Nada Fácil

Nada Fácil Radhika Sanghani




Resenhas - Nada Fácil


9 encontrados | exibindo 1 a 9


Jéssica @DivaLiteraria 08/03/2019

Minhas impressões
Este romance Chick-lit atendeu minhas expectativas de mulher empoderada, porque foge do clichê romântico ao trazer uma personagem feminina que está em busca de novas experiências sexuais, de preferência com um orgasmo, claro. Além disso, a autora apresenta com humor as inseguranças de uma jovem de 22 anos, recém-formada, sem emprego remunerado e passível de escolhas “erradas”, como todo ser humano. Para completar, a citação de outras obras literárias e filmes ao longo do texto, dá um toque cult para a narrativa.

Ellie Kolstakis é uma jovem de 22 anos, de origem grega, recém formada, que mora numa alugada no centro de Londres com 3 amigos: Ollie, Will e Emma, aluguel este, por assim dizer, pago por sua mãe, porque seu emprego na revista London Magazine não é remunerado e sua chefe, Maxine, “decidiu que é o Diabo que Veste Whistles”.
Com o apoio de Lara e Emma, suas melhores amigas, Ellie criou o perfil ELK123 no site OkCupid para conhecer pessoas para uma transa casual. Esta foi a maneira que ela encontrou de ter mais experiências sexuais, para não se sentir uma “tia solteira indesejada” que acabou de perder o hímen. A conta lhe proporcionou 2 encontros desastrosos, o primeiro com JT, que teve uma hemorragia nasal em cima dela e o segundo com Ben84 que possuía uma depilação íntima estranha. Nick é o cara do terceiro encontro que mais despertou a atenção de Ellie com o seu jeito neozelandês de ser.
Esses dates dão bagagem para Ellie escrever sobre a vida de solteira na coluna Conteúdo impróprio, da London Mag, o que deixou sua mãe furiosa por ter uma filha tão leviana, e critica “Claro, porque sexo vende. É explícito, nojento e ... vulgar. Você não pode escrever sobre algum assunto inteligente?”. A crítica é seguida pela pressão de encontrar um emprego com salário e encarar a vida adulta.
Ellie fez escolhas equivocadas que afetou a harmonia da casa e seus encontros com Nick, o que ocasionou uma bagunça geral em sua vida. Em suas palavras:
1) “Trabalho. Eu não recebia salário e minha chefe estava me explorando.
2) Amigos. Mal falavam comigo e estavam seriamente decepcionados.
3) Amor. Inexistente. Meu namorado por vinte e quatro horas havia me chamado de puta.
4) Família. Minha mãe estava a ponto de me renegar por causa da minha coluna sobre sexo.”

A vida que era “um interminável reprise de desenhos animados de censura livre e se transformado naquela confusão pornográfica.” Como Ellie resolveu a confusão?

Este livro é o segundo volume sobre Ellie Kolstakis e é lançamento da editora.




site: https://www.instagram.com/p/BuvzKphAjRh/
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Blog De Bem Com a Leitura 18/03/2019

Ellie Kolstakis é uma jovem grega de vinte e dois anos morando em Londres, recém-formada, ela trabalha como estagiária em uma revista online e divide um apartamento com três colegas, mas como seu trabalho não é remunerado, Ellie ainda depende financeiramente da mãe para pagar a sua parte no aluguel e para fazer compras. Sua mãe é muito tradicional e algumas decisões de Ellie a incomodam e ela não aprova, mas nada se compara ao que estar por vir.

Ellie perdeu a virgindade aos 21 anos e achou que teria uma vida sexual ativa, mas não foi bem assim como ela esperava. É muito difícil encontrar alguém por quem se interessar ao ponto de para a cama com ele e as inseguranças em relação ao próprio corpo continuam ali, mas sua primeira experiência sexual foi um fiasco e ela quer tentar novamente. Na verdade, ela quer acumular experiência, sair por aí experimentando e explorar os limites do prazer.

