O Bom Filho

O Bom Filho You-Jeong Jeong




Resenhas - O bom filho


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Livia.Gabriela 02/04/2020

É um bom livro. Nos faz pensar sobre o comportamento humano.
Carolegal_ 25/05/2020minha estante
oi Livia, altera essa resenha, isso é spoiler.


Diego Meneses 20/08/2020minha estante
Como tu solta um spoiler desse. Eu ia ler, mas desisti.




Aline 12/05/2020

Incrível
É difícil começar falar desse livro porque minha leitura foi baseada apenas na sinopse, sem a leitura de nenhuma resenha e desse modo eu simplesmente não sabia o que esperar, o que fez com que eu me surpreendesse muito.

O livro é narrado em primeira pessoa, desse modo temos apenas os fatos pela visão de Yu-Jim, narrador o qual eu comecei a desconfiar de sua confiabilidade em um certo ponto da minha leitura. A verdade é que ele não é confiável, e fez outras pessoas de vilão, me fazendo achar que elas realmente eram ruins até que caí na real onde o próprio vilão estava contando a história para mim.

O livro é todo feito de flashbacks, não apenas da noite anterior, mas na infância de Yu-Jim. Assim temos uma construção bem aprofundada da personalidade do personagem e até mesmo da família do mesmo, onde ele parece a vítima de uma vida toda manipulada e uma relação familiar um tanto problemática. Achei fantástico como a autora conseguiu desenvolver um personagem que consegue manipular o leitor sem que o mesmo perceba.

Quando você para pra pensar sobre toda a história e sobre quem realmente é Yu-Jim e o que ele construiu durante toda a narrativa, vem átona reflexões de como o mal pode morar em quem menos esperamos, ou até mesmo naqueles que confiamos.

You-Jeong Jeong vive na Coreia do Sul e seu livro é ambientando em seu país. Fiquei um pouco confusa no início, principalmente em relação aos nomes, mas nada que não me acostumei com o tempo. É muito interessante sair da zona de conforto e conhecer um pouco daquilo que não é comum para mim, como uma nova cultura.

Dentro desse mesmo contexto, podemos dizer que filhos adotivos não são bem vistos na cultura coreana, já que prezam muito por sua linhagem. Através do fato do filho problemático ser o biológico, You-Jeong Jeong constrói uma crítica sobre esse preconceito, ironizando no título de seu livro e enfatizando-a mais ainda ao final da história (mais detalhes sobre serão spoilers).

Desta forma achei um suspense bem diferente do que geralmente encontramos por aí. O início do livro foi um tanto morno para mim. Eu não estava tão empolgada com a leitura, mas não chegava a estar desinteressada. Depois de um ponto, aproximadamente a página 100, a história começou a fluir e eu simplesmente não conseguia largar o livro.

A autora introduz os fatos de formas bem sutil, o que aguçou minha curiosidade e me prendeu mais a história. À vista disso os plot twists veem também sutilmente, mas sem perder o impacto. Assim, You-Jeong Jeong surpreende o leitor sem usar a formula de reviravoltas comum em suspenses.

Para mim, a introdução de fatos importantes como se fossem banalidades, sendo que estes são apresentados pelo protagonista, ajudou muito a deixar o livro mais profundo e a construção de personalidade de Yu-Jim muito mais intensa.

Recomendo para pessoas que gostam de suspense, de assuntos como psicopatia, psicologia e também para quem gosta de explorar livros que saiam da cultura americana ou até mesmo inglesa.

Resenha desenvolvida para o blog Resenhando Sonhos

site: https://resenhandosonhos.com/o-bom-filho-you-jeong-jeong/
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Mari Pereira 26/10/2020

O livro tem uma narrativa um pouco confusa. Esperava alguma reviravolta, que não aconteceu.
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Luiz Carlos 14/11/2020

Furou a fila e surpreendeu
Não estava em minha lista mas fiquei curioso com o tema, o livro desenrola em uma tensão com algumas reviravoltas e suspense, vale pelo enredo e desenvolvimento! Recomendo!
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Bruno 19/02/2019

FAN-TÁS-TI-CO
Narrativa em 1º pessoa = confere.
Vira páginas = confere.
Protagonista psicopata = confere.
Viciante = confere.
Livro da TAG = confere.
Livro sul coreano = confere.
Surpreendente (não pela história, mas sim por causa da forma da narrativa) = confere

Praticamente tudo para que eu goste do livro.
Claudia 26/07/2019minha estante
Mas soh 3 estrelas?


patriciadesa 21/08/2019minha estante
Fantástico e 3 estrelas ??? Pra mim algo fantástico merece 5 estrelas. Não entendi essa nota.




