Uma confraria de tolos

Uma confraria de tolos John Kennedy Toole




Resenhas - Uma Confraria de Tolos


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Mandinha 28/02/2013

Confraria
As vezes fico imaginando como seria o filme baseado nesse livro...
Acho esse livro divertidíssimo, e pensar que o comecei a ler sem esperar nada muito interessante.
O livro foi muito bem escrito,certas descrições são tão perfeitas que você consegue imaginar todo o local onde as ações acontecem juntamente com os seus personagens.
O jeito desastrado do personagem principal, a loucura de sua mãe,tudo muito interessante.
Recomendo.
Aline Teodosio @leituras.da.aline 30/07/2017minha estante
Taí que seria uma bela obra cinematográfica!!




Julyana 26/02/2013

Quando comecei a ouvir falar bem desse livro só havia uma edição esgotada e difícil de achar. Apesar de ter ficado com muita vontade de ler por conta dos comentários acabei tendo que adiar o projeto. Ocorre que em 2012 a BestBolso lançou uma edição de bolso e eu finalmente pude conhece. E não me arrependi. Eu ri da primeira à última página e o irritantemente adorável Ignatius Reilly entrou para a minha galeria de personagens inesquecíveis.

Antes de falar do livro, não há como não contar um pouco da vida do autor. Depois de escrever Uma Confraria de Tolos, John Kennedy Toole procurou, sem sucesso, uma editora que o publicasse. Essas negativas agravaram um quadro de depressão que ele já apresentava fazendo com que desse fim à própria vida aos 31 anos de idade, em 1969. Depois de sua morte, a mãe encontrou o manuscrito do livro e por acreditar que ali estava um grande livro empreendeu uma cruzada para vê-lo publicado. Somente em 1980 o livro foi finalmente publicado e alcançou um sucesso tão grande que conferiu ao autor um merecido e póstumo Pulitzer.

Agora o livro...

Quando um verdadeiro gênio aparece no mundo, você vai reconhecê-lo por um sinal: todos os tolos se juntam contra ele.
(Jonathan Swift)

Dessa citação é que vem o título do livro... Uma Confraria de tolos. A estória se passa na New Orleans do início da década de 60. Ignatius tem 30 anos, mas ainda mora com a mãe e nunca trabalhou. Ele é arrogante, pedante, intratável, obeso, comilão, preguiçoso e dono de uma inteligência aguçada e de uma sinceridade desconcertante. Mesmo com todas essas qualidades cativa a gente. Ele odeia o mundo contemporâneo e vive vociferando contra ele. Impelido por um acontecimento nas primeiras páginas do livro ele começa a procurar emprego. E é a partir dessa busca que se desenrolam as peripécias dele e de muitos outros grandes personagens também inesquecíveis, dentre os quais não há como não citar Myrna Minkoff e Irene Reilly.

Enfim, é um livro único e hilário. Acho que muito dificilmente alguém que venha a lê-lo não irá gostar.
Roger, O Menino Javali 19/08/2013minha estante
Um hilário conjunto de ironia, sarcasmo e humor corrosivamente negro. Um pequeno tratado de que como os ativismos mais plurais conseguem ser tão perversamente tolos quanto o mais imbecil dos reacionários já paridos em qualquer plano de existência. Ai, minha válvula!


Renata CCS 08/10/2013minha estante
Adorei a proposta do livro e sua resenha! Vai para a lista de futuras aquisições.


Babi 01/07/2014minha estante
estou lendo agora, uma figura o Ignatius.


Isaias.Junior 14/12/2015minha estante
Queria tanto ler, mas nao acho em lugar algum. Alguem poderia me emprestar???




Cadu 22/09/2011

Um dos melhores livros que já li.
Daniel 15/12/2012minha estante
Estou começando a lê-lo e estou me divertindo e aprendendo um pouco com o personagem.




Jpg 26/08/2011

Somos todos tolos

Esqueça tudo o que você acha que está fazendo de certo e leia este livro. Entre os intensos ataques de risos que Ignatius Reilly provoca - parágrafo sim, paragrafo não - perceba, nesse romance-comédia-pessimista-dependendo-do-jeito-que-você-vê, que absolutamente ninguém tem noção do que faz, ou pelo menos ignoram as consequências do que fazem. Estão todos fazendo o que consideram o certo, mas sem saber o que se passa na mente dos outros, sem saber o que se passa no bairro, na cidade, no mundo, ou até na própria cabeça.

John Kennedy Toole conseguiu, em apenas um livro, decifrar o maior segredo da humanidade e ainda conseguiu tornar isso extremamente engraçado. Eis o segredo: somos todos uns tolos. Pois é. Não se sinta ofendido não, ser idiota é normal - praticamente um elogio - se considerar que é isso que move o mundo. Quem sabe se não é isso mesmo? De idiotice em idiotice não acabamos descobrindo o que é o certo? Ou eu estou falando idiotices?
Cadu 14/10/2011minha estante
http://migre.me/5V3ZB Uma Confraria de Tolos




Shortback 05/04/2011

O livro mais engraçado do mundo
Se eu fizesse uma lista de meus livros prediletos, ele estaria bem no topo.

Estou falando de Uma Confraria de Tolos (A Confederacy of Dunces), de John Kennedy Toole (1937-1969).

Gosto tanto desse livro que, sempre que encontro um exemplar dando sopa no Estante Virtual, compro e dou de presente a algum amigo ou parente. Virou um dever cívico apresentá-lo para o maior número possível de pessoas.

E olha que achar um exemplar em Português é bem difícil. Não lembro de ter visto nenhuma edição brasileira posterior a 1980. Uma pena.

Uma Confraria de Tolos é, junto com Don Quixote, o livro mais engraçado que conheço. Na primeira vez que li, tive ataques incontroláveis de riso.

As semelhanças com a obra-prima de Cervantes não param por aí.

O personagem do livro é uma espécie de Don Quixote do século 20, Ignatius J. Reilly, um nerd obeso, glutão, fedorento e desagradável. Reilly despreza a modernidade, ridiculariza a cultura pop e se acha o centro do Universo. Um delirante megalômano e fracassado.

A história se passa em New Orleans, nos anos 60. E a forma como Toole descreve a cidade, cheia de malandros, biscateiros, policiais desonestos e aposentados ridículos, é um primor. A cidade vira um personagem.

É difícil resumir a trama. A rigor, é só a história de Ignatius – que ainda mora com a mãe – procurando por um emprego. O que acontece com ele durante essa busca é o interessante.

Tão incrível quando a história de ignatius é a saga de seu criador, John Kenedy Toole.

O talento de Toole nunca foi reconhecido – pelo menos enquanto ele estava vivo.

Depois de ter o livro rejeitado por inúmeras editoras, Toole, que sofria de depressão, cometeu suicídio, em 1969.

Sua mãe, Thelma, disposta a provar o talento do filho, passou os anos seguintes enviando cópias do livro para editoras. Nenhuma se interessou.

Até que, sete anos depois, o conhecido escritor Walker Percy, cansado da insistência de Thelma, aceitou ler o manuscrito. Ficou tão impressionado que convenceu uma editora a publicá-lo.

Uma Confraria de Tolos foi publicado em 1980. No ano seguinte, ganhou o Prêmio Pulitzer de melhor romance.

Mesmo com o prêmio, o livro ainda é um “cult”. Nunca foi uma obra popular, apesar de ser citado como influência por gente bacana como o escritor chileno Roberto Bolaño.

(http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/)
Ana 19/09/2012minha estante
Tem na livrarias Curitiba




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