Incentivada pelas amigas, Ellie cria um perfil em um app de relacionamentos (OKCupid) e pesquisa homens que sejam prováveis opções de uma transa casual. Ellie não quer um relacionamento sério, ela está à procura de diversão, sair um pouco, conhecer pessoas, fazer sexo sem compromisso. Ela se sente meio desconfortável com o app, tem tantas mulheres lindas lá que ela não imagina alguém se interessando por ela, mas consegue vencer essa barreira e vai em frente. Então começam as mensagens e, finalmente, os encontros.

Se Ellie pensou que fosse curtir muito e que seria a “miga, sua loka” se enganou completamente. Seus encontros terminam em verdadeiros desastres, tem de tudo, desde sangramento nasal (do cara... em cima dela) a depilação pubiana estranha e broxante. E quando ela menos espera conhece alguém pessoalmente, sem precisar da ajuda do OKCupid, estava na balada com as amigas e conheceu o Nick. Claro que ao ir para casa com ele bate aquela neura básica, mas se ela ficar só pensando nunca vai conseguir ir para os finalmentes com alguém e seu esperado orgasmo nunca vai chegar.

No trabalho, Ellie sofre bastante com a chefe que é uma verdadeira megera e a faz ralar muito sem receber nadinha por isso, ela aceita para ter um bom currículo e tentar uma vaga quando o estágio acabar. Só que quando a sua chefe descobre sobre os seus encontros desastrosos ela pede que Ellie escreva sobre isso na revista e que tenha a sua própria coluna, chamada Conteúdo Impróprio. Ellie passa a usar seus encontros como matéria e não poupa detalhes. A mãe dela fica completamente indignada com a audácia da filha e fala coisas horríveis.

No meio de toda a loucura que a sua vida se torna ela começa a questionar algumas das suas atitudes e tenta rever onde pode ter errado e o que pode melhorar, Ellie fez coisas que magoaram outras pessoas e ouviu palavras que a feriram demais. Mas de uma coisa ela tem certeza, não pode deixar de ser ela mesma para agradar alguém e não pode permitir que outra pessoa mude quem ela é de verdade. Não pode fazer escolhas baseadas na opinião dos outros, tem que fazer o que quiser, quando quiser e ninguém tem que se meter, afinal, a vida é dela.

*Resenha completa lá no blog > https://goo.gl/5Ek9jH

site: http://vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br/
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@minhapequenagalaxia 19/03/2019

@minhapequenagalaxia- Resenha: Nada Fácil
#resenhadaminhapequenagalaxia| Nada Fácil 🌸 | @radhikasanghani | @editorarocco |
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Nesta continuação de Virgem, a autora Radhika Sanghani nos traz de volta a Ellie Kolstakis uma jovem engraçada e insegura, que agora com 22 anos ainda vive o dilema de se sentir descolacada por não ter uma uma vida sexual ativa como todos da sua idade e para complementar trabalha em uma das revistas online mais populares, com uma chefe estilo Miranda Priestly de O Diabo veste Prada e sem ser remunerada.
Ellie mora em uma casa em Londres com três amigos: Will, Emma e Ollie. Por os amigos estarem namorando e ter somente ter três quartos com camas de casal, ela acaba tendo que ficar com o quarto de solteira para combinar com seu status.
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Ellie está cansada de ser a amiga que não tem histórias sexuais loucas e divertidas nas reuniões de ex-colegas de escola e de esperar que homens batam em sua porta, então suas amigas decidem fazer um perfil no site de relacionamento OKC (OKCupid), onde ela espera viver muitas aventuras, porém seus encontros acabam em desastres. .
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Um Chick Lit clássico (que eu amo demais), que aborta os problemas de uma mulher moderna que não quer um relacionamento, é sim só um bom orgasmo. Me diverti com Ellie em muitas cenas,mas eu não consegui amar 100% o livro por causa de algumas atitudes dos amigos, acabei me sentindo um pouco desconfortável. Porém foi uma leitura fluida e a diagramação está perfeita. Espero que tenham gostado da resenha e leiam esse lindo lançamento de fevereiro da @editorarocco. .

