O Bom Filho

O Bom Filho You-Jeong Jeong




Resenhas - O bom filho


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Simone de Cássia 03/04/2019

Tipo do livro que deveria ser avaliado por partes, já que começa enrolando muito, melhora no meio e tem um final decepcionante...Demora a engrenar a leitura porque "o cachorro fica correndo atrás do rabo", ou seja, o personagem repete a mesma coisa de novo e de novo... Aí dá uma animada nos fatos e a gente consegue se entusiasmar , até porque passa a entender melhor o que tá acontecendo. E então, tem um desfecho simplório e nada justo. Mas, como a avaliação é geral, o livro é mediano, nada demais.
Natália Tomazeli 03/04/2019minha estante
Tuas resenhas são muito boas, real. E eu tô com esse livro aqui, mas a empolgação para ler ele é quase zero...


Simone de Cássia 04/04/2019minha estante
Oi, Natália! Há quem diga que sou chatinha e exigente... rs rs Mas gosto é assim...cada um tem um... rs rs
Seja sempre bem vinda! Bj =^.^=


Natália Tomazeli 05/04/2019minha estante
Tem exigente mesmo, oras! Tá certíssima! Beijos :D


Natália Tomazeli 05/04/2019minha estante
Tem que ser exigente mesmo, oras! Tá certíssima! Beijos :D


RoseOliver 06/04/2019minha estante
Concordo com vc, à favor do livro digo que gostei de ver pela ótica do personagem (queria falar mais, porém não quero da spoiler). Sobre o final eu gostei pois não foi o óbvio (desejado) e sim o que o ocorre várias vezes ( tbm queria falar mais ....).


Riva 15/04/2019minha estante
É impressionante como a opinião alheia não é respeitada.
Gente, gostar ou não gostar é muito subjetivo.
Há uma séries de fatores tais como maturidade, momento no qual se está lendo, bagagem de vida, nível cultural, com qual objetivo o livro foi lido e por aí vai.
Estamos vivendo um momento em que não se pode dizer ?não gosto de cebola?, pois muitos virão com a bandeira de que é ?proibido não gostar de cebola?!
Preguiça! Preguiça! Preguica!




Nana 15/09/2019

Gostei mais do que eu esperava!
A algum tempo tenho evitado esses livros mais tensos e violentos e optado por leituras mais suaves. Mas como recebi esse título da TAG fui em frente e resolvi ler.
Desde o início a estória já é bem tensa pois é narrada pelo próprio assassino e isso nos leva a entrar na mente dele e imaginar como funciona. Em vários momentos senti pena do personagem achando que ele era vítima da doença e acreditei que a tia que era psiquiatra é que tivesse algo de errado. Só que chegou o momento em que algumas revelações me fizeram enxergar, o que eu como mãe, não queria ver.
Li vários comentários dando apenas uma estrela ao livro e dizendo que era péssimo, então iniciei a leitura com o pé atrás. Mas para minha surpresa eu gostei muito. Já comentei várias vezes que adoro todo tipo de livro que envolve psicologia e psiquiatria, e esse se encaixa muito bem nos dando a real imagem da mente psicopata e até o sofrimento de quem passa por isso.
Gostei bastante e deixo um alerta que serve também para mim: "Não deixe de ler nenhum livro por causa das opiniões que os outros colocam aqui. É ótimo ler as resenhas, saber o que cada pessoa sentiu com a leitura, mas nada se compara a nossa própria opinião.
Então veja a opinião dos outros, mas não desista de nenhum livros, leia e compare com a sua opinião, afinal gostos e interesses, cada um tem o seus."
Livia Barini 16/09/2019minha estante
Está estacionado na minha estante. Acho que vai ganhar uma segunda chance kkk


Nana 16/09/2019minha estante
Oi Livia, tu chegou a iniciar a leitura e parou ou nem tentou?


Livia Barini 17/09/2019minha estante
Li umas cinco páginas e parei


Nana 17/09/2019minha estante
Kkkk, é muito pouco, dá uma nova chance sim...rs




mattozinhos 15/02/2019

Lido: O Bom Filho
Uma história triste e inacreditável. Um filho psicopata, manipulador e violento transforma o destino de toda uma família e mostra como muitas vezes vamos longe demais, a ponto de não conseguirmos mais voltar. O livro é bom e tem uma escrita envolvente e descrições muito realistas das cenas de violência.

