Uma confraria de tolos

Uma confraria de tolos John Kennedy Toole




Resenhas - Uma Confraria de Tolos


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Julyana 26/02/2013

Quando comecei a ouvir falar bem desse livro só havia uma edição esgotada e difícil de achar. Apesar de ter ficado com muita vontade de ler por conta dos comentários acabei tendo que adiar o projeto. Ocorre que em 2012 a BestBolso lançou uma edição de bolso e eu finalmente pude conhece. E não me arrependi. Eu ri da primeira à última página e o irritantemente adorável Ignatius Reilly entrou para a minha galeria de personagens inesquecíveis.

Antes de falar do livro, não há como não contar um pouco da vida do autor. Depois de escrever Uma Confraria de Tolos, John Kennedy Toole procurou, sem sucesso, uma editora que o publicasse. Essas negativas agravaram um quadro de depressão que ele já apresentava fazendo com que desse fim à própria vida aos 31 anos de idade, em 1969. Depois de sua morte, a mãe encontrou o manuscrito do livro e por acreditar que ali estava um grande livro empreendeu uma cruzada para vê-lo publicado. Somente em 1980 o livro foi finalmente publicado e alcançou um sucesso tão grande que conferiu ao autor um merecido e póstumo Pulitzer.

Agora o livro...

Quando um verdadeiro gênio aparece no mundo, você vai reconhecê-lo por um sinal: todos os tolos se juntam contra ele.
(Jonathan Swift)

Dessa citação é que vem o título do livro... Uma Confraria de tolos. A estória se passa na New Orleans do início da década de 60. Ignatius tem 30 anos, mas ainda mora com a mãe e nunca trabalhou. Ele é arrogante, pedante, intratável, obeso, comilão, preguiçoso e dono de uma inteligência aguçada e de uma sinceridade desconcertante. Mesmo com todas essas qualidades cativa a gente. Ele odeia o mundo contemporâneo e vive vociferando contra ele. Impelido por um acontecimento nas primeiras páginas do livro ele começa a procurar emprego. E é a partir dessa busca que se desenrolam as peripécias dele e de muitos outros grandes personagens também inesquecíveis, dentre os quais não há como não citar Myrna Minkoff e Irene Reilly.

Enfim, é um livro único e hilário. Acho que muito dificilmente alguém que venha a lê-lo não irá gostar.
Roger 19/08/2013minha estante
Um hilário conjunto de ironia, sarcasmo e humor corrosivamente negro. Um pequeno tratado de que como os ativismos mais plurais conseguem ser tão perversamente tolos quanto o mais imbecil dos reacionários já paridos em qualquer plano de existência. Ai, minha válvula!


Renata CCS 08/10/2013minha estante
Adorei a proposta do livro e sua resenha! Vai para a lista de futuras aquisições.


Babi 01/07/2014minha estante
estou lendo agora, uma figura o Ignatius.


Isaias.Junior 14/12/2015minha estante
Queria tanto ler, mas nao acho em lugar algum. Alguem poderia me emprestar???




Shortback 05/04/2011

O livro mais engraçado do mundo
Se eu fizesse uma lista de meus livros prediletos, ele estaria bem no topo.

Estou falando de Uma Confraria de Tolos (A Confederacy of Dunces), de John Kennedy Toole (1937-1969).

Gosto tanto desse livro que, sempre que encontro um exemplar dando sopa no Estante Virtual, compro e dou de presente a algum amigo ou parente. Virou um dever cívico apresentá-lo para o maior número possível de pessoas.

E olha que achar um exemplar em Português é bem difícil. Não lembro de ter visto nenhuma edição brasileira posterior a 1980. Uma pena.

Uma Confraria de Tolos é, junto com Don Quixote, o livro mais engraçado que conheço. Na primeira vez que li, tive ataques incontroláveis de riso.

As semelhanças com a obra-prima de Cervantes não param por aí.

O personagem do livro é uma espécie de Don Quixote do século 20, Ignatius J. Reilly, um nerd obeso, glutão, fedorento e desagradável. Reilly despreza a modernidade, ridiculariza a cultura pop e se acha o centro do Universo. Um delirante megalômano e fracassado.