site: https://www.instagram.com/p/Bu-EMNNA_dJ/?utm_source=ig_web_copy_link
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Gramatura Alta 20/03/2019

http://gettub.com.br/2019/03/20/nada-facil/
Ellie Kolstaki é uma jovem de 22 anos, recém formada, que atua como estagiária não remunerada numa revista on line. Ela se mudou recentemente para uma casa nova com três amigos e decidiu que muita coisa tem que mudar em sua vida dali pra frente: ela deseja ser contratada o mais breve possível pela revista, já que não recebe salário e depende do dinheiro da mãe até para se alimentar. Entretanto, isso parece estar longe de acontecer, pois ela não tem espaço para escrever, e sua chefe é basicamente uma megera, que lhe passa somente serviços banais que não agregam em nada na sua carreira. Além disso, a jovem considera que sua primeira relação sexual ocorreu tardiamente e, por isso, pretende compensar o tempo perdido explorando sua sexualidade através de algumas relações casuais.


Sua primeira vez foi um tanto traumática, não só por não ter sido como ela imaginou, mas também pelo rapaz não ser exatamente o que ela esperava e ainda por cima, transmitiu-lhe uma DST. Mas isso não a impediu por muito tempo de querer tentar novamente e, enfim, chegar ao tão esperado orgasmo. Com a ajuda de suas amigas, Emma e Lara, Ellie decide criar um perfil num determinado site de relacionamentos a fim de conhecer pessoas interessantes com o mesmo objetivo que ela. Entretanto, o que ela mais encontra são pessoas esquisitas e poucos rapazes dispostos a terem um encontro de verdade. Mesmo com esses contras, ela decide arriscar, e o que vem pela frente, são encontros desastrosos, exatamente ao contrário do que ela esperava, mas que em troca, renderam boas histórias.

Esse é um livro Chick-lit, um gênero que não costumo ler com tanta frequência, mas entre os que li, esse com certeza é o mais diferente. Narrado em primeira pessoa, o livro fala sobre inseguranças reais que muitas mulheres sofrem constantemente. A autora aborda abertamente, de forma leve e divertida, temas que ainda são considerados tabus, como: masturbação feminina, sexo casual, depilação, feminismo, entre outros. Eu particularmente nunca tinha lido algo assim e fiquei feliz por saber que autores estão trazendo esses temas e os tratando com naturalidade. Creio que muitas leitoras se identificarão com os dilemas de Ellie e suas amigas.

Ellie é uma personagem carismática e cheia de atitude. Ela acaba se metendo em muitas enrascadas durante esses encontros, mas ainda assim não desiste de viver suas experiências. Como citei anteriormente, o livro é narrado em primeira pessoa, então o tom é bem pessoal e é possível entender cada pensamento da protagonista e compreender suas inseguranças. Apesar disso, Ellie é muito empoderada e segura de suas decisões, principalmente sobre seu corpo. Ela o aceita como ele é e não deixa que os padrões interfiram nas suas escolhas. Ellie não é nenhuma modelo, não usa roupas da moda, não tem aquele famoso estereótipo de beleza, mas vive sua vida da forma que deseja, sentindo-se livre para ser exatamente do jeito que é.

Os personagens secundários são muito divertidos e complementam bem o enredo. Ellie mora com Ollie, Will e Emma, portanto os mesmos são bem presentes durante todo o livro e rendem boas risadas. Eles se completam e as conversas são hilárias e muito esclarecedoras em diversos assuntos, principalmente quando acontece entre Ellie, Emma, e Lara.

