Orgulho e Preconceito

Orgulho e Preconceito Jane Austen




Resenhas - Orgulho e Preconceito


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Luiza Machado 10/01/2010

O que mais eu poderia dizer, além de afirmar a perfeição dessa história? Jane Austen no momento é a minha autora preferida, de longe.
Lizzie Bennet é uma heroína atualíssima e apaixonante. Ao contrário da maior parte das moças de sua época, ela é inteligente, perspicaz e além disso, muito carismática.
Em uma época onde casamentos por interesses eram tão comuns, aqueles que conquistam a sua felicidade em Orgulho e Preconceito são justamento os que se casam por amor, e os personagens que se mostram tolos, imprudentes e/ou superficiais não são tão felizes. Lydia Bennet é um bom exemplo disso.
Através de Jane Austen podemos compreender o quão valiosas podem ser as metáforas. Alguns personagens são caricaturas de comportamentos viciosos e vaidades.
Orgulho e Preconceito traz o maravilhoso Mr. Darcy, que é tão maravilhoso justamente por ser antipatizado de início, o que torna o fato dele ser na verdade uma boa pessoa ainda mais crível, pois ele comprovou isso, apesar das primeiras impressões que tiveram dele.

Completamente viciante!
Carol 30/12/2009minha estante
O que mais eu poderia dizer, além de afirmar a perfeição dessa história? Jane Austen no momento é a minha autora preferida, de longe.[2]



As resenhas estão boas, hein? :P


Zambe 19/01/2010minha estante
Adorei a sua resenha, vc falou bem simples e claramente do que fala o livro e sobre seus encantos.. parabens!


Luiza Machado 17/08/2011minha estante
:)


Ana 20/04/2012minha estante
Concordo plenamente. Orgulho e Preconceito é maravilhoso! :)


Erica 06/12/2012minha estante
Acabo de ler seu comentário... é um livro maravilho mesmo, não? E Mr Darcy, bem, é Mr Darcy.


Maria Isabel 16/12/2012minha estante
Viciante! Essa é a palavra!!! Não me canso de ler ou ver o filme!!
Sempre há uma nova impressão ou descoberta!!


Dani 30/12/2012minha estante
Li o livro pela primeira vez, e nossa, superou minhas expectativas! Me apaixonei por completo pela história! Mr. Darcy e Lizzie são cativantes demais, humanos e apaixonantes... é um romance maravilhoso!


Jeane 05/04/2013minha estante
É realmente apaixonante! Que romance perfeito! Os personagens são cativantes, me identifiquei muito com a Lizzy, e o sr. Darcy é encantador. Confesso que a princípio o sr. Darcy parece muito ranzinza, mas se revela um ser apaixonante.


Alí­cia 19/04/2013minha estante
- Não precisa se despedir, porque despedidas me deixam irritada. Tranca a porta e passa a chave por baixo, por favor. Não deixa bilhete, cheiro ou café. Nenhum vestígio.
(Deem um like na página do texto, se gostarem!)
http://www.casalsemvergonha.com.br/2013/04/16/nao-nao-precisa-me-amar-uma-cronica-sobre-amores-volateis/


Camila 18/06/2013minha estante
Ouvi comentários ótimos sobre o livro, sendo que já assisti o filme e me apaixonei pela história.


Ludy Vieira 20/08/2013minha estante
Já vi o filme mil vezes (e sempre que posso vejo novamente rs)
E quando peguei o livro, me surpreendi de como pude amar ainda mais a história!
Romance maravilhoso!


Danielle 26/09/2013minha estante
Eu vejo e revejo o filme, vejo, revejo, vejo, revejo e... se eu pudesse veria todos os dias! rsrs É simplesmente lindo!!! Ainda não li o livro mas isso é uma questão de tempo! Amo o Mr. Darcy!


Ligyane 27/05/2014minha estante
Eu acabei de ler o livro ontem, já assisti ao filme e agora verei uma série. Adorei o filme, mas sugiro que as pessoas leiam o livro primeiro para entender melhor os sentimentos de que cada personagem. É realmente um relato incrível sobre a sociedade da época, os costumes e hipocrisia gritante da alta sociedade. Muito bom!


Ray 30/01/2015minha estante
O livro e otimo ! :)


Thamires.Souza 20/03/2015minha estante
gostei vc falou tudo


Adriano 21/01/2016minha estante
Resenha sucinta porém impecável, que pesa na decisão do leitor que possa ter dúvidas quanto a ler ou não esta obra.




Dandra 27/12/2009

Depois de ler o livro, tive a sensação de não conhecer nenhum romance melhor que esse. Não se deixar levar pelas aparências é uma das lições que se aprende. Os personagens são muito comuns, afinal todo mundo conhece pessoas preconceituosas, orgulhosas, esnobes, tímidas, extrovertidas, libertinas… Mas a forma como Jane Austen os descreve, com diálogos irônicos e sarcásticos, esperançosos, divertidos, é muito interessante. Primeiro livro dela que leio, e estou totalmente louca pra ler toda sua obra. Os protagonistas são muito intrigantes.

