Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom Sophie Kinsella




Resenhas - Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


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Julia Rafalski 25/02/2010

Achei um saco. Fútil até o fim dos dias, falando sobre uma mulher que não consegue se controlar com as compras e ainda sim consegue tudo que quer. Hello, girls, estourem o limite do cartão de vocês e tudo que vão conseguir é o nome no SPC. Esperava tanto mais do livro, uma história engraçada, inteligente, mas me decepcionei.
Takeshita 27/02/2010minha estante
Adorei a sua resenha e muito mais a sua observação de que a vida não é igual a um livro, uma novela ou um conto maravilhoso. Livros são feitos para vender, não importa se o enredo é real ou não. Eu vi o filme que fizeram do livro e sinceramente achei um filme bom, mas que passa essa mensagem errada de conto de fadas de uma Patricinha!!!


Milly Ricardo 17/09/2013minha estante
Oi Julia, gostaria de saber se vc troca esse livro? Ele esta em bom estado?


Jéssica 15/11/2013minha estante
Oi Júlia. Acabei de lê-lo e gostei muito do livro, mas realmente cheguei a ter o mesmo pensamento que você. A personagem é muito fútil e muitas vezes tinha vontade de esganá-la.kkkk. Mas,no geral, também cheguei a pensar de outra forma, pois todos nós temos nosso momento de fraqueza, futilidade e loucuras e que podemos consertar.


Márcia Rodrigues 30/01/2014minha estante
Li o livro e tive outra percepção da história. Para mim, Sophie mostra a sociedade em que vivemos, uma sociedade de consumo, mas o consumo também é simbólico, é algo para se pensar sobre. Muitas pessoas descontam suas frustrações nas compras, atolam-se em dívidas e não sabem administram suas finanças. Quanto a isso o livro mostra como bancos e cartões de créditos incentivam o consumo e cobram taxas e juros muito altos. Penso que a autora tentou mostrar isso com humor e uma pitada de romance. Não como um conto de fadas contemporâneo.


Daniele 01/05/2014minha estante
Meu é bem gosto mesmo...
Achei o livro demais, aqueles que gostam de ler de verdade vivem o livro, choram, riem e se divertem..
Pra mim só falta a 5ª edição... E a cada página me diverto com as coisas que a Rebecca faz.
É somente uma questão de ver a história por outro lado...As edições nas livrarias ainda continuam caro.Mas tem no Sebo, achei por R$14,00 a 4ª edição pq os outros eu tenho...


Jefferson 10/05/2014minha estante
Achei essa resenha como se a leitora tivesse lido apenas a contracapa, com uma análise mais fútil do que é descrito o livro. A análise mais profunda, ou uma visão real do livro aqui jaz, enfim, cada um com seu ponto de vista.


Brisa 22/07/2014minha estante
Ao meu ver, a autora transmitiu de forma engraçada e cativante uma boa lição de vida. Existem muitos compulsivos neste mundo, não especificamente por compras, mas que procuram esquecer seus problemas internos com outros objetos. Eu por exemplo, quando não estou bem, me afundo nos livros... rsrs Mas ainda não me considero problemática, e nem estou negando como Becky! huahauh


De 06/08/2014minha estante
Concordo com voce,que livro ruim,comprei esse livro num impulso sem pesquisar,achei que seria uma história interessante,com humor e romance, não cheguei a página 60.


Keiko 15/04/2016minha estante
Ai Julia, se tivesse lido seu comentário antes não teria comprado o livro e assim os livros são caros, sempre estão com o valor alto!! E a besta aqui no impulso comprei 1 e 2 (delírios de consumo na 5ª avenida) >_<


Sabrina 06/12/2016minha estante
Concordo inteiramente com a Julia. A personagem principal mente, inventa, não cumpre promessas, foge dos problemas, é bem fútil e interesseira. Tem pessoas que acham isso engraçado, eu não. Experimenta ser desrespeitada como ela fez com o gerente do banco, querendo ou não, ele é um trabalhador e está fazendo o trabalho dele. Experimenta ter um funcionário que não dá a mínima para o trabalho. Experimenta sair com uma pessoa que só quer saber do teu dinheiro.

