Morte em Veneza

Morte em Veneza Thomas Mann




Resenhas - Morte em Veneza


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Mari 24/01/2021

Que diabo de livro é esse?
* Thomas Mann : sugere ao invés de dizer explicitamente*

Milton Cardoso disse: "Redenção pela morte"

Eu digo: como isso pode ser considerado um clássico?

Obvio que julgando pelo título desse desfavor fiquei esperando uma morte e houve. Uma morte pálida, sem graça, sem tesão, execrável.
Mas a morte é a última coisa que temos para nos preocupar neste livro. Como disse nada ali é explícito então temos que perceber nas entre linhas o que esta sendo dito. E depois de ler fui procurar críticas e mais críticas. Esperava que estivesse ficando louca, não estava. A minha pergunta é: ele escreve uma 'obra' romantizando um crime perverso e ta tudo bem?
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tonysoares 14/01/2021

É um bom livro, cria-se expectativas mas (quem leu sabe)...
Para o ano que foi lançado, eu chamaria esse livro de audacioso. Eu nem posso falar muito aqui pois posso dar margem pra idéias erradas, portanto, prefiro me limitar a dizer que é um livro realmente corajoso pra época.
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Aline 13/01/2021

Reflexivo
Leitura muito agradável. A escrita não é simples, mas é fluida. O enredo em si não é o ponto alto do livro e sim as reflexões (que gostei muito) sobre arte, ócio, beleza e o caminho de vida dos artistas. Quero ler outros livros do autor. Ele parece captar muitos pontos de congruência da natureza/comportamento humano que a princípio pareciam ser individuais, mas aparentemente são universais. Recomendo esse livro.
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Carla 06/12/2020

Um homem e a sua solidão
Primeiro contato com a escrita do autor e confesso que não foi uma experiência muito agradável. A escrita demasiado rebuscada em uma história bastante abstrata que fala dos sentimentos de um recluso escritor para um jovem de 14 anos. O amor é platônico, não sexual, mas podemos comparar esse amor ao flerte com a juventude já há muito passada do protagonista.
Nao senti empatia alguma pelo protagonista da obra, um sujeito nada modesto, nada simpático, nada humilde. Talvez o fetiche da intelectualidade tenha sido atribuída ao personagem por costumes da época, mas achei enfadonha a forma como ele julga os a sua volta.
A parte mais interessante da história para mim foram as ações de Veneza em combater (ou esconder) a chegada da peste que em muito se parecem com as ações dos governos na pandemia que vivemos.
É uma obra que pode suscitar discussões interessantes, mas a mim não tocou.
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Pedro 18/11/2020

Paixão em Veneza
O livro de Thomas Mann é um exemplo evidente das consequências extremas de um amor idealizado. Desde o início se torna perceptível através das descrições do autor a visão sensível do protagonista, que beira inclusive a crise da meia-idade. No desenrolar da história fica claro o estado de paixão de Aschenbach e o nível de imersão em que se submete, na busca pela constante admiração do seu desejo de amor. O protagonista muda sua rotina, seus objetivos e até mesmo sua aparência por conta de um amor que altera toda sua perspectiva sobre si mesmo, tornando-se alguém que sua personalidade anterior julgaria. Muito refleti na leitura acerca de como a paixão nos envolve num ambiente que muitas vezes é utópico, fazendo com que enxerguemos intenções e possibilidades onde muitas vezes não existem, somente por conta dessa esperança que rodeia o coração apaixonado. O livro serviu para mim como um lembrete para manter-me com os pés no chão independente do quão mágica certas relações possam ser, pois os limites entre o real e o idealizado são pequenos e facilmente podemos ser vítimas de um amor que nunca aconteceu, mas que criamos através das nossas expectativas.
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Paulo 09/11/2020

A Morte em Veneza
Apesar do título um pouco sugestivo, Thomas Mann é um gênio no que diz respeito à escrita. Meu primeiro livro do autor e não poderia ter uma estreia melhor. A Morte em Veneza conta a história de um artista que se vê se perguntando sobre sua idade e sobre sua história. Aschenbach é um autor de meia-idade que decide viajar pra Veneza a fim de descansar, mas acaba por descobrir algumas coisas interessantes.

