Senhora do Fogo

Senhora do Fogo Kiersten White




Resenhas - Senhora do fogo


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Gle 25/09/2021

Senhora do Fogo
"Seja forte - ele murmurou. - Seja gentil. Seja otimista. - Ele se inclinou e a beijou na testa. - E seja feroz."
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marina.siqueira 11/09/2021

Lada é cruel, genial, feroz e implacável. Um verdadeiro dragão, destrói todos em seu caminho e consegue triunfar mesmo com nada a seu favor. Acreditando que os fins sempre justificam os meios e pelo mais puro amor ao seu país, ela é capaz de fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos e manter o trono. Mesmo sendo uma personagem extremamente vil, não consigo desgostar dela. O seu interesse pelo trono não se resume ao desejo pelo poder, mas sim pela transformação do seu país e pela garantia de segurança, comida, terras e direitos à população, sem que isso esteja vinculado a um sistema injusto de castas. Então, mesmo que ela use métodos bem questionáveis, ela luta pelos motivos certos.

"Não havia preço que fosse alto demais a pagar pelo bem da Valáquia, e seu país ? a verdadeira Valáquia ? sabia disso e a amava por seus sacrifícios."

Lada foi muito injustiçada em tudo na sua vida e acho inconcebível que Mehmed simplesmente não a tenha deixado governar a Valáquia em paz. Ele é que tem uma sede insaciável pelo poder e quer que todos os países estejam a seu dispor, assim como Lada e Radu. A insistência dele em levá-la pra "casa" mesmo que ela não quisesse me fez desgostar dele em vários momentos.

"O que Mehmed e Lada faziam ? pelo que sentiam no coração tanto pelo seu povo quanto por sua terra ? era muito pior que qualquer coisa que o amor de Radu pudesse levá-lo a fazer."

Por outro lado, Radu, que seria o bonzinho da história, me irritou de formas inimagináveis. Radu, o Belo deveria ser Radu, o Cansativo. A devoção não verdadeiramente correspondida à Mehmed é ridícula e fiquei feliz dele ter superado isso. O melhor dele, na verdade, é a sua família ? Nazira, Fátima, Cipriano e Theodora ? que é maravilhosa. Mais perto do final, ele finalmente abraçou seu papel na história. Acho que Theodora deve ser formidável, assim como sua mãe foi.
A última vez em que li tantas mortes foi com Game of Thrones. Não gostei muito do final do livro, mas foi realista e condizente com todos os envolvidos.
Pedro 11/09/2021minha estante
Mais uma excelente resenha!
Olhando a sua resenha, eu vi que alguns personagens se chamavam Mehmed e Radu, o Belo.
Eu não sei se é uma coincidência, mas eu já li um livro com esses dois. Era um romance histórico sobre a vida de Vlad Tepes, o homem no qual Bram Stoker se inspirou para criar a lenda de Drácula.


marina.siqueira 11/09/2021minha estante
Muito obrigada!
Não é coincidência. A autora se inspirou no mesmo contexto, só que aqui a gente tem a Dama Empaladora (herdeira de Vlad Dracul) no lugar do Vlad que inspirou Drácula. Mehmed é a oposição otomana e Radu o irmão de Lada.
É uma trilogia muito boa. Me surpreendi bastante


Pedro 11/09/2021minha estante
Interessante...
Já que você gostou da ambientação, eu recomendo o romance histórico Vlad - A Última Confissão. Ele mostra a vida do Empalador.
Mas já vou avisando que o nível de violência do livro é visceral.


marina.siqueira 11/09/2021minha estante
Obrigada pela indicação e pelo aviso kk. Vou colocar na lista


Pedro 11/09/2021minha estante
Também vou colocar essa trilogia na minha lista. Gosto muito da ambientação dessa história.




Coisas de Mineira 09/08/2021

Senhora do fogo é a finalização da trilogia Saga da Conquistadora, da autora Kiersten White, que traz um reconto com personagens e conflitos históricos durante a tomada de Constantinopla, com uma das personagens mais cruéis e carismática da literatura: Lada Dracul, livremente inspirada em Vlad, o Empalador.

