A Filha do Rei do Pântano

A Filha do Rei do Pântano Karen Dionne




Resenhas - A Filha do Rei do Pântano


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lara 12/08/2019

A filha do rei ? do pântano
Um livro onde a história é narrada pela filha do raptor com a raptada ? ela nasceu no cativeiro e não fazia ideia que sua mãe fora raptada. Mostrando um dos traços mais interessantes da histórias que é o carinho, amor , respeito pelo pai , por mais que o pai fosse abusivo, agressivo e dominador, naquele lugar em que ela fora criada ele não era só um pai e sim um herói e seu mestre. Revezando capítulos do passado e presente com suspenses, raivas e aflição deixando a leitura mais arrastada. Não é fácil entender a visão de Helena, pois ela fala de uma realidade dela e não da mãe. Onde sua infância toda foi amar e admirar o pai. Deixando essa reflexão sobre como a criação e o meio em que vive interfere no desenvolvimento da criança.
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Nick 05/07/2019

As consequências da má influência!
Li esse livro após a leitura de outro livro da TAG Inéditos chamado "Um Lugar Bem Longe Daqui", ambos ambientados em um isolamento no pântano, longe da civilização. Com essas duas leituras tão próximas não pude deixar de chegar a seguinte constatação: as vezes é melhor você se criar sozinho do que ser criado por um monstro. A solidão é melhor do que a má influência, mesmo que em ambos os casos é possível a redenção e a mudança. Lendo os dois livros você percebe isso claramente através das duas personagens principais.
Creicy 14/08/2019minha estante
Oie, um lugar longe daqui é da intrinsecos não:




Wayne 25/06/2019

Legalzinho e shallow now
O escopo do livro é interessante, levando em conta o que ocorreu e sequencia que a trama tem desde a fuga do pantâno, mas falo explorar o trauma. Ser concebida num pântano por um pai extremamente psicopata e não ter maior exploração interior deteriorou minha experiência nesta obra. O que fica é? A boa filha manda lembranças, livro da tag que inaugurou o projeto Inéditos e tem um plot twist que ooooo.
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Livia Barini 22/05/2019

Chato
Este livro ficou um bom tempo parado na minha estante. A história da filha de uma menina, raptada aos 14 anos e mantida em cativeiro por mais de uma década, com seu raptor, um psicopata assassino realmente não me atraía.
O livro alterna a descrição da infância desta menina, que idolatrava o pai e a vida presente onde a mesma menina está literalmente caçando o pai.
Depois da página 100 eu já estava cansada de tantos bichos estripados ou degolados. E apesar de entender a admiração da menina pelo pai, morria de pena da apática mãe.
Pensei em abandonar a leitura mais de uma vez. E sinceramente não entendo o quê os skoober’s tanto gostaram neste livro.
Mas ao contrário da maioria até que achei o fim do livro razoável, bem melhor do que a maior parte dele. Muito chato, apesar de bem escrito.
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Victor Vale 24/04/2019

É difícil viver na sombra de um homem ruim e não se influenciar... As marcas são eternas e a violência um ciclo...
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Mi 12/04/2019

Uma visão paralela entre o amor de uma criança pelo seu pai e um sentimento ruim após formada/ adulta e com uma família formada.
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A menina do livro 16/03/2019

Forte e emocionante!
A Filha do Rei do Pântano - Karen Dionne | @taglivros

"Coisas ruins acontecem. Aviões caem, trens descarrilam, pessoas morrem em enchentes, terremotos e tornados. Motos de neve se perdem. Cachorros levam tiros. E meninas são raptadas."

Nesse livro vamos conhecer Helena. Sua história não é nenhum conto de fadas, muito pelo contrário, ela é uma enorme tragédia. Sua mãe foi sequestrada quando tinha 15 anos e desde então vive com seu raptor em um pântano escondida. Ela acabou engravidando e deu a luz a Helena ali mesmo.

A única coisa que a menina conhece é aquilo que seu pai a apresenta, suas informações sobre o mundo são tiradas de uma velha revista achada na cabana em que vive e ela acreditava que era amada por seu pai, até descobrir toda a verdade sobre sua "família".

Anos após, já morando na cidade e longe das atrocidades que viveu na infância, Helena segue a vida com suas filhas e marido, mas quando escuta no rádio que o Rei do Pântano, como ficou conhecido seu pai, escapou da cadeia, ela sabia que teria que desenterrar alguns segredos.

Helena sabe que é a única com capacidade de entrar no pântano e capturar seu pai e para garantir a segurança de sua família ela vai entrar nesse jogo. Uma caçada sem fim, o pior lado de seu pai está a todo vapor e ela vai relembrar coisas do seu passado que já estavam esquecidas há muito tempo.

