceu separada de toda a realidade comum e fazer ela falar muitas vezes como se ainda fosse observadora de tudo o que acontece a sua volta ainda se sentindo uma novata dentro da sociedade. A leitura é bem rápida então você se sente muito cativado a continuar sem parar. Talvez o final que tenha sido um tanto apressado, eu gostaria de ouvir o pai falar um pouco mais, mas acho que essa escolha da autora não traz perdas a história. Para mim me lembrou muito o enredo de um filme, o que talvez tenha contribuído para não ter sido um livro marcante para mim mas ainda assim uma leitura que vale muito a pena. Recomendo.
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Erika 26/10/2018

A filha do "psicopata" do Pântano
Esta é a minha primeira experiência literária com a tag inéditos. Já gostei do fato do livro se tratar de thriller psicológico . Com certeza é um dos meus temas favoritos.
Vamos à estória:
Helena pertence à uma família que nasceu a partir de um sequestro. Seu pai sequestrou sua mãe, e as duas viveram por anos no pântano. Já adulta, mãe, e vivendo uma vida tranquila ao lado do marido, tudo ia muito bem. Até ela receber uma ligação que a alerta que seu pai fugiu da prisão. Helena começa uma caçada a seu próprio pai para defender sua família.
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Racestari 23/10/2018

Empolgante
Li o livro praticamente em uma sentada. Ele segura a atenção o tempo todo, e a forma com que a autora intercala reminiscências de sua infância com o presente é sensacional. O desenvolvimento da trama prende a atenção de uma forma incontrolável. Helena é um animalzinho que teve que a prender a ser gente, às duras penas!
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Morganna 17/10/2018

Livro muito bom
Li rapidamente e gostei muito do enredo. As cenas de ação que me prenderam mais. Muito bom ver a expectativa de uma pessoa que cresce em cativeiro.
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Bela Cris 15/10/2018

Amei!
Um livro maravilhoso, com uma história envolvente. Conta a história do fruto de um sequestro, da filha da vítima com seu sequestrador. Mostra a inocência da criança e a desconstrução do pai herói para o mostro do pântano. Um livro que reflete a realidade.
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Bruno 11/10/2018

Sen-sa-ci-o-nal!!!!
Não conheci essa autora através de nenhum outro livro. Graças à TAG pude ter a chance de ler esse livro maravilhoso! Um excelente thriller psicológico reflexivo e profundo, que além de tudo é emocionante, angustiante que me fez devorá-lo em 2 dias tamanha era minha curiosidade. Eu precisava chegar no final. Nunca li nada que me intrigasse tanto. Amei o livro. Um dos favoritos do ano.
Jess 12/10/2018minha estante
Interessante como as opiniões diferem. Eu achei o livro um pouco raso. Se você gosta de thrillers, te recomendo Tess Gerritsen e Karin Slaughter, que são autoras que eu gosto muito.


Jess 12/10/2018minha estante
Eu achei o tema do livro pouco explorado, poderia ter mais fatores psicológicos envolvidos. Eu leio duas autoras de thriller que gosto muito e te recomendo: Tess Gerritsen e Karin Slaughter. Se ler algum livro delas me conta depois o que achou :)




Elisabete Bastos @betebooks 07/10/2018

Romance de suspense
Este romance tem aspectos fortes no âmbito emocional e psicológico. Uma adolescente é enganada e raptada por um homem que a leva a um local praticamente desabitado. Neste local, ele viverá com esta adolescente, por catorze anos, e com ela terá uma filha O cativeiro é um pântano. Quando consegue fugir, a mãe terá 28 anos e a filha 12 anos. A mãe em liberdade tem problemas com depressão e a filha com problemas de sociabilidade. O pai será preso. Após, na prisão por 15 anos o pai/sequestrador foge matando dois guardas e novamente será altamente perigoso para a sociedade e a sua filha Helena casada e com duas filhas pequenas. O livro tais seguintes questões:
Afinal, como é viver raptada quando se é adolescente por um homem brutal? O que significa uma vida em cativeiro por mais de uma dezena de anos? O que significa ser mãe num ambiente hostil do seu raptor?
A criança que nasce tem uma perspectiva diferente do mundo e vê o seu pai, ao mesmo tempo, como um ídolo e mau. Como será a vida das vítimas e do predador/criminoso?
Livro de suspense e eletrizante.
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