O bom filho

O bom filho You-Jeong Jeong




Resenhas - O bom filho


155 encontrados | exibindo 91 a 106
1 | 2 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11


Løu huebes 20/03/2020

Adorei
Este livro é um thriller muito bom na minha opinião, mas poderia ter sido melhor.
Certa manhã Yu-Jin Han acorda com um estranho cheiro de sangue, e se depara com um corpo deitado em uma poça se sangue dentro do seu próprio apartamento, com lembranças vagas da noite passada ele tenta entender o que aconteceu naquela noite, a única coisa que se lembra vagamente é de sua mãe chamando pelo seu nome.
Um thriller psicológico confuso e envolvente, como eu amo esse tipo de livro eu pude ler ele super rápido, ele te prende do início ao fim com uma narrativa bem elaborada e envolvente. Narrado em 1º pessoa, vamos conhecer um pouco do passado do Yu-Jin Han para podermos tentar ?entender? o porque do presente. Ele é um famoso vira página, aquele livro que você não consegue parar de ler.
Leia e descubra oque a mente misteriosa do Yu-Jin Han poderá oferecer para você!
Final surpreendente, mas a história é um pouco previsível por isso deixou a desejar, por ser um thriller um pouco de emoção as reviravoltas e surpresas ao decorrer da leitura são essenciais por isso 4,5 estrelas.
Livro Sul Coreano, e que teve inspiração em um caso que chocou a Coreia do Sul no passado, gente eu fico muito feliz por fazer parte da @taglivros por me proporcionar essa experiência, pois eu nunca iria ler um livro Sul Coreano podem ter certeza!
comentários(0)comente



Jess 17/03/2020

"Neste mundo, há pessoas de todos os tipos. Cada um vive como tem de viver. E algumas pessoas acabam se tornando assassinos, seja por acidente, por raiva, ou simplesmente porque gostam. Assim era a vida, assim era o ser humano."

A história começa com Yu-Jin acordando sentindo um cheiro forte de sangue sem se lembrar de absolutamente nada, ele vai aos poucos descobrindo pistas que indicam o que aconteceu com ele até chegar ao ápice: encontra um corpo na cozinha e tudo que ele acredita ter acontecido vira um redemoinho em sua cabeça lhe deixando com uma grande dúvida: sou um assassino ou uma vítima?

Eu amei a narração em primeira pessoa, a Young - Jeong soube escrever o ponto de vista do Yu -Jin de uma forma que me conquistou, as várias dúvidas deles, todos os cenários que ele montava em sua cabeça, os passo a passo, foram escritos de uma forma muito bem coesa e simples, com detalhes necessários que não tornaram a leitura arrastada, pelo menos para mim.

Gostei do plot, por mais que muitos tenham dito que foi previsível eu não senti isso, eu gostei das revelações e fiquei até surpresa com algumas. A forma como a história foi se desenrolando já deixava indícios de como seria o fim, por isso não fiquei frustrada ao chegar ao epílogo, talvez já esteja blindada por outros livros que terminam do mesmo jeito e nos deixa com uma sensação de injustiça, mas mesmo assim, gostei da história como um todo. O que me trouxe uma pergunta ao final da leitura foi: a mãe de Yu - Jin fez certo? teria outro jeito de ajudar o filho? ou melhor, teria um jeito ou ele acabaria dessa forma de qualquer maneira? Talvez a mentira da mãe e da tia levou a tudo isso, a verdade sempre é o melhor caminho por mais difícil que seja, talvez se ele tivesse continuado fazendo o que gosta, o que lhe dava prazer não precisaria buscar por outro tipo de prazer. Enfim, não tenho como saber e nem sei se tem um tratamento adequado para alguém assim, mas ao terminar o livro me vi pensando sobre isso.
comentários(0)comente



16/03/2020

Um bom livro, mas poderia ser melhor.
Um livro tenso, leitura um pouco pesada. Mas gostei, apesar de querer mudar muita coisa. O final me decepcionou bastante.
comentários(0)comente



CélereLeitura 15/03/2020

Suspense
Adorei os suspense e todas as dúvidas minhas e do personagem central. O final é bem inesperado. Gostei muito mesmo do livro.
comentários(0)comente



José Vitorino 04/03/2020

Ter certa intimidade com alguns cacoetes desse gênero é ter metade do caminho percorrido, o plot principal é de uma previsibilidade que é quase um afronte. Mas as recompensas em outros aspectos da feitura fazem a leitura valer. Em especial os desencadeamentos menores.

