O Cavaleiro e o Samurai

O Cavaleiro e o Samurai Orlando Paes Filho




Resenhas - Angus: O Cavaleiro e o Samurai


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Eduardo 17/05/2013

Divertido
Este é um bom livro para o público Infanto-Juvenil, uma versão simplificada de Xogum de James Clavell.
O enredo é semelhante, focado nas diferenças entre a cultura européia e japonesa.
Orlando Paes Filho consegue trazer uma ótima aventura para os jovens!

Recomendo!
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Double "T" 03/12/2010

O cavaleiro e o samurai
Angus maclachlan vira cavaleiro e decide saber mais sobre seu antepassado Argyll. Argyll recebe a ordem de entregar uma carta para Yamagushi. Ele finge ser um mercador e consegue entrar no castelo e entregar a carta. Quando Yamagushi leu a carta, ele descobriu que seria atacado e a verdadeira identidade de Argyll. Ele treinou várias tropas para o dia do combate. No dia vieram 800 barcos para ataca-los, mas Argyll ganhou, Yamagushi e Mirimoto morreram na guerra
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Matheus Wilian 29/05/2010

Otimo!
Esse livro conta a historia de um jovem que é nomeado cavaleiro e decide descobrir mais sobre seu antepassado Argyll Maclachlan.

Argyll Maclachlan recebe a missão de enviar uma carta para um dono de terras.No caminho ele se passa de mercador mas é descoberto.Ele conhece um samurai que fica muito amigo dele.Ele consegue entregar a carta ainda fica amigo do oyabun.Quando eles leêm a carta,descobrem que as suas terras seram atacadas por 800 tropas e ele não tem a minima chance,então Argyll decide ajudar.
Argyll conta varias de suas taticas e o oyabum(dono de terras) aceita todas.
Quando as tropas chegam todos lutam bravamente.Eles ganham mas o general morre em batalha.

Eu gostei muito mas eu acho que deveria ter falado um pouco mais de Angus(o jovem)
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Antonio Luiz 16/03/2010

Não há erros graves de gramática ou de estilo, mas a história e os personagens são fracos, a narrativa é monótona e sem graça, a trama é inconsistente e arbitrária.

Percebe-se que o autor tentou fazer alguma pesquisa histórica, mas seu entendimento da época e dos costumes é superficial. Dá, por exemplo, descrições detalhadas de trajes, armaduras, armas e equipamentos, mas não parece entender muito bem como são usadas. Nesse livro, em particular, ele não parece entender como se segura uma katana - pensa que ela é usada com uma só mão. Também faz um mestre japonês quebrar estupidamente a katana contra a claymore do escocês, muito mais pesada.

Argyll, o protagonista escocês, ensina os japoneses a usar uma arma em cada mão. Sendo que as armas de Argyll são o machado duplo e a claymore, ambas armas que exigem duas mãos para serem manejadas!

Numa batalha, Argyll, mata um cavaleiro mongol e apodera-se de sua montaria, logo em seguida descrita como "um cavalo enorme". Hem? Mongóis usavam pôneis, rápidos e resistentes mas pequenos, que teriam arriado com o peso de um europeu avantajado que usava uma armadura de placas completa (os cavaleiros europeus usavam cavalos muito robustos e pesados, ancestrais dos modernos cavalos de tração).

O escocês Argyll, tendo viajado ao império sino-mongol de Kublai Khan por razões não explicadas, tendo sido bem recebido e lutado ao lado dos mongóis contra os turcos, aceita engajar-se em uma traição ao império arquitetada por um chinês do qual é hóspede e depois ajuda os japoneses contra os mongóis - sabendo, provavelmente, que teria de atravessar novamente todo o vastíssimo império mongol se quisesse voltar para casa. Por quê? Por prazer? Julgou injusta a causa dos mongóis? Não se explica.

Imagino que os motivos do relativo sucesso desses livros estejam em primeiro lugar na edição chamativa e bem cuidada - parece um livro de RPG, cheio de ilustrações coloridas e anexos explicativos (nem sempre são historicamente exatos ou relevantes para a narrativas, mas impressionam).

Em segundo lugar, talvez, o idealismo religioso também tenha seu apelo, ao menos para cristãos sem muito senso crítico. Este livro, por exemplo, faz a apologia das "virtudes do cavaleiro cristão" - fé, esperança, caridade, temperança, prudência, justiça, fortaleza e do "código bushido" - justiça, bravura, benevolência, polidez, verdade, honra e lealdade.

Mas os atos não combinam com as palavras. Um camponês açoita um garoto que lhe roubou um cavalo e o perdeu - o "cavaleiro" Argyll passa, exige que o camponês detenha o castigo e como o outro o desafia com a vara de açoitar, amputa-lhe a mão! Isso é justiça? É benevolência?

Na batalha contra os mongóis, o conselho do estrategista cristão é arremessar cadáveres putrefatos aos navios mongóis para provocar a peste, pois "afinal é uma guerra". Honra? Caridade? Nenhum dos dois, mas seguramente uma tolice. Esse recurso cruel poderia devastar uma cidade sitiada e superpovoada a médio prazo, mas seria inútil em uma frota em movimento - os cadáveres seriam prontamente jogados à água, o contágio não se propagaria e, mesmo que se propagasse, isso aconteceria muito depois que a batalha estivesse terminada.

Vale notar, também, que historicamente a batalha de Hakata, descrita como vitória dos japoneses e escoceses, foi na verdade uma vitória mongol, que obrigou os sobreviventes inimigos a se refugiarem no castelo próximo. Os mongóis se retiraram vitoriosos para seus navios e só foram embora por causa da tempestade que à noite devastou um terço da frota.
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Inlectus 18/04/2009

Adorei.
Uma estória simplismente fasncinante, de cavalaria, e cultura oriental.
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