Por se tratar de um terceiro livro, pode conter spoiler dos livros anteriores.

Lada finalmente está em sua terra mãe, a Valáquia, e está no poder, assumindo o trono de Príncipe. Claro que, em se tratando da Lada, uma trilha de corpos ficou para trás. Ela está se tornando verdadeiramente o Dragão da Valáquia, como sempre sonhou.

Enquanto isso, Mehmed está desfrutando da conquista de Constantinopla, e se torna o homem mais poderoso do seu tempo, consolidando seus sonhos. Mas ele sente falta de Lada… como ela não aceita ser sombra do Sultão, ele manda buscar Radu, já que sempre soube dos sentimentos do rapaz, de verdadeira adoração. Entretanto, a fila andou…

“Você sempre foi implacável na busca de pessoas que o amem.”

Radu está em busca de sua esposa, Nazira, que acabou se separando dele junto com Cipriano durante a batalha para a tomada de Constantinopla, e só resta a esperança de encontrá-los vivos. Radu teme esse reencontro com Cipriano, já que o rapaz descobriu a participação de Radu no conflito, e sente não poder finalmente vivenciar um amor correspondido!

E voltamos para Mehmed, que não aceita um não… decidido a ter Lada a seu lado, envia uma delegação para chamá-la a discutir os novos termos da vassalagem, uma prática comum durante a idade média, que consistia em um compromisso de fidelidade entre nobres e que implicava direitos e obrigações – evidentemente Lada não se julga mais obrigada a baixar a cabeça para o sultão. Por isso, mata todos os embaixadores, mandando os corpos de volta para ele. E, para se confirmar como o Sultão mais poderoso da história, Mehmed sabe que não poderia deixar os assassinatos e a rebeldia de Lada passar uma imagem de fraqueza, decidindo que enviará seu exército para reconquistar a Valáquia.

Mas Lada é destemida, e números não fazem frente a toda a sua ferocidade, e só resta esperar por mais um banho de sangue… Falta saber de que lado Radu estará, e o que acontecerá no embate de duas forças tão obstinadas, e ao mesmo tempo, que se amam na mesma proporção?

“Ela parou numa curva do rio, onde uma caverna escondida camuflava uma passagem secreta para as ruínas da fortaleza da montanha. Entretanto não havia mais ruínas. O que ela encontraria por lá não era a solidão. Lada encontrava os cinzéis, os gritos dos homens, o clangor das correntes de metal. Enfim, uma promessa estava sendo cumprida: ela havia voltado para reconstruir sua fortaleza.”

Por se tratar de uma ficção histórica, ao finalizar os livros anteriores corria para buscar informações sobre os fatos e os personagens representados, e isso me deixou bem angustiada, porque, mesmo sabendo que não era um retrato fiel, era muito próximo, e imaginava o que deveria acontecer com Lada. Mas a autora construiu Senhora do Fogo de uma forma que me deixou muito satisfeita.

Lada e Mehmed são dois lados de um cabo de força, e sempre tiveram Radu para intermediar esse jogo de amor e determinação, mas ele se vê às voltas com as buscas à Nazira, sua esposa, já que ele prometeu à verdadeira companheira dela que a traria de volta – trata-se de um casamento de aparências, mas Radu ama fraternalmente sua esposa, a quem vê como uma amiga valorosa. Ao mesmo tempo, anseia por reencontrar Cipriano, seu verdadeiro amor, mesmo acreditando que ele pode não perdoar a traição durante o conflito de Constantinopla.

Os personagens têm seus caminhos construídos em tempos diferentes: Lada é uma força desde pequena, nunca vacilou e nunca trocou seus objetivos por conta de boy – se todos aprendessem com ela… Mehmed vai crescendo na história, mas nunca sem deixar de lado seu objetivo de se tornar o grande conquistador de seu tempo – mesmo que para isso passe por cima do coração.