A autora proporciona um clima constante de tensão ao longo das páginas, onde nos vemos dentro da cabeça do pior tipo de psicopata que existe: o "caçador". O protagonista, o psicopata em questão é um verdadeiro predador que manipula o contexto de suas ações confundindo nós leitores constantemente.

Nos primeiros capítulos há um suspense a respeito de crimes que acontecem e somos levados o pelo narrador (o psicopata) a investigar e desvendar cada um deles. Mas o que parecia ser apenas um triller policial investigativo, se transforma num grande drama psicológico. Somos levados a conhecer toda escuridão da história de uma família marcada pela negligência e omissão emocional que resulta em barbaridades extremas.

Vale a leitura tanto pelo estilo de escrita como também pelo pano de fundo, a Coreia do Sul com toda sua peculiaridade. Vale ainda pelas referências que, pasmem, chega até mesmo ao filme Cidade de Deus, produzido no Brasil. Uma excelente oportunidade para ter contato sutil com a cultura Sul Coreana e perceber todas as semelhanças com nossa cultura ocidental.
Aline 16/02/2019minha estante
Amei esse livro! Realmente, muito bom!


mattozinhos 16/02/2019minha estante
?


Aline 16/02/2019minha estante
O bom filho.


mattozinhos 17/02/2019minha estante
?




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RoseOliver 06/04/2019minha estante
Eu vou procurar outros livros dela.


RoseOliver 06/04/2019minha estante
Ótima resenha


Rafaela (@exlibris_sc) 06/04/2019minha estante
Obrigada. Que bom que gostou! Eu adorei ler essa obra coreana. Minha primeira leitura asiática e também me interessei por mais!


Karina.Agra 10/04/2019minha estante
Acabei de ler o livro, e me surpreendeu bastante... adorei! A autora escreve super bem, e tudo se encaixou. Louca para ler ?Vegetariana? outro coreano.




Luís @l.pmiguel 22/02/2019

Boa surpresa!
Minha primeira experiência com a literatura sul-coreana foi muito boa!
Livro com detalhes e enredo muito interessantes. Chega a dar desconforto em alguns momentos (sinal de que foi bem escrito).
Sem dúvidas vou procurar saber mais sobre a autora.
Vale a leitura!
Roseli Camargo 22/02/2019minha estante
Exatamente essa palavra descreve o livro: desconforto. Como mexeu comigo rs. Muito bom.


Erika 25/04/2019minha estante
Um dos melhores da tag para mim até agora.


Luís @l.pmiguel 26/04/2019minha estante
Sim, achei muito bom, também!




Albino 10/02/2019

Um fim surpreendente para um desenrolar embolado.
A história, confusa, em longas narrativa que não combinam um livro de "vira-vira".

Confesso que achei o livro de médio para ruim. Faltando 50 páginas, deu um grande fôlego, revelando-se promissor, mas não o suficiente para passar de 3 estrelas.

A questão de saúde de YU-JIN acaba sendo deixada de lado, e não se explica se o ocorrido se deu em detrimento ou não da medicação, ou se o tratamento havia ou não sido o correto. Ou ainda, se YU-JIN não havia sido propositadamente submedito a intervenção medicamentosa por "raiva" de sua tia.

Sobre a edição em si, a tag acertou na escolha do papel, da encadernação e da diagramação, mas errou feio na capa do livro, uma capa horrorosa, mais feia que a edição do quarto em chamas.

A sobre capa sim, de uma arte agradável e bonita.

Agora, considerar ser "a resposta coreana a King" é uma blasfêmia.

