Drácula

Drácula Bram Stoker
Eugênio Colonnese




Resenhas - Drácula


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Talita.Lima 15/06/2018

Magnífico!
Uma história de amor e cumplicidade!
Misterioso e extremamente satisfatório, nos remete além do imaginário fundido as criações cinematográficas.
No começo o interesse e a compulsividade me tomou conta me fazendo querer ler mais e mais até que chegasse ao meio e por haver confusão entre as datas e pequenos erros de digitação(o que não impede do livro ser ótimo, mas deveras me incomodou)fui desanimando até haver o clímax da trama me fascinando.
Recomendo demais e espero quem sabe reler este estupefato clássico no futuro e me surpreender mais uma vez com ele!
Obs: O final é o melhor de todos que já li, nenhuma história sobre o referente tema: Drácula poderá ser comparado a este exemplar. O cinema está longe da grandeza do Conde de Bram Stoker. Leiam-o e saberão do que digo.
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Ádila 08/06/2018

De início eu estava bem empolgada com a leitura de "Drácula", afinal, é um clássico do terror (entenda-se: livro importante da história da literatura).
No começo a gente é apresentado ao Conde Drácula de forma devagar, através de um diário de um hóspede que passa um tempo em seu castelo. Mas também teremos os diários e cartas de outros personagens, alguns bem distante do castelo, mas ligados de alguma forma.
O livro todo é escrito em forma de entradas de diários e cartas (às vezes alguns telegramas também), mas isso não fez diferença pra mim, pois a escrita dele é detalhada nos fatos, nos diálogos (algumas falas duram mais de uma página!) e poderia muito bem ter sido escrito em capítulos "normais" por um narrador em terceira pessoa.

O meu problema é pessoal, o livro simplesmente não me cativou como eu esperava. Algumas vezes me deu sono, ou eu não me concentrava direito (enquanto que em outras leituras eu ia muito bem, obg). Parece que a leitura do Drácula foi me deixando cansada com o tempo... A ambientação, os personagens, tudo foi me cansando até eu não aguentar mais. É tudo tão antigo (tecnologia ultrapassada demais, conceitos ultrapassados, transfusão de sangue feita "na doida"...) e por vezes lento, às vezes os personagens são bem ingênuos... Enfim. Acho que não faz meu estilo de leitura.
Claudiosena 09/06/2018minha estante
Falou tudo o que achei.


Ninja Negresco 09/06/2018minha estante
Cada um com seus gostos, amiga. Não bateu com o que tu gosta. Quem sabe com alguns acontecimentos de vida tu pegue pra relê-lo e acaba tendo outra impressão. Quando eu li O Cortiço no ensino médio eu achei um martírio, mas quando o li na Letras, com outra cabeça, me abriu um mundo adorável com personagens complexos não distantes de uma literatura ralé, como a do Bukowski. Tudo depende da vibe. Quando eu estava na onda da gnose eu tinha outra vibe, p. ex., e quando saí desta viagem eu me abri mais. Bj




Saulo Barreto 31/05/2018

Que livro!
Que grande livro! Que grande narrativa! É um clássico de verdade!
Há muito queria ler Drácula de Bram Stoker, mas sempre começa a ler outros na sua frente. Finalmente parei e o peguei para ler. Ficou apenas um arrependimento: o de não o ter lido antes.
A história é extremamente fechada sem nenhuma falha de continuação, contexto de história ou ritmo.
Sensacional.
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oficialVittin 23/05/2018

UM HINO! DE LEITURA
Cuidado! Você corre o risco de se viciar... Uma amiga me emprestou a uns anos atrás e eu o li incríveis 7 vezes seguidas, e recentemente comecei a ler pela oitava vez, mas não segui kkkkk... Só queria um Live-action fiel a essa história, com os efeitos visuais de hoje em dia.
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Angel 14/05/2018

