Drácula

Drácula Bram Stoker
Eugênio Colonnese


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Resenhas - Drácula


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Zamek 06/10/2018

Entre as percepções que desperta, guardei duas, independente do que seja mais significativo na obra. Gosto dessas conclusões, o que a leitura instigou.

A primeira refere-se à origem dos mitos.
Sou entusiasta por esse tema, no sentido de tentar entender as lógicas. "Drácula" é uma excelente ilustração, em história extraordinária como outras na atualidade, tendo elementos reconhecíveis, persistentes através das gerações.
- Vemos relatos diversos que se entrelaçam, fortalecendo uma ideia, somando detalhes, construindo certa imagem, instigante à adesões em seu universo particular. Histórias que se fortalecem ainda mais com o peso de pessoas respeitáveis, influenciadoras em seu ambiente. No caso das lendas que conheço, a boataria do desconhecimento está na origem (conhecimento oral), sendo moldada com saberes conclusivos, principalmente de "pessoas muito vividas", inquestionáveis por seus destaques. Bram Stoker expressou tudo isso na forma de troca de informações escritas, que vão revelando a história, na exposição de pessoas consideradas idôneas, destacadas em sua sociedade por atuarem como médico, cientista, advogado, professor ou ricaço a quem os olhos se voltam, além da imprensa. Todos influenciadores em seu meio.
Interessante que o livro instiga a imagem de um documentário, tipo "A Bruxa de Blair" de seu tempo, sugestionando algo interessante, envolvente, atrativo à aceitação, ao mergulho nesse saber, como acontece com as lendas. É o mesmo caminho construtivo.
- Bram Stoker também aproveitou o ambiente profuso em mistério e incompreensões, à disposição de livres interpretações. A Transilvânia e suas histórias lúgubres, sedutoras à imaginação. Lá tem essa oferta inspiradora, como também a Amazônia, o alto da montanha, o fundo do rio, o espaço e tantos outros lugares - nascedouros das lendas. Para entender melhor, basta ver que o Drácula descrito na Transilvânia parece mais poderoso que o descrito em Londres, nem parecendo o mesmo. Ih, nem se comparam.
- Um terceiro aspecto para o mito são histórias e fatos reais. Logicamente, ainda que talvez nem tenha relação, são interpretados para dar suporte ao imaginário. A Transilvânia, além do ambiente que impacta a imaginação, tem passado com histórias tétricas, matéria prima para o mito. Stoker citou superficialmente algumas, dando destaque para as guerras com os turcos, onde se destacou um voivoda antepassado de Drácula (sabem de quem estou falando? Melhor, a quem Bram Stoker está se referindo? Apesar do nome não estar escrito, é aquela figura histórica, que também não vou explicitar o nome... Ah, sugestiona-se na leitura que são a mesma pessoa).
Relatos diversos, ambiente sugestivo e histórias e fatos livremente interpretados... Fórmula certeira para gerar ou fortalecer lendas (ô se não!) em que "Drácula" dá show!
Não podemos esquecer que também foi enriquecido de maneira inusitada para ficar mais atrativo, mostrando coisas como: transfusão de sangue entre pessoas (em estudo na época); detalhamento sobre os vampiros com informes pouco conhecidos (como acontece no Diário de Nina Harker, de 30 de setembro); estilo de terror modernoso, que não fica apenas na valorização do clima assustador e torna as coisas palpáveis, materializadas (Drácula, por exemplo, tem muitas faces, de gente e de bicho, tudo bem detalhado num caminho que é insidioso, como os clássicos até aqui, mas também visível nos escrachos do terror. E não é! Afinal, colocou Nina para chupar sangue em seu peito, virou cachorro, saiu para o pau com seus caçadores, enfrentou alcateia, era tipo um mutante fodão - desculpa a palavra, é que não achei outra - etc e tal. Ah, e não podemos esquecer o terror de ação, a la Júlio Verne, na caçada a ele no final).
E assim, desse jeito, na sedução envolvente, muitos aderem às lendas...