Somente após realizar a leitura, eu descobri que este é o segundo volume, mas em momento algum fiquei confusa durante a história. A autora trouxe todas as informações necessárias para que o leitor não ficasse perdido e, além disso, essas informações acabam despertando a curiosidade em ler o volume anterior. Sobre o final, gostei do rumo que a história seguiu, foi totalmente coerente com o espírito da protagonista e a impressão que tive é de que haverá uma continuação, e se houver, ficarei muito feliz em ler.

site: http://gettub.com.br/2019/03/20/nada-facil/
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Junior.Silva 10/04/2019

Resenha postada no site Leitor Compulsivo
Lançado em fevereiro de 2019 no Brasil, o segundo livro da autora Radhika Sanghani, Nada Fácil é daquelas obras que retratam com muito humor o drama de jovens recém-formados que estão em busca de sua identidade e, de certa forma, encontrar um espaço na vida adulta.

Na história conhecemos a protagonista Elle Kolstaki, uma jovem de 22 anos, que acabou de sair da faculdade e trabalha em uma revista on-line sem nenhum tipo de remuneração, vivendo com o dinheiro que a mãe lhe dá todo mês. Logo no início do livro, Elle está de mudança para um novo apartamento com três amigos: Ollie, Will e Emma. Com tantas mudanças, ela entende que é a hora de rever muita coisa em sua vida e começa a planejar grandes mudanças.

Apesar de a autora impor um ritmo cômico na sua escrita, ela consegue retratar com bastante seriedade temas importantes como sexualidade, transição para a vida adulta e o mercado profissional para os jovens de hoje em dia, seja em qualquer lugar do mundo. A história, apesar dos seus dramas, é bastante leve e instiga o leitor a buscar mais do dia a dia de Elle e das pessoas que convivem ao seu redor.

Nesse livro a vida sexual de Elle é bastante explorada. A jovem perdeu sua virgindade mais tarde do que gostaria e os acontecimentos não foram nada agradáveis, mas isso não fez com que ela se intimidasse de ter uma vida sexual ativa e buscar novos relacionamentos. Quando ela decide, junto com suas amigas, criar uma perfil em um site de relacionamento, vivenciamos uma série de encontros tragicômicos, frustrando ainda mais as expectativas de Elle.

Na sequencia desses encontros, a chefe de Elle, que mais a explora do que incentiva a crescer, lhe convence de escrever uma coluna contando sobre a sua experiência nesses encontros. Temos aí um prato cheio para expor pessoas e a si própria, criando um efeito dominó sobre a vida da jovem. No final, ela precisa rever todo o seu caminho e entender onde possa ter errado para magoar as pessoas, mas não esquecer de quem ela é.

O livro é muito legal, com uma leitura super agradável e nos traz algumas reflexões importantes: até onde vale a pena mudar o que você realmente é para agradar ou fazer com que as pessoas que estão a sua volta te aceitem de verdade? Essa é uma resposta muito difícil de ser respondida, mas você pode ler “Nada Fácil” e refletir para qual caminho está seguindo com a sua vida. Dificilmente você irá se arrepender de ler esse livro.

Deixei para o final uma informação que eu só descobri ao terminar de ler o livro: essa história é a continuação do primeiro livro da autora “Virgem”, mas confesso a vocês que não senti falta da história inicial, pois a autora foi muito bem em apresentar os personagens e o momento da história. Dessa forma, se eu não tivesse procurado mais informações da autora, nem teria percebido de que se tratava de uma continuação. O mais engraçado é que dá uma vontade danada de ler a primeira parte. O livro vale a pena a leitura!

site: http://leitorcompulsivo.com.br
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Gisela 22/04/2019

Nada Fácil [Radhika Sanghan]
Nada Fácil foi uma agradável surpresa, pois escolhi a leitura por se tratar de um livro cômico, e acabei encontrando muito mais além do humor, a autora Radhika Sanghan fez um livro para mostrar as mulheres o quanto podem ser poderosas se melhorarem a autoestima, deixando de lado suas inseguranças muitas vezes criadas pela mídia que sobrecarrega as mulheres com um modelo de beleza quase sempre inatingível para as meras mortais como nós, ou por uma educação repressora ou simplesmente por fantasmas que elas mesmas criam.