A história se passa em New Orleans, nos anos 60. E a forma como Toole descreve a cidade, cheia de malandros, biscateiros, policiais desonestos e aposentados ridículos, é um primor. A cidade vira um personagem.

É difícil resumir a trama. A rigor, é só a história de Ignatius – que ainda mora com a mãe – procurando por um emprego. O que acontece com ele durante essa busca é o interessante.

Tão incrível quando a história de ignatius é a saga de seu criador, John Kenedy Toole.

O talento de Toole nunca foi reconhecido – pelo menos enquanto ele estava vivo.

Depois de ter o livro rejeitado por inúmeras editoras, Toole, que sofria de depressão, cometeu suicídio, em 1969.

Sua mãe, Thelma, disposta a provar o talento do filho, passou os anos seguintes enviando cópias do livro para editoras. Nenhuma se interessou.

Até que, sete anos depois, o conhecido escritor Walker Percy, cansado da insistência de Thelma, aceitou ler o manuscrito. Ficou tão impressionado que convenceu uma editora a publicá-lo.

Uma Confraria de Tolos foi publicado em 1980. No ano seguinte, ganhou o Prêmio Pulitzer de melhor romance.

Mesmo com o prêmio, o livro ainda é um “cult”. Nunca foi uma obra popular, apesar de ser citado como influência por gente bacana como o escritor chileno Roberto Bolaño.

(http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/)
Ana 19/09/2012minha estante
Tem na livrarias Curitiba




Jpg 26/08/2011

Somos todos tolos

Esqueça tudo o que você acha que está fazendo de certo e leia este livro. Entre os intensos ataques de risos que Ignatius Reilly provoca - parágrafo sim, paragrafo não - perceba, nesse romance-comédia-pessimista-dependendo-do-jeito-que-você-vê, que absolutamente ninguém tem noção do que faz, ou pelo menos ignoram as consequências do que fazem. Estão todos fazendo o que consideram o certo, mas sem saber o que se passa na mente dos outros, sem saber o que se passa no bairro, na cidade, no mundo, ou até na própria cabeça.

John Kennedy Toole conseguiu, em apenas um livro, decifrar o maior segredo da humanidade e ainda conseguiu tornar isso extremamente engraçado. Eis o segredo: somos todos uns tolos. Pois é. Não se sinta ofendido não, ser idiota é normal - praticamente um elogio - se considerar que é isso que move o mundo. Quem sabe se não é isso mesmo? De idiotice em idiotice não acabamos descobrindo o que é o certo? Ou eu estou falando idiotices?
Cadu 14/10/2011minha estante
http://migre.me/5V3ZB Uma Confraria de Tolos




Leo 13/05/2013

Nada de coisa nenhuma
Demorei para ler este livro, pois, como paguei queria ler ao invés de abandonar.

Há algumas - poucas - partes que são divertidas, mas o resto é algo cansativo, que enjoa.

Não recomendo. Mas se fizer questão, pegue na biblioteca.
Hel 02/09/2017minha estante
Li esse livro quando era adolescente... talvez fosse a minha pouca idade, mas achei uma porcaria.




Guilherme.Augusto 21/08/2020

Confraria de loucos! haha
Uma confraria de tolos? Sim. Mais que isso, uma confraria de loucos, com certeza! hahahaha

O enredo gira em torno do nosso querido e ao mesmo tempo insuportável Ignatius Reilly. Um "garotão de 30 anos" que mora com a mãe (até aí tudo bem, qual o problema de morar com a sua velha?). Como tudo nessa vida existe um porém, claro. E este, é que o Sr. Reilly é sustentado pela coitada da sua matriarca, e não mede qualquer esforço para ajudá-la, sequer um auxilio nas tarefas domésticas. Um legítimo zé mané, que não suporta o mundo em que vive e constantemente tem uns arranca-rabo com a sua, digamos, namorada(?), através de cartas, uma mais insana do que a outra.