O segundo direcionamento é o entendimento da sedução do mau.
Por que Drácula é tão carismático? História que inspirou centenas de desdobramentos e admiradores, sendo ele personificação demoníaca.
Entendo isso como um caminho enganoso, que seduz, fazendo ver apenas o que parece favorável, capaz de transformar a pessoa sem que perceba. Isso é óbvio, mas o surpreendente é que qualquer um de nós pode sucumbir a essa sedução e entrar nesse caminho, sem perceber, principalmente no afastamento cada vez mais crescente de Deus. E afastar-se de Deus não expressa preponderantemente a negação em palavras e atitudes direcionadas a Ele, mas de toda virtude e bem que só existem a partir Dele, reconhecendo-se ou não. Coisas como justiça, equidade, amor, longanimidade e muito mais.
Epa! Pra quem achar que perdi um pouco a linha de raciocínio, dizia que o mal seduz e disfarça sua verdadeira face. Drácula fez isso com Jonathan (levando-o à loucura e quase morte, quando pensou que iria fazer o negócio de sua vida, mas na verdade foi escada para planos maléficos); com Lucy (quando se deixou envolver por galante cavalheiro, que a matou); com Renfield (o serviçal dedicado ao mestre amado que também o matou assim que contrariado) e com os marinheiros que transportavam apenas um lote de caixas esquisitas de ilustre cidadão qualquer (não sobrou um!). Só alguns exemplos.
Drácula é o mau disfarçado, que se expressa em seduções aos sujeitos que se tornam homens-bomba; em drogas "mó legais" oferecidas; em jovens que aderem ao Estado Islâmico nas propagandas bacanas que fazem; e em cada um de nós na aceitação de caminhos enganosos.
Como prefiguração demoníaca, está ele como o caminho de Provérbios 14:12, na mesma intenção alertada por Jesus na primeira parte de João 10:10 e no proceder para termos cuidado descrito em I Pedro 5:8.
Tá cheio de Drácula por aí e quem sabe já lançando sua sedução em nós...
Reitero que tudo isso parece muito óbvio, porém, não descubramos nas consequências, como Lucy ou Jonathan.

O livro trouxe-me esses devaneios...

Explorando-o um pouco mais, a melhor parte é o Diário de Jonathan no início. Sensacional a evolução da história no momento! Acho que por isso o autor não explicitou como foi o desfecho, como o inglês sobreviveu e escapou do castelo, daquela sentença de morte. Talvez para não deixar essa como a parte mais impactante e de maior destaque da obra... O reencontramos, após o desenrolar macabro, nos informes de uma religiosa, aparentemente cuidadora na área de saúde também, sendo mencionado enfraquecido e um tanto enlouquecido. Como é que escapou do castelo? Sozinho, cercado por densa floresta, cheia de lobos, já em um estado mental de pânico e, pior de tudo, prometido como refeição para as três vampiras, de olhos e dentes grandes em cima dele... Olha! Se eu fosse um escritor, principalmente roteirista de quadrinhos, ia viajar na maionese e tosqueira numa obra específica... Seja como for, só em Deus mesmo configurou-se essa libertação... Alguma dúvida?

Não gostei do final, pois a obra inicia com valorização espiritual para terminar em resolução na força do homem. O Drácula pareceu-me também aquém de suas forças, já derrotado... A história desenrola-se com uma crescente valorização racionalista, em oposição à sugestão espiritual do início. Até o Jonathan parece outro, super forte fisicamente também, confiante em sua capacidade apenas, alheio a quem foi seu libertador no início, que não é mais valorizado... Confiança no poder do homem, o autossuficiente... Vai crendo nisso, vai!