Além disso, nós que somos amantes de romances, nos vemos lendo sobre mulheres que na sua "primeira vez" já alcançam o prazer supremo, com amantes que são extremamente experientes que as levam a loucura, em resumo, os romances são sempre tórridos. Mas será que tudo isso é real?

É sobre isso que "Nada Fácil" tem a nos falar, através de uma jovem um pouco atrapalhada, que nos faz dar boas risadas enquanto nos mostra o quanto é difícil se aceitar e até mesmo a chegar ao orgasmo.

Mas não se preocupe caso esteja pensando que isso que comentei pode deixar o livro maçante, pelo contrário, o bom humor impera e você vai dar muitas gargalhadas com as aventuras de Ellie Kolstakis lutando para vencer suas inseguranças e obter uma vida sexual mais ativa.

Ellie Kolstakis, grega, 22 anos, é uma moça que não teve muita sorte com os garotos quando adolescente, acabou perdendo sua virgindade aos vinte e um anos, e desde então continua sem "muita prática", ou seja, sozinha.

Ao se formar em jornalismo e ir dividir uma casa com mais três amigos, sendo eles, Emma, sua melhor amiga, Ollie, um gato por quem Ellie tem uma quedinha, mas infelizmente tem uma linda namorada, e Will, um gay irresistível, Ellie é convencida a ficar com o menor dos quartos, com cama de solteiro, já que é a única dos quatro que não tem parceiro sexual. Disposta a mudar sua situação, aceita a ideia de suas amigas e se registra num aplicativo para arranjar algumas transas casuais.

“Eu me contemplei no espelho do banheiro. Eu era capaz disso. Não precisava passar meus vinte anos sonhando com esse estilo de vida, mas poderia colocá-lo em prática. Só precisava parar de choramingar e aprimorar meu jogo.”

Narrado pela própria Ellie, logo percebemos que ela se acha "menos" que suas amigas, por não ter o corpo de uma Barbie e também por seu estágio não remunerado, sendo que necessita da mesada de sua mãe para se manter.

“Nós já falamos disso. Na verdade, nenhuma dessas pessoas tem uma vida perfeita. Se postássemos no Instagram as coisas mais legais que fizemos, nós também teríamos uma vida perfeita.”

No seu primeiro encontro através do aplicativo, Ellie se surpreende com seu acompanhante, pois ele é um cara bonito. Logo suas inseguranças lhe enchem a cabeça, o que ela vai achar quando a ver nua? Será que vai se decepcionar? Será que vai perceber o quanto ela é inexperiente?

Ellie vai percorrer um longo caminho para se descobrir, nada fácil, muitas vezes vai meter os pés pelas mãos, magoando pessoas que lhe são importantes, percebendo que nem tudo é permitido para alcançar seus objetivos.

“A ideia de ser responsável por fazer com que alguém se sentisse mal me fez querer chorar outra vez. Eu já não me sentia sexy nem legal - sentia-me asquerosa. ”

Em sua busca por independência sexual e por um orgasmo, Ellie nos faz dar bastante risadas. Eu já passei desta fase há muito tempo, mas acredito que quem está nesta faixa etária vai se identificar com alguns dos problemas que Ellie enfrenta, pois a autora soube retratar muito bem os dilemas que a maioria mulheres enfrenta nestes tempos modernos, onde a liberdade sexual é grande, mas a dificuldade de encontrar parceiros satisfatórios é muito difícil.

Nada Fácil é um livro engraçado, para dar boas risadas e de quebra elevar a autoestima das mulheres.

site: http://www.lerparadivertir.com/2019/04/nada-facil-radhika-sanghan.html
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Hellen @Sobreumlivro 29/05/2019


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Nada fácil é o segundo livro da coleção Virgem, da Radhika Sanghani, mas pode ser lido separadamente. Embora tenha lido Virgem, não senti nenhuma dificuldade em acompanhar a história de Ellie, que, por sinal, é uma história muito divertida e gostosa de ler. 4's ⭐.
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A vida de Ellie Kolstakis não está nada fácil, vivendo cheias de dívidas e um estágio não remunerado numa revista online, sua vida de adulta não está sendo exatamente o que ela esperava - nem um terço disso, na verdade.