Engraçado é que ela é hipócrita também, deu conselhos para as pessoas e não seguiu o próprio conselho! isso foi o fim pra mim.

Não vale a pena uma leitura que não te acrescenta nada, só te ensina que é bom e divertido mentir e enganar as pessoas. Achei que ela se tornaria madura, pagaria as contas e pediria desculpas aos pais e aos amigos, mas não. No final, não cumpre a promessa de novo.


Débora 24/12/2016minha estante
De fato Julia, no início achava engraçado esse jeito "atrapalhado" da Becky. Mas com o passar do livro você percebe que na verdade ela é uma irresponsável, fútil, incompetente e preguiçosa.
O que mais dá raiva é como absolutamente tudo é fácil para ela, não importa o qual irresponsáveis, imprudentes e ridículas sejam a suas atitudes no final ela sempre consegue tudo o que quer e até mais, a dá licença!


Lucélia 15/01/2017minha estante
Respeito sua opinião, mas lendo e vendo o filme, nós temos uma historia que mostra como o mundo é capitalista, e como as pessoas só querem saber de comprar e se sentem bem com isso, mas a vida só afunda, leia as entrelinhas, conheço muita gente assim, e acaba virando uma doença, sorte daqueles que conseguem mudar...




Mandy Porto 01/02/2010

Muito Bom *-*
Eu sempre quis ler esse livro, e essa semana finalmente eu tive o prazer de lê-lo. Desde as primeiras páginas lidas eu já soube que seria uma leitura boa e agradável. O tópico principal do livro é dinheiro, dinheiro e dinheiro, mas Sophie escreve tão bem que nada ficou repetitivo. E eu estava certo afinal, Os delírios de consumo de Becky Bloom foi uma leitura engraçada, diferente e muito boa.


Virei fã de Sophie Kinsella e não vejo a hora de ler as continuações e suas outras obras. Pena que seus livros são praticamente um olho e um nariz da cara. Hihihi Mas vamos esperar pela queda de preços e pelos + cultura e saraiva plus.


Recomendo sim Os delírios de Consumo e tenho a certeza que muitas mulheres vão gostar. Rebecca Bloom é uma ótima personagem principal, seus delírios são ótimos para rir e para pensarmos em nossas próprias ações. Não assisti ao filme ainda, mas eu adoro a atriz que fez a Becky. Espero que seja bom quanto o livro.





mais resenhas em: http://mylittleworldofbooks.blogspot.com/
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Flávia 12/02/2013

Porque comprar é tudo de bom!!
Então, vamos lá! Conhecemos a Rebecca ou Becky, uma moça solteira, que divide um apartamento com a Suze, a amiga rica e, portanto sem necessidade de trabalhar ativamente, mas bastante criativa e habilidosa. Aquela pessoa que parece nascer com “o bumbum virado para a lua”: sem esforço, consegue grandes feitos. Becky é uma jornalista especializada em finanças, e tem um bom emprego. Diverte-se entre escrever colunas para o jornal para qual trabalha, ir a conferências ou feiras do ramo, onde tenha champanhe de graça, e comprar. Comprar de tudo. Na verdade, ela especializa-se em comprar roupas, acessórios, produtos de beleza e sapatos. São seus favoritos. Ah, e indispensáveis, sempre!

O enredo vai levar-nos a um passeio pelo consumismo desenfreado de Becky. Desde os motivos que ela cria para ter que comprar algo urgente (imagine que em uma parte ela quer muito comprar algo, e buscando por um pretexto, decide: “compras de Natal”. O único, porém é que estamos em março!) passando pelas situações, às vezes desastrosas, que ela se coloca para adquirir algo, até os apuros que ela tenta burlar por conta de cartões de crédito estourados, empréstimos de amigos, e cobranças de bancos. Ela não mede esforços para comprar algum item, que normalmente ela acaba encontrando no momento e torna-se extremamente necessário. O famoso consumo por impulso.

A escrita é em primeira pessoa, e às vezes, a Becky conversa animadamente com o leitor. Bastante fluida. Li esse livro realmente muito rápido. A maior parte é bem divertida. Mesmo que você não ria, de fato, vai sorrir em algumas circunstâncias que surgem, e que não são óbvias, ou facilmente identificáveis. A autora consegue surpreender. Não é aquela velha receita de bolo de comédias românticas. Até o final conseguiu me deixar pasma.