A linguagem excessivamente rebuscada pode incomodar e causar dificuldade no início da leitura, mas a história é fluida e curta. O ponto principal se dá no fato de o autor conseguir reunir tantos simbolisml numa história tão curta, chegando até a citar filósofos de diferentes épocas.

Livro mais do que recomendado!
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Renan GM 24/07/2020

Genialidade com muitas referências.
Thomas Mann... Aaaaah!
Essa novela alemã é uma das mais chocantes e profundas que podem existir.

Primeiro pelo título. Segundo pelo enredo. Terceiro pela evolução do personagem. E quarto pelo desfecho.

Sobre o livro e minha opinião:
Aschenbach (protagonista) é um artista. Famoso por obras literárias e poemas. Estava passando por uma crise criativa e resolve passear um pouco. Se depara com um cemitério e junto dele vê caminhando um senhor magro (vulgo feio, pela descrição do autor).

Aschenbach era um senhor de 50 anos, e vendo a figura do senhor perto do cemitério, resolve viajar. Primeiro vai a um país e resolve mudar a rota para Veneza.

Em Veneza ele se depara com um garoto loiro, corpo perfeito, etc. de 14 anos. E se apaixona por ele. Sim!
Um senhor de 50 anos apaixonado por alguém mais novo.

Em nenhum momento da história eles chegam a trocar palavras, apenas Aschenbach o admira de longe.

O protagonista chega a mudar os planos de suas dicas férias para perseguir o menino na suja, porém linda Veneza.

O título do livro faz jus a algo que apenas lendo para descobrir...

Só não dei 5 estrelas pois sou chato. 4,5 é minha avaliação.
Recomendo e muito essa leitura.

Resenha simples porém direta. Um dia conseguirei fazer melhores.
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Jack 28/06/2020

Excelente
A história é muito sensível e inteligente, discutindo o mito da beleza e da nossa finitude, remete aos gregos e é no mínimo intrigante a forma como ele percebe suas incapacidades e sua impotência; ver o belo sem desejar corrompê-lo.
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Rogério Simas 25/06/2020

Lírico desfecho
Uma novela sobre os últimos dias de um homem. De forma sucinta descreve alguém que teve uma brilhante carreira e apreciou o belo em seus momentos finais.
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Lais.Moreira 15/06/2020

Primeiro livro do autor que leio. Gostei muito da escrita dele e consegui mergulhar completamente na história.
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Hofschneider 26/05/2020

final atual
o livro começa com uma narrativa em terceira pessoa que sabe tudo sobre o personagem principal, um escritor famoso e cansado que quer viajar, tudo isso com uma narrativa meio mágica sobre arte. a viagem é para Veneza e lá ele se apaixona perdidamente e platonicamente por um garoto polonês que também é turista.
a história tem várias referencias a mitologia e a arte. o final é de se identificar no contexto em que estamos vivendo hoje em dia.
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Pedro 20/05/2020

Burrice?
Tive uma péssima experiência com o livro. Achei a leitura muito complexa em demasiados momentos, com detalhes em exacerbação, e talvez tenha sido um dos poucos livros que tive a sensação de ser burro, ao terminar. Hahaha

Após terminar o livro fui me aventurar em uns vídeos no YouTube sobre o mesmo e descobri que várias pessoas que o leram notaram simbolismos diversos, conexões freudianas a respeito da sua relação com o seu desejo profundo e eu não consegui ter essa relação em nem 1% com o livro.

Não sei se fui eu que li errado e fui burro, ou se o livro realmente não é do meu feitio. Hahahahah
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Heloisa 14/05/2020

amor, devoção e platonismo
Apesar de ter uma narrativa prolixa que beira o lirismo, o autor conseguiu passar a complexidade e a verdade do Gustav nessa obra e sentimos suas emoções a cada pagina. O livro é caracterizado por dicotomias como belo/feio e jovem/velho, porem, o que mais me chamou atenção foi a obsessão e personificação do Belo na figura do Tadzio e a paixão platônica do Gustav em um jovem polonês. Uma obra inteligente e com pequenos detalhes escondidos.
@riggifabio 14/05/2020minha estante
Só vi o filme, achei incrível


Heloisa 14/05/2020minha estante
Ainda não vi o filme, mas ja está na lista


@riggifabio 14/05/2020minha estante
A trilha sonora é maravilhosa tb




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