No mais, mais um livro médio da TAG, que até agora trouxeram pouco títulos para se dizer "que livro"
Dill.Teles 07/03/2019minha estante
Só queria fazer um adendo: não havia como falar sobre a saúde do Yu-Jim, sendo que é ele próprio quem narra e ele não se acha doente... Se acha quando toma os remédios.
Não tem como discutir se foi a melhor forma de tratamento, visto que tudo é sob o olhar e pensamentos dele, não tem outro ponto de vista além do diário da mãe.
Acho que o propósito do livro é cumprido, vc enxerga pelo olhar do psicopata, que também está se descobrindo... Logo é natural que seja confuso, deturpado.
Também tive uma dificuldade de envolvimento com a leitura até a página 80 +/-... Mas depois que embalou conseguiu me entreter bastante.
O único furo que eu achei foi a absurda inocência de hae-jim, no mais me agradou muito. ?


Ivy 10/03/2019minha estante
O que eu entendi da doença do Yu jin é que mentiram para ele que ele tinha epilepsia e o medicamento que ele tomava qdo parava de tomar dava epilepsia, ou seja sustentava a mentira de maneira crível pra ele. O medicamento era para inibir a pscicopatia apresentada pelo personagem mas como o livro é narrado por Yu jin que afirma que não é um narrador 100% honesto não dá pra saber se o tratamento foi correto ou não.




Joao.Vitor.P. 23/04/2020

Não é a resposta Stephen King Coreana
Pode-se até dizer um pouquinho parecido com King, mas se não dissessem isso na contra-capa, ninguém compararia ao King.

Logo de inicio já da pra se saber tudo que aconteceu, mas mesmo assim queremos saber o que acontece, pois é instigante.

O problema é que tem que aguentar uma leitura muito, mas muitooo descritiva, principalmente as primeiras 80 paginas (quase desisti). Em muitos pontos é uma descrição realmente boa e no ponto, mas tem muitas vezes onde é extremamente massante o tanto que a autora descreve o lugar.

Outra coisa que me deixou angustiado é o fato de que muitas vezes a leitura fluía muito, me deixava tenso, louco para chegar no clímax.... Mas então do nada vinha uma lembrança que era escrita em 2 FOLHAS ou mais. Extremamente broxante.

Só mais um detalhe, agora quanto ao livro: essa edição tem muitos erros ortográficos, algumas vez palavras faltando letras, escritas erradas ou até mesmo uma palavra que foi colocada lá sem o sentido da frase, onde era nítido que colocaram uma palavra errada.
Elvis 27/04/2020minha estante
60 páginas e desisti exatamente pelo que você falou, eu não gosto de leituras que exageram na descrição.


Joao.Vitor.P. 29/04/2020minha estante
Exatamente, é muito cansativo. Lendo até essa parte sinto lhe dizer, você não terá mais nada de novo haha. O mistério se foi, resta saber mais da história dele.




Bruno 19/02/2019

FAN-TÁS-TI-CO
Narrativa em 1º pessoa = confere.
Vira páginas = confere.
Protagonista psicopata = confere.
Viciante = confere.
Livro da TAG = confere.
Livro sul coreano = confere.
Surpreendente (não pela história, mas sim por causa da forma da narrativa) = confere

Praticamente tudo para que eu goste do livro.
Claudia 26/07/2019minha estante
Mas soh 3 estrelas?


patriciadesa 21/08/2019minha estante
Fantástico e 3 estrelas ??? Pra mim algo fantástico merece 5 estrelas. Não entendi essa nota.




Livia.Gabriela 02/04/2020

É um bom livro. Nos faz pensar sobre o comportamento humano.
Carolegal_ 25/05/2020minha estante
oi Livia, altera essa resenha, isso é spoiler.


Diego Meneses 20/08/2020minha estante
Como tu solta um spoiler desse. Eu ia ler, mas desisti.




JANA 20/06/2020

Não se engane. O vencedor é quem continua vivo.
Vou tentar falar algumas coisas sem SPOILER, caso decidam ler. SUPER INDICO!
Que mãe corajosa! Descobrindo cedo sobre o predador! E mesmo depois de presenciar aquele DIA, ainda teve coragem de adotar, correndo o risco de ser mais um vítima do predador. (ADMIREI)
Quando a titia alertou para o desenho...Ah, se ela tivesse o o mínimo de crédito.
Enfim: “As histórias felizes geralmente não são verdadeiras.”
Janaina 24/06/2020minha estante
Eu li esse livro há alguns semanas e adorei. Estou ansiosa para ler outros títulos da autora.
:)


JANA 24/06/2020minha estante
Muito bom mesmo!