Foi o que guardei.
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Dri F. @viajecomlivros 05/10/2018

Mês de Halloween no @viajecomlivros
Drácula foi publicado em 1897, e é considerado um clássico do terror.
A história começa com Jonathan Harker, um advogado que vai até a Transilvania visitar um cliente que pretende comprar um imóvel em Londres.
Lá ele vai parar justamente no castelo do nosso velho conhecido Conde Drácula, e coisas muito estranhas, obviamente, começam a acontecer.
Esses personagens chegam até Londres quando o Conde finalmente chega à cidade, e vamos conhecer aí novos personagens, como o Professor Van Helsing, Mina a noiva de Jonathan, Lucy e outros mais.
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O livro é escrito de forma epistolar, ou seja, é todo narrado em formas de cartas, documentos e diários escritos pelos personagens narrando o que acontece com eles, incluindo diálogos e descrições de lugares.
A história é muuuuito bem escrita, muito bem detalhado em cada cena, e diferente de algumas narrativas que podem ficar cansativas por causa de excesso de descrição, essa traz uma facilidade muito grande de imaginar tantos os personagens quanto os lugares que eles estão. Embora não goste de longas descrições, essa não me incomodou nada.
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A história é envolvente, o suspense acaba nos prendendo bastante, e se alguém como eu tem receio de que o livro seja muito assustador, pode ficar tranquilo. Embora obviamente seja uma história de terror, não me fez perder o sono hehe.
Para quem quer conhecer clássicos e tentar ler novos gêneros como o terror acho que esse pode ser o início perfeito!
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Pois a vida afinal é só à espera de uma outra coisa diferente disso que estamos fazendo, e a morte é a única certeza que podemos ter.?



site: Instagram @viajecomlivros
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Fernanda_Terena 29/09/2018

Drácula
De longe o melhor livro que já li, possui uma linguagem coloquial fantástica que não cansa e nem prejudica a leitura. O livro é todo em formato de cartas trocadas pelos personagens da narrativa, não é atoa que todos os contos vampirescos tem alguma referência à este livro. Extremamente detalhado, tenso e fantástico, uma ótima opção mesmo pra quem não gosta do gênero
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Thaise 12/09/2018

Nada como ler a história original!
Essa história tem um dos começos mais magníficos que eu já tive o prazer de ler, com Jonathan Harker, advogado em início de carreira, indo visitar um cliente que contratou a empresa em que trabalhava para a compra de um imóvel em Londres.
A Viagem de Jonathan à Transilvânia para conhecer o Conde Drácula, é descrita em tantos detalhes, com tanto suspense que o leitor se transporta para o cenário, eu juro que consigo ver as imagens perfeitas em minha mente quando me lembro. Essa foi a primeira vez em que o excesso de descrição em um livro o tornou mais fascinante ainda para a leitura.
Jonathan é noivo de Mina, que é amiga de Lucy Westenra, que por sua vez, começa a sofrer de uma doença desconhecida, e é por conta dessa doença que somos apresentados ao Dr. Abraham Van Helsing, que chega ao socorro de Lucy com seus conhecimentos de doenças não muito convencionais.
Não vou entrar em muitos detalhes para não estragar a história, mas, depois dos problemas com Jonathan e Lucy, começa uma caçada ao mal que paira sobre a vida de nossos personagens.
O Romance é escrito de forma epistolar, ou seja, é formado por cartas e diários dos personagens, o que torna o suspensa muito melhor, e por falar em suspense, Sr. Bram Stoker, o senhor está de parabéns!!! Que suspense maravilhoso, que te prende e não te faz querer parar de ler até saber o que vai acontecer.
Confesso que no final me decepcionei um pouco com a figura do Drácula, acho que esperava mais da “vilanidade” dele, e achei, no final das contas ele mais fraco do que imaginei, mas isso não tira o brilhantismo da obra e é como eu sempre digo, nada como conhecer a obra original, gente, tive a sensação de ter sido enganada a vida inteira. O Drácula original não é nada do que eu vi nos filmes.
Resumindo, Drácula, é sem dúvida uma leitura essencial para os fãs de terror e suspense e vale muito. Muito mesmo!

site: https://www.instagram.com/realidadeliteral/
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Marcos Antonio 18/07/2018