Senda a solteira do rolê e tendo perdido recentemente sua carteirinha de virgem, Ellie imaginava uma vida social (e sexual) mais ativa. Não preciso dizer que não rolou né? Pois bem, é por isso que ela resolveu encarar um aplicativo de namoro/sexo e extravassar, vai sair dando match em geral e esperar que alguém (ao menos higiênico e não machista) apareça para que ela possa, hm, ahn, digamos assim, fornicar-transar-fuder-bastante (HAHAHA).
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Enquanto tenta dar um up em sua vida amorosa, sua oportunidade para escrever uma coluna está chegando, e o tema nada mais é do que suas próprias atividades sexuais.
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Acho que pela sinopse, já podemos garantir uma boa dose de risadas e aventuras malucas, né? Nada Fácil é um livro que cumpre muito bem o dever de entreter o leitor. Desde o início, a história é cheia de referência divertidas e momentos militantes, por assim dizer.
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Um dos pontos altos da narrativa é o desenvolvimento das personagens femininas, bem como a pauta do feminismo nas entrelinhas das conversas. As interações foram desenvolvidas de forma divertida e natural - é provável que você já tenha tido uma dessas conversas com suas amigas também.
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A história criada por Radhika Sanghani é diferente do que eu esperava, pois, em meio a diálogos e situações comicas, desenvolve temas interessantes e pertinentes aos jovens adultos, como sexualidade e questões ligadas ao corpo e gênero, mercado de trabalho, feminismo e tabus relacionados ao sexo e masturbação.

Esse é um livro perfeito para quem gostou de Bridget Jones, Sex and the City e Fiquei com o seu número. Prepare-se para boas doses de risadas e álcool.
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* Não é literatura erótica!

site: https://www.instagram.com/sobreumlivro/
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Thuanne Hannah 13/06/2019

Ellie Kolstaki é uma jovem de 22 anos, recém formada, que atua como estagiária não remunerada numa revista on line. Ela se mudou recentemente para uma casa nova com três amigos e decidiu que muita coisa tem que mudar em sua vida dali pra frente: ela deseja ser contratada o mais breve possível pela revista, já que não recebe salário e depende do dinheiro da mãe até para se alimentar. Entretanto, isso parece estar longe de acontecer, pois ela não tem espaço para escrever, e sua chefe é basicamente uma megera, que lhe passa somente serviços banais que não agregam em nada na sua carreira. Além disso, a jovem considera que sua primeira relação sexual ocorreu tardiamente e, por isso, pretende compensar o tempo perdido explorando sua sexualidade através de algumas relações casuais.

Sua primeira vez foi um tanto traumática, não só por não ter sido como ela imaginou, mas também pelo rapaz não ser exatamente o que ela esperava e ainda por cima, transmitiu-lhe uma DST. Mas isso não a impediu por muito tempo de querer tentar novamente e, enfim, chegar ao tão esperado orgasmo. Com a ajuda de suas amigas, Emma e Lara, Ellie decide criar um perfil num determinado site de relacionamentos a fim de conhecer pessoas interessantes com o mesmo objetivo que ela. Entretanto, o que ela mais encontra são pessoas esquisitas e poucos rapazes dispostos a terem um encontro de verdade. Mesmo com esses contras, ela decide arriscar, e o que vem pela frente, são encontros desastrosos, exatamente ao contrário do que ela esperava, mas que em troca, renderam boas histórias.

Esse é um livro Chick-lit, um gênero que não costumo ler com tanta frequência, mas entre os que li, esse com certeza é o mais diferente. Narrado em primeira pessoa, o livro fala sobre inseguranças reais que muitas mulheres sofrem constantemente. A autora aborda abertamente, de forma leve e divertida, temas que ainda são considerados tabus, como: masturbação feminina, sexo casual, depilação, feminismo, entre outros. Eu particularmente nunca tinha lido algo assim e fiquei feliz por saber que autores estão trazendo esses temas e os tratando com naturalidade. Creio que muitas leitoras se identificarão com os dilemas de Ellie e suas amigas.

