Reino de Cinzas

Reino de Cinzas Sarah J. Maas




Resenhas - Reino de Cinzas


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Queria Estar Lendo 11/03/2019

Resenha: Reino de Cinzas
Kingdom of Ash (Reino de Cinzas) é o último capítulo na grandiosa saga Trono de Vidro, da Sarah J. Maas. Um livro sobre guerra, sobre esperança e sobre a coragem de uma heroína inesquecível. Um final magnífico para tudo que essa série prometeu.

Esta resenha pode conter alguns spoilers dos títulos anteriores da série.

A trama se divide entre os muitos personagens que protagonizam essa história junto à Aelin. Para mostrar a imensidão da ameaça e da guerra que se assoma sobre o mundo, a autora espalha os núcleos entre várias partes do continente, com um único fim: reunir forças suficientes para derrotar o grande exército sombrio que se aproxima e ameaça destruir o último bastião de esperança que ainda resiste.

"Era uma vez, em uma terra que há muito se tornou cinzas, uma jovem princesa que amava seu reino..."

Falar sobre finais é sempre desesperador. Você chega neles morrendo de medo de não ter as expectativas correspondidas; aqui, a sorte é que elas foram superadas. Sarah J. Maas entregou, com perfeição, o fechamento que cada um desses personagens e seus núcleos mereciam. Entregou aos fãs da série, como eu, um livro para guardar no coração e jamais se esquecer. E aí está o desespero. Parece que nada que eu falar vai ser suficiente para cobrir o que foram essas 992 páginas.

Aelin é e sempre será o grande nome dessa série. A assassina, campeã do Rei, herdeira do fogo e de um reino de cinzas enfrenta as sombras e o medo em sua jornada para reconquistar seu trono e garantir um futuro a Terrasen e todos que dependem dela.

Presa a um caixão de ferro e sentenciada à crueldade de Maeve, Aelin depende de seus aliados para escapar daquele terror. Não é nenhum spoiler dizer que, em determinado momento da trama, ela vai se ver livre daquele tormento; o caminho dessa personagem envolve mais do que recobrar a própria coragem e a esperança, mas se trata de representar essa coragem e essa esperança para aqueles que a seguem. Aelin vivencia muitos horrores que podem e vão influenciar em sua maneira de lidar com a guerra.

"O mundo estava banhado em chamas. Chamas, não escuridão."

Eu nunca vou elogiar o desenvolvimento dela o suficiente. De uma garota resmungona para uma guerreira determinada até uma rainha régia e poderosa, Aelin tem, certamente, um dos melhores arcos de toda série. Eu chorei e sorri e vou guardar sua história em meu coração por muito tempo. Aelin me mostrou o que é bravura, lealdade e amor e mostrou o que é ser uma comandante benevolente e uma heroína, acima de tudo. Esse livro é um marco para sua jornada, para a assassina liberta das minas de sal até a herdeira que sonha com a liberdade do seu povo e com o peso da sua coroa.

"Há um mundo melhor lá fora. E eu lutarei por ele."

Ao seu lado, Rowan se mostrou, mais uma vez, um companheiro equilibrado e forte, um igual à sua amada. O arco do guerreiro neste livro tem muito a ver com encontrar o seu lugar na corte prometida por Aelin, não só ao lado dela, mas entre os muitos apoiadores dela. Rowan é uma voz e uma figura impiedosa, mas também um coração de ouro e um feérico apaixonado que sonha com a paz que foi perdida há tanto tempo.

As cenas entre eles encheram meu coração. É o tipo de companheirismo e amor que transcende a guerra, a incerteza; que promete um futuro, mesmo que esse futuro seja incerto. Não só Rowan e Aelin, na verdade, mas todos os casais dessa saga representam essa igualdade e essa entrega equilibrada, a ideia de que onde um estiver, o outro estará logo ao seu lado, seja em um campo de batalha ou em uma paisagem pacífica.

"E diga a ele que eu agradeço por caminhar ao meu lado na escuridão, em direção à luz."

Manon e Dorian roubaram a cena em relação ao desenvolvimento de suas histórias individuais. Eu falo com tranquilidade que o arco de Manon Bico-de-Ferro é o melhor que esse livro entregou; o de Aelin foi magnífico, sim, mas o da Manon e das Treze foi transcendental. O que a Sarah guardou para as bruxas, sua redenção e sua aliança, toda a jornada de Manon em busca do seu lugar entre as guerreiras do ar, entre aquelas que foram renegadas - assim como ela - meu irmão, como eu chorei. Como eu berrei. Como eu me emocionei.

Uma cena, em particular, me deixou soluçando abraçada ao meu Kindle por muito, mas muito tempo.

A irmandade entre Manon e suas Treze companheiras de luta é uma das coisas mais lindas que já tive a alegria de ler; o quanto as Treze se dedicam à guerra, à causa da sua superior, o quanto elas acreditam e vivem para ver Manon triunfando sobre uma ideia que, para todas as bruxas, não passa de uma lenda. Todas ali estão em busca do seu lar, da paz há muito prometida, e foi uma das coisas mais lindas que esse livro me deu.

"Seja a ponte, seja a luz. Quando o ferro derreter, quando botões de primavera florescerem nos campos outrora manchados de sangue... deixe que a terra testemunhe. E retorne para casa."

A força e a voz da Manon junto às suas irmãs de luta, sua postura frente aos conselhos de guerra, sua determinação em lutar por um mundo melhor, como prometeu a Aelin. São vários os motivos que a levam às decisões que toma, aos momentos mais emblemáticos da obra. É de tirar o fôlego e te deixar roendo as unhas porque toda a adrenalina das batalhas que Manon vivencia chega até você.

