Apartamento 41

Apartamento 41 Nelson Luiz de Carvalho




Resenhas - Apartamento 41


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Bruno Dantas 16/03/2011

Resenha Particular
Data de início da leitura: 14/03/11
Data de término da leitura: 15/03/11

Leitura totalmente dispensável. O livro é legalzinho, bom para matar tempo, só que a história não tem nada demais. O autor quis escrever sobre a vida dele, só que tem tantas vidas mais interessantes que valem a pena serem escritas...
O Terceiro Travesseiro é infinitamente melhor, mais interessante e instigante!

A única lição que tirei (forçada) foi: não leve uma vida de mentira! [novidade]

Quer ler um livro gay que vale a pena: Salto Mortal, da Marion Zimmer Bradley! Fiz uma resenha sobre ele. O melhor do gênero até agora! Ou então leia O Terceiro Travesseiro mesmo.
Diego 01/06/2011minha estante
Bom, eu detestei O Terceiro Travesseiro, esperava bem mais, achei o autor sem nenhum domínio de escrita, a história era boa mas não foi bem desenvolvida. Se ele é infinitamente melhor que Apartamento 41 nem vou perder meu tempo. Mas vou procurar o Salto Mortal, valeu pela dica!!




Douglas 11/02/2011

acabei de ler ,Esperava muito mais.
Apartamento 41 foi uma literatura inútil, terminou com coisas não esclarecidas, com uma passagem rídicula no final sobre linguiça e o livro por um todo não tinha um conteúdo que o fizesse envolver com os personagens. Leonardo por mais que declarasse amar lorenzo, isso não dá para sentir no livro. As coisas são sempre muito simplórias ou promiscuas d+! Além de entrar em contradição quanto ao que pensa e ao que faz durante o desenvolver da história.

Nem toda literatura precisa ser emocionante quanto ao Terceiro Travesseiro.porém precisa ter no mínimo um conteúdo interessante com alguma critica social, o livro foi como ler um diário, um blog ou algo do gênero
Junior Alvees 01/05/2013minha estante
Cara também esperava um pouco mais, pois li criticas na internet e pelas criticas achei que o livro fosse um maximo, mas me decepcionei um pouco confesso que as vezes ficava meio confuso na leitura...




Janus 08/03/2009

É um livro simples, que somente mostra como a vida estavel de casado heterossexual é substitida por uma vida promiscua e cheia de risco e consequências do mundo gay.
Maressa 18/01/2010minha estante
Verdade.


Anderson 04/07/2012minha estante
O livro não é muito bom, mas seu comentario é bastante preconceituoso, quase desnecessário.


Beto 24/01/2014minha estante
O livro não é muito bom, mas seu comentario é bastante preconceituoso, quase desnecessário [2]


Geovani 12/09/2017minha estante
O livro não é muito bom, mas seu comentario é bastante preconceituoso, quase desnecessário [3]




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Hugo Dalmon 13/12/2012

Cara de Paisagem
Se fosse uma história de alguém que eu conhecesse acharia até legal, seria um bapho e tanto. Mas, pra um livro, achei tudo meio 'desregulado', achei que autor conseguiu trabalhar bem no roteiro, mas, no entanto, deixou de explorar alguns personagens que dariam mais caldo. Não foi surpreendente e a história me pareceu terminar sem começar. Não teve nenhuma profundidade reflexiva e a única mensagem que o enredo pareceu passar foi a de que o mundo gay é promiscuo quando as pessoas se descobrem gays, mas que tomam juízo com o tempo.
Ainda, pensei que em "O Terceiro Travesseiro" o ritmo adolescente da narração marcava a mentalidade dos protagonistas. Mas, acho que é a marca do autor mesmo. Embora nessa obra, esteja um pouco mais madura na narração. Enfim, como li em um resenha, realmente me pareceu ler um blog.
Paolla 14/12/2012minha estante
Nem vou ler mais!! (riscando da listinha pra 2013)


Rafael Bonfim 17/10/2016minha estante
Hugo, então vc diria que esse título não tem gabarito nem para roteiro de cinema?
Qual outro na mesma linha e temática vc me indicaria??