Infelizmente a folha é branca, mas para compensar, a fonte é tão grande que não me senti cansada ao ler. Não abre em 180º perfeitamente. Também achei um pouco apertado: margens estreitas, pouco espaçamento.

Um destaque especial para as cartas de bancos e cartões de créditos que ela recebia, e eram transcritos para o livro. As desculpas que ela tinha para cada uma valeriam um livro (opa! E não é que viraram!).

DL 2013 (http://desafioliterariobyrg.blogspot.com.br/) - FEVEREIRO lIVROS QUE NOS FAÇAM RIR / DRD 2013 (http://www.silencioqueeutolendo.com.br/)ÍTEM 9
Gustavo 13/02/2013minha estante
Flávia,
Vc é uma especialista em resenhas, hein?!?! Muito boa!
Eu já esgotei minha cota de chick list (não faz muito o meu gênero rsrs), mas é sempre bom conhecer um novo livro...
Um abraço!


Flávia 13/02/2013minha estante
Ah, e vc não sabe minha saga... Eu detesto com todas as minhas forças o livro Melancia, e me senti a estranha porque a maioria acha o livro, no mínimo, engraçadinho. Daí, tentei de novo, e li um da Meg Cabot, e não gostei. Esse foi a minha terceira tentativa, e passou no teste. Mas, ainda é um gênero que não confio muito. Este livro é completamente mulherzinha, por causa do tema central, hehe


Flávia 13/02/2013minha estante
Aff, o principal: obrigada!!!!!


May 15/02/2013minha estante
Quero ler! Todo mundo fala bem, mas nunca tinha lido de fato uma resenha rsrs


Flávia 15/02/2013minha estante
May, para quemgosta de chick lit, é um prato cheio. E mesmo pra quem não gosta, é bom. Achei escrita dela melhor do que a da Marian Keys.


Michelle Gimene 15/02/2013minha estante
O mais legal é que Becky trabalha com finanças, mas não consegue controlar suas próprias contas. As desculpas que ela inventa são hilárias! Que bom que você gostou. Esse é um dos poucos chick-lit que recomendo sem pestanejar!


Flávia 15/02/2013minha estante
Finalmente!! Gostei de um!! hehe!!
POis é, e as desculpas que ela cria nem são para outras pessoas, são para ela!!


Hannah 16/02/2013minha estante
Desse jeito vou ter que ler esse livro.
Eu só vi o filme. O problema é que os livros da Sophie são muitooooooo caros :(((

Ahhh, ela diz q fala norueguês no livro?


Flávia 16/02/2013minha estante
No livro, é finlândes, hehehe. Alguém me disse que muitas coisas são diferentes entre as duas mídias.
Embora muitas coisas absurdas, eu gostei do livro!!
Beijos


Nedina 18/02/2013minha estante
Eu adorei esse livro e o filme tb eh mt engraçcado.
O Gustavio tem razão, suas resenhas estão óitmas


Nedina 18/02/2013minha estante
Eu adorei esse livro e o filme tb eh mt engraçcado.
O Gustavio tem razão, suas resenhas estão óitmas


Flávia 18/02/2013minha estante
Obrigada, Nedina.
Ainda não vi o filme...


Jacy Coelho 28/02/2013minha estante
Eu não suporto o filme...mas deu até uma vontadezinha de ler o livro, já que voce falou tão bem.


Flávia 28/02/2013minha estante
Hihihi, realmente não sou fã de filmes nesse estilo. E disseram que tem bastante diferença entre o livro e o filme. Dos três livros que li dessa autora, esse foi o que menos gostei.


Marcela 20/02/2015minha estante
"Infelizmente a folha é branca, mas para compensar, a fonte é tão grande que não me senti cansada ao ler. Não abre em 180º perfeitamente. Também achei um pouco apertado: margens estreitas, pouco espaçamento."
Concordo com você!
Uso óculos e amo ler os Livros da Sophie, o problema é que a folha branca cansa muito a minha visão.
Mas sendo loucamente apaixonada por todas as "aventuras" que a autora escreve, sigo em frente e me divirto.