Pablo 30/03/2019

Crazy
Que livro cheio de sensações. Horror, medo, agonia, pena, raiva, tenso, muita coisa, é um livro bem gostoso de ler. A história é muito boa, é tudo bem explicado, detalhado. Não tenho conhecimento sobre a existência real dessa doença que o personagem tem, mas nos faz refletir sobre o personagem, sobre ele não entender oque sente. Não é muito separado em capítulos, eu gosto de livros bem separados, mas esse não foi muito cansativo, a história ficou bem dividida nos poucos capítulos. Indico para quem tem bom estômago.
RoseOliver 06/04/2019minha estante
Gostei de "ver" através de um psicopata. O distancismento dele por causa da doença é interessantd e agoniante! Espero ler outros livros dela




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Thatiane 22/07/2020minha estante
Li 60 páginas meio na marra pra não abandonar mas não consegui e deixei de lado




Natália Tomazeli 21/03/2020

Vale a pena dar uma chance?
Esse foi o segundo livro publicado pela "TAG Inéditos" que tive a oportunidade de ler. "O Bom Filho" da autora "You Jeong Jeong" foi o selecionado por eles para o mês de fevereiro de 2019 e quem me acompanha aqui na conta do Skoob sabe que eu não gostei nenhum pouco do primeiro livro que eu li dessa modalidade dos serviço da TAG (inéditos) e que não tive uma experiência muito boa com esse serviço, então por isso demorei um pouco para ler "O Bom Filho". Na verdade tinha zero expectativas com ele. Aí no mês de julho de 2019, eu entrei nessa vibe de ler thrillers e coisas criminais e aproveitei para ler logo o livro da TAG que me faltava.

De fato, não foi um livro ruim e penoso de se ler. Dos dois que eu pude ler da "TAG Inéditos", notei que esses livros são bem estilo "vira-páginas", tanto pela edição mega confortável para fazer a leitura (que eu queria muito que tivesse em outros livros, porque realmente é muito gostosa de ler, esse é um elogio que eu posso deixar para eles, com certeza!), quanto pelo fato de que as narrativas são, de certo modo, simples e o menos prolixas possível. Isso obviamente facilita muito a vida do leitor e faz com que o livro seja lido muito mais rápido, porém isso (pra mim) não é garantia de que um livro vá ser maravilhoso também (apesar de que pra muita gente é. Sei lá, eu sou mais criteriosa). Acho que existem outras coisas a serem levadas em consideração, e foi nesse aspecto que esse livro não se destacou para mim... Aqui a autora quis mostrar como funciona a mente de um psicopata, o que é uma temática que costuma me interessar demais (ainda mais quando eu tô na vibe de ler esse tipo de história, que foi o caso de "O Bom Filho") então acho muito válido, porém é muito difícil não comparar esse livro com "Fábrica de Vespas" do Ian Banks, até porque foi o livro que eu li antes desse e que aborda essa mesma temática central. Enquanto Banks quis fazer uma análise da mente psicopata misturada com uma crítica ao culto à violência na sociedade que ele estava inserido, Jeong quis analisar a mente de um psicopata relacionada às doenças mentais e até que ponto isso influencia eles a cometerem crimes (e até que ponto também isso se encaixa em uma "doença mental"). Nos dois casos, a história é narrada em primeira pessoa, então a ótica é através da mente do psicopata, o que faz todo o sentido em ambas histórias e nos dois casos, mas aqui eu fiquei a história inteira achando que faltava algo a mais, um "tempero", que não achei que faltou em "Fábrica de Vespas". Não sei se era porque "Fábrica de Vespas" conseguiu ser um antro de excentricidades e bizarrices, então toda a minha surpresa se esgotou lá, mas "O Bom Filho" pareceu, digamos, monótono perto dele.
Apesar da narrativa realmente seguir essa linha de ser simples e não prolixa, achei que a autora se repetiu demais em muitos aspectos e deixou de lado outros que poderiam ter sido desenvolvidos para "chocar" mais quem tá lendo. Não é que isso tenha me cansado exatamente, mas me deixou sem expectativas, com aquele sentimento de "ata" que me faz "desempolgar" com a trama e ficar "tô nem aí" com qualquer coisa que surgia no livro. Ainda por cima, senti que parecia que eu já tinha lido isso em outros lugares uma porção de vezes. Apesar da história se passar na Coréia do Sul, o que é uma coisa bem fora do comum e diferente, senti como se eu tivesse dentro daqueles filme thriller doido que passa na "Tela Quente" toda hora (ou passava, sei lá se isso ainda existe rsrsrs).
Ao contrário de muita gente que eu li a resenha sobre esse livro, não senti que o final foi surpreendente nem nada, mas entendo que esse livro é destinado a um público alvo que tem como objetivo sair da sua zona de conforto e que provavelmente nunca tenha tido contato com nada desse estilo e que esse livro provavelmente vai servir para essas pessoas, o que realmente não é meu caso. Além de tudo isso, o livro não empolga no sentido de que por um lado não há mistério nenhum em "quem matou a vítima" mas por outro lado, a autora não desenvolve nenhum super Plot Twist, então a trama fica com aquele ritmo único e linear, que na minha opinião só funciona naqueles casos em que o objetivo do autor é abordar algo mais adjacente e deixar a questão do crime em segundo plano de propósito (como acontece no livro "Filme Noturno" da Marisha Pessl, por exemplo). Por último, acho que tem a questão também dos personagens não se destacarem, principalmente os secundários. Não sei, não notei nenhuma profundidade neles e isso também foi algo que aguçou minha falta de interesse.