"Leve nosso povo para casa, Manon."

Do outro lado da moeda, Dorian está bem solitário em meio às bruxas, mas nem por isso menos determinado. Ele tem uma missão, uma bem difícil e perigosa, mas sabe que precisa cumpri-la para dar ao mundo - e a Aelin - uma chance de escapar de toda aquela escuridão.

"- Eu não preciso da misericórdia de um garoto.
- É a misericórdia de um rei que você recebe."

Eu quis GRITAR E BERRAR E ABRAÇAR E SOCAR o Dorian durante boa parte do livro. Ao mesmo tempo em que era conciso e coerente, ele agia de maneira precipitada e desesperadora e meu desejo era de entrar no livro pra arrastar ele pelos cabelos ao mesmo tempo em que nunca mais o soltava de um abraço. Dorian se mostrou uma grata surpresa como nos títulos anteriores; se alguma parte de mim achou que não havia mais o que crescer em seu arco pessoal, essa parte estava muito errada.

E eu amo como o caos da Manon encontra a ordem do Dorian e como eles combinam tão perfeitamente bem. Como os sorrisos mortíferos dela são um equilíbrio aos bem humorados, como eles se veem no mesmo patamar de poder e se respeitam dentro disso. Como seus corações são ressentidos por todas as perdas e crueldades do mundo e mesmo assim encontram uma razão para sentir um no outro. Que ship poderoso que SJM nos deu.

Aedion Ashryver merece uma salva de palmas e umas férias prolongadas no Caribe, é meu primeiro ponto a respeito de tudo que ele vive neste livro. Eu nunca vi personagem se ferrar tanto em uma sequência pequena de capítulos quanto este menino, e ainda assim nunca vi tanta coragem e força para continuar guerreando. Se Aelin é o bastião de esperança, Aedion é a faísca que a mantém acesa.

"De novo e de novo, a canção de fogo e escuridão a atravessou em direção ao mundo."

Tanta responsabilidade e tanta incerteza recaem sobre os ombros do comandante, responsável por guiar as tropas frente a frente com o exército sombrio. Aedion vivencia momentos tensos e perturbadores junto a Lysandra e outros personagens do seu núcleo; mesmo que todos neste livro passem por provações aterradoras, é notável e louvável a coragem que moveu Aedion e Lysandra a sustentar a esperança. A não desistir, não importa quão sombrio o horizonte se mostrasse.

Junto com a Manon e as Treze, esse arco foi o que mais me deixou na ponta da cadeira, o que mais me fez tremer em antecipação e medo e nervosismo, rezando pra que uma luz aparecesse logo sobre cada um deles. Sarah soube dosar muito bem o tempo entre os capítulos e a forma como eles se desenvolveram, o que ajudou a construir uma montanha-russa bem nítida dentro da guerra; uma subida lenta e torturante até o estouro de subidas e descidas e a sensação sufocante de que as batalhas nunca teriam fim.

Lysandra, aliás, outra das mulheres muito poderosas que comandam este livro. Aedion pode ser o general responsável pelas tropas, mas é sobre a metamorfa que reside o plano para impedir que tudo desmorone. Não só isso, mas toda firmeza na tomada de decisões, todos os questionamentos, tudo que move Lysandra para continuar lutando; é de um poder e de uma presença impressionantes e que combinam tão bem com tudo que Aedion representa. Se eu chorei com esse casal? Ô se eu chorei.

"Vamos fazer desta uma luta digna de uma canção."

Elide e Lorcan fazem parte da comitiva de Aelin, mas têm espaço para seus desenvolvimentos solitários também. Afastados por causa do fim de Império de Tempestades, eles agora confrontam um horizonte de guerra e a incerteza que isso traz; Lorcan, com todo o peso de ter servido à Maeve e de ter dado as costas a ela para se juntar à sua inimiga, e Elide pelo que isso representava para Lorcan, incerta quanto a conhecê-lo realmente dentro daquele cenário caótico.

Tal como os outros personagens, eles tiveram seus momentos de glória na história. Sarah encaixou, dentro de cada núcleo, um grande acontecimento para cada nome importante para a história; uma maneira grandiosa de dizer adeus a esses personagens e suas respectivas tramas. O de Elide, devo dizer, foi de tremer na base - e o de Lorcan está conectado a esse momento.

Por último, mas definitivamente não menos importante, Yrene e Chaol, que retornam ao continente com o exército khagan, como acordado ao fim de Torre do Alvorecer, mas com seus próprios problemas em meio a isso. O alcance da guerra se estendeu além de Terrasen; assim como os outros, Chaol e Yrene precisam confrontar as sombras antes de avançar para uma possível reunião com a resistência. Mesmo seus números parecem ínfimos perto ao poder de Erawan, mas eles trazem consigo a esperança. A união de povos distantes que encontraram na liberdade um motivo para lutar lado a lado.

Eu amo meus pais Chaol e Yrene e vou louvá-los para todo o sempre. Torre do Alvorecer soou muito como um ponto final no crescimento do Chaol, e aqui ele se mostra um líder ainda mais competente e ciente dos sacrifícios e dos problemas que vai enfrentar. Ao lado de Yrene, sua igual, parte do seu coração e de sua força, Chaol tem forças para continuar; para lutar por Adarlan, Dorian e por Terrasen, por Aelin e seus amigos. Por um futuro e um mundo melhor.