"... As mortes têm que parar. Vou encontrar meu pai. Vou capturá-lo. Vou devolvê-lo à prisão e obrigá-lo a pagar por tudo o que fez."

- Um livro difícil de ler! A história é narrada por Helena que conta para nós o presente e passado de sua vida, onde antes a garota vivia sobre os cuidados do pai. Para ela era difícil não ama-lo, pois além de não saber o que ele havia feito, àquilo era a única forma de amor e cuidado que conhecia e acompanhar tudo isso é de deixar qualquer leitor enjoado. Criada sobre um teto de agressões e medos, caçando e vendo a maldade nos olhos do pai, Helena tenta a cada dia viver uma vida normal com sua família.

- Um dos pontos mais fortes desse livro que eu senti, foi o fato da autora nos mostrar o quanto ser criado num lar onde agressão e o ódio são normais pode formar o caráter de alguém. Helena convivia desde criança com a forma bruta de seu pai e em alguns momentos achava que a correção que ele aplicava a ela ou sua mãe era uma forma de amor vinda dele. A autora também mostra que existem o caminho do bem e o mal, basta a nós escolhermos o que achamos correto.

- Um livro para refletir! São menos de 300 páginas, mas que nos ensina uma grande lição. Além de tudo, vemos nessa forma de ficção coisas que realmente acontecem com jovens em todo mundo e podemos ter uma ideia do que a maioria passa nas mãos de seus sequestrados.
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Simone de Cássia 14/03/2019

Cansativo. Não tô gostando da narrativa, não tô gostando da protagonista, e não tô gostando da forma com que essa chata dessa Helena tá falando da mãe dela e defendendo o monstro do pai. Não preciso de motivo, mas esses já seriam suficientes. Abandonando.
Riva 15/03/2019minha estante
Só para variar, eu adorei a narrativa e entendi as razões dela defender pai, embora ele fosse um monstro. Que pena que não gostou!


Simone de Cássia 15/03/2019minha estante
Só pra variar eu viro pra esquerda e vc pra direita, ou vice-versa... rs rs Não sei como nós duas conseguimos nos encontrar ... rs rs


Riva 15/03/2019minha estante
Sempre há um livro de contato - kkkkkkk!




Aline 20/02/2019

Boa leitura mas final corrido
Gostei bastante do livro em geral. Os flashbacks, a caçada em si, foi muito bom. A habilidade descritiva da autora é sensacional. Por vezes eu conseguia me imaginar no pântano junto com a Helena e família.
Mas pra mim o final foi muito corrido. Senti falta de mais informações sobre o marido dela, o relacionamento dos dois depois do acontecido. Parecia que a autora estava correndo pra finalizar a história e encerrou tudo em algumas poucas linhas. Acho que o final podia ter sido melhor, mais emocionante. A Helena passou o livro todo contando sobre a raiva do pai e o medo de perder o marido e as filhas. Achei que podia ter mais sobre isso no final.
De resto, uma boa leitura. Fiquei intrigada até o fim. Mas quando chegou o fim, não foi assim tão impactante ou ?grandioso? como todo o resto do livro. Boa leitura, final medíocre. :(
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Guynaciria 17/02/2019



O livro é narrado a partir do ponto de vista de Helena, uma mulher com duas filhas, em um bom casamento, que vive de fazer geleias e compotas artesanais, além de ser uma ótima caçadora. 

Mas Helena guarda um grande segredo, ela é o fruto de um sequestro. Sua mãe foi raptada com apenas 16 anos, e ela veio a nascer 2 anos após o rapto. Ambas ficaram mais de 12 anos sobre o julgo de um homem cruel, que não media esforços para deixá-las aterrorizadas e submissas a sua vontade. 

Mas é claro que Helena não tinha consciência disso, afinal de contas aquela era a única realidade que a garota conhecia. O que faz com que o leitor tenha um sentimento ambíguo em relação a forma como a menina tratava a sua mãe, chegando muitas vezes a intimida-lá física e psicologicamente. 

Desde as primeiras páginas Helena deixa claro que esse não é um livro sobre seus pais, mais sim sobre a experiência vivenciada por ela, e as nefastas consequências que a acompanham por toda a vida. 

A garota foi a responsável pela fuga da mãe e pela prisão do pai, o homem que ela sempre admirou e em quem se espelhava. Aquele que moldou a base de sua formação, a quem ela sempre estava tentando agradar, a pessoa que por muito tempo detinha a sua lealdade. 

