A Filha do Rei do Pântano

A Filha do Rei do Pântano Karen Dionne




Resenhas - A Filha do Rei do Pântano


34 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Bruno 11/10/2018

Sen-sa-ci-o-nal!!!!
Não conheci essa autora através de nenhum outro livro. Graças à TAG pude ter a chance de ler esse livro maravilhoso! Um excelente thriller psicológico reflexivo e profundo, que além de tudo é emocionante, angustiante que me fez devorá-lo em 2 dias tamanha era minha curiosidade. Eu precisava chegar no final. Nunca li nada que me intrigasse tanto. Amei o livro. Um dos favoritos do ano.
Jess 12/10/2018minha estante
Interessante como as opiniões diferem. Eu achei o livro um pouco raso. Se você gosta de thrillers, te recomendo Tess Gerritsen e Karin Slaughter, que são autoras que eu gosto muito.


Jess 12/10/2018minha estante
Eu achei o tema do livro pouco explorado, poderia ter mais fatores psicológicos envolvidos. Eu leio duas autoras de thriller que gosto muito e te recomendo: Tess Gerritsen e Karin Slaughter. Se ler algum livro delas me conta depois o que achou :)




Erika 26/10/2018

A filha do "psicopata" do Pântano
Esta é a minha primeira experiência literária com a tag inéditos. Já gostei do fato do livro se tratar de thriller psicológico . Com certeza é um dos meus temas favoritos.
Vamos à estória:
Helena pertence à uma família que nasceu a partir de um sequestro. Seu pai sequestrou sua mãe, e as duas viveram por anos no pântano. Já adulta, mãe, e vivendo uma vida tranquila ao lado do marido, tudo ia muito bem. Até ela receber uma ligação que a alerta que seu pai fugiu da prisão. Helena começa uma caçada a seu próprio pai para defender sua família.
comentários(0)comente



Valerya 09/11/2018

Lembranças não tem a ver com fatos, mas sentimentos....
Acho q essa frase resume bem toda emoção aflorada na protagonista.
Nossas lembranças são regidas pelo sentimento q ela deixou marcada independentemente de ter sido um fato ruim ou bom.
comentários(0)comente



Jéssica Santos 31/10/2018

Meu primeiro Tag inéditos :DDDDDD
O livro conta a história no ponto de vista da Helena, uma garota que vivia no pântano junto com seus pais, o que ela não sabia era que a mãe tinha sido raptada quando era uma adolescente para viver num lugar inóspito com seu pai, psicopatinha de merda.
Eu quis MATAAARRR A HELENA um milhão de vezes, não gostei da forma como ela compactuava com o pai, a idolatria doentia que ela sentia por ele, e o fato da sua mãe ser tão isolada. :'(
É importante lembrar que a história não é contada no ponto de vista da raptada, mas sim de uma criança que nasceu e não sabia que vivia nessas circunstâncias, então dai você pode imaginar como era o ambiente... o resto deixo para vocês descobrirem lendo.
Não há muitos diálogos no livro, tá mais para uma profunda viagem no consciente da Helena, dessa forma, nada é desmascarado, pois nos nossos pensamentos não mentimos, não é mesmo?
Gle 14/02/2019minha estante
Ódio irracional por Helena! Ao mesmo tempo que é totalmente compreensível essa idolatria pelo pai, dói pensar no que essa mãe sofreu. Ela foi muito mais vítima do que Helena, se é que dá para graduar sofrimento.


Jéssica Santos 14/02/2019minha estante
Mulher a única raptada ali era a mãe. Helena tem o mesmo feitio do pai, ela não é capaz de compreender o que a mãe passou.


Jéssica Santos 14/02/2019minha estante
Foi um sofrimento enorme para ela a vida toda, Porque mesmo sem querer o filho de um monstro, a mulher acreditava que ia ganhar uma aliada, Mas ela ganhou mais um algoz. Pena.


Gle 16/02/2019minha estante
Ela tem vários traços do pai mesmo. Acho que nem anos de terapia resolvem algumas questões. Não vejo Helena como um Algoz, mas não terminei de ler ainda, hahahaha. Mas a capacidade dela, mesmo adulta, de entender pelo que a mãe passou, me parece muito rasa ainda.


