Não me abandone jamais

Não me abandone jamais Kazuo Ishiguro




Resenhas - Não Me Abandone Jamais


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juscelino l 29/03/2020

Ótimo livro! Uma ficção cientifica que ensina mais à respeito dos valores humanos como amizade, solidão e solidariedade
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Claire 27/03/2020

Um momento para respirar
Perfeito! Não tem como não se emocionar e ficar pensativa ao final, a maneira que foi descrito e conduzido a história é única , e que história.
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Kelly 11/03/2020

Uma leitura interessante, q te deixa curioso é te obriga a continuar lendo, e lendo rápido. Pode nos fazer questionar várias coisas :)
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Sylvia 07/03/2020

.
Uma história bem diferente, com narrativa às vezes cansativa, mas de uma maneira geral, gostei do livro!
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Book.ster por Pedro Pacifico 26/02/2020

Não me abandone jamais, Kazuo Ishiguro - Nota 5,5/10
Vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2017, Ishiguro é conhecido por sua escrita sensível, mesclando a realidade com a fantasia. Apesar de ter gostado da primeira obra que li do autor (“O gigante enterrado”), o escolhido para o mês de novembro do #DesafioBookster2018 não me agradou! A premissa da obra é instigante: um internato em que as crianças são tratadas de forma diferente, criadas para um propósito maior - mas que, para elas, é desconhecido. Nasceram para desempenharem a função de “doadores".

A escrita de Ishiguro é muito boa, o que deixa a leitura mais fluida e me ajudou a não abandonar o livro. O problema para mim está no desenvolvimento da narrativa. Tive a sensação de que ela não evoluía e que as cenas eram extensas demais, sem contribuir para o desenvolvimento da obra. As questões abordadas pelo autor são interessantes, como ética e condição humana, mas não conseguiram me despertar reflexões. Os personagens também não me cativaram muito. Tentei me apegar a algum deles, mas não consegui me aprofundar nos seus questionamentos. Ao final, me pareceu mais um livro juvenil, que não conseguiu refletir, “através da ficção científica, a questão da existência humana" - como promete uma das sinopses.

Enfim, o livro não ME fisgou; tinha muito potencial, mas achei que foi pouco aproveitado. Por outro lado, recebi muitas mensagens de pessoas que adoraram a leitura! Ou seja, como sempre falo, umas das coisas mais interessantes da literatura é como cada leitor tem uma experiência única com uma obra. Se ficou curioso, leia e depois me conte o que achou! E para quem já leu, quero saber as opiniões! .

"É um momento gélido, esse, o da primeira vez em que você se vê através dos olhos de uma pessoa. É como passar diante de um espelho pelo qual passamos todos os dias de nossas vidas e de repente perceber que ele reflete outra coisa, uma coisa estranha e perturbadora."

site: https://www.instagram.com/book.ster/
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Inalda 11/02/2020

Kaith , tomy e Ruth sao amigos que cresceram no orfanato. Kaith fica lembrando a sua infancia no instituto. Quando crescem eles descobrem coisas que voce vai ficar surpreso.......
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Pandora 12/12/2019

Não acredito que consegui terminar esta tortura!, digo, leitura. É um livro que eu teria abandonado com toda certeza, mas fui até o fim, bravamente, porque fará parte da discussão de um grupo de leitura.

A terceira parte é até boa, mas a segunda é bem irregular e a primeira - a mais longa - é tão sofrível, que eu só conseguia abandonar o livro a cada poucos parágrafos, bufando e revirando os olhos com tantas tolices.

A ideia é interessante, mas a escrita é pueril no pior sentido da palavra. A protagonista tem 31 anos e parece ter 12. Os personagens não são carismáticos, a trama não é envolvente... é tudo morno, sem sentido, chato e cansativo. Ishiguro gasta quase todo o primeiro capítulo - quase 12 páginas - numa cena escolar perfeitamente descartável!

A narradora devaneia o livro todo e vive reconhecendo que só está enrolando a gente:

Pág. 28 Mas voltando a Tommy.
Pág. 60 Mas como eu ia dizendo...
Pág. 61 Mas não é sobre isso que eu quero falar.
Pág. 110 Mas me afastei um pouco do ponto.
Pág. 127 Bem, mas eu estava falando de antigamente (...)
Pág. 150 Bom, mas o que eu queria dizer...
Pág. 157 Bom, mas como eu ia dizendo...