Jeff.Rodrigues 16/02/2020

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
No lado oriental do planeta, que começa a invadir nossas livrarias com mais traduções, o suspense e o terror têm um tom bem diferente do que estamos acostumados. A cultura deles é bem distinta e as experiências de vida, pra bem ou mal, passam bem longe do nosso cotidiano. Os dramas humanos são mais frios, profundos e bem insensíveis. Nesse universo, que me seduziu com Battle Royale, um dos melhores do gênero na minha opinião, a sul-coreana You-jeong Jeong despontou com O Bom Filho, obra que avança nos caminhos da maldade na transição entre infância e adolescência.

Diversos autores já se debruçaram sobre essa psicopatia em crianças. Menina Má ou A Fábrica de Vespas, por exemplo, abordaram a maldade já intrínseca à natureza humana. Por outro lado, temos um conceito, que não me seduz muito, de que as pessoas também são fruto do meio em que se encontram. Ou seja, podem ser influenciadas pelo ambiente em que vivem ou são criadas. Isso tanto valeria para uma criança quanto para um adolescente ou adulto. Difícil chegar a conclusões, mas fato que a literatura produziu algumas de suas melhores histórias de suspense, terror ou tensão a partir da investigação da maldade na “inocência” infantil.

Em O Bom Filho, somos tragados por uma narrativa em primeira pessoa que é praticamente impossível de largar. O jovem Yu-Jin precisa descobrir quem matou sua mãe. Terá sido ele o autor do crime ou alguém invadiu o apartamento? A partir de um diário com anotações que a mãe fazia sobre ele, Yu-Jin mergulha num turbilhão de memórias que passeiam entre um passado nebuloso e um presente cheio de lacunas. São essas lacunas que vão leva-lo à verdade não só sobre o crime, mas sobre quem realmente ele é. Mais do que um suspense, o livro é um drama humano carregado de tensão, traumas e conflitos familiares capazes de destruir qualquer laço de afeto ou sentimento.

Apesar do abuso no detalhamento, o que faz a narrativa ficar extensa demais, O Bom Filho é um exercício de psicologia, talvez amadora, sobre os impactos que a criação do pais e o controle opressivo materno podem ter na vida futura dos filhos. Ao mesmo tempo, como só temos a versão de Yu-Jin dos fatos, o livro deixa a sensação de que podemos estar sendo manipulados por uma mente doentia, psicótica e totalmente ciente dos atos que está cometendo. Afinal, a epilepsia do garoto escondia algo a mais? Seu passado esconde uma criança má por natureza ou ele foi moldado a partir dos anos? Quem é o culpado de tudo que está acontecendo nesses três dias em que a vida familiar desmorona?

Entrar nas minhas conclusões é praticar o violento crime do spoiler, mas a construção do personagem Yu-Jin é fascinante e a autora consegue nos colocar integralmente em sua mente, pensamentos, conflitos internos e atos insanos. Até chegar ao desfecho, em que sua verdadeira essência vem à tona, ainda ficamos nadando no escuro, para usar uma comparação pertinente ao personagem, em diversas passagens. Dando ora créditos a ele, ora duvidando de seus sentimentos.

O Bom Filho conseguiu a façanha de, por ser um livro extenso, dominar totalmente a minha atenção e me fazer devorar suas páginas até a conclusão. Costumo ler mais de um livro ao mesmo tempo e este foi um dos raros momentos em que me entreguei totalmente à história. Porque há qualidade na escrita. Ela é envolvente e sabe fisgar direitinho nossa atenção. É um excelente livro para exercitarmos nossos pensamentos sobre a natureza dos atos humanos e tentarmos responder: a maldade já está em nós ou ela é desenvolvida com o tempo?