Então olhando assim mais no geral, penso que não é aquele tipo de livro que eu diria "Nossa, fique longe porque é tempo jogado fora ler isso!", vai depender de cada leitor. Com certeza entendo que esse não é um livro para mim, sabe? Mas pode ser que dê certo para você, principalmente se você se interessa pelo tema, mas nunca teve a oportunidade de ler algo assim até agora. Nesse caso, eu vou justificar com a mesma historinha de sempre: leia e tire suas próprias conclusões! E se você recebeu ele pela TAG e não leu ainda, acho que vale a pena dar uma chance sim, não é um dos piores não, juro rsrsrs
Claudio Rosa 21/05/2020minha estante
Comecei hoje a leitura e até agora eatou gostando.




Day 19/03/2019

Maravilhoso
Um livro muito bom, para quem gosta do gênero suspense, super recomendo.
Karina.Agra 10/04/2019minha estante
Achei o livro excelente!




Soliguetti 14/03/2019

Espantoso!
Ao chegar às últimas páginas de "O Bom Filho", da escritora sul-coreana You-Jeong Jeong, dificilmente o leitor estará pensando em outra coisa a não ser: "uau"! Trata-se de um thriller muito bom, com uma grata escapada do eixo anglo-saxão, que geralmente domina esse tipo de narrativa.

O livro nos introduz a Yu-jin, que um dia acorda em sua cama desnorteado, sem lembranças do que aconteceu nas últimas horas. Ao sair de seu quarto, depara-se com a própria mãe morta aos pés da escada. A partir daí começa a saga de Yu-jin para tentar descobrir o que realmente aconteceu, e para isso precisará evocar não apenas lembranças perdidas das últimas horas, mas sim de toda a sua vida.

A narrativa é muito boa. A escritora descreve os pensamentos de Yu-jin, que conta a história em primeira pessoa, de maneira muito eficaz. No segundo capítulo, a autora dá uma segurada grande no ritmo da narrativa. Justamente quando o leitor quer saber o que vai acontecer no presente, Yu-jin começa a vasculhar o seu passado, o que é frustrante num primeiro momento, mas que começa a fazer sentido mais para frente, quando todas as peças começam a se encaixar.

O final é surpreendente e digno de um bom thriller. A sensação que ficará no leitor será de plena estupefação, acompanhado de uma adrenalina que não é qualquer autor que consegue injetar em nosso organismo. "O Bom Filho" é insólito, espantoso.
RoseOliver 06/04/2019minha estante
Parabéns pela resenha!




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