Eliete Oliveira 03/06/2016minha estante
Adorei a resenha, realmente a Becky é divertidíssima, ainda não li o livro mais o filme é um dos meus favoritos! Gosto do desenrolar e do enrolar da historia, quem procura ler já deve saber de cara que este livro vai sim tratar de assuntos sérios mais de forma totalmente descontraída. Vai mostrar que você deve ser, antes de ter e ter não necessariamente vai tornar a sua vida mais fácil.




Andreia Santana 15/10/2011

Muito mais que uma leitura gostosa de sessão da tarde
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é para ler e “consumir” (sem trocadilho, sério!) como uma gostosa comédia romântica, daquelas que fazem rir e pronto, passado o efeito, fica a sensação de que você se divertiu bastante e não precisa ficar remoendo ou pensando muito no assunto. Acredito que esse tipo de leitura é bastante saudável, mas só recomendo para quem não leva a vida muito a sério ou para quem tem tempo de sobra para gastar com diversão, independente de aprender lições edificantes com os livros.

Mas, que bom que sempre tem um mas, não é só isso. A ideia deste livro não é dar lição de moral, nem fazer você se debruçar sobre os grandes problemas da humanidade, não resgata heróis do passado e muito menos reflete os dramas sociais da parcela da humanidade que vive muito abaixo da linha da pobreza. Mas (olha o mas aí) há um engajamento no livro, um compromisso com a contemporaneidade, a sociedade de consumo, o descartável, o ágil e o fashion. Há uma mensagem, embora ela seja passada de forma leve, lúdica e sem nenhuma pretensão de ser levada a sério como um manual cartesiano.

A trama desenvolvida com grande humor pela escritora Sophie Kinsella conta a história de Rebecca Bloom, uma jornalista de economia que aparentemente não entende absolutamente nada do tema sobre o qual escreve, vive pagando mico em importantes entrevistas coletivas e está endividada até a alma, dando mostras de que, apesar de escrever sobre finanças, tem as próprias contas em estado de lástima.

Por ser jornalista, era de se esperar que eu ficasse chateada com a Sophie Kinsella (que é minha colega de profissão, inclusive), porque a visão da autora sobre o ambiente do jornalismo especializado é bem cruel, sem concessões, uma crítica ácida e às vezes até meio azeda. Eu adorei, além de concordar em gênero, número e grau. Apesar de algumas estereotipagens para dar o molho ao romance, em linhas gerais, Sophie, que era jornalista de economia antes de virar escritora, dá um show de lucidez ao radiografar a relação muitas vezes ambígua entre as empresas de relações públicas (leia-se assessorias de comunicação) dos grandes bancos e grupos financeiros, com os jornalistas que deveriam, em vez de copiar releases descaradamente, ter uma visão crítica dos números e balancetes sempre favoráveis (para os bancos) e nada preocupados com os coitados dos aposentados, por exemplo, que guardam suas economias nas respeitáveis instituições.

A troca de gentilezas, presentinhos, jabás e que tais também estão nas páginas dessa despretensiosa comédia romântica que no fim das contas, merece ser bem mais levada a sério do que é de fato. Sabemos, e não posso ser ingênua, que assim como em qualquer profissão, há os bons e os maus jornalistas. E que, do repórter ao dono da empresa de comunicação, os graus de honestidade ou corrupção têm mais variáveis que uma equação do segundo grau.

A vida caótica de Becky Bloom, seja às voltas para driblar o gerente do banco e não pagar as próprias contas (mais por imaturidade do que por desonestidade) ou para conquistar o homem dos sonhos, é o pano de fundo onde Sophie deita e rola divertindo-se tanto com as agruras e as ingenuidades (oooh como são bobinhas) das mulheres modernas, quanto para destilar sua crítica contra uma imprensa comprometida com as corporações e não com o cidadão comum, que é, em tese ao menos, o real motivo da existência da imprensa “livre”.