A forma como o diálogo entre Lizzy e Darcy é travada ao longo do enredo é fabuloso, o modo aristocrático como Darcy dispensa Elizabeth e ela o alfineta pelos modos recebidos por ele é muito interessante. O que mais me impressionou foi o não beijo, imaginei durante toda a leitura que no final teria um beijo para selar o amor entre Darcy e Elizabeth, mas Jane é tão fabulosa que após terminar de ler, realmente não senti falta, pois fica a critério da imaginação do leitor, essas questões mais doces.
Dani Tiemi 30/12/2009minha estante
Gostei da resenha. Realmente a questão do beijo é interessante, há tantos romances por aí com beijos e muito mais, mas que mesmo assim não nos entusiasmam tanto quanto este livro. Acho até que o não beijo faz a história de amor ser mais intensa, e adoro quando um livro deixa margens à imaginação!


Bianca Nami 06/01/2010minha estante
Sim, muito boa observação, não tem beijo. Hollywood criou o dogma de que romance tem que ter beijo; o amor vai no peito, não na boca, e Jane Austen cativa esse afeto gradativamente, de forma que se torna natural superar o repúdio a uma pessoa.


Dy Rocha 08/01/2010minha estante
Como disse a Bianka "o amor é no peito e não na boca" E Jane constada isso quando, não só prende leitor como os faz suspirar sem usar a apelação do "beijo".



Darcy e Lizzie se querendo e se contendo dão um gás único.=]



Lu 22/02/2010minha estante
Vc sabe, eu estou lendo O&P agora. Eu já li metade dos romances da Jane. Não há beijo. Ele não é necessário. Aliás, se tivesse algum, eu acharia uma tremenda quebra no decoro! O romance está nos olhares, nos gestos. É uma outra época, e ainda assim, estranhamente atual. É um clássico há 200 anos e continuará sendo por outros 200.


TALI 13/03/2011minha estante
A TUA RESENHA FOI FANTASTICA...

O QUE MAIS GOSTEI FOI A PARTE DO NAO BEIJO... FOI O PRIMEIRO ROMANCE QUE LI.. QUE NAO PRECISOU DE UM BEIJO PRA SELAR O AMOR!!!
TEM Q SER UMA ESCRITORA MUIIIITO BOA PRA FAZER ISSO!


Suelen Lely 08/07/2012minha estante
é um romance muito bacana sem apelação, e mais importante nas entrelinhas mostra o q devemos procurar em alguem para casar.aconselharia a todas as jovens! sou apaixonada por este livro!!!!



Fabiano 11/04/2016minha estante
Excelente resenha, tenho que dizer. Estava interessado em ler esse livro, mas após essa descrição toda minha relutância se dissipou. Parabéns Dandra!




Renata CCS 14/10/2013

O romantismo atemporal de Jane Austen

ORGULHO E PRECONCEITO é um clássico que merece o adjetivo. Um livro completar duzentos anos é um feito digno de nota, mas um livro chegar ao bicentenário sendo lido e admirado é um feito ainda mais notável!

A obra nos apresenta a dinâmica da família Bennet e seu diminuto círculo social na pacata e provinciana região de Hertfordshire. A narrativa em terceira pessoa retrata a visão de mundo da protagonista, Elizabeth Bennet, a segunda de cinco irmãs e uma mulher muito avançada para a sua época. Em uma sociedade onde as aspirações femininas são limitadas a um bom e rentável casamento, Lizzy - como é carinhosamente chamada pela família e amigos - tem uma visão particular e inusitada de enfrentar questões como matrimônio, educação, moralidade, contrariando o ponto de vista aristocrático e hipócrita da Inglaterra do século XIX. Os acontecimentos começam a tomar forma quando Charles Bingley, um jovem cavalheiro, solteiro e rico, muda-se para a mansão de Netherfield, junto das duas irmãs e de seu melhor amigo, Fitzwilliam Darcy, para uma temporada na região. Bingley logo se encanta por Jane, irmã mais velha de Lizzy, e a partir daí um interesse crescente se desenvolve entre os dois.

Mas o principal do livro é a relação entre Elizabeth e Darcy. Desde o primeiro encontro com Darcy, Lizzy experimenta o incômodo causado pelo abismo social que os distingue e nutre uma imediata antipatia pelo homem distinto e impassível que se molda diante de seus olhos. Apesar de propensa aos preconceitos advindos de primeiras impressões (inclusive Austen inicialmente batizou de "First Impressions" esta obra), Lizzy é simpática, espirituosa e bem humorada. Darcy é taciturno, orgulhoso e reservado, e aparenta para Lizzy um ar de superioridade e arrogância para com todos os recém apresentados. Também Darcy repudia Lizzy de imediato por ser de classe social mais baixa e não bela o suficiente para prender sua atenção.

É entre conflitos causados pelos amigos e familiares que os cercam que descobrem a si próprios e o impacto que um pré-julgamento pode ter em relações futuras. Este é um livro onde vemos o orgulho e o preconceito serem quebrados, numa garantia de nascimento para um sentimento muito maior: com os protagonistas enxergamos o inevitável surgimento do amor, que é edificado lenta e inconscientemente por ambos.