Abraço


Hugo Dalmon 28/12/2016minha estante
Rafa, desculpa a demora. Quase não uso essa rede social.
Respondendo:

Eu não curto muito essa imagem clichê do universo LGBTT.
Bom, curti o Terceiro Travesseiro do mesmo autor, embora não achei incrível. Tem um livro, do Marcelino Freire, Nossos Ossos, que aborda o universo gay em suas dificuldades de adaptação nos padrões sociais, mas ele consegue fazer isso saindo do clichê, buscando uma narrativa ousada e tecendo personagens mais ricos, que não se resumem a uma energia baixa e nem constrange o público com cenas de sexo amadoras.
em As vantagens de ser invisível, embora não seja o tema principal, há a abordagem, também, gostei muito.
Sou suspeito, mas em Babilônia Encantada, também acontece a abordagem do tema LGBTT com muita constância dentro da história.

Espero ter ajudado. Forte abraço, rapaz.


Rafael Bonfim 28/12/2016minha estante
Valeu amigo.
Mesmo depois de 2 meses (rs) vc teve paciência de me responder, ganhou pontos comigo. Obrigado por desmistificar o enredo, e me indicar outros títulos de livros nessa linha. Isso ajuda a construir personalidades dos personagens que escrevo.

Quando tiver mais sugestões de leitura, por favor não exite em me chamar OK.

Abraço.


Hugo Dalmon 29/12/2016minha estante
Ahh, imagina! Trocar ideias sempre acrescenta para todos nós. É um prazer.

Provavelmente, existem outros livros que abordam o tema e que eu já tenha lido, mas não me lembro. Portanto, caso eu me lembre de algo, te dou um toque.

Abraço!!!


Rafael Bonfim 29/12/2016minha estante
Valeu Hugo. Vou aguardar sim amigo.


Victor.AssunAAo 20/04/2018minha estante
Hugo, foi vc mesmo que escreveu babilônia encantada?? eu estou louco para ler o seu livro, mas não consigo encontrá-lo para vender facilmente, me dá um heeelp kkkkk as críticas estao mto boas!




Gabriela 06/01/2010

"Não esqueça, Vera, que os iguais se reconhecem!"
A história é narrada em primeira pessoa por Leonardo, um homem de trinta e cinco anos, casado e pai de um menino. Somos introduzidos ao momento em que, mesmo com o sucesso em sua carreira profissional, o protagonista se sente incomodado com o rumo que sua vida tomou e acaba de tomar uma decisão para acabar com a apatia que se instalara nela.

Somos apresentados à vários homens, mas para não estragar a surpresa, cito apenas Adriano e Lorenzo - que ao meu ver foram os mais marcantes. O primeiro com seu temperamento imprevisível e um quê de autoritarismo e o segundo com sua personalidade adorável, que aos poucos se transforma tanto que, no fim, não é possível diferenciá-lo de uma ex-esposa vingativa.

O livro começa - e continua por uma boa parte - ao estilo "100 escovadas antes de dormir", depois desacelera até conseguir um ritmo semelhante ao "A Cartomante" até findar do jeito que ele deveria ter sido escrito desde o início. Às vezes, a narração torna-se embaralhada enquanto a personagem divaga e se põe a relatar acontecimentos passados quando no parágrafo anterior estava narrando uma ação presente.

E não posso esquecer de endossar uma observação que a Bruh fez na crítica dela e eu ri na época: Por que raios Apartamento 41? Passei várias páginas imaginando o que ele seria, qual daqueles ele seria, o que ele teria de tão especial, para o título ser citado uma só vez de uma forma banal. Concordo em gênero, número e grau que o título é sem sentido.