"Eu estou mais feliz do que posso expressar, Yrene, de dividir isso com você. Tudo que precisar, eu sou seu para comandar."

YRENE
YRENE
YRENE
Quem leu vai entender.

Essa personagem que começou tão escondida lá nos contos reapareceu para se tornar uma das peças principais do jogo de poder correndo pelo continente. Yrene representa a cura e a vida e, para ela, Sarah J. Maas reservou momentos magníficos e de um poder difícil de descrever. Eu me vi gritando e rolando pelo chão porque o que essa mulher faz neste livro, a força que ela carrega, só lendo para entender esses surtos.

A participação de Nesryn e Sartaq também é vital, uma vez que são os comandantes de boa parte das tropas do exército khagan. Eu talvez não tenha sentido tanto a falta deles na narrativa por causa da quantidade de personagens e também pela sensação de que Torre do Alvorecer foi a promessa do futuro deles; aqui, eles participaram como coadjuvantes bastante importantes, mas com a promessa ainda ecoando para o que acontecerá caso a guerra tenha um fim positivo.

"Mesmo que essa escuridão fragmentada ainda morasse dentro dela, mesmo que falar fosse difícil, ela mostraria o que eles desejavam ver. A Portadora do Fogo, inquebrável. Aelin do Fogo Selvagem."

Deus do céu, olha o tamanho da resenha e eu sinto que não falei nem metade o que tinha para falar de cada personagem e núcleo. Isso sem contar a própria história.

Com esses arcos estabelecidos, a autora desenvolve sua obra prima. As cenas de ação são carregadas em adrenalina e destrincham nervosismo a cada página, fazendo você devorar os capítulos em busca de um momento de calmaria. E os momentos de calmaria, em sua maioria, são tão carregados em incerteza e medo que dá ainda mais nervoso sobre o que está por vir; Sarah, no entanto, não mostra apenas sombras e terror. Esse livro também tem amor, de todos os tipos. Fala sobre a força da família, do companheirismo, da amizade. Fala sobre a força entre os amantes e seus corações, a força entremeada nos sonhos de cada um desses personagens.

"Uma chama contra a escuridão que crescia. Uma chama para iluminar a noite."

Minha única crítica é mais uma birra e um detalhe que eu achei um pouco engraçado e tem a ver com o fato de as cenas de batalha serem muito, mas muito semelhantes a várias que ocorreram em O Senhor dos Anéis. Como fã, foi impossível não reconhecer o padrão dos cercos e das cenas e eu só conseguia pensar "hmmm, já vi isso antes". Por sorte, não foi em absoluto e Sarah conseguiu entregar mais momentos originais e surpreendentes, deixando essas semelhanças de lado com o tempo.

O que as sombras - Erawan e Maeve - representam é bem desenvolvido, dá medo porque parece impossível de derrubar, mas o que importa realmente é pelo que se luta. Um mundo melhor. E é tudo pelo que você torce em todas as 992 páginas; pode parecer gigantesco, mas te prometo que passa rápido. Rápido demais. Ao fim, a sensação que ficou foi de vazio e de saudade, uma dor boa, uma despedida digna.

"Não havia escuridão na história dela."

Eu termino esta resenha aqui porque, se pudesse, falaria por mais páginas e páginas sobre como Kingdom of Ash marcou meu coração para sempre. É um livro lindo, emocionante e definitivamente a despedida perfeita para tudo que Trono de Vidro representou para mim, em todos esses anos acompanhando a série.

Adeus, minha Fireheart, e obrigada por tudo.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/11/resenha-kingdom-of-ash.html
Michelle 12/03/2019minha estante
Quando comecei essa série não foi uma que me marcou muito, mas com o tempo e o crescimento dos personagens fui me apaixonando por ela. Amo Aelin, uma das melhores personagens de todas. Amei esse livro.


Queria Estar Lendo 13/03/2019minha estante
Oi, Michelle! Eu me apaixonei pela série desde o primeiro capítulo do primeiro livro, então esse crescimento me pegou de um jeito bem difícil de explicar. Mas marcou o suficiente pra ficar comigo pra sempre. O que a SJM entregou nesse arco final foi indescritível, já estou morrendo de saudade :')


Michelle 13/03/2019minha estante
O terceiro livro para mim foi o auge da série, foi quando realmente comecei a amar de paixão ela. Nunca gostei muito de Aelin com Chaol >.<
Amo personagens fortes que fazem o que precisa ser feito. As melhores séries que acho tem essas personagens.


Raíssa 01/05/2019minha estante
Amei sua resenha! Ela representa muito do que eu pensei desse livro! Ela foi perfeito em cada ponta solta e cada história que foi desenvolvida... meu único problema foi realmente a cronologia da guerra, que poderia ter durante umas 100 páginas a menos. Rs




Gente que Ama Livros 12/03/2019

"Era uma vez, em uma terra que há muito se tornou cinzas, uma jovem princesa que amava seu reino..."
Foi lindo de ver o que a Sarah preparou para nós nesse livro, com cenas de partir o coração. Deixando nossas emoções a flor da pele, na maioria das vezes me senti em uma montanha-russa, tinha que parar a leitura respirar porque algumas partes são bem intensas.
É ate difícil falar de Kingdom of Ash (Reino de Cinzas), pois Trono de Vidro é uma série que eu adoro, e saber que ela está chegando ao fim da uma dorzinha profunda no coração.