Radu é o que mais se desenvolve, porque nunca teve um objetivo claro, esteve à sombra da irmã, depois à sombra do sultão, descobrindo sua força devagar ao longo de sua trajetória. A relação dele com Nazira é linda, a amizade e a fé dela possibilitam o amadurecimento de Radu. Passando a imagem de fraco ao longo da história, ele se torna cirúrgico nos momentos finais. Nunca imaginei que os irmãos seriam colocados em lados opostos, e doeu, porque sabemos que Lada ama o irmão, mas ele não sabe…

“Era o destino mais cruel possível para Lada. Ele sabia que ela iria preferir morrer lutando. Mas não teria essa opção. Radu sentiu uma resolução aguda e ressentida se cristalizando dentro de si enquanto pensava em como sua irmã ficaria destruída ao se ver impotente e prisioneira outra vez.”

Eu estava em um grande conflito sobre o caminho desses personagens em Senhora do Fogo, e a autora conseguiu de uma forma brilhante dar um final digno para todos eles. O livro teve várias reviravoltas, e é perfeito na descrição do momento histórico – mais uma vez, temos mapa, glossário e lista dos personagens. Podia visualizar os embates de tão perfeitamente descritos.

Vale ressaltar o brilhantismo com que a autora retratou os personagens homossexuais, de uma forma delicada e tão plena, que dá gosto de ler suas passagens. Kirsten brilhou na construção da diversidade em seus personagens.

Enfim, Senhora do Poder chega a uma conclusão esperada, de uma forma doce e com a perspectiva de futuro no epílogo: um final de trazer lágrimas, mas de ficar em paz!

Por: Maísa Carvalho
Site: www.coisasdemineira.com/senhora-do-fogo-kiersten-white-resenha/
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Rafinha 12/10/2021minha estante
Ami, tem romance????


Drikka 20/10/2021minha estante
Pouco,o livro e mais focado em política e guerras,o romance que tem e pouco e as vezes faz vc ter muita raiva.




Thai 30/07/2021

Que trilogia!!
Eu ainda to tentando processar todo esse último livro, todo esse final, toda essa emoção que eu to dentro de mim. Achei que por ser o último livro da saga iria fazer uma resenha maior, uma grande introspectiva pela trilogia, mas to tão abalada com tudo ainda que vai ser a minha resenha mais curta dessa saga.

No final só posso dizer que Lada é insana, mas eu amo ela apesar de tudo e de longe continua sendo minha favorita, minha dragão e minha principe. Ela e Mehmed são tão parecidos em suas ambições e apesar de se amarem E se odiarem, sempre vão colocar seus desejos pessoais em primeiro. Amo os dois, mas esses são eles. E apesar de ter começado a odiar Mehmed no último livro voltei a amar ele aqui kk, acho que Lada e eu somos semelhantes nessa relação.
Radu é diferente, ele sempre colocou as pessoas que ama em primeiro, não o julgo e acredito que somos até parecidos nisso, durante a trilogia inteira tive minha cota de odio e amor com ele, mas acho que nesse final conseguimos nos dar bem. O final foi até além do que eu esperava, mas ao mesmo tempo foi tudo que eu já imaginava e conseguiu ser tão triste quanto maravilhoso, era tudo que essa saga prometia desde o começo.

Essa trilogia foi sem duvida uma das minhas queridinhas do ano, se não a minha favorita, e Lada e sua história vai ta sempre comigo, apesar de já ter lido sobre a história real que deu origem, acho que esse livro deu uma conotação totalmente difenciada. Vou ficar com saudades.
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Jessy 29/07/2021

"Eu sou um dragão"
"O preço da estabilidade era sempre cobrado com sangue, carne, ossos e dor."

"Ele permitiria que aquele amor impossível fosse, aos poucos acabando. Para sempre."

"É um fardo pesado, estar sempre certa. Mas algumas pessoas precisam carregá-lo."

"Eu disse que perdoaria você, e estava falando sério."


Essa última frase acima, foi o exato local em que chorei de felicidade, ah que grata satisfação.
No geral, o 2° livro foi melhor, porém, neste 3° fiquei feliz pela caminhada e aceitação do meu personagem predileto.

Senti um decaimento da Lada, até gostava dela, mas ela ficou tão focada na Valáquia e no poder, que esqueceu as coisas importantes. Mehmed não fica muito longe, só perde para a Lada no quesito sangue (ninguém chega aos pés dela), ele também tem sua cota de pensar apenas no poder, na política e usa qualquer um para atingir seus objetivos (a Lada também faz isso).