"O esperado sempre acontece" - Disraeli - Drácula
Comprei essa edição de luxo em novembro de 2014. Desde então, peguei esse livro duas vezes para ler e não dei cabo na leitura. Definitivamente eu não tinha a maturidade literária necessária para encarar essa obra. Finalmente, com o apoio da minha amiga Lua, consegui. E que leitura! Que livro! Mesmo tendo sido escrito já há um bom tempo, a narrativa é de uma elegância e maestria incomparável. Nesse momento optei por não ler a história em inglês (essa versão é bilíngue). Quem sabe mais para frente, quando eu não tiver que ler tantas coisas do mestrado em inglês. Tenho muitos livros do meu desafio individual para ler nesse momento. Enfim.O desfecho da Lucy na primeira metade do livro foi algo que me comoveu muito, mas que serviu de força e motivação para os outros personagens. Não assisti o filme para saber se o desfecho é igual em ambos, mas de modo geral gostei muito do livro. A criação do conde Drácula foi algo muito único, acredito que será um personagem que ficará marcado para sempre na literatura e na fantasia. Muito satisfeita com a leitura!
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Marquinhos.Eduardo 27/03/2018

Batalha do bem x mal
Esqueça tudo que você acha que sabe sobre o Drácula. Depois de mais de um século e com tantas novas interpretações e versões, é até fácil de se compreender o porquê o original já não é conhecido.

O livro já de cara te surpreende pela maneira incomum como é escrito. A história é contada através de diários, telegramas, cartas e recortes de jornais. No início, a leitura não é tão fluída, mas com o passar da narrativa e da imersão, o livro vai ficando muito mais dinâmico.

Bem, o livro apesar de ser um clássico do terror, não é efetivamente isso, há sim algumas cenas, que arrepiam, como as do Castelo de Drácula, mas só isso. O livro não se aprofunda tanto no Drácula em si, mas nos seus personagens humanos e no crescente aprofundamento da amizade entre eles.

Drácula é uma clássica história de bem contra o mal. Mas, que pela época em que foi escrita, surpreende os leitores pelo crescente destaque na trama de uma personagem feminina. Que aliás, chega ao final do livro como efetiva protagonista, acima de todos os homens da história.

Clássico de verdade! Leiam!
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Anízia 21/02/2018

Uau!
Curioso.. Muito curioso... Haha
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Nasa 25/01/2018

Drácula - Bram Stoker
Ao terminar a leitura do livro Drácula, deparei-me com um dilema. E agora o que pensar?
A princípio acreditei que estaria faltando alguma coisa, talvez a edição que estava lendo não estivesse completa. Mas tudo isso ficou para trás ao confrontar e-book, versão física do livro e áudio book. Foi quando percebi o óbvio, eram idênticas e minha frustração fora criada por culpa da Sétima arte, o cinema.
No início da leitura percebi, que Francis Ford Copolla havia respeitado nos mínimos detalhes a obra literária de Bram Stocker.
A forma como o livro foi escrito é fascinante, e certamente deve ter dado muito trabalho ao autor seguir uma linha de pensamento, que unisse todos os personagens no tempo certo. Realizei a leitura da seguinte forma, em casa, livro físico, fora de casa, áudio book pelo aplicativo Ubook no meu celular. A qualidade do áudio é perfeita, a narração humana e cheia de emoção.
Meu dilema? Bram Stocker criou um mito e ele cresceu influenciando várias gerações de leitores e escritores. Que criaram seus próprios “Dráculas”.
A cena inicial do filme não existe no livro, ela foi imaginada graças aos fragmentos do livro, que afirmam que o conde foram um grande guerreiro da Transilvânia. O rio princesa, o suicídio da sua amada. Tudo fica subtendido.
O Drácula do livro é frio, cruel e nada romântico. Seu objetivo é sangue. Sua história como conquistador sangrento é contada superficialmente, mas o resto foge ao romance que vemos no filme.
Sim, estou comparando o melhor filme sobre Drácula e o livro.
Mina se torna foco de sua vingança e desejo, quando sua amiga Lucy, é por assim dizer, descartada. Mas não existe o amor, que vemos nas telas por tantos anos e versões diferentes.
Gostei do livro, é um clássico, mas faltou o que vi na tela. Ele criou o mito, o monstro, o vampiro moderno. Mas aquele personagem apaixonado não existe.
Mina é profundamente apaixonada por Jonathan, seu marido, e repudia com todas as suas forças o conde Drácula. Viu como é importante ler o livro e ver todas as versões? Muito.
Todo o resto bate com o livro, isso se você comparar o livro a sua melhor adaptação cinematográfica, que é a versão de Copolla. Textos, falas, o ritmo do livro. Mas ele soube como ninguém dar ao filme o que faltou ao livro, romance.
É uma história tão contada, interpretada, filmada, recontada, que em algum momento o livro passou a ser todas elas, mesmo não sendo nenhuma verdadeiramente. O conde, o filho do dragão, é realmente um grande mito. Drácula é uma das obras mais significativas de sua época nesse gênero.
Recomendo muitíssimo a leitura do livro. É aquele livro para ler antes de morrer. Minha nota? Cinco beijos mordidos e bem sangrentos.
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DiRock S. 19/12/2017