Nesse livro vamos ter a conclusão da história Aelin Ashryver Galathynius , porém para alguns personagens a Sarah deixou um final “aberto” onde ainda há mais histórias, deixando os leitores com um gostinho de quero mais.
Já se sabe que vai ter um livro que vai se passar 10 anos depois dos acontecimentos de Kingdom of Ash, então já estou aqui ansiosa por ele. Mas digo conclusão da busca da Aelin para salvar seu reino e o seu povo.

Confesso que mesmo tendo 900 e poucas páginas eu ainda queria mais da história, mas nada tira o brilho do que vi nesse livro.
Eu sorri, chorei, fiquei puta com algumas atitudes principalmente do Chaol, pois ele queria defender o Dorian de qualquer maneira e a Aelin que se dane. Tipo ela pode se sacrificar e morrer por todo mundo, menos o amigo dele. O cara esqueceu que eles estavam em uma guerra onde ninguém tinha garantia de nada.

E por falar em Aelin, gente eu fiquei com um orgulho dela que é até difícil de falar. Pois a bicha sofreu, você via que ela não estava bem, ela passou por muita coisa na mão da Maeve que mexeu com o psicológico dela, mas em nenhum momento ela se deixou levar pelo sofrimento, estava sempre lá para apanhar mais, continuou lutando mesmo estando quebrada.

"Meu nome é Aelin Ashryver Whitethorn Galathynius. E eu não terei medo."

E o Rowan minha gente em nenhum momento desistiu da sua parceira, lutou por ela, mesmo sabendo que ela tinha um preço a pagar, mesmo sabendo que ela morreria de qualquer forma para forjar o frecho, ele não aceitou o que já estava escrito para eles. LINDOOOOO.

"Eu te encontrarei."

Outra coisa linda foi a relação de amizade que se estabeleceu entre ela e o Fenryz, mesmo os dois sendo abusados psicologicamente, eles estavam ali tentando dar força um para o outro, nunca permitindo que o outro desmoronasse.

“Aelin falou pela terceira vez, enquanto dava a Fenrys seu primeiro pedido. - Viva.”

Fiquei muito triste pelo Aedion que praticamente carregou a batalha sozinho, foi o que mais sofreu queria um final melhor, mais grandioso, depois de tudo que ele passou. Ele e a Lysandra, lutaram para proteger Terrasen , mesmo vendo o inimigo ganhando espaço os seus soldados morrendo, eles dois já sem forças, mas em nenhum momento eles desistiram ou abandonaram o barco.

"E quando esta guerra acabar, por mais que possa terminar, eu ainda estarei aqui, com você. Seja nesta vida ou na próxima."

Nesse livro a Manon mereceu meu respeito, não só ela como toda as Treze. Uma das cenas mais linda do livro foi ver como a amizade e a união delas se sobrepõe a suas vontades, pois em busca de um lar e paz para seu povo elas se colocaram como sacrifício. Caramba essa parte acabou com meu emocional. Sem falar no chamado das bruxas fico arrepiada só de lembrar.

“Acenda a Chama da Guerra, Rainha das Bruxas e convoque seu anfitrião.”

Quem me deixou bem surpresa foi o Dorian, estávamos acostumados com ele sempre parado esperando que os outros façam as coisas por ele. No início do livro até achei que ia ver mais do mesmo porém chegou um ponto que comecei a ver um Dorian que estava aprendendo mais sobre si mesmo e manipulando as coisas e as pessoas a sua volta para conseguir o que queria, para cumprir sua missão e achar a outra chave, mesmo que com isso ele colocasse sua vida em risco no processo. Eles me enganou direitinho. Hahahahahaha.

E pra quem conheceu uma menina querendo se tornar curandeira no Livro da Lamina da Assassina e não deu nada por ela, ficou surpreso quando encontrou ela em A torre do Alvorecer, e nesse livro ela teve um papel mais que importante, Yrene se tornou uma peça fundamental para destruir os Valgs.

Não podemos esquecer deles Nesryn e Sartaq que trouxeram seus exércitos de Ruks, e lutaram bravamente. Vou confessar que me apaixonei pelo Sartaq em Torre do Alvorecer, logo nas primeiras cenas dele quando ela falou dos Ruks, eu nem queria saber mais de nada só que os dois ficassem juntos. Genteeee e a Borte, eu adoro essa garota queria que ela aparecesse mais, ela e a Aelin renderiam boas gargalhadas.

Parei por aqui porque senão vai ficar enorme. Kkkkkkkkk
Leiam esse livro porque ele foi maravilhoso do início ao fim.
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Thuany 02/04/2019

Que final !
Gente, não vou fazer uma resenha, mas sim meu comentário sobre o livro.

Durante toda a narrativa acompanhamos o progresso de cada grupo de personagens, estão todos espalhados tentando se reunir para a grande guerra.

Dorian e Manon, junto com as Treze, estão atrás das Crochans para pedir apoio na guerra. O rei por sua vez, apesar de colaborar com as bruxas tem seus próprios planos, ir para Morath em busca da última chave de Wyrd. [Preciso dizer que eu simplesmente adoro Dorian e Manon.]

Rowan, Lorcan, Elide e Gavriel estão em busca de sua Rainha. Aelin está sob domínio de Maeve não se sabe onde, assim como Fenrys. E os quatro estão em seu rastro desde o dia em que ela foi tirada deles.

Aedion e Lysandra estão em Terrassem, preparando seu exército junto a aliados conquistado por Alein, enfrentando os Valgs e tentando de tudo mesmo contra todas as probabilidades.

Chaol e Nesrym estão retornando do Sul, juntando com Yrene e as curandeiras da Torre assim como Sartaq e seus irmãos e exército.

