The Queen of Nothing

The Queen of Nothing Holly Black




Resenhas - The Queen of Nothing


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Queria Estar Lendo 29/11/2019

Resenha: The Queen of Nothing
The Queen of Nothing é o último volume da série The Folk of the Air, cujo primeiro título - O Príncipe Cruel - foi publicado aqui pela Editora Galera Record. Holly Black escreveu uma história sobre seres mágicos perversos e uma garota humana aprendendo a resistir em meio a essa perversidade, e o fim pode não ter sido espetacular, mas foi bom. Me deixou feliz.

Esta resenha vai conter spoilers dos primeiros livros. Fica aí o aviso!

A trama se inicia um tempo depois da reviravolta chocante de The Wicked King. Jude está exilada no reino humano, traída pelo rei que acreditava amar e pela irmã em quem confiava plenamente. Ela não tem muito que fazer, uma vez que, para os humanos, Jude está morta e esquecida no tempo - portanto, faz o possível para manter sua conexão com o mundo das fadas, caçando recompensas e elementos perigosos a mando de criaturas mágicas.

Quando sua irmã, Taryn, surge em busca de sua ajuda, Jude recebe uma oferta irrecusável: pode retornar ao reino mágico. Mas seu retorno vai trazer consequências com as quais ela não estará tão preparada para lidar.

The Queen of Nothing tem sido um divisor de águas no que concerne opinião de leitores. Eu vi algumas resenhas muito positivas outras muito negativas e outras mornas. Vi algumas amigas ficarem mais ou menos pra tudo, outras surtarem até arrancarem os cabelos. Eu só posso dizer que, na minha experiência, esse livro foi como os outros dois: uma montanha-russa cheia de surtos e gritos e momentos "JESUS SEGURA MINHA MÃO!" com um final surpreendente por se afastar tanto do caos e da tensão do resto do livro.

Acho que a Holly me ganhou justamente por entregar o que eu tanto estava querendo e tanto relutei em acreditar que veria no fim dessa série. The Folk of the Air não é exatamente a inovação em história e criação de mundo, então eu não fiquei decepcionada por não ver um fechamento tão elaborado e desenvolvido. Acho que ela correu em alguns momentos, sim, mas conseguiu manter o ritmo que os outros livros estabeleceram.

Jude já se firmou como uma sobrevivente arisca e difícil de entender. Ela carrega rancor pelas traições, mas sua sede por vingança está em equilíbrio com uma parte do coração que quer entender porque isso aconteceu. Por que ousou entregar seu coração para um rei cruel e perverso que ela acreditava confiar e gostar dela de volta? O que levou Cardan a traí-la?

As respostas chegam cedo e são um pouco do que eu já esperava, mas não quebraram o encanto dos reencontros e do retorno dela para o mundo mágico. A tensão permeia cada momento desse primeiro arco do livro porque você não sabe para onde exatamente a história está caminhando; uma guerra se aproxima? Uma conspiração? Em quem a gente pode confiar quando todo mundo parece prestes a trair todo mundo?

"Eu preciso me lembrar de que não sou mais a garota de antes. Eu posso estar cercada, mas não significa que tenha perdido meu poder."

Jude se move nessas incertezas até encontrar seu caminho entre os seres encantados. Eu preciso dizer, sem muitos spoilers, que berrei contra um travesseiro na sua primeira cena com o Cardan porque se tem UMA COISA que a Holly não erra mão é no relacionamento desses dois.

De ódio a amor nos seus mais intensos significados, Jude e Cardan são aquele tipo de ship que, num primeiro momento, parecem imperfeitos um para o outro, até que se tornam inevitáveis e então você entende a alma gêmea por trás daquela coisa todo. Os dois são feitos um pouco de caos, um pouco de fragilidade, um pouco de necessidade de carinho e amor e pertencimento. E se encontram quando estão juntos.

"Minha doce nêmesis, como estou grato por você ter retornado."

Cardan, inclusive, teve um desenvolvimento fenomenal no passar da trilogia. Daquele rapaz que era o pandemônio encarnado até o rei que carrega o peso da coroa e do reino e de uma profecia tensa nos ombros, deu pra sentir nos olhares e sorrisos o quanto isso marcou. Meu filho caótico e precioso que me ganhou quando eu menos esperava e roubou meu coração com todas as forças.