Olhando assim, parece que a estória tem um aspecto triste ou melancólico. Nada disso. Muito pelo contrário. O autor, com uma comicidade autêntica, retrata as aventuras desse glutão pedante e preguiçoso.
A abordagem é muito engraçada; os diálogos são muito bem elaborados, leves, de compreensão simples e super cômicos. Os caminhos oriundos do personagem principal, tomam uma proporção ampla, envolvendo um mundaréu de personagens, um mais louco e divertido do que o outro.
Um destes é o Jones. Negão desprovido de educação, com seu sotaque caipira e de uma sapiência duvidosa, que, no entanto, só quer ter um emprego decente, que lhe de uma vida mais digna, sem o encalço dos "puliça" na sua traseira.
Não vou aqui citar um por um, afina, são muitos, e cada um com a sua riqueza de detalhes.

Um dos pontos que se vale ressaltar é o detalhe. John Kennedy Toole foi cirúrgico neste quesito. O enredo é plenamente detalhado, divido em capítulos devidamente interligados. Em nenhum momento ficamos perdidos ou entendiados. O plot é sensacional, prende e não te larga mais.

Nota: Devido aos inúmeros personagens, bem como os adjacentes caminhos que o enrendo tece, ficamos sem saber ao certo que final terá a trama. E isso, pelo menos pra mim, é gostoso pra caramba, pois te aguça a imaginar um final, remoendo e criando expectativas.
Nota²: O final não era o que eu tinha imaginado. Não mesmo. Foi uma surpresa boa e me fez perceber que no contexto de tudo, Ignatius só fazia aquilo, só tinha tal comportamento porque no fundo, ele amava sua namorada(?).

Sim, um romance que não é clichê, por fim.
Jamile.Almeida 21/08/2020minha estante
Adorei a resenha, mas porque 3,5 ?? O q n te agradou? Coloquei ele na lista e preciso reavaliar prioridades! Heheehhe


Guilherme.Augusto 21/08/2020minha estante
ainda bem que você comentou, pensei q tivesse marcado 4 estrelas! kkkkkkkkkkkk
vou mudar lá.

Respondendo a sua pergunta, tudo me agradou, sério msm. Principalmente o rumo que as estórias vão tomando!

Leia sem receio, confia! hahaha


Jamile.Almeida 21/08/2020minha estante
Mara!




Mauricio (Vespeiro) 25/01/2018

Quando as pérolas dão congestão no porco.
“Uma Confraria de Tolos”, publicado em 1980, nasceu sob a sombra de uma tragédia. Foi a única obra literária da vida de John Kennedy Toole. Rejeitado por diversas vezes na sua tentativa de publicá-la, Toole caiu em depressão, vindo a se suicidar em 1969, aos 32 anos. Sua mãe, Thelma, encontrou os manuscritos e, após muita insistência, houve quem finalmente desse atenção. A publicação veio em 1980 e o livro acabou sendo honrado postumamente com o Prêmio Pulitzer de Ficção de 1981.

Nele encontramos a história de Ignatius J. Reilly, um homem de 30 anos que vive às custas da mãe na periferia de New Orleans do início dos anos 60. Dedicado aluno, na universidade (onde mais seria?) foi imbuindo seu espírito de ideais revolucionários e de uma mirabolante filosofia anticapitalista. Dotado de toda uma empolgante teoria, Ignatius sentiu-se capaz de mudar o mundo. Vejo-o como um porco que teve congestão com as pérolas que ingeriu. E o que fez? Escondeu-se em seu apertado e sujo quarto (onde raramente deixava a mãe entrar) e passou a escrever conspirações psicóticas em caderninhos de anotações. (Algo como os textões ilusórios que alguns frustrados escrevem hoje no Facebook.) Glutão e preguiçoso, Ignatius tornou-se o gordo esquisitão avesso ao trabalho e ao “sistema”. (Uma surrada camisa vermelha com a estampa de Che Guevara deixando a borda flácida da barriga aparecendo poderia muito bem completar o visual.)