Becky Bloom é uma heroína às avessas. Cheia de falhas, fútil, mentirosa, insegura, consumista ao excesso (e o consumo excessivo é prova da insegurança), desmioladinha, gasta mais do que ganha, dá foras enormes, não consegue entender muito bem os desejos e anseios dos outros, a menos que digam respeito a ela mesma. Tem 25 anos (ou seja, acaba de se formar, entrou no mercado há pouco tempo, se sente mulher mas ainda age meio como adolescente tardia) e precisa levar umas porradas ao longo do livro para crescer e virar gente.

A virada da personagem é muito bacana de acompanhar. O amadurecimento de Becky é ao mesmo tempo o amadurecimento do livro, que começa desmioladinho como a protagonista, mas chega ao final das suas 300 e tantas páginas revelando-se muito mais que apenas uma leitura gostosa de sessão da tarde.
João Gomes 13/11/2011minha estante
Essa resenha é sua?


Andreia Santana 13/11/2011minha estante
Sim, João Felipe, a resenha é de minha autoria. Sou jornalista profissional e pesquisadora de literatura, escrevo resenhas profissionalmente. Todas as resenhas aqui na minha págna do Skoob são minhas e foram feitas após a leitura e reflexão sobre as obras. Essas mesmas resenhas estão publicadas no meu blog pessoal e algumas sairam na mídia, por isso, meu material é protegido por direitos autorais. Quem copiar, precisa citar minha autoria. Abraços!


Jefferson 10/05/2014minha estante
A resenha mais interessante, não desmerecendo as demais, de fato alguém que tem realmente alicerce no que escreve. A descrição está impecável.




Noturninha 25/10/2014

Um livro inútil, infelizmente, pra quem esperava que o livro fosse melhor que o filme. Aqui acontece o contrário.
Primeiro, a personagem é burra. Você não consegue acreditar nas burrices, pois, se fosse eu, já teria dado um jeito de me livrar das dívidas há muito tempo. Várias oportunidades que ela teve de ganhar dinheiro, ela conseguiu jogar no lixo. É criança, pois as suas desculpas que envia ao banco sobre porque não pode pagar são RIDÍCULAS! Você sente vergonha alheia e não acredita que uma pessoa faria isso.
O que mais decepciona no livro é que ele não tem nada além de Becky e sua rotina com dívidas. Apenas isso. O livro só fala da rotina dela. Não há nada além. Esperava que falasse sobre ela realmente ser super hiper consumista e suas consequências. E ela é, mas a história já começa com ela torrada de dívidas, então as consequências já ocorreram e não tem tanta surpresa assim.
Esperava que ela falasse mais sobre esse consumismo, passasse uma mensagem de apoio, de como isso se torna doença e de como as pessoas podem se identificar e melhorar. Como acontece no filme, no momento que ela procura um grupo de terapia. Mas consumir é tudo muito normal e você só terá dívidas. Na verdade, o "consumir" da Becky do livro não parece tão fútil e grave como o "consumir" da Becky do filme. Não sei se é porque a autora não soube passar isso ou se era essa a intenção, mas no livro, parece que consumir em excesso, mesmo com dívidas, não é tão grave assim.
O livro só começa a melhorar lá pra pág 300 e pouco, que é quando ela faz algo útil. Aliás, a partir daí, eu fui voando na leitura. O livro só vale a pena por esse pedaço, o resto é uma inutilidade só. Nesse pedaço, tudo flui de forma rápida e boa de se ler. Se torna menos cansativo, e tudo o que acontece é realmente muito interessante.
Basicamente, a história não tem um conflito. E isso é decepcionante.
Tenho vontade de ler os outros, pois já temos uma noção dos assuntos por causa dos títulos. Mas só se encontrar num sebo, num preço bem baratinho e quando tiver muito afim de ler.
Pois se for cansativo como esse livro foi, não pretendo ler tão cedo.
Joice Mattei 27/11/2014minha estante
Concordo com sua resenha. Confesso que me deu vergonha da Becky com suas diversas mentiras para conseguir escapar do 'gerente do banco' e no fim da estória como um passe de mágica, após ela ter sido totalmente mentirosa e não merecedora ela ganha aquele momento no programa de televisão, é inacreditável. Gostei muito mais do filme que passou uma outra mensagem de consumismo.