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2020/01/05/resenha-o-bom-filho-you-jeong-jeong/
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Vitória 19/07/2020

O esquecimento é a mentira suprema
Não achei o livro ruim, porém não é o meu tipo de leitura, questão de gosto pessoal, o livro simplesmente não é para mim. Logo no início eu já percebi o rumo que a história tomaria e isso não me agradou. Fato positivo (pelo menos para mim) da escrita ser muito descritiva, principalmente nos pensamentos do protagonista. Menção honrosa para a abordagem de Cidade de Deus. Fiquei muito feliz de ler a impressão dos personagens (e ainda vindo de autora sul-coreana) sobre o nosso filme brasileiro
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mattozinhos 15/02/2019

Lido: O Bom Filho
Uma história triste e inacreditável. Um filho psicopata, manipulador e violento transforma o destino de toda uma família e mostra como muitas vezes vamos longe demais, a ponto de não conseguirmos mais voltar. O livro é bom e tem uma escrita envolvente e descrições muito realistas das cenas de violência.

A autora proporciona um clima constante de tensão ao longo das páginas, onde nos vemos dentro da cabeça do pior tipo de psicopata que existe: o "caçador". O protagonista, o psicopata em questão é um verdadeiro predador que manipula o contexto de suas ações confundindo nós leitores constantemente.

Nos primeiros capítulos há um suspense a respeito de crimes que acontecem e somos levados o pelo narrador (o psicopata) a investigar e desvendar cada um deles. Mas o que parecia ser apenas um triller policial investigativo, se transforma num grande drama psicológico. Somos levados a conhecer toda escuridão da história de uma família marcada pela negligência e omissão emocional que resulta em barbaridades extremas.

Vale a leitura tanto pelo estilo de escrita como também pelo pano de fundo, a Coreia do Sul com toda sua peculiaridade. Vale ainda pelas referências que, pasmem, chega até mesmo ao filme Cidade de Deus, produzido no Brasil. Uma excelente oportunidade para ter contato sutil com a cultura Sul Coreana e perceber todas as semelhanças com nossa cultura ocidental.
Aline 16/02/2019minha estante
Amei esse livro! Realmente, muito bom!


mattozinhos 16/02/2019minha estante
?


Aline 16/02/2019minha estante
O bom filho.


mattozinhos 17/02/2019minha estante
?




Caroline.Hall 04/09/2020

Meu coração ficou acelerado por diversas vezes
Eu poderia dar 4 estrelas porque não concordei com o final que a autora quis dar, mas como na vida real nem tudo é perfeito como a gente quer, dei 5 porque achei justo pelo tipo de história. Um livro com suspense do início ao fim, teve momentos que achei que fosse perder o fôlego com um suspense longo. Penso se isso fosse em um filme conseguiria me dar tanta adrelina como tive lendo este livro.
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Joao.Vitor 23/04/2020

Não é a resposta Stephen King Coreana
Pode-se até dizer um pouquinho parecido com King, mas se não dissessem isso na contra-capa, ninguém compararia ao King.

Logo de inicio já da pra se saber tudo que aconteceu, mas mesmo assim queremos saber o que acontece, pois é instigante.

O problema é que tem que aguentar uma leitura muito, mas muitooo descritiva, principalmente as primeiras 80 paginas (quase desisti). Em muitos pontos é uma descrição realmente boa e no ponto, mas tem muitas vezes onde é extremamente massante o tanto que a autora descreve o lugar.

Outra coisa que me deixou angustiado é o fato de que muitas vezes a leitura fluía muito, me deixava tenso, louco para chegar no clímax.... Mas então do nada vinha uma lembrança que era escrita em 2 FOLHAS ou mais. Extremamente broxante.

Só mais um detalhe, agora quanto ao livro: essa edição tem muitos erros ortográficos, algumas vez palavras faltando letras, escritas erradas ou até mesmo uma palavra que foi colocada lá sem o sentido da frase, onde era nítido que colocaram uma palavra errada.
Elvis 27/04/2020minha estante
60 páginas e desisti exatamente pelo que você falou, eu não gosto de leituras que exageram na descrição.