Utilizando o mesmo recurso de RAZÃO E SENSIBILIDADE, a escritora faz uso do titulo do livro para apresentar as principais características de seus protagonistas. Enquanto Lizzy é visivelmente representada na trama pelo preconceito de suas primeiras impressões, Darcy é guiado pelo orgulho, no entanto, os adjetivos acabam se misturando no tocante a personalidade dos dois. E as críticas e ironias sutis de Austen se entrelaçam ao romance, dando aos personagens traços mais humanizados que fogem ao tom enfadonho que às vezes encontramos nos protagonistas clássicos.

E não pense em um romance romântico! O romance existe, claro, porém é sutil. São sentimentos sem drama e dramas sem sentimentalismo. Os diálogos são inteligentes, os personagens divertem e assombram, a narrativa mantém um ritmo constante, a história não se mostra parada nem em um único instante. É possível se ver em cada personagem um estereótipo da sociedade em que a própria autora viveu. As cinco irmãs Bennet representam personalidades tão distintas e tão legítimas que as reconhecemos facilmente hoje, dois séculos após a conclusão da obra.

A universalidade de Jane Austen atravessa os tempos, encanta e seduz o público moderno. É fascinante o modo como ela retrata a sociedade de sua época, com grande atenção aos detalhes e sempre trazendo diálogos fortes, concisos e intensos, mostrando o que cada personagem sente no momento. Austen se aproveita do seu talento brilhante para descrever o psicológico e tira disso personagens absolutamente inconfundíveis e inesquecíveis.

E o filme é igualmente fascinante e o meu preferido. Mesmo conhecendo o enredo - caso você já tenha lido o livro - o filme não perde o seu encanto.

ORGULHO E PRECONCEITO é intenso, perspicaz, romântico, dramático, irônico, e atemporal. Super recomendado e imensamente favorito!
J@n 11/10/2013minha estante
Eu comecei a ler Jane Austen por Orgulho e Preconceito, e até hoje é o meu favorito. O que posso dizer é que me senti praticamente vivendo também naquele ambiente restrito, quase claustrofóbico, em que as mulheres daquele período passavam boa parte das suas vidas.
Adorei a sua resenha! Apaixonante como a obra!


Arsenio Meira 11/10/2013minha estante

Renata, sempre protelei este romance da Jane Austen. O filme, também não vi.

Sua resenha é um chamado! Ao final da análise, pensei não ser mais possível postergar a leitura. Abraços do Arsenio


Nati 12/10/2013minha estante
Orgulho e Preconceito está entre meus favoritos por ser esse livro apaixonante e original.Como J@n disse também me sentir dentro do livro, vivendo-o com os personagens. Ainda não vi o filme, mas com certeza irei ver. Amei sua resenha, se não tivesse lido o livro não perderia mais tempo.


Renata Céli 13/10/2013minha estante
Parabéns pela resenha, muito boa! Amo todas as obras de Jane Austen!


Renata CCS 14/10/2013minha estante
Obrigada aos colegas pelos comentários. Realmente a universalidade desta escritora torna seus livros apaixonantes em qq época.


Ana Karla 19/10/2013minha estante
Uma das resenhas mais belas que já li sobre o livro. Parabéns, Renata!


Rafa P. 25/10/2013minha estante
Renata esse foi o primeiro livro que li da Jane Austen, e confesso que só o li, por adorar o filme. Mal sabia que o livro seria infinitamente superior.
Fiquei simplesmente fascinada e busquei obras inspiradas nesta história. e Descobri uma serie mais que perfeita do livro , é da BBC com Colin Firht, se vc não conhece, precisa muito assistir. Os autores incorporaram de forma mágica a história. Para quem é fã, tenho certeza que se sentiu mais do que satisfeito com a produção.


sonia 28/10/2013minha estante
Que bem escrita que está a sua resenha! Este é um dos meus livros preferidos da autora (o meu preferido é Persuasion)


Renata CCS 28/03/2014minha estante
Uma obra inesquecível, não é mesmo?
Lizzy e Darcy deixaram saudades... preciso revisitá-los!




Lu 08/03/2010

Perfeito!

Faltam-me até palavras pra descrever O&P. Há tanto o que dizer. Tantas passagens maravilhosas. Momentos preferidos, do tipo "tenho que comentar sobre isso na resenha!".



Estou na dúvida: devo ressaltar que é um livro romântico em que não há uma cena de beijo sequer e que mesmo assim, ainda me peguei suspirando? Ou devo falar sobre os diálogos bem humorados e ácidos? Talvez deva comentar a crítica social feita por Austen há duzentos anos e que de alguma forma, ainda se mostra atual?



Orgulho e Preconceito é tudo isso, mais o Mr.Darcy. Ah, o Mr.Darcy... ele sozinho valeria um livro. Mas ele e Elizabeth Bennet valem um clássico de 200 anos e que serão maravilhosos por outros duzentos.