Uma fatalidade leva sua pobre mãe a contrair uma dívida, obrigando Ignatius a procurar emprego. Desde então, a vida desgraçada dele (e de todos com quem se envolve) assume contornos caóticos e apocalípticos. O vagabundo e egocêntrico enxerga em tudo a oportunidade de colocar em prática sua ideologia. É um cidadão de quem todos querem distância. Conhece alguém assim?

Há quem conclua que este conjunto de elementos garante à obra o status de cult. Muitos a consideram hilariante. Provavelmente eu esteja errado. Com certeza sou voz destoante. O livro não é ruim e uma leitura atenta revela a riqueza de uma crítica social que dá amplitude temporal ao texto, deixando-o atual até os dias de hoje. Toole definitivamente estava além de sua época. Porém, pastelão escrito não é um estilo que me faz rir. Possivelmente um filme feito com roteiro baseado nesta obra resultasse em algo divertido. Mas a leitura não foi feita com o decantado prazer de outrem. Reconheço e admiro a criatividade que transborda das páginas de “Uma Confraria de Tolos”, mas não me empolgo. Em geral, é um livro chato. Salvo as cartas fantasiosas que Ignatius escreve em seus diários, pouca graça encontrei no restante da história, inclusive nos demais personagens. Sem maldade, apenas a título de constatação, traçando paralelos de fracasso entre o autor e seu personagem, vejo contornos de uma autobiografia ficcional.

A edição brasileira da BestBolso é um terror. E certamente contribuiu para uma má experiência na leitura. A tradução de Alice Xavier é pobre e indolente; e os incontáveis erros de digitação fazem-me concluir que algum “revisor” passou a perna na editora.

Curiosidades: Ignatius J. Reilly influenciou o ator mexicano Roberto Bolaños a criar o seu personagem Chavez. Há uma estátua de bronze de Ignatius em New Orleans. É uma personalidade fictícia da cidade.

Nota do livro: 6,23 (3 estrelas).
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Mandinha 28/02/2013

Confraria
As vezes fico imaginando como seria o filme baseado nesse livro...
Acho esse livro divertidíssimo, e pensar que o comecei a ler sem esperar nada muito interessante.
O livro foi muito bem escrito,certas descrições são tão perfeitas que você consegue imaginar todo o local onde as ações acontecem juntamente com os seus personagens.
O jeito desastrado do personagem principal, a loucura de sua mãe,tudo muito interessante.
Recomendo.
Aline Teodosio @leituras.da.aline 30/07/2017minha estante
Taí que seria uma bela obra cinematográfica!!




Bruna 12/08/2013

Uma confraria de tolos – John Kennedy Toole
Quando se lê esse livro, não tem como não pensar na perca irreparável de outras obras desse autor, Jhohn Kennedy que morava com a mãe suicidou-se aos 32 anos de idade sem ver sua obra publicada, sua mãe foi atrás de uma editora para publicá-lo e conseguiu nos presentear com essa leitura fácil, engraçada e hilariante.
Ignatius Reilly 30 anos mora em New Orleans com a mãe, ele é um intelectual, presunçoso, preguiçoso, comilão, e sincero ao extremo, aquela sinceridade ferina. Ignatius é cheio de ideologia, vai contra o sistema cosumista, até que as circunstâncias o leva a ter que trabalhar para que não perca sua casa, e ele se envolve em diversas confusões nessa busca de empregos, seus diálogos com sua mãe Irene Reilly são muito engraçado assim como de todos personagens envolvidos, é como se estivéssemos assistindo um filme de comédia, muito divertido.
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Reb 03/08/2020