Carla 17/09/2009

Chatinho e sem graça, Becky Bloom é mais uma mulherzinha fútil e sem nenhuma caracteristica interessante a acrescentar. A autora tenta ser descolada na narrativa mas apenas demonstra um certo desespero de ser aceita. Mesmo defeito de Machado de Assis mas pelo menos ele foi bem sucedido. Infelizmente qualquer livrinho q vende mais de um milhão de copias vira filme como é o caso desta 'caquinha'.
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Cláudia 04/02/2010minha estante
não li, mas achei tolinho hehehe




Mi 10/07/2010

Acho que sou chata!!
Em tese, esse livro deveria ser leve e divertido, mas não achei nem um pouco engraçado! Fiquei chocada com o consumismo desenfreado e a superficialidade de Becky. Acho que sou antiquada, pois fiquei horrorizada com a cara de pau da personagem, que inventa as desculpas mais absurdas para não pagar os cartões de crédito e joga as faturas no lixo e, assim, sente-se desonerada de quaisaquer dívidas! Pra completar, depois de tanta cara de pau ela, milagrosamente, "encontra" uma fonte inesgotável de dinheiro e um namorado milionário, e todos os seus problemas se resolvem em um passe de mágica! Parece até enredo de novela da Globo!
; Lili 18/07/2010minha estante
Então eu acho que tbém sou antiquada. Não terminei o livro, mas estou tendo a mesma impressão que você.




Ray 22/12/2010

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom
Acho que sou uma das poucas pessoas que não gosta desse livro. Essa história se abre em dois públicos: Os admiradores e os ''haters''. Eu sou uma hater de carteirinha. Se você é super fã do livro tente me convencer a me tornar uma admiradora. Eu gosto de chick-lits, sempre são literaturas gostosa, divertidas ou instigantes! Mas esse não me ganhou, ao contrário de outros que já li. Becky é uma jornalista financeira que vive as voltas com o cartão de crédito, cheque especial, seu gerente e fracassos amorosos.
Apesar de seus vinte e poucos anos, ela é imatura, impulsíva e movida pelo consumismo absurdo. Nas primeiras páginas eu até achei graça do jeito alopradinho de ser da moçoila, mas depois de atitudes irracionais REPETITIVAS, me cansei.
Houve um momento na história em que eu quis esnagar Becky. Eu já não aguentava mais vê-la cavar a própria cova com o cartão de crédito. As saídas mirabolantes até me tiravam umas risadas, porém não mudou em quase nada meu desgosto pelo livro. Porém de um capítulo para o outro, Becky parece tomar uma injeção de realidade e resolve se tornar uma mulher respeitável e admirada, apesar de não deixar o consumismo completamente.
Um ponto que me agradou nesse livro é o romance entre ela e um alto executivo. As cenas entre eles eram muito bacanas e divertidas, como a maioria das paixonites, eles não se dão bem, mas acabam se aproximando.
Existem as continuações: Delírios de Consumo na 5ª Avenida; As Listas de Casamento de Becky Bloom; A Irmã de Becky Bloom e O Chá- de- Bebê de Becky Bloom. Quem sabe um dia eu dê uma segunda chance a um Chick Lit dessa autora.. Becky Bloom não é um livro que eu recomendaria por aí. Sophie Kinsella, para mim, pecou ao deixar Becky tão exageradamente caricata.
Débora 24/12/2016minha estante
Nossa você descreveu exatamente o que eu pensei, no início achava engraçado esse jeito "atrapalhado" da Becky. Mas com o passar do livro você percebe que na verdade ela é uma irresponsável, fútil, incompetente e preguiçosa.
O que mais dá raiva é como absolutamente tudo é fácil para ela, não importa o qual irresponsáveis, imprudentes e ridículas sejam a suas atitudes no final ela sempre consegue tudo o que quer e até mais, a dá licença!




Aline Memória 26/10/2010

Torcendo pela Becky
Já era doida para ler o livro que tinha há um tempinho, quando vi o filme me apaixonei.

Acho que por ter visto o filme antes, enquanto lia o livro ficava me perguntando "cadê aquela parte?". Depois que li o segundo que percebi que o filme era adaptação dele, e não do primeiro.

