Ayra

Ayra Andy Collins


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Resenhas - Ayra


6 encontrados | exibindo 1 a 6


Luana Moraes 30/11/2018

AYRA
Andy Collins enveredou para o lado negro da força em Cage, o primeiro romance dark, a pegada sombrio deixou algumas leitoras sem dormir, agora em Ayra, a autora traz um spin off para contar a história de uma personagem amada pelos leitores, Estela.

A pergunta que me fiz assim que vi o título foi, quem é Ayra? E respondo para vocês, Estela, a loira de língua afiada, senso de humor e que conseguiu ver por traz da fachada “perfeita” em que Erin vivia com Luke.

"Aprendi que nunca devemos nos omitir diante do abuso, mesmo que doa, que nos deixe em pedaços, nossa voz é única arma que temos."

Um ano depois de Cage, encontramos Estela diferente, lutando contra os seus temores, e constantemente assombrada pelo passado. Não é apenas a aparência que mudou, a personagem que encontramos aqui é outra. Estela pode ser considerada a fachada, mas Ayra, é quebrada, foi destruída por alguém que devia protegê-la.

"— Nunca quis ser salva — digo a ele. Não é bem por aí, eu já desejei isso, muito. Até o dia em que precisei salvar a mim mesma."

Porém, chegou a hora de deixar o passado para trás e seguir em frente. Seguir em frente quando os fantasmas dormem ao lado é difícil, quando os fantasmas estão a espreita prontos para devorá-la, mas Ayra vai descobrir que não está sozinha.

Sabe aquele personagem que você quer trazer para a vida real? Então, Daniel é ele. O personagem entende Ayra nos mínimos detalhes, é cuidadoso, observador e entende não; Não estou aqui admirando - o por entender um NÃO. Admiro, Daniel, por entender Ayra em suas dezenas de faces, por ser um bom pai, um bom irmão, e apesar de vacilar, um bom amigo.

Ele é doce. Intenso. Generoso. Daniel é um humanista e o mundos séria um lugar melhor se tivesse mais pessoas como ele, mas a história de Ayra, não é sobre ele, não é sobre o romance, e sobre aprender a viver mesmo depois que tudo foi perdido. Para algumas coisas não existe cura, mas é possível conviver com eles, encontrando coisas boas, pessoas boas e até mesmo a felicidade.

Andy Collins, conseguiu mais uma vez entregar um enredo humano, real e doloroso. Ayra é sobre recomeço, confiança, autoconhecimento, amizade e também amor. E para mim o mais importante em todo o processo de autoconhecimento da Ayra é ver o amadurecimento da personagem, a força, a personagem renasce das cinzas, várias vezes, luta contra seus fantasmas e os demônios que insistem em assombrá-la.


Ayra é um alerta para prestarmos atenção aos mínimos detalhes, por favor, denunciem, e lembrem-se vocês não estão sozinhas.

*O livro não romantiza qualquer tipo de violência física, psicológica ou abuso sexual,

* Ayra pode conter alguns gatilhos, então cuidado.

"Às vezes, a vida tem uma forma estranha de unir duas pessoas. Levando-nos por caminhos que podem ser cheios de espinhos, mas que no final, só servem para valorizar a nossa luta."

E ai curtiu? Deixa um comentário aqui embaixo e vamos continuar esse papo???

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Denise 25/11/2018

"Você é preciosa Ayra, sempre foi.
O que arrancaram de você não vai voltar, mas o que você construiu depois disso e a pessoa que você se tornou só prova o quanto é uma guerreira. "?????

Estou parada olhando pro computador pensando no que escrever sobre Ayra. Esse livro mexeu muito comigo, por ser uma coisa muito real, que infelizmente acontece mais do que a gente imagina. Vou por partes.
Primeiro personagens:
Daniel não me decepcionou, ele desempenhou o papel dele (nem sei se é assim que se diz kkkk), ele destacou na medida certa, nossa guerreira Ayra que brilhou, tiveram momentos que parei a leitura e queria abraçar todas as "Ayras" tão bem representadas aqui, que personagem linda, guerreira, amiga...
David que amorzinho ?.
Javier seja meu amigo?
Delícia reencontrar personagens que tenho tanto carinho.
Segundo: autora,
Andy, que orgulho senti de você!
Você escreveu com tanta sensibilidade um tema tão pesado, triste, com Cage você já pôde ajudar muitas mulheres, com Ayra não vai ser diferente.
Terceiro: Ayras,
infelizmente, como já disse existem muitas Ayras. Dói muito pensar que existem pessoas ruins a ponto de machucar o semelhante.
Outro dia em um post no Facebook , onde o objetivo era descontrair, viralizou com relatos de abusos sexuais. É muito triste que muitas vezes o responsável por isso são pessoas que estão aqui pra cuidar e amar...
Eu sendo mãe me dá um aperto no peito.
Eu, Denise, desejo para cada Ayra que estejam melhor, vocês não tem culpa, não merecem o que aconteceu, sintam- se abraçadas.
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Deborah.Rodrigues 27/11/2018