Joao.Vitor 29/04/2020minha estante
Exatamente, é muito cansativo. Lendo até essa parte sinto lhe dizer, você não terá mais nada de novo haha. O mistério se foi, resta saber mais da história dele.




Jaque - Achei o Livro 17/07/2020

Muito bom!!
O Bom filho é um thriller psicológico sul-coreano, narrado em primeira pessoa por Yu-jin, jovem de 25 anos que vive sozinho com a sua mãe.
Logo no início da estória , Yu-jin acorda todo sujo de sangue em sua própria cama. Sem saber o que está acontecendo, ele sai a procura de sua mãe e a encontra morta na cozinha. Desesperado, ele acredita que o invasor ainda possa estar na casa e depois de algumas buscas percebe que está sozinho e não há sinais de luta ou invasão.
Ele pensa em chamar a polícia, mas muda de ideia ao se dar conta de que ele pode ser acusado pelo crime, então decide antes desvendar o que aconteceu e achar o culpado.
Ele começa então a tomar as primeiras providências quanto ao corpo e tentar lembrar o que aconteceu nas últimas horas, à partir da última lembrança que ele tem.
Yu-jin sofre de epilepsia desde criança e portanto precisa tomar medicamentos para não ter ataques e não pode de maneira alguma consumir bebidas alcoólicas.
Por esse motivo, sua mãe é super protetora e o vigia 24 horas, o que o deixa muito irritado. Além disso, sua tia que é psicóloga e a responsável pelo seu tratamento não facilita em nada e reforça o time da vigilância.
Yu-jin vai começar a lembrar de episódios que sua mente apagou e então vai perceber que nem tudo que ele vivia era o que parecia.
Como todo narrador não é confiável, aqui não será diferente e para balancear as narrativas teremos acesso ao diário da mãe de Yu-jin, onde ela relata fatos desconhecidos por ele.
Uma estória que começa instigante, termina angustiante.

Não dá pra parar de ler e a escrita dessa autora é simplesmente maravilhosa. Ela te envolve de uma maneira que você vive aquilo que ela escreve.
Não há divisão de capítulos, a trama é divida em 4 partes, mas devido a agilidade da escrita não senti necessidade desses fechamentos que o capítulo faz.
Não dá pra falar sobre a trama por quê tudo é contado pelo ponto de vista do protagonista, então a melhor coisa é descobrindo enquanto lê.
Eu recomendo muito esse livro. Dá pra ler rapidinho.

site: http://acheiolivroperdiosono.blogspot.com/2020/07/o-bom-filho-you-jeong-jeong.html
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JANA 20/06/2020

Não se engane. O vencedor é quem continua vivo.
Vou tentar falar algumas coisas sem SPOILER, caso decidam ler. SUPER INDICO!
Que mãe corajosa! Descobrindo cedo sobre o predador! E mesmo depois de presenciar aquele DIA, ainda teve coragem de adotar, correndo o risco de ser mais um vítima do predador. (ADMIREI)
Quando a titia alertou para o desenho...Ah, se ela tivesse o o mínimo de crédito.
Enfim: “As histórias felizes geralmente não são verdadeiras.”
Janaina 24/06/2020minha estante
Eu li esse livro há alguns semanas e adorei. Estou ansiosa para ler outros títulos da autora.
:)


JANA 24/06/2020minha estante
Muito bom mesmo!




Bruna 13/07/2020

O Bom Filho
Uma das melhores leituras do ano pra mim, facilmente. Thriller psicológico 5 estrelas e favoritado, fica a dica pra quem curte o gênero.
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Rafael Mussolini 30/03/2020

O Bom Filho
"O bom filho" foi lançado pela Editora Todavia, em 2019 em parceria com a TAG Experiências Literárias para os assinantes da modalidade TAG Inéditos. É um romance da escritora coreana You-Jeong Jeong, uma das mais célebres autoras de thrillers do seu país. A Coréia do Sul vem abrindo cada vez mais suas fronteiras e o mundo está descobrindo a força do país na música, no cinema e não seria diferente com a literatura. Ainda temos poucas obras coreanas traduzidas para o português e "O bom filho" é uma opção para quem curte uma boa história de suspense.