Leitura obrigatória!
Mateus 08/03/2010minha estante
Lu, mesmo não gostando de romances, fiquei super curioso em relação a esse livros. Sua resenha levará até o que menos gosta do gênero a ter pelo menos um pouco de interesse no livro. Você escreve muito bem! Vou logo procurar Orgulho e Preconceito para ler :)


Mariane 09/03/2010minha estante
Também fiquei muito instigada a ler esse livro. ^^

Sempre pensei em ler Jane Austen, mas sempre coloco na "fila de espera". haha

Mas vou procurar este. ;)

Bela resenha.


Gabi C. 12/03/2010minha estante
Eu desapareço uns dias e lá vem a Lu com uma resenha dessas!



Orgulho e Preconceito é tudo isso, mais o Mr.Darcy. Ah, o Mr.Darcy... ele sozinho valeria um livro. Mas ele e Elizabeth Bennet valem um clássico de 200 anos e que serão maravilhosos por outros duzentos. [2]



Não escreveria melhor! *__* rs


Glenda 30/05/2011minha estante
Caramba, vc disse TUDO!
O Sr. Darcy... aahhn... Hahaha!




Vanessa bibliotecária 08/09/2009

Mr. Darcy...
Qm pensa que esse livro é mais um romance "meloso", pode deixar, literamente, o orgulho e o preconceito de lado.
Elizabeth é a anti-heroína orgulhosa, inteligente e de forte temperamento e opinião. Defende com unhas e dentes a família, mesmo sabendo de todos seus defeitos, e não admite que nem seu grande amor (ah, Mr. Darcy...) os afronte.
É a partir desse momento que Mr. Darcy resolve ser um homem mais amoroso, destemido e lutar pelo amor de Liz.
Lindooooooooooooo, perfeitoooooooooooooooo, charmosoooooooooooooooo!!!
Por isso, está na minha lista de favoritos!!! (e cá entre nós, será que Edward Cullen se inspirou em Darcy? Ahhhhhhh, clarooooooooooooo que sim, pq SM é fã de Austen e justamente colocou o nome de Edward em homenagem ao Edward do livro "Razão e Sensibilidade").
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Andreia Santana 15/10/2011

A obra-prima de Jane Austen
Concordo em gênero, número e grau quando a crítica especializada diz que Orgulho e Preconceito é a obra-prima de Jane Austen. O fato dela ter concluído o livro antes dos 21 anos então, torna-o, aos meus olhos, mais que um prodígio. Do pouco que sei sobre a autora, do pouco que já li de suas obras, sem dúvida, este é o meu favorito. Elisabeth Bennet já entrou para o rol das minhas heroínas preferidas. E eu simpatizei com Fitzwilliam Darcy desde a sua primeira aparição no romance. Secretamente, ao longo das páginas, torci por ele. Escaldada com o Willoughby, de Razão e Sensibilidade, não comprei nem por um minuto as boas intenções de Wickham.

Deixando de lado as minhas paixões declaradas pelo livro, Orgulho e Preconceito me parece a obra mais ousada de Jane Austen, ao menos comparando com as outras leituras que fiz na mesma sequência: Mansfield Park e o já citado Razão e Sensibilidade. O senso de humor da autora também está muito mais apurado neste romance do que nos outros dois, que são mais dramáticos. A ironia de Orgulho e Preconceito é deliciosa. O capítulo de abertura, com o diálogo entre o Sr. e Sra. Bennet, é de um primor literário, de um sarcasmo, de um doce veneno que nos diverte e põe para refletir.

O universo do livro é o mesmo da Inglaterra rural e das caçadoras de marido que consagrou Austen como hábil cronista do cotidiano de seu tempo. Mas, neste livro em especial, a ousadia dela foi mais longe do que se esperaria de uma jovem casta, filha de um pastor anglicano e nascida no final do século XVIII. Jane fala com desenvoltura do amor, do desejo reprimido, da energia feminina, da sensualidade aprisionada em espartilhos que mal deixavam as damas respirarem. Por baixo da maquiagem e das incontáveis peças de roupa que impediam o contato mais direto de homens e mulheres (e aqui contato direto quer dizer um abraço ou um apertar de mãos sem uma luva no meio), ela explode em desejo. E ainda, sem trocar um único beijo, fascinante!

A ”queda” e a reabilitação de Lídia, uma das irmãs mais novas de Elisabeth, é de uma sutileza narrativa impressionante. Lembrei de minha avó, nascida no Brasil rural de 1902 e ainda cheia de tabus para tocar em assuntos como virgindade. E o tom do livro é esse das confidencias, mas é também revolucionário, porque ao mostrar o que se escondia na alma de moças como ela mesma, Jane Austen nos brinda com um rico panorama de sentimentos que iam da esfuziante alegria juvenil de Elisabeth, à doçura de Jane. Passando pela aflição de Darcy, um orgulhoso e aristocrático enamorado; e chegando até a cara-de-pau de Wickham; a frivolidade de Lídia; a falta de senso de ridículo da Sra Bennet; a indolência, que para mim beira mais à indiferença, do Sr. Bennet; a ingenuidade do Sr. Bingley; a malícia maldosa das duas irmãs de Bingley.