Mas, mesmo assim, aproveitei o livro: a Becky, mesmo com todos seus excessos (que às vezes dá vontade de sacudi-la pra ver se ela cai na real), é uma personagem cativante. Por isso que eu sempre me vi torcendo para que, no final, ela conseguisse pagar as contas. Falando em contas, amei as cartas ao banco que iniciam cada capítulo!

Outra coisa diferente do filme no livro é o Luke: amei o do filme e confesso que, no primeiro, o Luke faz uma besteiras que me fizeram ficar com raiva dele. Mas tudo bem, ele compensa no final (e nos outros livros).

O livro é muito engraçado e divertido, vale a pena.
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Nessa 19/01/2011

Livro para nunca se ler!
Odiei esse livro! Não recomendo essa porcaria pra ninguém! A não ser para aquelas meninas mimadas ou patricinhas que ainda se encontram naquela fase da adolescência eferverscente! É muito ruim! Primeiro livro que eu acho ruim e continuei lendo até o final. Geralmente quando é ruim eu abandono mas esse eu fiz questão de continuar só para ver onde a merda ia dar! Desculpe a expressão! É muito vazio! Nós não aprendemos nada com ele. Ops! Aprendemos sim: aprendemos as masrcas de roupas que uma pessoa normal nunca vai ter; aprendemos os restaurantes chiques que aqui no Brasil não tem; aprendemos as marcas famosas de echarpes que com esse clima quente do nosso Brasil é muito difícil de ser usada; enfim, uma merda total!!!!!!
NÃO LEIAM ESSE LIVRO! A menos que você queira emburrecer mais, aí ele é excelente para isso. Não tem conteúdo, não é uma história que se tire lições de vida, não se aprende nada com ele (apenas as futilidades que citei anteriormente), enfim, é um nada que não tem nenhum valor! (Apesar de fenomenologicamente, o nada significar um espaço para todas as possibilidades, acredito que o nada desse livro realmente é um nada completamente oco mesmo, um vazio de tudo!).
Odiei! Péssimo! Tudo de ruim para esse livro!
NÃO LEIAM ESSA BABOSEIRA!
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Camila 18/02/2013

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom
"Os Delírios de Consumo de Becky Bloom" é um dos meus filmes preferidos. Por isso, o livro já estava na minha lista de leitura há muuuuito tempo. Quando eu (finalmente) li, não teve como não amar.

A personagem principal é Rebecca Bloomwood, jornalista especializada em finanças e compradora compulsiva. Gastando mais do que ganha, Becky parece não se importar muito com contas e chega a inventar as desculpas mais inimagináveis para se livrar dos cobradores.

O livro apresenta algumas diferenças na história em relação ao filme e, nas primeiras páginas, eu estava meio receosa se iria realmente gostar. Mas, depois de um certo ponto, é impossível largar. Como mulher, me identifiquei em muitos pontos com a protagonista(rs). Em outros, tive vontade de entrar dentro da história e dar uns tapas na cara dela pra ver se ela criava vergonha (sério Becky, para quê você precisa de tanta coisa inútil?). Porém, é justamente isso que torna o livro e a personagem principal tão divertidos: esse desejo compulsivo que faz com que ela se encontre em vários problemas e ache as mais doidas soluções!

Na minha opinião, uma das melhores coisas do livro é o personagem Derek Smeath, gerente bancário de Becky. No filme ele é muito sacana. Assim, eu já comecei o livro odiando-o profundamente. Qual não foi a minha surpresa quando eu descobri que no livro ele é muito mais legal e humano? Adorei!

Outra coisa que eu achei muito legal, e que me rendeu muitas risadas, é que Becky é jornalista (minha futura profissão). Só que ela faz tudo o que não deveria fazer! Ela copia descaradamente dos releases, não presta atenção nas coletivas de imprensa, entre outras coisas. Mas quando encontra algo sobre o que realmente quer escrever, a mudança é incrível =). Ela se empenha e escreve uma boa matéria para um grande jornal do país.