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Exato. É muito raso os sentimentos dela... meninaaaa ainda vem que não falei bolgagem kkkk. Pensava que já tinha acabado. Hei tenho um sebinho online chamado @sebinho43 tem livros da tag tbm, se souber de alguém com interesse ou se tiver interessada me deixe saber :)


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Ainda bem que não falei o final kkkk


Jéssica Santos 16/02/2019minha estante
Visite o @sebinho43 tenho alguns livros a venda. Se tiver interesse, me deixe saber :)


Aline 20/02/2019minha estante
Nossa gente. Em nenhum momento odiei a Helena...em todo momento, toda página, eu consegui entender o drama da personagem, seus conflitos etc. ela não fez nada de errado. Ela foi criada num ambiente doente até os 13 (?) anos de idade. A verdade para ela era o pai bater na mãe. Era ficar presa dentro de um poço. Era nunca ter falado com outras pessoas. A infância inteira dela. Sinceramente? Considerando as circunstâncias, acho que ela se tornou uma adulta medianamente equilibrada. Se vocês tentarem olhar pelo lado dela, com certeza não terão raiva. Mas empatia. #espero hehehe


Jéssica Santos 20/02/2019minha estante
Eu não consigo ter empatia pela Helena, Porque quem teve sua vida roubada foi sua mãe. Não consigo me imaginar uma jovem saindo da escola e um maluco me levando para um pântano e me estourando recorrentemente a ponto de me engravidar e me fazer ter um parto doloroso. Não consigo imaginar nunca ver minha família ou amigos e ainda por cima ter uma filha que ama o meu sequestrado mais do que a mim mesmo. Por mais que ela não conhecesse outra realidade ela achava a mãe fraca e digna de pena. Ela admirava o pai imponente, mesmo quando sofreu castigos dolorosos ela era cega por eles. Não consigo me imaginar adorar alguém a tão ponto de não reconhecer os erros desta pessoa. O fim do livro so ocorreu pelo remorso dela. Nem depois de soltas ela viu o lado da mãe. Eu tenho é ódio da Helena e sofro muito por mulheres que tem o destino da mãe dela. Depois que li Natasha Kampush com 15 anos e de ter sido impactado de maneira irreversível, Não consigo enxergar de outra maneira. Até mesmo em O Quarto De Jack que é ficção e que eles vivem em um quartinho minúsculo, o garoto de 5 anos não é tão babaca quanto a Helena, Ate uma criança percebe. Rsrsrs




Bela Cris 15/10/2018

Amei!
Um livro maravilhoso, com uma história envolvente. Conta a história do fruto de um sequestro, da filha da vítima com seu sequestrador. Mostra a inocência da criança e a desconstrução do pai herói para o mostro do pântano. Um livro que reflete a realidade.
comentários(0)comente



Racestari 23/10/2018

Empolgante
Li o livro praticamente em uma sentada. Ele segura a atenção o tempo todo, e a forma com que a autora intercala reminiscências de sua infância com o presente é sensacional. O desenvolvimento da trama prende a atenção de uma forma incontrolável. Helena é um animalzinho que teve que a prender a ser gente, às duras penas!
comentários(0)comente



A menina que comia livros 02/11/2018

Grudada
Fiquei grudada nas páginas até o fim do livro.
comentários(0)comente



Morganna 17/10/2018

Livro muito bom
Li rapidamente e gostei muito do enredo. As cenas de ação que me prenderam mais. Muito bom ver a expectativa de uma pessoa que cresce em cativeiro.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Guynaciria 17/02/2019



O livro é narrado a partir do ponto de vista de Helena, uma mulher com duas filhas, em um bom casamento, que vive de fazer geleias e compotas artesanais, além de ser uma ótima caçadora. 

Mas Helena guarda um grande segredo, ela é o fruto de um sequestro. Sua mãe foi raptada com apenas 16 anos, e ela veio a nascer 2 anos após o rapto. Ambas ficaram mais de 12 anos sobre o julgo de um homem cruel, que não media esforços para deixá-las aterrorizadas e submissas a sua vontade. 