Aelin e Fenrys estão vivendo o inferno. Ela sendo torturada dia após dia, sem folga. E ele, preso em sua forma de lobo, sendo obrigado a assistir sua tortura. Sem poder fazer nada, preso ao seu juramento.

O livro todo é muito bem narrado, te prende de uma forma doentia. Uma montanha russa de emoções, aperto no coração por cada acontecimento, momentos desesperadores em que você desiste junto com as personagens. Outros, chora junto ou comemora.

O final foi digno de cada momento que passei lendo essa saga, de cada evento ocorrido. A prova de que todo personagem teve sua importância crucial. De que todos cumpriram seus deveres.

De forma leve a autoura, Sarah J. Maas, nos apresenta personagens femininas poderosas, independentes, com valores e participação. O verdadeiro empoderamento feminino, sem ser algo inédito na história, apenas mais uma mulher sendo maravilhosa como tantas outras. Mulheres que trabalham juntas e se valorizam ao invés de competir. Mulheres que lutam por um futuro melhor. A mistura de raças, que almejam o melhor pra si. Sacrifícios por causas maiores, por amor.

Um livro com tantos personagens que não se perdem, todos tem seus papéis e a autora foge do clichê onde o protagonista sempre salva o mundo. Sozinho, melhor que todos.

Maravilhoso !

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Malu 07/05/2019

Chorei , gritei , pulei até quase quebrar o sofá e fiquei feliz .
Com esse mix de sentimentos eu me despeço da melhor saga de livros que eu já li .
#TOG
Glauci 09/05/2019minha estante
Vou guardar para a vida!


Malu 11/05/2019minha estante
Com certeza !




Aline.Brasil 10/05/2019

Maravilhoso!
Que final maravilhoso! A autora arrasou, todos os personagens envolvidos, lutando por um mesmo fim. Chorei em algumas partes, ri em outras, super emocionante. Um final épico, estória muito bem construída. Amei
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Mille 27/03/2019

Meu coração!
Como eu tinha lido Cortes de espinhos e rosas (Minha série favorita da vida) primeiro, eu tinha um certo medo de me decepcionar com Trono de vidro. O porquê eu não sei.

Confesso que não gostei tanto no começo quanto gostaria, quase parei no meio do segundo livro. Certo dia, peguei e voltei a ler, me peguei me odiando por ter parado bem em umas das melhores partes. E não parei, me vi presa em outra série da Sarah, que se transformou em um dos top 10 séries e trilogia favorita.

Quando peguei esse livro, fiquei me perguntando se seria o último ou não. (Meu coração não aguentaria um ano de espera)

Então vamos ao que interessa: Incrível, seria a palavra certa. Personagens maravilhosos, vilões odiaveis, romance a beça, batalhas, sangue, bruxas, serpentes aladas e feéricos sendo bestas territoriais.

Não tem como não descrever essa maravilha em forma de palavras e Sarah mais uma vez me surpreende me fazendo me apaixonar e ter o coração partido pelos livros dela!
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Rita - @minhalma.literaria 20/04/2019

"Era uma vez, em uma terra que há muito se tornou cinzas, uma jovem princesa que amava seu reino..."
É muito difícil falar desse livro sem spoiler, mas nessa postagem tentarei ao máximo não dá-los e deixarei para conta-los em uma próxima.
O meu maior medo quando peguei o ebook desse livro foi não ter minhas expectativas atingidas... Porém, felizmente, elas foram totalmente superadas e esmagadas! Sarah nos entregou um final majestoso do início ao fim.
Acompanhamos a conclusão da transformação de Assassina-Que-NãoLiga-Para-as-Consequências para Rainha-que-Defende-Seu-Povo-até-o-Fim, foi emocionante ver como Aelin se desenvolveu nesse livro. Ao iniciarmos a leitura sabíamos que em algum momento ela se livraria de um certo cativeiro, mas pior que a saída foi a reconstrução depois. Como voltar a ser Aelin do Fogo Selvagem depois de ter seu espírito quebrado? É nesse ínterim que surge Rowan, sendo o seu companheiro e, acima de tudo, seu apoio, seu igual e sua âncora; ao mesmo tempo que o resto dessa parte da corte (Fenrys, Graviel, Lorcan e Elide) mostrava toda a sua união e força.
"E diga a ele que eu agradeço por caminhar ao meu lado na escuridão, em direção à luz."
No outro arco, Dorian, Manon e As Treze tinham a missão de reunir as Crochans e conseguir a terceira chave de Wyrd. Não eram tarefas fáceis e requeriam perdas, reflexão sobre si mesmo e aceitação. Aceitar o que era dado e usar aquilo em seu proveito. Aceitar o passado e seguir em frente. Ambos os monarcas se redescobrem juntos e se ligam de uma forma única, foram, sem dúvidas, o melhor casal da série. Dorian, que no último livro tinha ficado no canto em vários momentos, ressurge como um verdadeiro líder e estrategista nato, finalmente mostrando todo o seu potencial. Manon e As Treze representaram o significado de amizade e esperança, tentando ao máximo conseguir a união e paz entre as bruxas.
“É a misericórdia de um rei que você recebe, e eu sugiro que fique quieta por tempo suficiente para recebe-la”
Enquanto os últimos aliados se reuniam, Aedion e Lysandra tentavam proteger Terrasen das forças de Erawan. As cenas nesse núcleo foram cheias de batalhas e sofrimento, você é preso por todos os detalhes dos confrontos, das estratégias e das perdas. Aedion tentava ao máximo manter as forças do lorde da escuridão longe, enquanto todo o exército se perguntava o porquê da Herdeira do Fogo não usar seu poder, e foi aí que Lysandra cresceu. A metamorfa iniciou o livro tendo a missão de garantir que os aliados se mantivessem, se apresentando como Aelin, entretanto, sua participação transcendeu todos esses limites; Ela lutou bravamente, transmudada, nas linhas de frente, sempre segurando os opositores, até nos piores momentos. Ela se agarrou a promessa de proteger Terrasen e a honrou até o fim.