Drácula
Lembro-me do primeiro filme de vampiros que vi na minha vida que se chamava Dança do vampiro a meu ver ela mais uma comédia do realmente algo sobre o homem e monstro, porém me lembro-me quando lançaram o filme o Drácula de Bram Stoker e achei um dos melhores que já tinha visto, e agora tive a oportunidade de ler.
Esse livro é como eu sempre imaginei o vampiro, como um ser eterno chupador de sangue e é o sangue que lhe traz vida então em momentos que fica sem sangue ele fica velho mais monstro de humano, para alguém que vive para sempre, as lentas crescem a seu respeito, a riqueza só aumenta e quem trabalharia para um monstro.
O livro quando fala dos uivos dos lobos parece me fazer ouvir os uivos e os grito de dores.
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Natália | @tracandolivros 11/07/2018

Maravilhoso!
Jonathan Harker é um advogado, e seu chefe o mandou em uma viagem à Transilvânia, para tomar assinaturas e confirmar a compra de uma casa em Londres. A história tem início ao caminho da casa do comprador, que é o conde Drácula, Jonathan nos descreve a reação das pessoas quando ele diz quem irá visitar, e como elas pedem para que ele adie ou nem vá, pois é muito perigoso, no entanto, este é o seu trabalho, não tem como simplesmente dar meia volta, além de que ninguém explica o porquê de falar assim e o que ele deveria temer. Acreditando que seja apenas superstição dos moradores da cidade ele continua sua jornada.

Como combinado, o conde envia uma carroça para lhe buscar na estação, o cocheiro parece taciturno e levemente assustador, durante a trajetória até o castelo do conde, o céu escurece e vai se tornando noite, o dia esta frio e nevando, há muitos sons de uivos dos lobos e o cocheiro assusta-os de uma forma arrepiante, e parece que eles dão voltas e mais voltas ao invés de ir direto ao castelo. De qualquer forma, perto do raiar do dia eles chegam, o cocheiro some rapidamente, e ao bater na porta e ser atendido, Jonathan percebe uma semelhança entre o conde e o cocheiro, mas simplesmente ignora, e conforme os dias vão passando, ele nota que só existe ele e o conde no castelo, o ele nunca vê o conde se alimentar. Jonathan também vê muitas cenas esquisitas e pavorosas acontecerem, como o conde se pendurar pelas paredes e muitas outras. Ao final de tudo, Jonathan vai passar por muitas provações.

Depois de alguns dias narrados por Jonathan o livro tem uma mudança brusca de narrador, começa a aparecer cartas de Mina, noiva de Jonathan, e sua amiga Lucy, e assim o autor foi acrescentando novos personagens e mais mistérios a trama. Ele até mesmo faz algumas conexões como se ao final de tudo, todos tivessem juntado seus diários e formado o livro.

A narrativa em forma de diários dos personagens é bem diferente e muito fluida, mesmo sendo um livro clássico a escrita é até bem simples e tranquila de ler. Quando resolvi ler ele, a única coisa que sabia sobre a história é que era um clássico de vampiro, mais nada, então tudo o que aconteceu além foi totalmente novidade e me surpreendeu positivamente, eu esperava uma narrativa mais arrastada, mas foi bem ao contrário, existiram muitas cenas de ação e a cada capítulo que eu terminava eu sentia que precisava saber mais da história, e o que aconteceria com os personagens. A trama também tem muitas reviravoltas, e cenas de amizade e sentimento bem fortes. Não esperava gostar tanto do livro, e mesmo com o final mais arrastado que o resto do enredo, eu gostei tanto que sinto que precisava saber mais, e mais sobre os personagens, e mais aventuras deles.

site: https://www.instagram.com/p/BV97Oa0AQVD/?taken-by=tracandolivros
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Talita.Lima 15/06/2018

Magnífico!
Uma história de amor e cumplicidade!
Misterioso e extremamente satisfatório, nos remete além do imaginário fundido as criações cinematográficas.
No começo o interesse e a compulsividade me tomou conta me fazendo querer ler mais e mais até que chegasse ao meio e por haver confusão entre as datas e pequenos erros de digitação(o que não impede do livro ser ótimo, mas deveras me incomodou)fui desanimando até haver o clímax da trama me fascinando.
Recomendo demais e espero quem sabe reler este estupefato clássico no futuro e me surpreender mais uma vez com ele!
Obs: O final é o melhor de todos que já li, nenhuma história sobre o referente tema: Drácula poderá ser comparado a este exemplar. O cinema está longe da grandeza do Conde de Bram Stoker. Leiam-o e saberão do que digo.
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Ádila 08/06/2018