Mas é claro que Helena não tinha consciência disso, afinal de contas aquela era a única realidade que a garota conhecia. O que faz com que o leitor tenha um sentimento ambíguo em relação a forma como a menina tratava a sua mãe, chegando muitas vezes a intimida-lá física e psicologicamente. 

Desde as primeiras páginas Helena deixa claro que esse não é um livro sobre seus pais, mais sim sobre a experiência vivenciada por ela, e as nefastas consequências que a acompanham por toda a vida. 

A garota foi a responsável pela fuga da mãe e pela prisão do pai, o homem que ela sempre admirou e em quem se espelhava. Aquele que moldou a base de sua formação, a quem ela sempre estava tentando agradar, a pessoa que por muito tempo detinha a sua lealdade. 

O livro basicamente trata sobre a necessidade que essa mulher tem de relembrar cada trecho de sua vida, colocando tudo em uma balança, separando o que foi bom, do ruim. Esse processo de autoanálise tem inicio com a fuga de seu pai da prisão, o que coloca a ela e a sua família em risco. 

A leitura vai fazer você refletir sobre o que é certo e errado, como o meio e a criação influenciam no poder de decisão do individuo, e  principalmente como um ponto de vista específico pode alterar a forma como você absorve uma história. 
comentários(0)comente



Victor Vale 24/04/2019

É difícil viver na sombra de um homem ruim e não se influenciar... As marcas são eternas e a violência um ciclo...
comentários(0)comente



A menina do livro 16/03/2019

Forte e emocionante!
A Filha do Rei do Pântano - Karen Dionne | @taglivros

"Coisas ruins acontecem. Aviões caem, trens descarrilam, pessoas morrem em enchentes, terremotos e tornados. Motos de neve se perdem. Cachorros levam tiros. E meninas são raptadas."

Nesse livro vamos conhecer Helena. Sua história não é nenhum conto de fadas, muito pelo contrário, ela é uma enorme tragédia. Sua mãe foi sequestrada quando tinha 15 anos e desde então vive com seu raptor em um pântano escondida. Ela acabou engravidando e deu a luz a Helena ali mesmo.

A única coisa que a menina conhece é aquilo que seu pai a apresenta, suas informações sobre o mundo são tiradas de uma velha revista achada na cabana em que vive e ela acreditava que era amada por seu pai, até descobrir toda a verdade sobre sua "família".

Anos após, já morando na cidade e longe das atrocidades que viveu na infância, Helena segue a vida com suas filhas e marido, mas quando escuta no rádio que o Rei do Pântano, como ficou conhecido seu pai, escapou da cadeia, ela sabia que teria que desenterrar alguns segredos.

Helena sabe que é a única com capacidade de entrar no pântano e capturar seu pai e para garantir a segurança de sua família ela vai entrar nesse jogo. Uma caçada sem fim, o pior lado de seu pai está a todo vapor e ela vai relembrar coisas do seu passado que já estavam esquecidas há muito tempo.

"... As mortes têm que parar. Vou encontrar meu pai. Vou capturá-lo. Vou devolvê-lo à prisão e obrigá-lo a pagar por tudo o que fez."

- Um livro difícil de ler! A história é narrada por Helena que conta para nós o presente e passado de sua vida, onde antes a garota vivia sobre os cuidados do pai. Para ela era difícil não ama-lo, pois além de não saber o que ele havia feito, àquilo era a única forma de amor e cuidado que conhecia e acompanhar tudo isso é de deixar qualquer leitor enjoado. Criada sobre um teto de agressões e medos, caçando e vendo a maldade nos olhos do pai, Helena tenta a cada dia viver uma vida normal com sua família.

- Um dos pontos mais fortes desse livro que eu senti, foi o fato da autora nos mostrar o quanto ser criado num lar onde agressão e o ódio são normais pode formar o caráter de alguém. Helena convivia desde criança com a forma bruta de seu pai e em alguns momentos achava que a correção que ele aplicava a ela ou sua mãe era uma forma de amor vinda dele. A autora também mostra que existem o caminho do bem e o mal, basta a nós escolhermos o que achamos correto.