“Eu amo vocês dois - ela sussurrou. - E não importa o que aconteça, não
importa o quão longe possamos estar, isso nunca vai mudar.”
Como não amar Nesryn, Chaol e Yrene? A futura imperatriz e toda legião do Kaghan foi imprescindível, tanto em terra quanto no ar, com os Ruks (Meu sonho é ter um desses). E alguns conselhos de guerra com eles foram fantásticos, mantiveram todo o espírito que vimos em Torre do Alvorecer. E o que dizer de uma personagem que iniciou sua história em um conto de um livro extra, ignorado por muitos, e que chegou ao último livro como uma das protagonistas? É algo sem palavras, mas tão bem construído e embasado que você para e pensa: Como eu não pensei nisso antes? Como falar de um personagem que iniciou sendo amado, foi odiado e voltou nos braços da galera? (Para muitos leitores foram assim, nada como discutir a culpa do Chaol para movimentar um grupo )E o relacionamento dela com o Chaol não se torna um simples acaso, de jogar dois personagens importantes em um casamento para conseguir desenvolvê-los, mas sim uma união que move os dois, que dá forças para que consigam lutar e almejar um futuro melhor, além de dar espaço para ambos.
“Eu vou encontra-la novamente, em qualquer que seja a vida depois disso”
Ufa! Foi difícil não passar o dia todo escrevendo sobre esse livro maravilhoso, tive que tirar muita coisa para não acabar com o suspense de algumas surpresas, mas acho que consegui transmitir meus sentimentos. Espero que você também gostem desse desfecho e nunca esqueçam: “É a força disso que importa. Não importa onde você esteja, não importa o quão longe, isso vai levar você para casa. [...] Você não cede.”
Desi Bahls Tomeleri 20/04/2019minha estante
É mesmo muito difícil falar desse livro sem dar spoiler! E pior que a gente quer contar porque é tão bom. E sempre digo pras pessoas não ignorarem A Lâmina da Assassina porque ele faz muita falta.




tempestadesliterarias 11/03/2019

Melhor livro da vida!
Depois de ser levada por Maeve dentro de um caixão com uma máscara presa em seu rosto, Aelin terá que descobrir como aguentará até que alguém a resgate. As torturas estão se tornando mais frequentes e dolorosas, o desespero está se tornando maior. Tudo o que Aelin tem é seu único amigo, Fenrys, e a si mesma.

A guerra ainda se alastra fora daquelas paredes de aço, matando cada vez mais. Eles precisam de sua rainha, mas será que ela estará inteira para ajudá-los?

Esse volume foi, sem dúvidas, o melhor da série. Reino das Cinzas é um livro de reconstrução, onde os personagens, que estão quebrados por conta da guerra que ainda acontece, lutam por todos aqueles a sua volta. Mesmo com todas as coisas traumáticas, eles continuam caminhando, porque eles sabem que a dor deles no final vai ser a liberdade de outros.

A evolução dos personagens nesse livro foi a melhor de toda a série. Aelin, Dorian e Manon em especial, três pessoas que passaram por diversos traumas, mas que continuaram lutando pelo bem e se mostraram verdadeiros governantes, fortes e fiéis ao seu povo. Rowan é outro personagem que merece destaque, pois ele foi um belo cavalheiro com sua parceira, soube respeitar a amizade dela com Fenrys e o espaço que precisava para se recompor.

Foi uma leitura bem sofrida para mim, pois as perdas foram grandes. Terá muitas lágrimas rolando, mas vale a pena ver aonde o caminho que eles trilham os levarão. Não entrarei muito afundo, pois quero que vocês leiam e vejam tudo o que esse livro promete. Quero que vejam a guerra, a marca que ela deixou, mas também quero que vejam a marca que a esperança por um mundo novo deixou, não só nos personagens, mas em nós mesmos. É um livro que nos traz esperanças, amor e, principalmente, a vontade de lutar.

É uma despedida triste e muito emocionante. Saber que teremos que dar adeus a Aelin e sua corte parte o coração, mas a satisfação de ter uma conclusão tão boa quanto essa supera qualquer dor. Mas aqui vai:

Adeus, Aelin. Essa não é uma despedida verdadeira, sei que voltaremos a nos ver, aliás, não é isso o que mais acontece com você? Em breve nos veremos, mas por ora terei de me despedir. Amei ler sobre sua vida e sua luta, que sempre fará parte de mim. Amo vocês!

Instagram: https://www.instagram.com/tempestadesliterarias/
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Keli 10/05/2019

Sensacional!!!
Final da minha série favorita!! E que final!! Foi uma sensação de sentimentos: dor, ódio, amor, esperança, tristeza e muita...
Sem palavras para escrever sobre esse livro fantástico. A autora conseguiu dar os desfechos para os personagens sem esquecer de ninguém. E ainda deixou um gostinho de quero mais!!!
Ainda vou ficar relembrando esse livro por um bom tempo!!
Quem não conhece a série eu super recomendo e para quem conhece não deixe de ler esse final sensacional!!
henry_peres 14/05/2019minha estante
Olá! Tire uma dúvida, por favor. É necessário ler TORRE DO ALVORECER antes ou posso ler o último que vou conseguir acompanhar o desfecho?
Obrigado pela atenção.