No tempo em que tentei, desesperadamente, me concentrar na primeira parte, li outros quatro livros; mas a cada vez que voltava, tinha vontade de atirar o livro na parede... rs... e eu nem sou dessas coisas. Um desses livros foi a distopia de Karin Boye, Kallocaína, que sem enrolação, em enxutas 251 páginas, disse a que veio. Há inclusive uma semelhança na temática: doadores neste Não Me Abandone Jamais (até o nome é uma praga!) e cobaias em Kallocaína. Só que o desenvolvimento é totalmente diferente.

Pra não dizer que não falei das flores, a cena final é emotiva e delicada, mas não salva esta história.

A melhor frase do livro está na página 231: “E que importância tem isso, afinal?”. Isso resume o livro, cheio de passagens e diálogos inúteis.

Importância nenhuma, meus caros.


Erika stan 20/11/2019

Provavelmente um dos mais excepcionais livros do século XXI
Não me abandone jamais se passa em uma Inglaterra alternativa, com a personagem Kath como protagonista. No mundo distópico de "Never Let Me Go', a sociedade humana evoluiu ao ponto que é possível a criação de clones humanos com o único dever de doar órgãos para os humanos "naturais". E é nesse contexto que a trama se desenvolve, onde a personagem principal conta a sua história.

Há pouco tempo, comecei a criar uma grande vontade de ler obras de escritores laureados pelo grande Nobel da Literatura, e assim me esbarrei com Ishiguro. Observando as sinopses — e também as capas — de seus livros, “Não me abandone jamais” logo me chamou atenção, seja por sua temática distópica ou por sua capa cheia de referências. Mas o motivo principal do meu grande interesse em ler este livro, foi por ele envolver clones em sua narrativa. Eu sempre gostei bastante de tudo que envolvia a criação ou o desenvolvimento de clones, logo me interessei pelo livro. E arrependimento é a última palavra que usaria para descrever a leitura realizada.

Tudo neste dramático livro é bem-planejado: A escrita, a leitura fluída, os personagens — estes muito marcantes —, a ambientação, entre outros. Tudo aqui está dentro dos conformes e muito bem desenvolvido. Quando o assunto são os personagens, Ruth é a primeira que me lembro. Personalidade mais memorável do livro, Ruth se mostrou extremamente sonhadora — e algumas vezes sem vergonha — durante todo o livro, sempre acreditando no impossível e sonhando com mais. Protagonista um pouco sem graça, porém memorável, Kath sempre foi mais “pé no chão” que sua amiga Ruth, todavia também era uma boa sonhadora e sempre pensava em mais. Tommy seguia quase o mesmo caminho que Kath, mas o mesmo era um pouco mais birrento e até mesmo um pouco songamonga, como é possível observar em sua relação com Ruth. Além disso, outros personagens como Emily e a Madame eram dignas de menções e tiveram seus momentos no livro.

Não me abandone jamais é um livro que realiza inúmeras criticas a sociedade de uma forma silenciosa, apesar de não ser tão latente. Fazendo um paralelo com a realidade, os clones podem ser facilmente comparado com os animais que são em grande parte fonte de alimentação humana, como frangos e porcos, criados de forma pavorosa em indústrias alimentícias com o objetivo de lucrar cada vez mais. Este lucro é equiparado ao sistema de doação de órgãos que existe no enredo, uma vez que a sociedade distópica de Never Let me Go usa e abusa dos clones sem pudor nenhum, sendo a preocupação com estes praticamente zero, e é nesse ponto que a ficção cruza com a realidade de forma magistral. Outras várias relações com a realidade poderiam ser feitas — como a guerra às drogas e o uso de células-tronco —, mas só vou deixar esse exemplo para que as pessoas reflitam como grande parte da sociedade só se preocupa com si mesmo.

Finalizando, Never Let Me Go apresenta uma narrativa dramática que convence o leitor de tudo que o escritor quis apresentar, dos pequenos aos grandes detalhes. Kazuo Ichiguro apresenta um livro que te força a refletir sobre a problemática da sociedade contemporânea, com uma linguajem acessível que irá fazer você pensar sem parecer entediante.