De início eu estava bem empolgada com a leitura de "Drácula", afinal, é um clássico do terror (entenda-se: livro importante da história da literatura).
No começo a gente é apresentado ao Conde Drácula de forma devagar, através de um diário de um hóspede que passa um tempo em seu castelo. Mas também teremos os diários e cartas de outros personagens, alguns bem distante do castelo, mas ligados de alguma forma.
O livro todo é escrito em forma de entradas de diários e cartas (às vezes alguns telegramas também), mas isso não fez diferença pra mim, pois a escrita dele é detalhada nos fatos, nos diálogos (algumas falas duram mais de uma página!) e poderia muito bem ter sido escrito em capítulos "normais" por um narrador em terceira pessoa.

O meu problema é pessoal, o livro simplesmente não me cativou como eu esperava. Algumas vezes me deu sono, ou eu não me concentrava direito (enquanto que em outras leituras eu ia muito bem, obg). Parece que a leitura do Drácula foi me deixando cansada com o tempo... A ambientação, os personagens, tudo foi me cansando até eu não aguentar mais. É tudo tão antigo (tecnologia ultrapassada demais, conceitos ultrapassados, transfusão de sangue feita "na doida"...) e por vezes lento, às vezes os personagens são bem ingênuos... Enfim. Acho que não faz meu estilo de leitura.
Claudiosena 09/06/2018minha estante
Falou tudo o que achei.


Ninja Negresco 09/06/2018minha estante
Cada um com seus gostos, amiga. Não bateu com o que tu gosta. Quem sabe com alguns acontecimentos de vida tu pegue pra relê-lo e acaba tendo outra impressão. Quando eu li O Cortiço no ensino médio eu achei um martírio, mas quando o li na Letras, com outra cabeça, me abriu um mundo adorável com personagens complexos não distantes de uma literatura ralé, como a do Bukowski. Tudo depende da vibe. Quando eu estava na onda da gnose eu tinha outra vibe, p. ex., e quando saí desta viagem eu me abri mais. Bj




Saulo Barreto 31/05/2018

Que livro!
Que grande livro! Que grande narrativa! É um clássico de verdade!
Há muito queria ler Drácula de Bram Stoker, mas sempre começa a ler outros na sua frente. Finalmente parei e o peguei para ler. Ficou apenas um arrependimento: o de não o ter lido antes.
A história é extremamente fechada sem nenhuma falha de continuação, contexto de história ou ritmo.
Sensacional.
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oficialVittin 23/05/2018

UM HINO! DE LEITURA
Cuidado! Você corre o risco de se viciar... Uma amiga me emprestou a uns anos atrás e eu o li incríveis 7 vezes seguidas, e recentemente comecei a ler pela oitava vez, mas não segui kkkkk... Só queria um Live-action fiel a essa história, com os efeitos visuais de hoje em dia.
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Angel 14/05/2018

"O esperado sempre acontece" - Disraeli - Drácula
Comprei essa edição de luxo em novembro de 2014. Desde então, peguei esse livro duas vezes para ler e não dei cabo na leitura. Definitivamente eu não tinha a maturidade literária necessária para encarar essa obra. Finalmente, com o apoio da minha amiga Lua, consegui. E que leitura! Que livro! Mesmo tendo sido escrito já há um bom tempo, a narrativa é de uma elegância e maestria incomparável. Nesse momento optei por não ler a história em inglês (essa versão é bilíngue). Quem sabe mais para frente, quando eu não tiver que ler tantas coisas do mestrado em inglês. Tenho muitos livros do meu desafio individual para ler nesse momento. Enfim.O desfecho da Lucy na primeira metade do livro foi algo que me comoveu muito, mas que serviu de força e motivação para os outros personagens. Não assisti o filme para saber se o desfecho é igual em ambos, mas de modo geral gostei muito do livro. A criação do conde Drácula foi algo muito único, acredito que será um personagem que ficará marcado para sempre na literatura e na fantasia. Muito satisfeita com a leitura!
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Marquinhos.Eduardo 27/03/2018

Batalha do bem x mal
Esqueça tudo que você acha que sabe sobre o Drácula. Depois de mais de um século e com tantas novas interpretações e versões, é até fácil de se compreender o porquê o original já não é conhecido.