- Um livro para refletir! São menos de 300 páginas, mas que nos ensina uma grande lição. Além de tudo, vemos nessa forma de ficção coisas que realmente acontecem com jovens em todo mundo e podemos ter uma ideia do que a maioria passa nas mãos de seus sequestrados.
comentários(0)comente



Aline 20/02/2019

Boa leitura mas final corrido
Gostei bastante do livro em geral. Os flashbacks, a caçada em si, foi muito bom. A habilidade descritiva da autora é sensacional. Por vezes eu conseguia me imaginar no pântano junto com a Helena e família.
Mas pra mim o final foi muito corrido. Senti falta de mais informações sobre o marido dela, o relacionamento dos dois depois do acontecido. Parecia que a autora estava correndo pra finalizar a história e encerrou tudo em algumas poucas linhas. Acho que o final podia ter sido melhor, mais emocionante. A Helena passou o livro todo contando sobre a raiva do pai e o medo de perder o marido e as filhas. Achei que podia ter mais sobre isso no final.
De resto, uma boa leitura. Fiquei intrigada até o fim. Mas quando chegou o fim, não foi assim tão impactante ou ?grandioso? como todo o resto do livro. Boa leitura, final medíocre. :(
comentários(0)comente



Wayne 25/06/2019

Legalzinho e shallow now
O escopo do livro é interessante, levando em conta o que ocorreu e sequencia que a trama tem desde a fuga do pantâno, mas falo explorar o trauma. Ser concebida num pântano por um pai extremamente psicopata e não ter maior exploração interior deteriorou minha experiência nesta obra. O que fica é? A boa filha manda lembranças, livro da tag que inaugurou o projeto Inéditos e tem um plot twist que ooooo.
comentários(0)comente



Vivi 30/10/2018

Finalmente, Helena tem a vida que merece. Um marido dedicado, duas filhas lindas, um negócio que preenche os seus dias. Mas, quando um presidiário se evade violentamente de uma prisão vizinha, apercebe-se de que foi ingênua ao pensar que poderia deixar para trás os seus piores momentos. Helena tem um segredo: é o resultado de um rapto. O seu pai sequestrou a sua mãe quando esta era adolescente e manteve-a em cativeiro numa cabana remota nos pântanos da Península Superior do Michigan. Sem eletricidade, sem aquecimento, sem água canalizada, Helena, nascida dois anos depois do rapto, adorava a sua infância. E, apesar do comportamento por vezes brutal do pai, amava-o... até descobrir exatamente até que ponto uma pessoa podia ser selvagem.Vinte anos depois, enterrou o passado tão profundamente que nem sequer o marido sabe a verdade. Mas, agora, o seu pai matou dois guardas prisionais e desapareceu num pântano que conhece melhor do que ninguém. A polícia começa a caça ao homem, mas Helena sabe que os agentes não têm qualquer hipótese de o apanhar. Sabe que há apenas uma pessoa que conta com as estratégias necessárias para encontrar alguém preparado para sobreviver a uma catástrofe e a quem o mundo chama «o rei do pântano»... porque há apenas uma pessoa que ele próprio treinou: a sua filha.
Pensa em cara realmente manipulador nesse thriller!!!
A heroína da estória que seria no caso a Helena e mais ainda sua mãe pasaram por coisas realmente fortes sem contar a vida selvagem que tinham. E o pior o infeliz fez tudo " tão bem feito" que a filha mesmo criança tinha raiva da mãe até que aos 12 anos descobriu a verdade e fez de tudo para devolver a vida da mãe. E anos depois ele virou a caça. Muito bem escrito. Apesar do sequestro da mãe aqui conhecemos mais a vida do pai e da filha intercalando entre o passado ( recordaçoes dela) e o presente. Só adulta ela se deu conta que os castigos pavorosos e tudo mais eram coisas de um verdadeiro mostro. E cabe a ela dar um fim nosso.
Eu mais que indico.
comentários(0)comente



34 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3