Que possamos enxergar e ajudar as Ayras q estão ao nosso redor!!!
É com lágrimas nos olhos que termino esse livro.
A carga emocional dele é intensa demais.
O amor refletido em Ayra e Daniel é magnífico.
Esse livro me fez refletir o quanto pode haver perto de mim pessoas que passaram e passam por situações como essa e não conseguimos enxergar.
E o mais importante, a vítima nunca tem culpa de um abuso, se vc que é ou já foi vítima de abuso saiba disso. A culpa nunca nunca será sua.
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joana 25/11/2018

Queria ter gostado mas não aconteceu.
Tenho finalizado leituras muito boas, com enredos fascinantes e bem escritos. Queria muito ter gostado da leitura de Ayra pois tem sido indicada por uma blogueira amiga que ficou enchendo meu saco como toda amiga faz. mas não aconteceu.
Depois de ler "Vox," "O ódio que você semeia", "O menino de pijama listrado" , "Revolução dos bichos" e "Não conte para a mamã", quando iniciei leitura de Ayra não teve como sentir escrita sofrível. Fiz reset mental de autora ser nacional mas seu nome ser de gringa, enredo gringo (mas isso nem dei bola) capa igual de livro de K. Webster que li há tempo e gostei muito. Meu maior problema é que esse enredo é igual a de muitos que todos os dias são lançados em inglês. Não trouxe nada da autora para história. Não deu liga com autora e sua identidade.
Esse jogo de princesa e dragão tem em outros livros. Sim, nada se faz e tudo se copia, mas faltou sentir autora nas linhas.
Desejo muit sucesso e sorte porque foi indicada por alguém que tenho boa relação e me sinto quase na necessidade de justificar essa resenha porque sempre que resenho autor nacional vira print em perfil quando nunca critico sem pensar. Dou exemplo de Lola Salgado que era autora de wattpad e hoje tem sua identidade de escritora. Critiquei seus livros e hoje sei valorizar sua evolução. Irei dar mais chance para autora porque sigo e apoio autores nacionais com suas vendas, mas desejo que Andy Collins não se cole em internacional e tenha mais identidade de escrita. Sentia que estava lendo um livro gringo traduzido por GT com frases de efeitos gênero Colleen Hoover. Vira de drama para hot para thriller e em uma página repete "gozar" e suas variantes muitas vezes. Bagulho estranho que forçou a barra.
Posso estar sendo injusto em mim mas tenho dificuldade em aceitar autor nacional com identidade de internacional (nome, capa, título e escrita). Como leitor apoia autor nacional se nem autor faz a simples escolha de ter nome nacional?
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Julyana 26/11/2018

Ayra
Indicação... e avaliação pessoal ok?! Não sou blogger, não tenho page e lá lá lá ...
Eu não sei o que falar, e já faz um tempo que penso no que falar 🙈, desde que terminei. Todas as vezes, nos livros da Andy Collins eu fico fazendo comparativos sobre sua escrita em relação aos anteriores, e não é segredo que vou repetir: evoluindo pra melhor a cada dia ... as coisas que escrevo aqui na indicação, eu já disse previamente à ela:
* Samantha 😂😂 eu sempre pergunto o que você achou;
* Tive medo do Daniel ser um "mané", mas ele não é... 😍😍 Daniel é fofo, Daniel sabe quem quer;
* e a Ayra... é o livro dela, e é sobre ela que não sei o que dizer ❤💔, e aqui escrevo com lágrimas e quem ler até o fim entenderá... sou ruim com palavras, difícil em expressar sentimentos (hã, hã, sou aquariana), mas uma abraço apertado em todas as Estelas
5 stars 😎😎 e feliz que vou poder colocar lá na minha contagem GR é Skoob 🤪🤪🤪
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Pick a Book 22/11/2018

Ayra
4 estrelas

Desligo meu Kindle e pego o celular. A primeira coisa que faço é mandar uma mensagem para a autora deste livro dizendo "que porra de texto foi esse?". E não foi no mal sentido. A Andy Collins a cada livro mostra uma melhora gigantesca em relação ao anterior, e aqui traz um texto cativante, natural e sem mimimi desnecessários.
Sabe, pode ter gente que vai amar e pode ter gente que não vai gostar, como em todo livro costuma ter. Eu mesmo, até 90% da leitura já tinha uma ideia do que falaria numa resenha. Já tava na cabeça tudo bonitinho... tudo o que eu pretendia pontuar e também parabenizar. AYRA não tem uma história fácil e já aviso que tem gatilhos, mas na verdade o foco é no drama, não é dark como em CAGE. Aqui vemos o autoconhecimento, o redescobrimento de uma identidade, a superação e a força surgir em uma mulher que mais do que merecia a felicidade. Entretanto, quando chegou uma certa parte do livro, a autora, sem aviso, pegou meu coração e apertou TÃO forte que a abundância de lágrimas caíram instantaneamente.
Eu parei.
Chorei.
Respirei.
Limpei a cara do jeito que deu pra poder continuar a leitura.
Então, o mais importante disso aqui é que independente do que você ache do livro não irá sair a mesma pessoa que o começou.
Porque...
"Existem mulheres fortes e mulheres que ainda não descobriram sua força."
Por favor, por favor, por favor, não se calem.

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