O livro já de cara te surpreende pela maneira incomum como é escrito. A história é contada através de diários, telegramas, cartas e recortes de jornais. No início, a leitura não é tão fluída, mas com o passar da narrativa e da imersão, o livro vai ficando muito mais dinâmico.

Bem, o livro apesar de ser um clássico do terror, não é efetivamente isso, há sim algumas cenas, que arrepiam, como as do Castelo de Drácula, mas só isso. O livro não se aprofunda tanto no Drácula em si, mas nos seus personagens humanos e no crescente aprofundamento da amizade entre eles.

Drácula é uma clássica história de bem contra o mal. Mas, que pela época em que foi escrita, surpreende os leitores pelo crescente destaque na trama de uma personagem feminina. Que aliás, chega ao final do livro como efetiva protagonista, acima de todos os homens da história.

Clássico de verdade! Leiam!
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Anízia 21/02/2018

Uau!
Curioso.. Muito curioso... Haha
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Nasa 25/01/2018

Drácula - Bram Stoker
Ao terminar a leitura do livro Drácula, deparei-me com um dilema. E agora o que pensar?
A princípio acreditei que estaria faltando alguma coisa, talvez a edição que estava lendo não estivesse completa. Mas tudo isso ficou para trás ao confrontar e-book, versão física do livro e áudio book. Foi quando percebi o óbvio, eram idênticas e minha frustração fora criada por culpa da Sétima arte, o cinema.
No início da leitura percebi, que Francis Ford Copolla havia respeitado nos mínimos detalhes a obra literária de Bram Stocker.
A forma como o livro foi escrito é fascinante, e certamente deve ter dado muito trabalho ao autor seguir uma linha de pensamento, que unisse todos os personagens no tempo certo. Realizei a leitura da seguinte forma, em casa, livro físico, fora de casa, áudio book pelo aplicativo Ubook no meu celular. A qualidade do áudio é perfeita, a narração humana e cheia de emoção.
Meu dilema? Bram Stocker criou um mito e ele cresceu influenciando várias gerações de leitores e escritores. Que criaram seus próprios “Dráculas”.
A cena inicial do filme não existe no livro, ela foi imaginada graças aos fragmentos do livro, que afirmam que o conde foram um grande guerreiro da Transilvânia. O rio princesa, o suicídio da sua amada. Tudo fica subtendido.
O Drácula do livro é frio, cruel e nada romântico. Seu objetivo é sangue. Sua história como conquistador sangrento é contada superficialmente, mas o resto foge ao romance que vemos no filme.
Sim, estou comparando o melhor filme sobre Drácula e o livro.
Mina se torna foco de sua vingança e desejo, quando sua amiga Lucy, é por assim dizer, descartada. Mas não existe o amor, que vemos nas telas por tantos anos e versões diferentes.
Gostei do livro, é um clássico, mas faltou o que vi na tela. Ele criou o mito, o monstro, o vampiro moderno. Mas aquele personagem apaixonado não existe.
Mina é profundamente apaixonada por Jonathan, seu marido, e repudia com todas as suas forças o conde Drácula. Viu como é importante ler o livro e ver todas as versões? Muito.
Todo o resto bate com o livro, isso se você comparar o livro a sua melhor adaptação cinematográfica, que é a versão de Copolla. Textos, falas, o ritmo do livro. Mas ele soube como ninguém dar ao filme o que faltou ao livro, romance.
É uma história tão contada, interpretada, filmada, recontada, que em algum momento o livro passou a ser todas elas, mesmo não sendo nenhuma verdadeiramente. O conde, o filho do dragão, é realmente um grande mito. Drácula é uma das obras mais significativas de sua época nesse gênero.
Recomendo muitíssimo a leitura do livro. É aquele livro para ler antes de morrer. Minha nota? Cinco beijos mordidos e bem sangrentos.
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