O mundo parece cheio de homens bons, mesmo que nele existam monstros
Muitos podem dizer que não conferiu a obra. Por outro lado todos conhecem este personagem tão presente em adaptações ao passar das gerações.

Histórias de vampiros sempre voltam à moda. Alguns lugares até as classificam numa categoria própria pela quantidade de obras a disposição para os amantes dos sugadores de sangue, sejam eles frágeis à luz solar ou resplandecente a esta.

Não é a origem de toda a cultura vampirística, mas a obra de Bram Stoker certamente foi responsável por destacar histórias envolvendo tais criaturas.

Drácula é uma obra clássica de ficção gótica e terror publicada em 1897. Completamente narrada através de registros pessoais e recortes noticiários que envolvem a caçada contra o Conde. O antagonista é inspirado na figura histórica do monarca Vlad III, conhecido como O Empalador.

A narração no decorrer dos capítulos possui pontos de vistas de diferentes personagens a partir dos seus registros em diários, cartas enviadas entre eles ou de recortes de notícia.

A forma de escrita ficou bastante imersiva na história. A própria ação de registrar os acontecimentos é justificada pelos personagens que o escreve.

Há momentos de suspense enquanto o leitor descobre durante a leitura o que o personagem já soube dos fatos e registrou no diário. Somente alguns escritos são transmitidos aos outros personagens, assim o leitor por vezes tem mais informações sobre determinado acontecimento, e testemunha a reação do autor daquele registro quando este descobre.

Há dois protagonistas que merecem certo destaque.

O Dr. Van Helsing contribui em muito ao suspense. É o único conhecedor dos vampiros desde o começo. Ele não apresenta todo o conhecimento de uma vez aos companheiros por esses não conseguirem assimilar toda a informação de uma vez, o que também colabora para o mistério na leitura.

Mina é uma das principais personagens femininas. Demonstra uma tremenda força e inteligência que surpreende a todos os rapazes, principalmente por ser uma mulher. Lembrando que este era um pensamento contemporâneo quando a obra foi publicada.

Os demais têm qualidades distintas e demonstram temores a cada revelação. O suspense se mantém entre esses por não terem a mente aberta, segundo o próprio Dr. Helsing.

Muitas vezes a trama não prossegue porque trabalha na interação dos envolvidos. Dedica-se muito no relacionamento entre os protagonistas. Com a estrutura dos parágrafos extensos, inclusive em diálogos, pode prejudicar o ritmo de quem está acostumado com leituras mais dinâmicas.

Sempre houve hesitação em tirar a vida de alguém, mesmo que esta fosse uma opção justificável. A valorização da vida exaltada até nos momentos mais difíceis chega a ser inspirador e reconfortante frente ao horror.

Recomendo a quem seja curioso em conhecer a história original de Drácula, descobrir quais aspectos existem desde esta obra clássica, e distinguir de outras inúmeras que vieram em adaptações posteriores.