Luiza Helena (@balaiodebabados) 12/03/2019

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
"Era uma vez, em uma terra há muito queimada até virar cinzas, vivia uma jovem princesa que amava seu reino…"

Final de série sempre fica aquele misto de dever cumprido com vazio no peito. Bate aquela ansiedade para saber como será o final daqueles personagens que você acompanha a séculos, ao mesmo tempo fica vontade de não acabar nunca. Kingdom of Ash foi tudo isso pra mim e mais um pouco. Com certeza foi um dos melhores finais de série que já li.

Levanto as mãos aos céus por não ter desistido da história em Coroa da Meia-Noite. Depois do final arrebatador de Império de Tempestades, fiquei me questionando com a Sarah iria fechar todas as milhares de pontas de sua história. Só digo uma coisa: essa mulher é um gênio e não faz nada por acaso.

Não vou mentir que, ao longo da série, Aelin certos momentos me deu nos nervos, mas acompanhar sua jornada foi super gratificante. A bichinha comeu o pão que o diabo sambou em cima, mas nem por isso deixa de acreditar em um mundo melhor. Mesmo que ela própria não esteja aqui para testemunhar. Quando comecei a acompanhar a história da rainha prometida lá em Trono de Vidro, nunca iria imaginar o rumo que ela tomaria, quanto mais seu final. Foi muito gratificante acompanhar o crescimento de Aelin e vê-la se tornar uma das personagens mais bem construídas que já li.

"A morte foi sua maldição e seu dom e sua amiga por esses longos, longos anos."*

Outro personagem que caiu nas minhas graças foi Rowan. Não escondo de ninguém que achava suas atitudes um pouco exageradas demais para um feérico de não-sei-quantos- anos, mas nesse livro ele se redimiu comigo e com humildade. Por mais que ele saiba e apoie os planos malucos de Aelin, ele também está disposto a fazer com que sua parceira viva o mundo melhor que ela prometeu.

Dois personagens que tiveram um grande desenvolvimento na história foi Dorian e Elide. O príncipe-herdeiro de Adarlan começou um tanto apagado, mas aos poucos teve seu desenvolvimento. De um príncipe perdido no mundo, Dorian se tornou uma pessoa digna e preparada para assumir seu papel de rei. Assim como Aelin, ele também está disposto a fazer sacrifícios em nome de um futuro melhor.

Manon foi uma personagem que também teve um desenvolvimento maravilhoso, assim como as maiores perdas. Desde que descobriu sobre suas origens, ela se questiona se consegue viver ao papel que lhe foi dado. Em suas conversas com Dorian, vemos que os dois estão um pouco perdidos ao que fazer, mas vão se ajudando mutuamente. Com certeza, se rolasse um spin-off da série, eu iria querer mais sobre o futuro de Manon.

"Viva, Manon. Viva."*

Elide muito minha guerreirinha. Desde sua primeira aparição, a lady de Perranth já demonstrava garra e forças para ajudar Aelin e seu reino, mesmo que nunca tenha conhecido a ex-assassina. Em quase todas as cenas que apareceu, Elide foi a voz da consciência, verdade e calmaria. Seu relacionamento com Lorchan foi conturbado desde o início por uma série de motivos e aqui vemos os dois se acertarem ao seu tempo.

Mesmo com sua história contada em Torre do Alvorecer, Chaol e Yrene não deixaram de ter seu destaque. Em certos momentos, Yrene foi meu espírito animal contra os bolsominions. Dona de uma personalidade guerreira, mesmo em seu estado, a curandeira não deixou de ajudar Aelin a sua maneira. E, sempre contando com o apoio de sua mulher, Chaol finalmente se desligou das garras de seu passado.

"Uma chama contra a escuridão. Uma chama para acender a noite."*

O livro tem quase mil páginas, mas você não sente passar; a cada capítulo fica aquele sentimento de “o que vai acontecer agora?”. A sequência da libertação de Aelin foi uma das melhores cenas escritas pela autora. É de ficar com o coração na mão e aquela angústia e medo de dar algo errado. KoA é ação do começo ao fim e, com a escrita envolvente da Sarah, você se vê imerso na história de forma a sentir que está vivenciando tudo aquilo. As cenas de batalha e ação são bem escritas e de forte emoção. Como são narradas de vários pontos de vista, você consegue ver o que cada um está sentindo. Só a primeira cena de batalha foi tudo o que uma outra certa guerra da autora não foi. Dá vontade, né ACOWAR.

"A última batalha, as últimas horas, de sua desesperada aliança."*

Apesar de todos os elogios, eu possuo duas ressalvas quanto a esse livro. A primeira é falta de coragem da dona Sarah não matar personagens importantes. Ninguém quer que seu personagem favorito morra e isso é um fato, mas gente, estamos em uma guerra onde pessoas vão para o campo de batalha lutar uma com as outras. Em certos momentos, eu achei que uma ou duas vidas seriam ceifadas, mas só ficou no quase mesmo. As mortes que ocorreram, pra mim, foram um tanto irrelevantes. Só bateu aquele sentimento de “ok, morreu; vamos seguir o baile”.

