Vidas Secas

Vidas Secas Graciliano Ramos




Resenhas -


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Fefê 16/12/2021

A cachorra baleia e o meu ranço com a Record
Bom o livro é aquilo né um clássico da nossa literatura, publicado em 1938, mas a leitura se torna mais difícil se vc não for familiarizado com gírias e ditados nordestinos.

O bom desse livro é que ele me fez entender mais sobre de onde vieram meus avós e pelo oq passaram pois a história do Fabiano é a história de milhares de pessoas.

P.S.: a Record precisa urgentemente de um novo editor pq PELO AMOR DE DEUS qnt erro de português.
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Luciana Luz 19/08/2021

Vidas Secas
O que dizer sobre está obra que ainda não tenha sido dito? Imagino que nada. Apenas renovar a emoção de acompanhar a saga de Baleia e sua família. Apenas renovar a reverência a este brasileiro majestoso que foi/é Graciliano Ramos.
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Hellen Umbelina 16/06/2021

Tudo parece tão supérfluo perto do sonho de quem só quer uma cama melhor, que não uma de varas, da cachorra Baleia que só quer um mundo cheio de preás - chorei - , do menino mais velho que não quer acreditar que uma palavra bonita possa significar um lugar ruim. Difícil resenhar. =\
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Ester 15/11/2020

Tristeza ou simplesmente a realidade da vida de milhões de brasileiros?
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Se.mi.na.re | IG Literário 09/11/2020

Resenha "Vidas Secas" - Se.mi.na.re | IG Literário
Vidas Secas (1938) do escritor alagoano Graciliano Ramos, nos apresenta uma família formada por cinco personagens. Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo e a cachorrinha Baleia, são descritos em seus cotidianos, com suas características, anseios e decepções. Os personagens-migrantes, fugindo da seca em meio ao árido, encontram em uma fazenda abandonada um abrigo no período de entre-secas.

A seca, que aparece no título da obra reflete durante toda a narrativa. O clima árido está na trajetória dos personagens, em suas palavras e seus limitados vocabulários, na ausência dos nomes dos filhos e em seus sentimentos. O autor consegue com maestria nos apresentar as características e os males da "hidrofobia" - não só a da moléstia da cachorrinha.

Baleia é uma das maiores representações das ironias presentes na obra. Afinal, uma baleia que nasce e cresce fora do seu habitat, sempre ao lado da família, em meio à miséria. A cachorrinha tem todas as qualidades e defeitos de um companheiro canino. No entanto, ela também pode ser vista como a representação da base da desigualdade social. Pois, em meio à grande miséria, Baleia se lambuzava com os ossos das sobras e vivia sob pontapés desaforados e o desejo de vingança em morder algumas canelas.

Quem pensa que esses "personagens secos" se contentam com suas desgraças, também é pego de surpresa. Em algumas passagens da obra, em meio às discussões de identidade, as autoridades também são questionadas, e assim associadas com o papel do governo. Mesmo sem saber como descrever ou se expressar, Fabiano se mostra infeliz com as injustiças e principalmente com a sua passividade ao encarar as durezas daquela vida.

Vidas Secas é a representação da vida de muitos brasileiros, que em meio às injustiças, humilhações, incertezas e sonhos dilacerados, precisam encontrar, quando a seca chega, um novo caminho para trilhar em busca da sobrevivência.

Edição da obra na foto: 2020
Editora: @editorarecord

Resenha por: @longouvea

site: https://www.instagram.com/p/CGvq1QADFpx/
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