*****/*****

Saiba mais desta obra, incluindo exemplos de adaptações em outras mídias no post original do blog XP Literário.

site: https://xpliterario.com.br/xp-leitura/dracula-obra-original/
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LeiturasDaJ 05/12/2017

Entao eu li o livro com o vampiro mais famoso da literatura, Drácula.
E diferente do que o nome sugere nós não encontramos aqui o protagonismo do vampiro pois o livro é um romance epistolar narrados por outros personagens que tiveram algum contato com o Drácula. E por falar em personagens eu não sabia que tinha sido daqui que saiu o Van Hellsing!!! (Já quero rever o filme assistir a série...)
Adorei ver os vampiros que dormem de dia para caçar a noite (e quando eu digo caçar é isso mesmo se alimentar de criançinhas...)e são repelidos por alho e objetos sagrados.
Não é um livro que dê medo, mas tem umas passagens bem tensas e o clima de mistério/suspense faz com que a gente fique bem envolvido com a história.
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"Um americano deu a seguinte definição de fé: "a faculdade que nos permite acreditar em coisas que sabemos, não serem reais."
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leila.goncalves 25/11/2017

Clássico da Literatura
Drácula" é um romance escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, originalmente publicado em 1897. Narrado através de cartas, documentos e páginas de um diário, seu protagonista foi inspirado em diversas fontes que vão desde o folclore romeno até a vida do diabólico príncipe Vlad Drakul, que lutou contra os otomanos durante as Cruzadas. Porém, é impactante sua semelhança com o insinuante Lord Ruthven, protagonista de um conto praticamente desconhecido, "O Vampiro", escrito por Jonn Polidori em 1819.

A popularidade de "Drácula" pode ser medida através das inúmeras adaptações realizadas ao longo dos anos, aliás, ele é uma figura recorrente na mídia. Porém, o interessante é que o sucesso do livro não foi imediato, apesar da boa receptividade da crítica. Foi somente no século XX, que ele atingiu o "status lendário" com o aparecimento das versões cinematográficas. Por sinal, uma boa dica é o filme homônimo dirigido por Francis Ford Coppola, realizado em 1992, que apresenta um brilhante desempenho de Gary Oldman e Keanu Reeves.

Além de literatura de vampiros, ficção de horror, "Drácula" também é um romance gótico que, nas entrelinhas, oscila entre o desejo e o pecado, aliás, um retrato sem retoques da opressiva Era Vitoriana. Porém, não se trata de uma leitura fácil, inclusive, requer atenção por conta da alternância de narradores e a linguagem rebuscada. Enfim, esse livro é indicado para quem pretenda conhecer como tudo começou.

"Se Sherlock é sinônimo de detetive, Dracula é de vampiro."
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CarlosLopesh 13/11/2017

Um clássico do mistério: 5 estrelas na forma e na essência!
Dou cinco estrelas a essa magnífica obra literária! O meu critério não é a perfeição, já que, ao meu ver, ela não existe de forma objetiva quando o assunto é literatura, porém, quando ao final da leitura eu aplaudo de pé, com aquele gostinho de saudade... ahhhhh... merece 5 estrelas!

Drácula é daqueles clássicos que formam mitos conhecidos ao longo do tempo e vistos no dia-a-dia. Aí a gente, muitas vezes, tem contato com a obra original somente de uma forma genérica e superficial. Geralmente, pensamos: "ah! mas eu já conheço o principal da história e talvez não tenha muito a acrescentar. Vou perder tempo, já que tenho outras leituras na fila!" Assim aconteceu comigo, pelo menos! Entretanto, por ser um livro do meu grupo de leitura, por ser um clássico... resolvi encarar. Surpreendi-me positivamente: um livro de "mistério" com muitas construções textuais inteligentes, com uma história muito bem elaborada (a qual ainda não vi retratada corretamente no cinema, diga-se de passagem!), excelente na forma e na essência!

O Bram Stoker teve uma sacada interessante: o livro tem o formato de uma compilação de cartas, diários e recados dos personagens (e até de matérias de jornais) que, juntos, em ordem cronológica, contam a história do Conde Drácula e sua tentativa de estabelecer-se em Londres para expandir os seus domínios e perpetuar a sua espécie. Esse formato é interessante, também, porque certos fatos são complementados e clareados ao leitor pela visão diferente dos personagens que escrevem sobre eles. Pessoas, lugares e fatos vão percorrendo caminhos que se cruzam, tecendo a trama.