Os personagens é que seguram a história, pouco rica em descrições de paisagens. Jane Austen é a autora que fala de dentro para fora e não de fora para dentro. Não é o lugar que molda as pessoas, mas seus conflitos psicológicos, seus embates entre fé e razão. A luta não se dá contra a natureza selvagem, mas contra a natureza humana e as convenções que aprisionam e frustram. A redenção, - oh romântica Jane -, se dá pelo amor verdadeiro, um amor capaz de vencer o orgulho da casta e o preconceito do julgamento precipitado.
28/10/2011minha estante
Adorei sua resenha! Comecei a ler agora e já estou fascinada pelas personagens! Sempre gostei de Austen, mas este tem me surpreendido demais!
Realmente o primeiro diálogo entre Sr. e Sra. Bennet é fantástica, eu já adoro o Sr. Bennet! Engraçado que no livro o perfil dele não ficou tão bem estabelecido como é de fato. Parece que este será o grande livro que já li de Austen! E olha que adoro todos os outros três que já li (Razão e Sensibilidade, A Abadia de Northanger e Persuasão).


Carol 20/03/2013minha estante
Resenha muito bem e escrita, sem duvidas O&P é a obra prima de Austen, achei que falta o humor e a ironia nos demais livros e confesso que achei Fanny Price tediosa, uma "mocinha" que cheguei ao ponto de lha desejar ao mal rsrs.
E também desde o começo da narrativa torci pelo Darcy, não porque li R&S, mas porque sempre apreciei mais os BadBoys (sei que esse termo é estranho pra descrever Darcy), embora ele não seja um BadBoy, mas ele não é um "mocinho" maçante e previsível como na maioria das historias românticas, ele surpreende de uma forma impressionante. Ainda não encontrei um personagem tão fascinante quanto ele, é viciante!!




Vanessa 09/04/2010

Nos romances de Austen, não precisa haver corações disparados, beijos desesperados ou corpos entrelaçados... é delicado, natural, inocente... tanto que você não precisa de mais nada, ou seja, é perfeito.
Lizzy 29/06/2010minha estante
Você resumiu de forma perfeita. Uma pessoa aqui no skoob comentou que o livro era totalmente sem graça. Gente, olha a época em que foi escrito!


Dafne 29/08/2010minha estante
Poxa, cara, não entendo quem não gosta dos livros da Austen. São perfeitos,gentem!;-; Fora que ela foi MARAVILHOSA em quebrar todas as barreiras para publicar seus livros (ela era autorA no século XIX, o que era impossível para as mulheres), ou seja, não há cabimento para com uma autora como essa.


Marilia 27/02/2018minha estante
eu amei taaaanto!




kassya 28/07/2009

triste
Triste.. mais uma vez, o amor e suas fragilidades diante dos homens.. crianças..

"É uma verdade universalmente concebida que um homem solteiro que possui uma grande fortuna deve estar à procura de uma esposa".

"Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente."

"São poucas as pessoas a quem realmente amo, e menos ainda aquelas dais quais tenho uma boa opinião. Quanto mais conheço o mundo, mais fico descontente; e a cada dia se confirma minha crença na inconsistência de todos os caracteres humanos e na pouca confiança que pode ser depositada nas aparências do mérito ou do bom senso"
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Gisa 19/11/2015

Não é tudo isso. Aliás, não é nada disso...
Este era um livro que eu queria ler há muito tempo, mas que nunca surgia a oportunidade (tempo), então quando a Sil me indicou, fiquei muito feliz.

A verdade é que só fiquei feliz até abrir o livro kkkk. Ok, podem me julgar, mas vamos a resenha.

Eu acho que todos conhecem história de OeP, mas para quem não conhece, vou resumir aqui um pouquinho.

A história se passa no século XVIII, época onde tudo o que uma mulher poderia querer é um marido. A Sra. Bennet tem 5 filhas, todas solteiras, o que é um absurdo. Mas ela tem a chance de mudar isso quando dois belos rapazes ricos e solteiros surgem nos arredores: o Sr. Bingley e o Sr. Darcy. O primeiro encanta a todos, o segundo nem tanto.

Com algumas danças e meia dúzia de palavras, Bingley já está perdidamente apaixonado por Jane, a filha mais velha. Mas a família Bennet não tem dinheiro algum e é de conhecimento de todos, que o que um homem procura em um casamento, são motivos além da felicidade.

A partir daí a história se desenvolve. Bingley está apaixonado por Jane, mas o amigo não aceita esse relacionamento. Mas o que aconteceria se Darcy, também se descobrisse apaixonado por uma mulher que não possui fortuna?