O livro basicamente trata sobre a necessidade que essa mulher tem de relembrar cada trecho de sua vida, colocando tudo em uma balança, separando o que foi bom, do ruim. Esse processo de autoanálise tem inicio com a fuga de seu pai da prisão, o que coloca a ela e a sua família em risco. 

A leitura vai fazer você refletir sobre o que é certo e errado, como o meio e a criação influenciam no poder de decisão do individuo, e  principalmente como um ponto de vista específico pode alterar a forma como você absorve uma história. 
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Thaís.Pinheiro 13/02/2019

Maravilhoso
Excelente livro!! Faz você se colocar no lugar de uma inocente fruto de um estupro e criada em cativeiro!!

Ouvi algumas pessoas dizerem que durante a narrativa a Helena (personagem principal), demonstra idolatrar o pai que é um doente/psicopata, e ignorar completamente a existência da mãe que é a real vítima da situação!! Mas para mim a graça do livro foi justamente essa... a Helena não sabe, até certo ponto do livro, que seu pai é um agressor e sua mãe é uma prisioneira... sendo assim o pai é quem lhe dá mais atenção... e a mãe tem sentimentos muito incertos com relação a ela, p q afinal de contas ela foi concebida em uma situação completamente agressiva, forçada e desfavorável!! Mas se você estivesse no lugar dela achando que os pais são um casal normal, mas o pai ensina tudo que ela quer saber e conversa com ela ao longo de todo o dia passando-lhe a sua cultura e seu ponto de vista distorcido, enquanto a mãe permanece apática dentro da cabana e só lhe passa tarefas domésticas e proibições, e pouquíssimo conversa com ela ou com o pai, quem seria seu herói?

Esse livro inteiro é uma questão de ponto de vista... e um belo exercício de compreensão da formulação das crenças e valores das pessoas, bem como a prova de que o meio influencia o critério de certo e errado do indivíduo!!

Amei demais toda a reflexão que o livro trás, bem como sua narrativa ágil e gostosa!!

site: https://youtu.be/JxuHgSESR6g
Gle 14/02/2019minha estante
Mas a leitura é super difícil. Tô achando pelo menos, porque é muito louco tentar entender a visão de Helena, por mais que seja muito simples. A mãe dela acaba sendo uma terceira na história e foi a maior vítima. Fico imaginando os anos de terapia necessários para auxiliar uma pessoa nessa condição. Surreal!


Thaís.Pinheiro 14/02/2019minha estante
É muito conflitante mesmo... eu tbm passei muito tempo tentando me colocar no lugar da mãe, e sinceramente eu acho q teria dado um jeito de morrer... p q é muito pra uma mulher tão jovem suportar!! Na pequena descrição do parto da Helena, meu estômago revirou de ódio pelo pai dela!! Eu não sei como a mãe sobreviveu a tudo isso!!

Eu gostaria muito que tivesse um livro 2, sob a perspectiva da mãe dela dessa vez... acho q seria muito interessante tbm!! P q realmente é muito doido pensar em como foi a vida da mãe dela (que dá a entender que nunca se recuperou), e saber tão pouco a respeito da maior vítima da situação toda!! Mais bizarro ainda é pensar que isso já aconteceu com várias mulheres na vida real... isso me destruiu durante toda a leitura!!


Gle 16/02/2019minha estante
O que está tornando a leitura mais difícil pra mim tbm é saber que apesar de fictício, retrata a realidade de muitas mulheres e preciso pausar a leitura várias vezes. Li 3096 dias e fico fazendo conexões a todo momento, porque esse livro é uma narrativa dos fatos e várias passagens em A filha do rei do pântano tem ligação com histórias que as vítimas reais contam quando estavam em cativeiro. Fora que esse lance da caça me incomoda muito, mas tô levando em consideração a perspectiva da Helena, por mais louca que seja, é muito coerente.


Thaís.Pinheiro 16/02/2019minha estante
Pois é... eu tentei ler dessa forma tbm!! É um livro pequenininho, mas leva um tempo pra digerir!!

O 3096 eu estou criando coragem pra ler... é muito triste q isso seja a realidade de muitas mulheres... =(




Ingrid.Oliveira 29/01/2019

Achei a leitura super fluida. A personagem é muito forte, bem construída. O conflito interno gerado ao final parece querer nos engolir! Adorei o livro e já estava fazendo recomendações antes mesmo de terminá-lo.
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Raissa 20/12/2018

Um bom livro para pensar
Gostei bastante da história, pois, trás algumas questões bem pertinentes para se pensar, também gostei da escrita da autora. No mais, é bom livro para se passar o tempo!
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