A leitura flui muito bem e prende o leitor até o fim. Stoker soube fazer as descrições dos diversos ambientes e fatos misteriosos de maneira adequada, equilibrada, sem exagero ou escassez de detalhes, transportando o leitor à cena com muita habilidade! O final é eletrizante, onde o tempo passa a ser o protagonista que decidirá o destino do sinistro conde. Dá até para atribuir um trecho do meio do livro para o seu desfecho:

"O tempo urge, e, em nosso acordo implícito com a velha Ceifeira, é a essência do contrato."

Trechos:

29. "Estes companheiros ? disse, apontando pára o livros ? têm sido bons amigos para mim e, há alguns anos, desde que tive a idéia de ir para Londres me têm dado muitas horas de prazer." (Conde Drácula)

38. "Bendita seja a boa mulher que amarrou o crucifixo em meu pescoço! Tocá-lo, me dá força e confiança. É estranho que um objeto que eu devia considerar como uma prova de idolatria me proporcione tal sentimento de conforto."

57. "Até que tenhamos sofrido com a presença da noite, é impossível avaliar o quão adorável e bem-vinda pode ser a manhã (...)
Meus temores desapareceram como se fossem uma vestimenta vaporosa que se dissolvesse no calor."

60. "Que sejam bem-vindos os que chegam; que possam seguir sem demora os que partem."

90. "...não tenho medo nenhum de morrer. É só que não quero morrer, se puder evitar. Minha hora deve estar chegando, pois estou velho, e viver cem anos é querer demais. Mas estou tão perto disso que a Ceifadeira deve estar afiando sua foice.
(...) Algum dia, muito em breve, o Anjo da Morte vai tocar a trombeta para mim. Se ele chegasse esta noite, eu não iria me recusar a responder ao seu chamado. A vida não é outra coisa que esperar por algo diferente daquilo que estamos fazendo, e a morte é a única coisa com que de fato podemos contar."

114. "...embora a solidariedade não tenha o poder de alterar os fatos, pode ajudar a torná-los mais suportáveis."

122. "O Deus verdadeiro toma cuidados para evitar a queda de um pardal, mas o deus criado pela vaidade humana não vê diferença entre uma águia e um pardal. Ah, se os homens soubessem!"

144. "Todos os homens são loucos, de um jeito ou de outro, e já que você age discretamente com seus loucos, aja assim com os loucos de Deus também. Ou seja, com o resto do mundo. Você não diz aos seus loucos o que faz nem por que o faz, não lhes diz o que pensa. Portanto, manterá o conhecimento no lugar certo, onde ele possa repousar. Onde ele possa cercar-se de seus pares e se multiplicar."

145. "Lembre-se, meu amigo, de que o conhecimento é mais forte do que a memória, e não devemos confiar nos mais fracos."

153. "...a doença e a fraqueza nos deixem egoístas e voltem nossos olhos interiores e nossa solidariedade para nós mesmos, ao passo que a saúde e a força dão rédeas ao amor, que pode, em pensamento e em sentimento, vagar livre."

199. "Reconfortei-o da melhor forma que pude. Em situações como essas, os homens não precisam de muitas palavras. Um aperto de mãos, um braço que se estreita em redor do ombro, lágrimas que se unem, tudo isso são expressões de solidariedade caras ao coração dos homens."

205. "Guarde bem em sua memória: o riso que bate à sua porta e lhe pergunta 'Posso entrar?' não é o verdadeiro riso. Não! Esse reina e chega quando e como quer. Não pede permissão a quem quer que seja e não escolhe um momento apropriado. Diz apenas 'Aqui estou'."

206. "o riso nos faz um gesto de bondade ao chegar. Um gesto de gentileza. Ah, nós, homens e mulheres, somos cordas retesadas sofrendo puxões de diferentes direções. As lágrimas vêm, então; como a chuva caindo nas cordas, elas nos ajudam a ter força, até que a tensão se torne demasiada e nós rompamos. O riso soberano chega como a luz do sol, porém, relaxando outra vez essa tensão, e nós conseguimos prosseguir em nossa luta, seja ela qual for."

213. "Suponho que chorar às vezes nos faça bem ? limpa o ar, como faz a chuva."