Sei que o livro é antigo e se passa em uma época muito diferente da nossa. Entendo a questão histórica, mas não consigo tolerar. Eu, Gislaine, não consigo gostar de algo que vá tanto contra o que acredito. Não consigo aplaudir um livro que fala sobre casamentos arranjados, interesses matrimoniais, desespero das mulheres para terem um homem. Mais uma vez, entendo a época em que se passa a história. Mas para mim não dá. Não dá!

Acho tudo muito bizarro. As pessoas se apaixonam em uma dança, analisam quem é mais bonita, prendada e delicada e então essa passa a ser favorita. Por que né, o homem tem todas. Ele escolhe a favorita. As pessoas tiram conclusões em uma conversa. Falou oi já sabe se ama, se odeia, se é boa ou má pessoa.

As mulheres são idiotas o tempo todo. É uma competição para ver quem tem o laço mais belo e quem consegue preparar o melhor jantar, quem tem os melhores criados e quem teve suas filhas casadas primeiro. Ok, é uma crítica, tudo bem, sou capaz de entender isso. Mas Lizzi é considerada um exemplo a ser seguido até hoje. Como assim cara? Ela se acha melhor que todo mundo, vive falando o quanto as irmas (menos Jane)são tolas e fúteis. Logo ela, que não queria saber de Darcy ate ver sua mansão.

" Estavam eles todos calorosos em sua admiração; e, naquele momento, ela sentiu que ser a dona de Pemberly poderia ser algo!"

Logo ela, que fica muito contente ao perceber que é muito mais feliz que Jane.

"Sou mais feliz do que Jane; ela apenas sorri, eu rio."

Realmente não consigo enxergá-la com um exemplo. Só se for exemplo de hipocresia. O que pode ter sido a ideia de Jane Austen, mas não vejo ninguém vendo por esse lado.

Ok, é bem verdade que quando Lizzi quer, é realmente uma mulher dura, inteligente e forte.

"Sr. Darcy, sou uma criatura muito egoísta; e, com o fim de aliviar meus sentimentos, não me importo muito que eu possa estar ferindo os seus."

Mas daí dizer que ela é um exemplo... acho um pouco forçado.

Darcy também é um cara estranho. Ok, ele realmente faz coisas lindas em nome do amor. Será mesmo? Ou será que ele faz apenas por que não é capaz de ver o nome da sua família associado a uma mancha tão horrível?

E que mancha não é mesmo? Uou. Por que não casar, perder a virgindade e afús da vida, são realmente coisas terríveis que não podemos tolerar. Mais uma vez eu afirmo, entendo a questão histórica. Mas gente, eu sou a Gih, que quer sambar o tempo todo na cara dos conceitos da sociedade. É claro que o livro não funcionaria para mim não é mesmo?

Bem, vamos parar de reclamar da história e vamos reclamar da diagramação do livro. A versão que eu li, é aquela de capa dura, bilíngue, que deveria ser a edição de luxo. Deveria gente, por que as letras são minúsculas, o espaçamento nem existe, os capítulos mudam, mas a página não. E como há poucos diálogos, a leitura se torna massante. Mas pelo menos as páginas são amareladas. Então essa é uma edição que não indico para leitura. Ela é linda para se ter na estante, mas não é ideal para leitura. Ah sem falar que nessa edição está cheio de erros de digitação. Letras faltando e por aí vai.

Acho que todo mundo aqui já leu o livro, então acho inútil dizer que não indico kkkkk. Mas se você ainda não leu, leia. Acho importante conhecermos esses clássicos. Eles são importantes para a nossa história. Mas eu digo que quero distância de Jane hahahh.

site: http://profissao-escritor.blogspot.com.br/2015/11/orgulho-e-preconceito-jane-austen.html#comment-form
Patricia 02/01/2016minha estante
Kkkkkkk, eu não li o livro,ele está na minha meta de 2016,mas lendo a sua resenha,estou na duvida agora. Vi o filme a adorei. Será que irei gostar do livro?


Erika 09/01/2016minha estante
Comecei a ler agora no início o ano e pus de volta na estante. Não por não ter gostado. Mas logo, de cara, SÃO MUITOS PERSONAGENS. A atenção tem que ser extrema. E não vou poder dar a atenção que esse livro merece. Vou tentar lê-lo cuidadosamente mais para frente. Sua resenha "Desanuviou" minha mente. Fiquei perdida com tantos personagens. rs... Vou deixar para ler depois, com dias mais tranquilos.


Bruna 04/12/2018minha estante
Gata, tu não entende MESMO a questão histórica. Está mais que provado com a sua "resenha", rs. Tu não consegue olhar a obra de maneira mais crítica? Não consegue analisar se a história foi bem escrita sem o véu do moral/imoral, bom/mau? Eu, hein... e não digo que realmente possa não gostar do livro como um todo (direito de todos! têm livros que a crítica ama e eu odeio!), mas acho essas resenhas como a sua extremamente ocas. A pessoa só pega a história e diz se é boa ou ruim, sem se dar conta da maneira que foi escrita, se foi bem escrita, o contexto da época, a mensagem, etc. Na sua resenha você reclamou até da diagramação do livro! rs oi? Fosse assim, o que seria de obras como "Lolita", "A Origem das Espécies" ou "O Cortiço"? Certamente estariam fadadas ao fundo das prateleiras.