Ellie é uma personagem carismática e cheia de atitude. Ela acaba se metendo em muitas enrascadas durante esses encontros, mas ainda assim não desiste de viver suas experiências. Como citei anteriormente, o livro é narrado em primeira pessoa, então o tom é bem pessoal e é possível entender cada pensamento da protagonista e compreender suas inseguranças. Apesar disso, Ellie é muito empoderada e segura de suas decisões, principalmente sobre seu corpo. Ela o aceita como ele é e não deixa que os padrões interfiram nas suas escolhas. Ellie não é nenhuma modelo, não usa roupas da moda, não tem aquele famoso estereótipo de beleza, mas vive sua vida da forma que deseja, sentindo-se livre para ser exatamente do jeito que é.

Os personagens secundários são muito divertidos e complementam bem o enredo. Ellie mora com Ollie, Will e Emma, portanto os mesmos são bem presentes durante todo o livro e rendem boas risadas. Eles se completam e as conversas são hilárias e muito esclarecedoras em diversos assuntos, principalmente quando acontece entre Ellie, Emma, e Lara.

Somente após realizar a leitura, eu descobri que este é o segundo volume, mas em momento algum fiquei confusa durante a história. A autora trouxe todas as informações necessárias para que o leitor não ficasse perdido e, além disso, essas informações acabam despertando a curiosidade em ler o volume anterior. Sobre o final, gostei do rumo que a história seguiu, foi totalmente coerente com o espírito da protagonista e a impressão que tive é de que haverá uma continuação, e se houver, ficarei muito feliz em ler.

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Mark's Reading 17/06/2019

Este livro não é sobre encontrar O CARA, é sobre encontrar A SI MESMA(O), se amando mesmo com todas as suas falhas
Primeiramente, ganhei o exemplar no sorteio do Skoob, então, obrigado Skoob e Editora Rocco!

O que eu gostei nesse livro, é que algumas das divagações da protagonista (Ellie) também passaram pela minha mente em algum momento. Ellie se tornou uma das personagens mais estranhas que eu já tive o prazer de ler.

O que eu não gostei é que Ellie pensou e fez as coisas mais esquisitas que alguém poderia fazer. Mesmo aos 22 anos, ela ainda não sabia se cuidar adequadamente. Ela era desajeitada enquanto se preparava para fazer sexo, durante o sexo e após o sexo. Ela pensou nas coisas mais idiotas enquanto estava na posição 69, e eu não vou estragar o que aconteceu durante aquela cena. Só vou dizer que eu estava rindo muito.

Inclusive, eu estava lendo esse livro no ônibus indo para a universidade e ele estava lotado, por sorte eu consegui me sentar. Peguei o livro pra ler e me deu uma crise de riso tão grande que eu chorei. Eu chorei de rir! Algumas pessoas ficaram olhando pra mim sem entender nada, acho que pensaram “Esse doido tá rindo de quê?”. Outras também riam comigo (ou de mim, não importa).

Alguém precisava fazer com que aquela garota se amasse e mostrasse a ela como se arrumar apropriadamente. Mas, ei, foi bastante engraçado como tudo se desenrolou e eu dei altas gargalhadas.

Se eu não tivesse rido muito enquanto lia, talvez não tivesse gostado tanto. Realmente amei os personagens coadjuvantes e o que eles trouxeram para a história.

Eu recomendo a obra simplesmente pela maneira que ela pode iluminar o humor de qualquer um. É a escolha perfeita para sair daquela ressaca literária. Ellie pode incomodar e irritar você com as coisas que ela faz, mas ela e seus amigos vão te fazer rir tanto que você não vai se importar demais com isso.

site: https://www.instagram.com/leitor.nerd/
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