217. "...as boas mulheres contam tudo de suas vidas, a cada dia, a cada hora e a cada minuto, coisas tais que os anjos podem ler, e nós, homens que buscam a sabedoria, temos algo dos olhos dos anjos."

225. "Você é um homem inteligente... Tem um bom raciocínio, uma grande sagacidade, mas é preconceituoso demais. Não permite que seus olhos vejam, e que seus ouvidos escutem, e que tome conhecimento daquilo que não faz parte de sua vida cotidiana. Não acha que há coisas que não é capaz de compreender e ainda assim existem? Que há coisas que certas pessoas veem e outras não? Há muitas coisas, antigas e novas, que não devem ser contempladas pelos olhos dos homens, porque eles sabem, ou julgam saber, certas coisas que outros homens lhes disseram. Ah, o defeito da nossa ciência é querer explicar tudo. Quando não é capaz de fazê-lo, decreta que não há o que explicar."

227. "No momento, estou indo de um canto a outro dentro de minha própria mente, e é assim que os loucos seguem uma ideia, não os sãos. Sinto-me como um principiante se arrastando num pântano em meio à neblina, saltando de uma moita a outra num esforço cego de prosseguir sem saber para onde estou indo."

"Certa vez, ouvi um americano definir a fé da seguinte forma: 'a faculdade que nos torna capazes de acreditar em coisas que sabemos não serem verdadeiras'. Eu, entre outros, estou de acordo com esse homem. Ele quis dizer que devemos ter a mente aberta, e não deixar que uma verdade ínfima comprometa o avanço de uma grande verdade, como faz uma pequena pedra com um trem. Chegamos primeiro à verdade ínfima. Ótimo! Nós a guardamos e a valorizamos, mas ao mesmo tempo não devemos achar que se trata de toda a verdade do universo."

229. "É tão difícil aceitar de imediato qualquer verdade abstrata que chegamos a duvidar de que certa coisa seja possível quando sempre acreditamos que não seria. Mais difícil ainda é aceitar uma verdade concreta e tão triste..."

269. "Suponho que haja algo na natureza das mulheres capaz de fazer com que os homens se sintam livres para perder o controle de suas emoções em presença delas e expressá-las de forma terna e emotiva, sem que isso pareça detratar sua masculinidade."

287. "O tempo urge, e, em nosso acordo implícito com a velha Ceifeira, é a essência do contrato."

320. "É uma pena que os homens só sejam confiáveis quando observados."

344. "...se fizer as coisas [erradas] da forma correta, e na hora em que tais coisas são feitas de forma correta, ninguém vai interferir."

348. "Até lá, carregaremos nossa cruz, como fez Seu Filho, em obediência aos desígnios do Pai. Talvez tenhamos sido escolhidos instrumentos de Sua vontade e venhamos a subir até Ele como seu Filho, entre açoites e vergonha, entre lágrimas e sangue, entre dúvidas e temores, e tudo aquilo que faz a diferença entre Deus e os homens."

370. "Ai de mim! Como é fácil deixar de acreditar!"

376. "...nesta época esclarecida, em que os homens não acreditam sequer naquilo que veem, a descrença de homens sábios seria a maior força de nosso inimigo. Representaria ao mesmo tempo sua proteção e sua armadura, e suas armas para destruir a nós, seus inimigos..."

376. "É de fato maravilhosa a capacidade de recuperação inerente à natureza humana. Quando algum obstáculo, seja qual for, é removido ? mesmo que pela morte ?, voltamos aos nossos princípios primordiais de esperança e alegria."

389. "...um cético... nada enxerga além de uma paródia da amarga realidade em tudo o que é sagrado ou envolve as emoções..."

395. "Suponho que a natureza trabalhe sobre o princípio da esperança, e acreditamos, a despeito de nós mesmos, que as coisas serão como deveriam ser, e não como deveríamos saber que serão. O transcendentalismo é uma fonte de luz e inspiração angélica, mesmo que seja uma ilusão para os homens."