Não costumo ter predileção por um determinado tipo de texto em detrimento de outros, mas prezo por um ritmo mais lento onde o artesanato da forma ascenda a trama, e não é o caso. A tradução é quadradinha, apenas correta. E é compreensível.

É visceral nos temas, e viciante em algumas passagens, ainda assim, é menos um exercício de polidez que mero passatempo. Tá na média.
comentários(0)comente



Henrique 02/03/2020

Para não perder tempo.
O livro tem quase trezentas páginas e só começa a ficar um pouco interessante a partir da página cento e cinquenta! Não é difícil encontrar leituras melhores que esta.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Glaucia 19/02/2020

Previsível
O livro começa bem confuso, o que quase me fez desistir, mas no decorrer da história Yu-Jin vai recuperando a memória e encaixando as peças, e seguimos junto acompanhando cada descoberta.
A narrativa é boa, mas é arrastada e apesar de ter algumas surpresas, o final é meio previsível e eu particularmente não gostei.
O personagem principal não é cativante, pelo contrario, eu o via tomar decisões questionáveis e fiquei frustrada com o rumo  da situação. Em alguns trechos, vemos o ponto de vista da mãe narrado através de um diário e isso é fundamental para entender qual é o mistério que envolve o Yu-Jin.
comentários(0)comente



Jeff.Rodrigues 16/02/2020

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
No lado oriental do planeta, que começa a invadir nossas livrarias com mais traduções, o suspense e o terror têm um tom bem diferente do que estamos acostumados. A cultura deles é bem distinta e as experiências de vida, pra bem ou mal, passam bem longe do nosso cotidiano. Os dramas humanos são mais frios, profundos e bem insensíveis. Nesse universo, que me seduziu com Battle Royale, um dos melhores do gênero na minha opinião, a sul-coreana You-jeong Jeong despontou com O Bom Filho, obra que avança nos caminhos da maldade na transição entre infância e adolescência.

Diversos autores já se debruçaram sobre essa psicopatia em crianças. Menina Má ou A Fábrica de Vespas, por exemplo, abordaram a maldade já intrínseca à natureza humana. Por outro lado, temos um conceito, que não me seduz muito, de que as pessoas também são fruto do meio em que se encontram. Ou seja, podem ser influenciadas pelo ambiente em que vivem ou são criadas. Isso tanto valeria para uma criança quanto para um adolescente ou adulto. Difícil chegar a conclusões, mas fato que a literatura produziu algumas de suas melhores histórias de suspense, terror ou tensão a partir da investigação da maldade na “inocência” infantil.

Em O Bom Filho, somos tragados por uma narrativa em primeira pessoa que é praticamente impossível de largar. O jovem Yu-Jin precisa descobrir quem matou sua mãe. Terá sido ele o autor do crime ou alguém invadiu o apartamento? A partir de um diário com anotações que a mãe fazia sobre ele, Yu-Jin mergulha num turbilhão de memórias que passeiam entre um passado nebuloso e um presente cheio de lacunas. São essas lacunas que vão leva-lo à verdade não só sobre o crime, mas sobre quem realmente ele é. Mais do que um suspense, o livro é um drama humano carregado de tensão, traumas e conflitos familiares capazes de destruir qualquer laço de afeto ou sentimento.

Apesar do abuso no detalhamento, o que faz a narrativa ficar extensa demais, O Bom Filho é um exercício de psicologia, talvez amadora, sobre os impactos que a criação do pais e o controle opressivo materno podem ter na vida futura dos filhos. Ao mesmo tempo, como só temos a versão de Yu-Jin dos fatos, o livro deixa a sensação de que podemos estar sendo manipulados por uma mente doentia, psicótica e totalmente ciente dos atos que está cometendo. Afinal, a epilepsia do garoto escondia algo a mais? Seu passado esconde uma criança má por natureza ou ele foi moldado a partir dos anos? Quem é o culpado de tudo que está acontecendo nesses três dias em que a vida familiar desmorona?

Entrar nas minhas conclusões é praticar o violento crime do spoiler, mas a construção do personagem Yu-Jin é fascinante e a autora consegue nos colocar integralmente em sua mente, pensamentos, conflitos internos e atos insanos. Até chegar ao desfecho, em que sua verdadeira essência vem à tona, ainda ficamos nadando no escuro, para usar uma comparação pertinente ao personagem, em diversas passagens. Dando ora créditos a ele, ora duvidando de seus sentimentos.