Eu amo tudo a respeito dos dois. Amo a instabilidade e como é difícil entender o que cada um está sentindo mesmo quando está tão claro ali nas páginas. Amo que eles se entendam e se percam um no outro e que carreguem uma história tão intensa.

"Não é tão fácil ajudar uma rainha. Elas não deveriam precisar de ajuda."

Outra personagem que me surpreendeu nesse último volume foi a Taryn. Ela era meio pombo no começo, aí passou por umas mudanças no segundo título até AQUELE FINAL e de repente seu arco de crescimento chegou num choque. Tal como Vivi, ela é uma personagem bem construída, só mais difícil de ler - e, aqui, nós conseguimos fazer isso até seu desfecho satisfatório. Sinto que faltou algumas considerações por parte da narrativa no que concerne diálogos entre irmãs, mas não foi perdição total.

Por falar em desfecho de novo, repito que no meu coração de fã da série e de leitora, foi bom para mim. Me fez surtar e pular na cadeira, me fez chorar e sorrir e torcer por reviravoltas positivas. Alguns capítulos pareceram apressados demais e eu olhava para a porcentagem de leitura com medo do que essa pressa poderia fazer com a história, mas o ritmo é estabelecido desde o começo do livro, então no final já parece natural que as coisas se desenvolvam mais rápido. Não é uma correria tal como em Três Coroas Negras, mas é gradual de acordo com os pontos chave da trama desse fim.

Personagens como Madoc, Oak e as três sombras espiãs também tiveram seus momentos, mas falar sobre eles envolve spoilers demais para que eu desenvolva uma opinião. Só posso dizer que cada um teve seu tempo e seu espaço para alçar o começo de um final. Não é aberto, mas é uma promessa; é um recomeço.

"Ele é como uma força gravitacional puxando tudo em sua direção."

The Queen of Nothing seguiu a linha dos seus antecessores e entregou momentos de tirar o fôlego, momentos para te grudar na cadeira de tanto medo e outros para te derreter de amor. Conseguiu me fisgar com seu carisma e com seus personagens tão intensos, principalmente Jude e Cardan, que vão ficar no meu coração para sempre.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2019/11/resenha-queen-of-nothing.html


aelinxcorvere 25/02/2020

Incrível
Eu ainda estou sem fôlego, pois esse livro não me deixou descolar os olhos dele por nenhum segundo. Tudo acontece ao mesmo tempo, um atrás do outro, eu to sem arrrrrr
Desde o começo a escrita é perfeita, Holly sabe como nos prender de verdade. Fiquei desde o primeiro livro louca pelo meu casal, e finalmente pude tê-los juntos e felizes.
A história é incrível, os detalhes são perfeitos, o plotwist é sensacional. Esse livro não merece apenas 10, merece mil.
A saga em si é maravilhosa, mas esse livro foi o que definitivamente fez meu coração acelerar. Toda a trama foi sensacional... a parte do Cardan então, quase me matou do coração. Mas sobrevivi, e to aqui pra dizer QUE LIVRO MARAVILHOSO!
Leiam, apenas leiam!
Amei amei amei amei amei
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Suh 21/11/2019

Dedo no cu e gritaria!
(NÃO leia esta caralha se vc não leu o livro 2)


Jude ta lá no exílio, toda trabalhada no drama e na bad vibes, só ouvindo uns modão e como diz Zé Neto & Cristiano "de arrastar o chifre no asfalto".

Enquanto isso, o cardan está sendo... Bem, o cardan. Um inútil do caralho.

Para sobreviver no exílio, a jude amarra uma faixa na cabeça, pega sua espada e vira o Rambo mercenário, só que sem os goxtosões dos filmes... Infelizmente.

Enquanto isso madoc junta um exército, professias são reveladas, um monte de merda acontece. O cardan continua sendo um gostoso. A irmã gêmea feia da jude fica grávida, ops, isso mesmo que você leu!! Ela tranza, eu fiquei tão chocada quanto você. Juro! Imagina ela e o lucke na sarrada... Embora a visão do lucke peladão não seja uma má imagem... Hmmmm.

Voltando, onde eu estava mesmo? Ha sim, verdade. Lucke peladão, não, não, cardan peladão... Não, não (embora vai ter hihihihihihi) how, certo, a jude. Bem ela consegue sair do exílio e chutar umas bundas e claroooo ter a bunda dela chutada de volta pq né amores? Ela é fodona mas nem tanto.