416. "E tudo isso me fez pensar também no maravilhoso poder do dinheiro! O que não é capaz de obter, quando é utilizado de maneira correta; e o que poderia fazer se fosse utilizado com intenções vis."
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Yasmim Braga 01/11/2017

CLÁSSICO VAMPIRESCO

Inicialmente, vamos conhecer Jonathan Harker, assistente de um advogado, que vai ao castelo do Conde Drácula, na Transilvânia, tratar acerca de assuntos da sua nova aquisição: uma propriedade na Inglaterra. Coisas estranhas e excêntricas começam a acontecer com ele assim que pisa na propriedade do Conde. Aos poucos, Jonathan repara que o castelo não tem criados... ele vê o Conde arrumando sua cama, ajeitando a mesa... e tem dias que a porta de seu quarto é trancada do lado de fora. Então é aí que caí a ficha: ele é um prisioneiro.

Estando preso ali, ele começa a questionar outras coisas: porque ele nunca dorme? Qual o motivo de sua aparência sombria e assustadora? Porque seu reflexo não aparece no espelho? O que ele come e bebe?

GENTE confesso que essa cena em que o Jonathan está se barbeando acho e o drácula chega por trás, dai o jonathan repara que ele não tem nenhum reflexo, é de arrepiar!

O foco sai de Jonathan e para em Mina Harker, a esposa de Jonathan que, em seus diários, confessa estar preocupada com ele e ainda nos apresenta uma outra personagem: Lucy, sua prima. Vamos acompanhado a vida das duas e, aos poucos, Mina começa a reparar que Lucy tem ficado mais fraca, com furos no pescoço, sonâmbula e muito esquisita. Ela consegue ajuda com o Dr. John Seward (por ele já tratar um caso similar, faz o possível para salvar Lucy).

E outro personagem de destaque que entra em cena é Dr. Van Helsing, o nosso caça vampiros. Ele desconfia do que Lucy tem e tenta ajudá-la, utilizando crucifixos e alho. Ele é disparado o melhor personagem!

E aí você se questiona: O que aconteceu com Jonathan? Eles vão conseguir salvar Lucy? Mina está imune a isto? Quais segredos o Príncipe das Trevas esconde? Poderão simples mortais lutarem contra ele?

Saiba mais no video da resenha!

site: https://www.youtube.com/watch?v=z0U8GRuGEi4&t=12s
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Ronaldo 30/10/2017

Resenha – Drácula de Bram Stoker
Terminei hoje a audição de um dos maiores clássicos do terror em todos os tempos, “Drácula de Bram Stoker”, lançado em 1897 pelo romancista irlandês Abraham “Bram” Stoker.
Bram Stoker não inventou Drácula, já existiam obras sobre o mais famoso dos vampiros, livremente inspiradas em Vlad Drakul, “o empalador”, lendário monarca romeno.
A obra que está completando 120 anos é bem diferente do filme (também clássico) lançado em 1992 por Francis Ford Coppola.
O romance é estruturado em diários e cartas entre os protagonistas, conta a história da luta do jovem casal Jonathan e Wilhelmina Harker contra o poderoso e secular Conde Drácula, com a ajuda dos amigos John Seward, Quincey Morris, Arthur Holmwood e principalmente do Dr. Abraham Van Helsing (provavelmente alter ego do próprio Stoker), eles tentam desesperadamente impedir que o mal prevaleça.
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Marcelo Caniato 08/10/2017

Gostei do livro. Não o considero aterrorizante, pra mim é mais um livro de mistério do que de terror. As revelações não chegam a ser surpreendentes, pois o mito do vampiro que temos hoje vem em grande parte de Stoker, de modo que dá pra sacar rápido o que tá acontecendo. Fico imaginando como deve ter sido para o leitor da época. Menções a "vampiros" só aparecem lá pra metade do livro (tem uma no comecinho, mas é muito rápida e sem muito destaque). Uma certa pessoa no livro é descrita como alguém que vai ficando cada vez mais pálida e fraca. Pra nós a conclusão de que há em curso uma transformação em vampiro é imediata, mas na época da publicação imagino que tivesse uma aura de mistério maior em torno dessas revelações.

Muito legal ver o Van Helsing também, que hoje em dia virou um caçador implacável de vampiros, sendo retratado como um médico respeitado que mantém a mente aberta para explicações além da ciência.
Bruna Araujo 23/10/2017minha estante
Tive exatamente as mesmas impressões!




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