Tarcísio 24/06/2011

Eu sempre tive dificuldade em responder a pergunta: Qual é o melhor livro que você já leu? Não tenho mais, posso afirmar com toda a certeza que Orgulho e Preconceito foi o melhor livro que já li.

Escrito no século XVIII e retratando a sociedade inglesa daquela época, o livro é um dos maiores clássicos da literatura mundial. A história principal gira em torno de uma família focada em arrumar casamento para suas filhas. Com personagens curiosos e inteligentes, Austen nos permite conhecer como funcionavam as relações pessoais naquele século. É curiosíssimo e delicioso ver como as coisas e preocupações mudaram no decorrer do tempo. Sem televisão, internet e outras modernidades, as pessoas usavam seu tempo em atividades hoje infelizmente esquecidas e desvalorizadas. Passavam longas horas simplesmente conversando, ouvindo e tocando música, organizando e participando de bailes, apreciando a natureza e refletindo sobre a vida.

Nunca apreciei o estilo de escrita baseado em muitos diálogos. Também acho enfadonho excessivas descrições de ambientes e de pessoas, recurso que muitos autores usam para substituir a falta de talento e para fazer o romance render mais páginas. Orgulho e Preconceito me fez refletir e reforçar minhas opiniões sobre estes dois pontos, embora sob diferentes aspectos. A qualidade e riqueza dos diálogos escritos por Austen são arrebatadores. Sem perceber acabamos imersos pelo vocabulário rico, palavras bem escolhidas e a detalhada análise humana e social existente. A profundidade psicológica das personagens Elizabeth e Mr. Darcy enriquecem de forma ímpar a cultura de quem lê este romance.

Existem clássicos da literatura que leio apenas para conhecê-los, para ter contato com algum estilo ou autor renomado. Não vejo a hora de terminá-los pois muitas vezes não há prazer na leitura. Com Orgulho e Preconceito não tive esse problema. Mesmo ciente de que se tratava de uma obra reconhecida através dos tempos, acabei tão empolgado e motivado com tudo que não dava vontade de parar. O texto, apesar do riquíssimo vocabulário, não é difícil, plenamente viável a todas as categorias de leitores. Se ainda não leu, não perca mais tempo.
Tarcísio 18/10/2011minha estante
Oi Camila. Dei uma olhada no seu perfil do Skoob ... Nossa, como você lê ! (rs) Diante de uma leitora tão qualificada, reitero minha indicação sobre este livro. Acredito que você vá adorar !


Sabrina 30/01/2012minha estante
Tarcísio, adorei a sua resenha. Acabei de ler o livro, devorei em apenas 4 dias, de tão fantástico que o achei. Só discordo de você em um ponto: que as coisas e preocupações mudaram tanto assim no decorrer do tempo. Em certo aspectos, até é, mas se você for analisar profundamente, a nossa sociedade, as nossas relações sociais, são muito parecidas com as descritas no livro. É da essência humana muitas coisas ali retratadas: a vontade de agradar, de ser falso em sociedade, de se relacionar com os outros porque a solidão não é bem vista, e mesmo os relacionamentos amorosos, que ainda são, para muitas e muitas pessoas, o maior interesse que podem encontrar, seja em suas próprias vidas, seja nos comentários de outras.


Renata CCS 22/10/2013minha estante
Compartilho de sua opinião. Este livro é único e apaixonante! Boa resenha!


Tarcísio 22/10/2013minha estante
Obrigado, Sabrina e Renata, por terem gostado da minha resenha. Um grande abraço.




Isabella.Lubrano 13/06/2015

Um grito de protesto pelo amor verdadeiro
Dizem que a Jane Austen não teve muita sorte no amor. Aos 20 anos, apaixonou-se perdidamente por um rapaz que a trocou por outra mulher - muito menos apaixonada, mas mais rica e bem nascida do que Jane. Sorte que Jane Austen nasceu com talento e sempre foi estimulada a escrever: assim ela pôde nos presentear com romances como "Orgulho e Preconceito", em que o amor verdadeiro e desisteressado - diferentemente da história dela - sempre triunfa.
Confira a resenha completa de "Orgulho e Preconceito" no canal do Ler Antes de Morrer no YouTube!

site: https://www.youtube.com/watch?v=2bKt-NJsZ3Q
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Renata CCS 22/10/2013minha estante
Boa resenha!




Mariana Cardoso 23/04/2011

Palavras são insuficientes para descrever quão grandiosa é essa obra, apesar de palavras terem sido o instrumento de Jane Austen - atualmente minha romancista preferida - para descrever e ironizar a sociedade inglesa de uma época em que bons casamentos, títulos importantes e grandes propriedades garantiam a vida de uma moça.