Para quem aprecia o estilo da Melissa Paranello, vá em frente e farte-se com o livro.
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Leonardo 27/02/2010

Eu achei o livro interessante, mas não é um livro com grandes surpresas.
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Rafael R.S. 10/07/2013

Fraco.
Não desmerecendo o trabalho do autor, - que em minha opinião não é dos melhores, mas é aquela questão de: "se fala mal, faz melhor" - mas o livro é necessariamente dispensável. Eu o li por indicação. Pois bem, acredito que assim como eu, todos aqueles que o leram, sentiram uma possível sensação de que o autor estava, na verdade, citando fatos de sua própria vida. Com um estilo simples e cotidiano o autor desenrola uma história erótica infinita, em um mundo gay, que segundo o livro, mais promiscuo seja impossível. O livro apesar dos apesares e de não ter um roteiro tão bem estruturado, não me fez abandonar o livro. Ainda que, além de fraco, foi o suficiente pra eu não ir atrás de outros títulos do autor.
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Basílio Santos 21/10/2016

Poderia ser melhor
Com muita certeza posso dizer que Apartamento 41 não é um livro que merece nota acima de uma estrela, essa é a minha opinião. Claro que o livro traz algumas situações para refletir.
A vida homossexual é por demais “dolorida”, pois é preciso enfrentar o preconceito constantemente da sociedade, e, em muitos casos da própria família. O livro mostra a dura realidade de um gay casado por quinze anos, tem um filho, mas de fato não é a vida que ele sonhou.
Enfim, o livro por ser GLS trás situações que infelizmente acontece no dia a dia de muitos gays, chego até dizer que tamanha falta de cuidado se deve a falta de orientação e apoio, mas, o livro é muito fraco.
De certa forma o “universo” gay não é feito de drogas, sexo, sexo e sexo, o livro parece que se baseou somente na promiscuidade, isso é péssimo. Teve momentos que pensei que estava lendo uma biografia não autorizada ou autorizada do prórpio autor ou de um amigo, que horror.
Diferente de alguns comentários que andei lendo, o livre não é para ser eterno, desculpa autor, mas tinha tudo para ser um excelente livro. Na minha opinião o nome não diz nada com a história, Apartamento 41 deveria ser o pano de fundo, mas não é.


site: http://basiliosantos.blogspot.com.br/
Brunna.Oliveira 22/10/2016minha estante
Basilio entra no meu canal: entre elas fusi! Sugere um livro para nós!




Joe Lira 04/02/2009

Só não é perda de tempo porque o livro é fininho! mas é bem fraquinho, tipo sessão da tarde!
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LIKO 12/01/2009

Muito ruim
Livro muito ruim, nem dá pra acreditar que é do mesmo autor de 'O 3º travesseiro'
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Vinicius'' 31/08/2012

Interessante, porém "morno"
Uma história empolgante para quem está tentando descobrir um pouco mais sobre o mundo não só da homossexualidade, tratada enfaticamente no livro, mas no diversificado mundo de sexualidades que nos rodeia atualmente.
Leonardo, um homem de 35 anos que vive com sua mulher e filho uma vida consideravelmente boa, começa novamente a se render ao seu oculto desejo por homens, encoberto por quinze anos de um casamento que foi bom nos primeiros anos, mas que começou a esfriar quando ele percebeu que ainda sentia uma forte atração por pessoas do mesmo sexo.
Ele inicia então uma série de aventuras, a começar pelo divórcio do seu casamento com Isabela; começa a procurar, não só uma nova pessoa com quem se sinta bem, mas também o seu próprio "eu", que acredita estar, só agora, começando realmente a descobrir.
O livro é interessante, prende um pouco a atenção do leitor por conta do enredo composto por situações com uma certa conexão, o que mantém a história com uma intensidade um tanto homogênea; porém apresenta cenas sem tanto impacto, um tanto "mornas" e por isso não é, do meu ponto de vista, uma história tão emocionante quanto outras que já li, mas é um bom livro.
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john.bryan.5454 08/03/2016

Deixou a desejar.
Tinha tudo para ser um ótimo livro. Mas faltou enredo, faltou seguir uma lógica cronológica dos fatos. Faltou pesquisa, tem uns erros teológicos afro ridículos. além de que se eu (gay) transasse a metade do que ele diz que transamos minha nossa. Deixou um ar de promiscuidade que não existe.
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Joniel 20/05/2010

...Observação...
...Como em "O terceiro travesseiro", Nelson Luiz só peca ao incluir muitas partes eróticas, mas fora isso manten-se uma ótima história com boas doses de humor e um certo drama pessoal, uma ótima história...
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