Este livro é uma boa pedida para quem quer algo leve e divertido. Não vai mudar a sua vida, não é muito profundo, mas cumpre bem a sua função, que é entreter.

Desafio Literário 2013 - fevereiro -(http://desafioliterariobyrg.blogspot.com.br/)
Flávia 17/02/2013minha estante
Oi. Parabéns pela resenha. Adorei. Também estou participando do DL 2013.


Camila 17/02/2013minha estante
Opa, obrigada Flávia! Também dei uma olhada na sua e ela está muito melhor do que a minha, haha. Adorei!




Nathália 24/08/2009

Divertidíssimo!
A Becky é uma mulher extremamente consumista... O que me fez ficar com raiva dela em várias partes do livro! =)
Mas também é muito simpática, carismática, divertida... E completamente doidinha!
O que faz com que o livro seja pra lá de divertido e impossível de largar! Eu devorei! :P
Uma leitura super leve, com gargalhadas garantidas!
Vanessa Sueroz 09/12/2009minha estante
haha eu parecia mais louca que ela lendo e rindo sozinha rsrsrs mto bom


Niii 14/10/2011minha estante
Os outros são melhores ainda... rs




Samyta 14/04/2009

Super Divertido!!!
Becky é louca e me diverte muito!
Amei também a adaptação para o cinema, mesmo sendo tão diferente do livro, morri de rir!!!
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Evelyn Ruani 20/01/2011

Engraçadíssimo!
"Rebecca sou eu. São minhas irmãs. São todas as minhas amigas que já saíram para comprar um chocolate e voltaram para casa com um par de botas. Rebecca é todas as mulheres (e homens) que já se viram parados diante de uma vitrine e souberam, com certeza absoluta, que precisavam comprar aquele casaco e... ai, meu Deus, calças que combinassem com ele!". - Sophie Kinsella

Realmente quem é que nunca fez isso? Que mulher pode dizer que foi ao shopping só pra ir ao cinema, ou dar uma passeada e não conseguiu voltar pra casa sem pelo menos uma sacola? Mesmo que seja só um livrinho, ou um cinto, ou um sapatinho...rs Eu sou uma das que não pode negar que faz isso! Embora eu não chegue nem aos pés da Becky no quesito consumismo! Meu Deus, ela é demais...

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é o primeiro livro da série de Becky Bloom e o primeiro da autora Sophie Kinsella. A história é sobre uma jornalista financeira que ensina as pessoas como administrar seu dinheiro, enquanto ela mesma se afunda em dívidas por ser uma consumidora compulsiva. Rebecca "Becky" Bloom não consegue resistir a uma vitrine onde haja uma placa de liquidação. Não importa se ela precisa ou não do item, afinal está barato! E quem é que não precisa na verdade de um lencinho roxo para levar na bolsa quando... enfim, ela inventa inúmeras utilidades para o item inútil que está querendo comprar e COMPRA, mesmo que TODOS os seus cartões de crédito estejam estourados e já faça semanas (ou meses) que ela está fugindo do gerente do seu banco!

E quanto mais cartas de cobrança chegam, quanto mais ligações ela recebe, mais ela precisa comprar porque afinal, comprar é uma terapia e deixa ela bem! Endividada até a alma, Becky passa o livro todo inventando fórmulas mirabolantes para pagar as faturas dos cartões de crédito e fugir do seu gerente que já está pra lá de furioso. Mas não vão pensando que Becky é apenas ligada ao mundo material e só quer saber de compras. Ela vai te conquistar, porque é sensivel, carinhosa, otimista e em meio a toda confusão de créditos e cobranças, ela ainda arranja tempo pra se apaixonar por um bonitão expert em finanças (que coisa!) chamado Luke Brandon.

Não tem como não gostar da leitura desse chick lit de Sophie Kinsella. Ela criou uma personagem apaixonante, engraçada e que traz em si um pouco de cada mulher que somos e conhecemos. Não tem como não se identificar com pelo menos alguma coisa desse livro!

Leitura super agradável e recomendada!
Monique 13/01/2011minha estante
Eu estou suuper viciada nesse livro, não tem como não rir com a Becky!




Nano 28/10/2014

Um livro que foi do nada pra lugar nenhum.....
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