Orgulho e Preconceito é, antes de quaisquer relações sociais, um livro que lida com sentimentos. À primeira vista, Mr. Darcy é apenas um solteiro rico e orgulhoso aos olhos de Elizabeth Bennet, heroína inteligente e perspicaz (eu diria uma de minhas preferidas). As primeiras impressões (lembrando que a obra fora originalmente intitulada “First Impressions”) não favorecem ou embelezam nenhum dos dois lados. Com o passar do tempo e desenvolver dos fatos, suas opiniões mudam, assim como atitudes, principalmente nos momentos finais do livro. Aos poucos, torna-se mais fácil entender Darcy. E Eliza, em suas várias reflexões sobre cada acontecimento, vê nos olhos olhos daquele homem inflexível mais que uma dura expressão. Então há a descoberta do amor existente entre personagens tão marcantes.

Não menos cativantes, os outros personagens que constituem Orgulho e Preconceito são, em sua maioria, membros e amigos da família de Lizzie Bennet ou de Mr. Darcy (impossível não citar algumas das cinco irmãs da heroína - a companheira Jane ou a imatura Lydia - e a fútil mãe de Elizabeth). Aos poucos suas trajetórias se cruzam, revelando antigas relações – como a história que envolve Darcy e George Wickham.

Em suma, a obra é prova de que Austen está mais viva do que nunca; cada parte do livro é uma óbvia explicação para o fascínio que ainda exerce sobre leitores de todo o mundo – e agora posso orgulhosamente dizer que faço parte deste grupo.
Renata CCS 23/10/2013minha estante
Mari, terminei de ler há poucos dias e ainda estou maravilhada com a história!
Linda a sua resenha!


Mariana Cardoso 11/02/2014minha estante
Renata, Orgulho e Preconceito tornar-se parte da gente, não é? :D Obrigada!


Daia.Caciqui 04/09/2018minha estante
Talvez, por ter tantos elogios, eu acabei criando uma expectativa grande, em relação a estória, e quando fui ler o livro achei chato e acabei desistindo.




Raquel Lima 17/01/2010

Tudo que um romance tem que ter...
Acredito que o que nos faz sentir durante a leitura e agora ao terminar o coração empolgado, o breve sorriso nos lábios, é a satisfação do AMOR VENCER. Desejamos no fundo que o amor seja a mola, a alavanca, a solução, o veredicto final de tudo em nossa vida, no mundo. Desejamos que o tempo todo o amor seja maior do que toda a "grandiosa pequenez" dos demais sentimentos e das artimanhas sociais. E neste romance, perfeito, na estrutura, no sonho, nos protagonistas, apaixonados, na serenidade do amor, que infelizmente não vemos mais, ele triunfou. O amor que temos hoje é apressado, é indefinido, é sensual, se mistura com desejo, status, vontade, capricho, insegurança ou segurança. O amor de Elizabeth e Darcy é amor puro, vence sobre todos os argumentos e com uma satisfação que é mais que humana, é divina. Um outro ponto que estava conversando com um amiga que podemos refletir é como o caratér é importante na obra, não só o caratér, mas a inteligência, o indivíduo, não estas coisas vazias que nos tornamos. Talvez seja por isto que o amor não é mais tão grandiosa, não é o vencedor. Afinal, não a nada com maior dignidade do que o amor verdadeiro. Estamos nos transformando em seres que não temos condições de perceber o amor, a sua complexidade é muito para os indivíduos que nos tornamos, então, nos contentamos com o que entendemos...
Zambe 19/01/2010minha estante
adorei a sua resenha. parabens


Mayra Dias 24/08/2010minha estante
Estou lendo este livro e estou apaixonada.




Ronnie K. 28/09/2009

Ultrapassado
Realmente parecia-me que o livro todo seria uma maçante conversa sobre o tal baile que ocorre nas páginas iniciais. E olha que li umas 30 páginas! Deu nos nervos!!! A baleia encalhou feio na praia!!
Lima Neto 21/11/2009minha estante
não tenho uma opinião tão "radical" quanto a sua, não, e cheguei mesmo a terminar a leitura desse livro. mas cofnesso não ter gostado de todo desse livro. entendo toda a importancia histórica que se dá a Jane Austen, e a acho justíssima. mas que suas histórias são cansativas e sem emoção. eu particularmente gosto muito mais das irmãs Brönte. acho suas histórias mais intensas e marcantes.


Elton Matos 28/01/2012minha estante
Como se um clássico da Jane Austen fosse ultrapassado! Fala sério, vc nem chegou a terminar o livro, né? Pois bem, se tivesse terminado teria visto que o livro todo não se trata de um baile ¬¬


Gustavo 29/03/2013minha estante
Eu tbem encalhei no livro, os comentários são chatos e a autora escreve muito mal!!!


Paulinha 14/04/2013minha estante
Tinha acabado de ler Jane Eyre da Charlote Bronte...simplesmente NÃO HÁ COMPARAÇÃO ENTRE ELA E A Jane Austen...Como a própria Charlote disse em uma entrevista na época essa escritora é extremamente fraca e "não dá a mínima vontade de conhecer e conviver com os fúteis personagens dessa história"...odeio abandonar um livro mas simplesmente NÃO DEU!!!




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