Já meu Radu, ahhh que personagem maravilhoso, que caminhada, que crescimento ??. Nazira foi um outro achado, oh mulher maravilhosa. Cipriano também, apesar de ter aparecido tão pouco. Opa, não posso esquecer do Kumal e seus ensinamentos, sua bondade.
Mara, um exemplo de mulher forte e sábia, que sabia a melhor hora para agir (Lada podia ter aprendido um pouco com ela).

Poderia ter sido um livro melhor sabe, senti um certo exagero na Lada, em sua personalidade (ah, mas ela é a versão feminina do Empalador), ok, tudo bem, só que era realmente necessário certos pensamentos? Exemplo, ela com um amigo, amigo mesmo, que estava ao lado dela desde o começo, lutou lado a lado, a protegeu e deu conselhos, no momento que ele discordava de algo e a aconselhava a ser mais diplomática, o que ela pensava "que vontade de enfiar a adaga nele", sério, para quê isso? EXAGERO. Outro amigo, fiel também, encontrou a felicidade depois de segui-la para tudo quanto é buraco, ele decidiu que faria uma última coisa pela Lada e depois iria embora com a mulher e as crianças, ela pensou o quê? "Deveria matar a mulher e as crianças para ele sentir o que é ficar sozinho e para não me abandonar", amada, vai se tratar. Foram essas coisinhas que me irritaram nela. E o Mehmed também foi outro que me irritou bastante.

Mas no geral, gostei muito da trilogia, não me arrependo de ter lido, principalmente por conta das intrigas políticas e religiosas.
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Heloisa Riber 17/06/2021

Radu, o verdadeiro protagonista dessa trilogia.
Quando terminei esse terceiro livro da trilogia, pareceu que eu tinha assistido uma série inteira e foi maravilhosa a experiência! Radu é o verdadeiro protagonista/herói e ninguém pode me dizer o contrário. Simplesmente muito bem finalizada essa história, certamente se tornou um dos livros mais memoráveis que já li!
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Luh 22/05/2021

Sabe aquele livro que só enrola? Que é bom mas que poderia ser muito mais? É isso que eu senti ao terminar esse livro. O livro tinha tudo pra dá certo, pra a gente finalmente vê a Lada matando o Radu ou o sultão finalmente, e o livro promete isso a todo momento, e no final a gente não tem. Acho que foi um fechamento meia boca, gostaria que a Lada matasse o Radu, faria toda a história ter um sentido, que ela deixasse os seus meios sanguinários dominar ela de vez, e que ela e o Mehmed tivesse finalmente o seu fim, o que acabou tendo mas não me agradou muito a forma como foi feito sinceramente... tinha tanta questão pra ser abordado, tanta coisa, e ela veio com esse negócio que o bem sempre vence o malkkk enfim, é bom mas nada demais, me decepcionou MUITO...
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Raphaela.Angott 15/04/2021

A Príncipe Dragão
Acompanhar a jornada de Lada e Radu foi uma da melhores experiências da vida.

Essa trilogia é muito bem escrita, os personagens são reais, tão bem desenvolvidos e perfeitos (apesar dos defeitos), enfim, tudo pra mim.

Lada é muito especial pra mim. Apesar de tudo que ela fez, eu ainda chorei por ela, por tudo que ela conquistou e tudo que ela perdeu.

Radu é o grande amor da minha vida todinha e ele merece toda a felicidade do mundo!

Mehmed foi um personagem que eu gostei muito no primeiro livro, mas que foi perdendo o encanto até chegar ao ponto em que peguei o famoso ranço.

Não consigo falar muito sobre o livro sem dar spoiler, mas posso dizer que vale a pena cada página.