O Bom Filho conseguiu a façanha de, por ser um livro extenso, dominar totalmente a minha atenção e me fazer devorar suas páginas até a conclusão. Costumo ler mais de um livro ao mesmo tempo e este foi um dos raros momentos em que me entreguei totalmente à história. Porque há qualidade na escrita. Ela é envolvente e sabe fisgar direitinho nossa atenção. É um excelente livro para exercitarmos nossos pensamentos sobre a natureza dos atos humanos e tentarmos responder: a maldade já está em nós ou ela é desenvolvida com o tempo?

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2020/01/05/resenha-o-bom-filho-you-jeong-jeong/
comentários(0)comente



Isya Ferreira 14/02/2020

Lado
Eu lamento dizer mas eu estou do lado do personagem principal desde o final. Apesar do final não ser do jeito que que queria eu continuo do lado dele.
comentários(0)comente



Lari 13/01/2020

Enredo que prende, mas não sei se faz meu estilo de leitura.
comentários(0)comente



isa / @livros_da_isa 13/01/2020

Um livro bem trevosinho
O BOM FILH
?O esquecimento é a mentira suprema, é a mentira perfeita com a qual posso enganar a mim mesmo?.
.
Imagine acordar se deparar com uma cena de um crime terrível envolvendo sua própria mãe, não se lembrar de nada e todos os indícios apontam você como culpado? Esse é a angustia vivenciada pelo protagonista desse livro Yu-Jin e sua busca pelas respostas atrás de entender não só o que ocorreu naquela fatídica noite, assim como toda a sua vida.
.
Esse é um livro extremamente pesado, dessa forma distante da minha zona de conforto de suspenses mais brandos o que prejudicou em partes minha experiência de leitura pelo fato que o livro não fluía para mim, mas ao mesmo tempo me deixou extremamente angustiada durante a leitura, o que acredito seja um dos objetivos do livro.
.
Yu-jin narra esse livro em primeira pessoa, o que é um ponto muito importante na trama, pois sentimos um misto de emoções com esse narrador que vai de medo e horror a compaixão e pena, o que mais uma vez combina com os sentimentos conflitantes de todo o livro.
.
Por fim é inegável a representatividade que esse livro traz por ser um suspense sul-coreano o que não é tão comum e nos apresenta alguns aspectos dessa cultura mais distante da nossa. Recomendo para os fãs de suspenses psicológicos mais pesados e trevosos.
comentários(0)comente



Wes 10/01/2020

E se o Jô Soares e o Rafael Montes se juntasse pra escrever um livro?

Um thriller que você não vai parar até descobrir o final e quando o final chega, você quer ler de novo pra saber o que deixou de lado.

A história segue a vida de um garoto considerado ?perfeito?, a vida dele é cercada de privilégios, mora num Duplex com a mãe e o irmão. Mas uma tragédia do passado o atormenta desde a infância, e conseguindo tirar seu sossego até o presente quando certo dia ele acorda e vê a casa toda ensanguentada sem saber o motivo.

É um livro sobre a relação de uma mãe desesperada pra tentar agradar um filho que sofre de transtorno psicológicos, e que pela nossa visão no começo, é um princípio de abusos e traumas.

Perfeito pra quem leu:
- Uma mulher no escuro
- O Xangô de Baker Street
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



diane 04/01/2020

Sou uma grande fã de livros da carreira de thriller e suspense, confesso que ao começar a narrativa foi cansativo, só após o capítulo 2, comecei a sentir curiosidade e interesse. Estória com algumas personagem vagos, senti que a autora poderia ter se aprodundado mais em alguns. Gostei como a autora introduziu os flashbacks na narrativa. Sobre o final, descrevo como; agoniante. Li diversos livros sobre psicopatas, com diversos personagem e finais, porém, este livro fora o único, cujo ao final, tive uma vontade imensa de jogar o livro ao chão, pela revolta e agonia que senti. Com um final revoltante o bom filho traz uma estória crua, talvez as vezes meio perdida e uma narrativa sem medo de contar os fatos.
comentários(0)comente



155 encontrados | exibindo 91 a 106
1 | 2 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11