Outra ressalva é sobre o personagem do Aedion. Eu sempre achei o cara meio aleatório no rolê, mas nesse livro ele me deu nos nervos. Constantemente o personagem humilha Lysandra e eu só queria arrancar os olhos dele com uma pinça. OK que ele estava bolado porque não compartilharam os planos com ele, mas nada justifica o modo como ele tratava a pessoa. Boatos que rolou um certo “arco de redenção”, mas até o do Tamlin foi melhor do que esse de Taubaté. E quando penso que a pessoa vai pisar com dignidade das bolas desse macho, ela me volta atrás. Só respirando muito fundo e seguindo em frente.

Há meio que um easter egg nesse livro, portanto fiquem atentos. Esse easter egg é praticamente um crossover e, se eu não estivesse tão bolada com algumas coisas, teria curtido mais. Pelo menos serviu para Sarah não escrever mais um conto desnecessário (sim, ACOFAS, estou falando com você) para dar essa informação.

Kingdom of Ash foi o final de uma série que foi maravilhosa de acompanhar. Com certeza a história de Aelin vai ainda perdurar por muitos e muitos anos - não somente nas terras de Erilea.

"A sua história não era uma história de escuridão"*

*Tradução feita por mim

site: https://balaiodebabados.blogspot.com/2019/01/resenha-353-kingdom-of-ash.html
Wes Carstairs 12/03/2019minha estante
Meeeeu amor, a morte das 13 foi tipo "ok, morreu, vamos seguir o baile" pra vc?


Queria Estar Lendo 13/03/2019minha estante
Oi, Wes. Avisa sobre esse baita spoiler no teu comentário. Tem muita gente que ainda não leu.




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Nanda 03/05/2019

TRONO DE VIDRO- REINO DE CINZAS
Estou aqui me despedindo de umas das minhas sagas favoritas da vida, com o coração quentinho e cheio de amor. Não é nem um um pouco fácil se despedir de uma saga e de personagens que você ama tanto, mas para todo começo, tem um fim, e a saga não perderia ter um final melhor. Eu poderia falar sobre cada personagem, e sobre como me senti, mas isso me renderia uma resenha enorme, e ainda assim, não conseguiria me expressar. O que a Sara J. fez nesse livro, foi sensacional. É tiro, porrada e bomba, quase não dá pra você respirar entre os capítulos, teve cenas que eu gritei, chorei. Mesmo quando o livro ficava pouco calmo, eu ainda ficava nervosa para o que ia acontecer. Eu preciso dizer a vocês, eu tenho muito orgulho das personagens femininas dessa saga, o tanto de mulher forte, corajosa, destemida, que não abaixa a cabeça pra nada, deixa meu coração imensamente feliz, elas são de aplaudir de pé! Amo cada uma delas, principalmente a minha rainha Aelin, que sofreu tanto, mas que nunca perdeu a esperança, nunca desistiu do sonho que era salvar seu reino e seu povo, a rainha da po##@ toda mesmo. Muitos dos personagens masculinos são incríveis, outros só dão raiva. Rowan, é claro, é meu favorito, não poderia deixar meu neném de lado, tão forte, corajoso, companheiro, aaaaah, eu só tenho elogios. Eu realmente tenho que parar de falar muito, senão eu vou soltar spoilers.. o livro é sensacional, foi um fechamento lindo, épico. O tanto que eu aprendi lendo essa saga, não foi pouco, eu tenho muito prazer de ter conhecido essa história e personagens tão incríveis, que ficou marcado do meu coração, e vai ficar sempre guardadinho aqui. Adeus, coração de fogo. Obrigada por tudo.
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Camila Camargo 04/04/2019

Perfeito!
O que dizer dessa série de livros maravilhosos? Simplesmente perfeitos! Todos os livros são lindos, nos surpreendem a cada página, mas o final? Foi épico!!! Não tem como não se emocionar com esses personagens tão cativantes, que foram crescendo, amadurecendo e nos encantando ao longo da série. Super recomendo! Uma das melhores sagas que já li??
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Niájera 21/04/2019

Épico!
Sim, foram muitos livros, muitas histórias... personagens... amores e ódios....nada do que esperamos aconteceu... tudo que está ruim pode piorar....sofremos demais, ah como sofremos com cada personagem... sofremos mais ainda na espera de cada novo livro e veio Reino de Cinzas....o último....938 páginas onde sofremos, choramos e nos despedimos de Trono de Vidro de modo épico, surreal, perfeito.... Sarah nosso coração sofre por não termos mais Aelin, Rowan, Dorian, Chaol, Manon...mas se alegra por concluirmos tão brilhantemente essa saga. Para quem tem dúvidas se deve começar: Comece hoje!....para quem está no meio do caminho: Aproveite cada momento. Inesquecível!
Rodrigo Silvestre 22/04/2019minha estante
Aproveitarei kkkkkk


Niájera 22/04/2019minha estante
Rodrigo você não tem noção do que te aguarda...nossa, o que a Sarah fez é surreal. Foi épico!




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Glauci 09/05/2019minha estante
Senti uma abertura para a história de Manon e Dorian ..... merecia um desfecho, ou um apêndice. ... já imaginou? Que sonho .... ???


Nathy @literando_com_estilo 11/05/2019minha estante
Não duvido nada se mais pra frente a titia Sarah acabar publicando um spin off da série.. Eu gostei muito do final , mas deixa aquela brecha pra algo mais.


Bia 11/05/2019minha estante
POR FAVOR!! Spin-off da Manon!! Pode vim dona Sarah!


Glauci 12/05/2019minha estante
Urgente




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