Leia com calma, aprecie a leitura.
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Rayanne Carvalho 14/03/2021

Não parei de chorar um pouco.
É incrível chegar no fim de um trilogia que você não dava nada por ela, bem, paguei minha língua. Lada me impressionou desde o início e é incrível que a autora passe tanto poder para ela o que é bem difícil de se encontrar. Foi um prazer encontrar a história dessa mulher maravilhosa e a sua história toda a sua luta, é um livro que eu recomendo muiiiito toda a trilogia.
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Ana Carolina Andrade 06/03/2021

Me sentindo um pouco traída
Esse livro foi frenético do começo ao fim. A nota mais baixa é pela maneira que acabou.
A Lada está mais violenta e imisericordiosa do que nunca. Por onde ela passa, deixa um caminho de morte e sangue, mas também traz à tona o poder do seu próprio povo.
O Radu está buscando ser feliz e amado, como sempre, mas depois de um tempo fica chato. O Mehmed parece sem propósito depois de ter alcançado seu grande objetivo no segundo livro.
Acho que, de todos, o Radu teve a melhor evolução, indo de um menino assustado para um homem que não se curva mais por medo, mas que ainda retém sua bondade.
Porém, o desenrolar e o desfecho da história me deixaram com um gosto amargo na boca. Desde o início fica claro que a Lada é impetuosa e brutal, o que é avivado por ter que se provar e ser menosprezada constantemente. Esses traços eram parte do que a tornava tão interessante. Em diversos momentos, porém, a sensação é de que ela se torna a vilã da história - não apenas por se mostrar mais truculenta e desapiedada do que os demais, mas também por parecer assumir um papel coadjuvante no que deveria ser a sua história.
Como ela se mostrou destemida e até cruel ao longo da trilogia, eu imaginava que não daria para ela terminar com tudo que queria. Enquanto o fim me surpreendeu, não consigo deixar de sentir não houve apenas um preço alto a pagar para conseguir seu desejo, mas que o resultado foi uma punição da autora por a Lada ter ousado não se conformar ao que era esperado dela (mesmo que tenha percorrido caminhos tortos para isso).
marina.siqueira 11/09/2021minha estante
Tive a mesma sensação com esse final! Lada merecia mais e fiquei triste por ela ter terminado tão sozinha.




Fernanda 05/03/2021

Guerra e morte
No volume final da Trilogia da Conquistadora, começamos com Lada no Poder, finalmente. Depois de deixar Radu e Mehmed, ela volta para a Valáquia, onde assume o trono de príncipe.
Particularmente, penso que aí Lada se perde um pouco na história, ela acaba tão obcecada pelo trono que começa uma trilha de atrocidades.

Mehmed agora é sultão e além de tudo conquistou Constantinopla, sendo o homem mais poderoso do seu tempo. Para ele, só falta conquistar Lada. Sentindo-se solitário em meio a sua corte, ele manda chamar Radu de volta para Constantinopla. O que Mehmed não sabe é que os sentimentos de Radu por ele esfriaram, e que Radu está concentrado em encontrar Nazira, sua esposa, que se perdeu na queda de Constantinopla junto com Cipriano.

Como as circunstâncias da despedida com Cipriano não foram as melhores, pois Radu se revelou um traidor, ele acredita que nunca mais verá aquele que libertou seu coração do amor impossível que sentia por Mehmed.

E Mehmed, determinado a ter lada a seu lado, manda para a Valáquia uma delegação para discutir os novos termos da vassalagem do país ao Império Otomano. Só que Lada não quer ser vassala de ninguém... e aí começa o terror. Lada mata todos os embaixadores e manda de volta os corpos para Constantinopla, em uma série de vingança sangrenta. Mehmed decide que não pode deixar passar, e convoca seu exército para subjugar Lada na Valáquia.

O sultão conseguirá submeter Lada ao Império? Lada vai conseguir se manter no poder?
De que Lado ficará Radu? Algo de bom pode surgir no meio de tanta morte e devastação?

Acredito que o final é bem digno do que cada personagem mereceu ao longo de sua trajetória: Lada cultivou guerra e sangue, Mehmed colheu poder e distância e Radu (que roubou a cena novamente) só queria paz e tranquilidade.

Algumas observações: 1) genial a idéia de transformar Vlad, O Empalador, em Lada. Uma mulher deu mais apelo ainda à história. 2) A homossexualidade de Radu e seu romance com Cipriano são abordados elegantemente, sem nada de apelativo. É um fluir natural da história, muito bem definido. Adorei.
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