O livro já começa mostrando a que veio nas primeiras palavras, narrando as poucas lembranças de Yu-Jin: "O cheiro de sangue me acordou. Era um cheiro incrivelmente intenso, como se eu não o absorvesse apenas pelo nariz, mas pelo corpo inteiro. Como se passasse por uma tubo de ressonância, o cheiro se ampliava e reverberava dentro de mim."

É assim que Yu-Jin acorda e ao chegar a área comum de sua casa se depara com o corpo degolado e ensanguentado de sua mãe. O choque e a surpresa tomam conta de Yu-Jin que inicia uma investigação ao seu próprio íntimo sobre o que fez nas últimas horas. Ele não se lembra nada dos últimos acontecimentos e todas as evidências indicam que ele próprio é o assassino da sra. Hye-won Kim. Além de estar sozinho em casa com o corpo da mãe, ele também está com as mãos e as roupas cobertas de sangue.


Yu-Jin era um garoto muito quieto e inteligente. Desde muito cedo demonstrou ter muito talento para a natação, esporte que se tornou sua maior fonte de alegria e prazer. Devido a problemas com convulsões a mãe de Yu-Jin acaba por proibir que o filho siga se dedicando à natação. Ele começa a viver a base de remédios que segundo o narrador o transportam para uma vivência que se afasta do real. Seu maior desejo passa a ser o de se livrar dos remédios e de seus efeitos colaterais para poder voltar a experimentar a realidade.

A sra. Hye-won é uma mulher bem sucedida, que vive numa bela casa, mas que demonstra não ter paz. Seu objetivo de vida é controlar cada passo de Yu-Jin e monitorar seus horários de remédios. A mãe controla cada saída do filho, muitas vezes o leva e busca nos compromissos, além de ser super rígida com os horários que ele precisa estar de volta em casa. Quebrar qualquer uma dessas regras gera punições que as vezes nos parecem exageradas.

Yu-Jin mora com sua mãe Hye-won e com seu irmão adotivo Hae-jin pelo qual devota muito carinho e amizade. Os dois já se conheciam bem antes que ele fosse adotado por estudarem na mesma escola e uma amizade que surgiu na escola com o tempo vai se transformando em amor de irmãos. Tanto Hye-won quanto Hae-jin guardam dores e lembranças inerentes de episódios de morte, enquanto Yu-jin vive em mundo paralelo onde nos parece que o esquecimento é uma estratégia de se esconder das dores ou de algo que não deseja saber.

Mas agora Yu-Jin está diante do corpo morto de sua mãe, seu irmão pode chegar em casa a qualquer momento e sua tia, que também é sua terapeuta, logo perguntará sobre o paradeiro de Hye-won. A partir dessa dilema vamos vagando entre presente e passado dessa família e muitas verdades vão se descortinando através de flashes de lembranças e objetos da casa. Enquanto Yu-Jin limpa o sangue espalhado pela casa com cloro e sabão mais suas recordações vão vindo a tona e são perturbadoras as coisas que se descortinam. Cada personagem tem um jeito de lidar com a morte e ao ler vamos refletindo também sobre como é o nosso.

"Li que existem três maneiras de lidar com o medo da morte. A primeira é a repressão. Esquecer que a morte existe e agir como se nunca fosse chegar. A maioria de nós vive assim. A segunda é se lembrar da morte o tempo inteiro, e viver cada dia como se fosse o último. E a terceira é a aceitação. Uma pessoa que realmente aceita a morte não tem medo de nada."

O Bom filho é um thriller psicológico que procura investigar até que ponto uma pessoa é capaz de ir para extrair sentimento de êxtase e exasperação. É uma história sobre a investigação do íntimo, um olhar pra dentro de si mesmo e do que podemos encontrar. Yu-Jin sabe muito pouco sobre si e vamos descobrindo junto com ele episódios do passado e o desenho do que está por vir. A escrita de You-Jeong Jeong consegue explorar diversos pontos de vistas e nós vamos tentando montar um quebra cabeças complexo para chegar ao fim da trama.
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