Uma confraria de tolos - John Kennedy Toole
Obra póstuma, escrita em 1960, mas só foi publicada em 1981, graças à insistência da mãe do autor que cometeu suicídio.
O livro é incrivelmente engraçado.
O personagem principal é o que se chama na literatura de anti-herói: preguiçoso, glutão, desagradável, grosseiro e mal educado, mas encantador.
Com seu jeito, coloca as pessoas nas maiores enrascadas, das quais ele consegue surpreendentemente escapar, deixando os outros com o problema para resolver. É assim que se inicia a história.
E dessa maneira segue o livro, de trapalhada em trapalhada de Ignatius, você pode arrancar boas gargalhadas se conseguir enxergar além do bizarro.
Leitura leve e fluída.
Aparentemente o livro não traz nenhuma temática séria, mas é possível extrair algumas reflexões a partir do comportamento de Ignatius e das situações por ele vivenciadas.
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Bruno Silva 10/03/2014

Único!
Um livro fantástico. Vou sentir falta dos personagens do livro. Essa é a parte ruim de ler um livro bom. A outra é que é uma obra única do autor que teve uma vida trágica e nos deixou só um grande livro. Uma pena.
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Daniel 07/03/2015

Humor na dose certa!
O livro nos remete a nós mesmos, em qualquer dia já fomos como Ignatius : intelectual, e também glutão, preguiçoso, egocêntrico! Mas sem sombra de dúvidas que Ignatius supera em tudo, pois apesar de sua idade, não querer trabalhar de jeito nenhum, odeia o trabalho e faz isso com a maior das loucuras possíveis! Adora comer e se encostar à sombra da sua querida mãe, e apesar de ser um homem já feito, o namoro para ele é ficção ainda, e espera alguém com as características que só ele quer. Fiquei fascinado com seu poder de criação e também seu empenho em fazer só do jeito que só ele sabe fazer: Com muita comicidade!
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Deghety 17/02/2019

Uma Confraria de Tolos
Ignatius Reilly é um excêntrico idealista que, por mais que apresente ideias aparentemente sensatas, suas ações quase sempre são insanas.
Que livro louco, não há um único personagem lúcido e/ou que não participe de acontecimentos bizarros.
A história é muito interessante e divertida, apesar da estupidez ( no sentido da forma como trata todos à sua volta) do personagem central.
Filosofia, sociologia e política estão presente no livro de forma pouco convencional.
Gostei.
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Aline Teodosio @leituras.da.aline 31/07/2017

Cômico
Imagine um nerd obeso e esquisito, de 30 anos, cheio de ideias mirabolantes na cabeça para acabar com o sistema, mas preguiçoso e totalmente dependente da mãe. Esse é Ignatius J. Reilly o personagem principal dessa história maluca e cômica.

Ignatius vivia numa boa, escrevendo conspirações intelectualizadas em seus caderninhos até o dia em que sua mãe se meteu em um acidente e eles contraíram uma dívida. E o único jeito de sanar o que deviam era Ignatius trabalhar. E é aí que a saga desastrosa começa.

Ri muito em algumas passagens do livro. Algumas vezes torci pelo personagem, outras me dava nos nervos, vontade de esganar. Mas uma coisa é certa: Ignatius tem o dom de cativar.

O livro é obra única de John Kennedy Toole, que sofria de depressão e suicidou-se após tentativas infrutíferas de publicar o seu livro. Uma pena, pois a escrita do autor é magnífica e com certeza teríamos muitas outras histórias incríveis. Sua mãe, no entanto, não desistiu do sonho do filho e continuou a saga em busca da publicação. Após muitas tentativas, o livro, enfim, foi publicado em 1980, 11 anos após a morte de Toole, e lhe rendeu o prêmio Pulitzer póstumo em 1981.

Um clássico cult que merece ser lido.
Flávia 27/05/2018minha estante
tõ aqui reorganizando minha meta, deixando-a menos surreal (este ano tive umas mudanças de rotina e ñ consegui ler nada) e me deparo com a minha resenha. pensei, ai, será que achei outra leitora com a mesma tara que eu? ( autores suicidas). o.O
provavelmente não.




Julio.Argibay 31/03/2017

Confraria de tolos
Que livro hilariante! Todos os personagens tiveram suas trajetorias bem exploradas e sao inesquecíveis, sendo o personagem principal um dos mais interessantes que já li. Uma loucura incomum. Imperdível.
05/04/2017minha estante
Tenho e vou ler.




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