Never Let Me Go

Darling,
Hold me,
Hold me,
Hold meeeeee,
And never (never),
Never (never),
Never (never),
Let me gooooo

Darling,
Kiss me,
Kiss me,
Kiss meeeeee,

And never (never),
Never (never),
Never (never),
Let me gooooo

Lock my heart
Throw away the key
Fill my love with exthasy

Bind my heart
With your warm embrace

And tell me,
No one
Will ever take my place

Darling,
Tell me,
Tell me,
Tell meeeee

You'll never, never, never

(Letra da música que foi produzida para a adaptação cinematográfica do livro)
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Rodrigo.Lorenzi 23/09/2019

Não me pegou
Adorei os personagens e a história é sensível, mas não me comoveu. Consigo ver as qualidades do livro e por que tanta gente ama, mas não bateu pra mim. :(


Rodrigo.Lorenzi 17/09/2019

Não bateu
Adorei os personagens e a história é sensível, mas não me comoveu. Consigo ver as qualidades do livro e por que tanta gente ama, mas não bateu pra mim. :(
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Gabriel.Tesser 03/08/2019

Sabe aquele livro brilhante, cheio de mistérios, conflitos em que você não tira o olho, não vê a hora de ler o próximo capítulo? Pois é, esse livro é totalmente o oposto disso.
Para quem é acostumado a ler literatura pesada, esse daqui não passa de uma pipa.
Um drama que apresenta o conflito da perda. Crianças que cresceram predestinadas a doar seus órgãos, três, quatro vezes, e outras que são destinadas a serem seus cuidadores até suas mortes. Nasceram para servir de estoque de órgãos. A trama não é complicada, pois quem conta a história é Kath (tem até filme choroso) sobre sua infância, adolescência e vida adulta, e o que ela e seus amigos passam, suas dúvidas e desejos. É bem inocente, pueril, uma trama lenta. Não via a hora de acabar o livro, não é coisa que me atrai, logo, passei a odiar o livro. Não escolhi bem a primeira obra do autor, pois havia tempo que desejava ler algo de Ishiguro. Bom, renderam-lhe o Nobel da literatura e um filme sobre essa obra, que busca mostrar o lado sensível da ficção. As personagens não me convenceram, não consegui emular suas sensações devido ao argumento quase infantil em um texto sem brilho. Sei que foi a proposta dele escrever desse jeito, o que faz com que outros leitores apreciem sua forma de escrita. Acontece que desejei atirar o livro pela janela algumas vezes, mas decidi que não irei largar mais nenhum livro pela metade por mais que o odeie, como foi o caso.
Enfim, apenas descrevo as sensações das obras que leio e não me permito resumir além de uma percepção peculiar deste ou daquele autor.
Por hoje é só, pe-pessoal.
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Carol | @carolreads 11/07/2019

Não me abandone Jamais
Um livro que me prendeu do começo ao fim.

“Crianças costumam ser levadas a acreditar que são especiais. Mas os alunos de Hailsham, internato inglês, são tão especiais que vivem encobertos em mistérios. De onde vêm? Para onde vão? Assim como essas crianças, que têm de descobrir por conta própria o que há de estranho em suas vidas, o leitor juntará as pistas que vão sendo deixadas ao longo da narrativa. Não me abandone jamais é uma obra-prima de atmosfera e alusões.”

A história é narrada por Kathy, uma ex aluna de Hailsham que irá nos contar sobre o período que ela passou no internato, sua amizade com Ruth e Tommy, além da sua trajetória para se tornar uma cuidadora.

A princípio o enredo parece simples, mas a forma como o autor trata da relação dos três personagens principais (que ranço da Ruth, sério!) e insere o mistério central do livro - por que os alunos são tão especiais? - é sensacional.

Uma das coisas que me prendeu tanto no livro foi acreditar que Kathy, que sempre aceitou tudo com uma complacência irritante, iria explodir a qualquer momento. Apesar de ficar um pouco frustada, entendo o porquê que isso não ocorreu, afinal, o meio em que os alunos estavam inseridos sempre anulou o individual e priorizou o coletivo e as doações.

A conversa que o Tommy e a Kathy tem quando ele pede para ela ir embora é muiiiito triste. E que final foi aquele! 💔

site: https://www.instagram.com/carolreads
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