Se eu continuar falando, posso acabar com as surpresas e não é isso que queremos né mesmo? Mas fiquem tranquilas! Vai tudo acabar em pizza, de qualquer jeito... Não entendeu a referência? Que pena, SE FODEU OTÁRIA!! Não, não fique chateada. Sabe que eu amo vocês né?!

É isso! Até a próxima pe.pe.pe.pessoal!!

(E vá logo ler o livro! Eu sei que você tem meios de ler ele sua sapequinha...)


eriska 23/02/2020

Da primeira palavra até a última, a trilogia é completamente incrível e cheia de reviravoltas. É um livro imprevisível que te prende, que te dá os melhores e piores sentimentos. Conseguimos sentir tudo que Jude sente e todos os seus motivos, ficamos até atordoados com algumas coisas e aprendemos também outras. Enfim, eu amei e com total certeza, se tornou meus livros favoritos.
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Anídria 10/02/2020

Viciante
Comecei essa série sem saber de quase nada, não esperava muita coisa, reconheço agora meu erro, ela é incrível, com uma mitologia inebriante, uma personagem principal de aplaudir de tão corajosa e MULHERÃO DA P***. Te deixa tenso, te deixa feliz, emocionado e ansioso, não da pra largar depois de começar a ler, é só um ciclo vicioso de "o que vai acontece depois" e mal dormir pra descobrir. Claro que gostaria que o romance tivesse sido mais explorado, bem como as relações entre os personagens e as emoções deles que foram sucessivamente esnobadas para dar lugar a outras cenas. Ainda sim, levei muito tapa na cara e adorei cada página.
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Ray M. 21/01/2020

#ardresenhas - The Queen of Nothing | Holly Black - Não contém spoiler
Preciso começar essa resenha dizendo que gostei dessa conclusão, porém esperava bem mais de uma história que estava evoluindo tão bem. The Wicked King termina com um plot que tirou meu fôlego e acreditei que esse terceiro iria usar isso como uma alavanca para tornar a Jude ainda mais impiedosa e focada em maquinar seus planos, porém o que encontramos após os primeiros capítulos, que são totalmente introdutórios, é uma Jude apática, sem nenhum vislumbre da garota que conhecemos nos livros anteriores.

Holly conseguiu fechar todas as pontas soltas, e tirando um pouco a correria e algumas decisões tomadas ao longo da trama, fez um ótimo trabalho. O romance entre Jude e Cardan, foi algo que eu gostei também. Aqui temos duas pessoas que vão de inimigos a amantes, e isso é algo que amo em uma história. Gostaria de ter tido um pouco mais deles e desse amor e ódio que um sente pelo o outro.

A "redenção" de Taryn, não me convenceu de maneira alguma, vou continuar detestando essa garota e tudo o que ela fez contra a Jude, até mesmo o acontecimento que a leva pedir ajuda da Jude no início desse livro me irritou, fácil demais.

De forma geral o livro é bom, na minha opinião ele não supera os dois primeiros, mas consegue fechar a história com tudo nos seus devidos lugares. The Queen of Nothing traz um pouco de tudo, desde de um romance a alguns momentos eletrizantes e encerra a trilogia de uma forma inteligente e tolerável.

Até mais,
Nay
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Isabella.Villas.Boas 05/02/2020

Ameii!!
Li com medo de que esse livro pudesse não alcançar minhas expectativas por ser o último. Mas, felizmente, fui surpreendida e gostei muito dele. Amei todos os livros dessa trilogia. Vale a pena ler para quem gosta de fantasia. História boa e bem escrita. Personagens envolventes, sempre torci pelo Cardan. Desfecho agradável. Não decepciona.
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Mandy 12/02/2020

The queen of everything
Ahhh é com um quentinho no coração que venho escrever sobre esse livro... Posso dizer que em todos os 3 livros, todos me surpreenderam imensamente, mas como o romance de fato deu as caras só nesse último volume, posso dizer q é o meu preferido dos 3.
Cardan me conquistou de tal forma que da ate uma tristezinha em ter terminado a historia deles haha
E as cartas que aparecem no final??! Amei demais.
Só nao vou dar 5 estrelinhas porque eu senti falta de um epílogo pra saber mais sobre o futuro dos personagens.
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Bia 14/02/2020

Que leitura fluída, terminei em menos de 4h, amei o desfecho e as reviravoltas
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Fer 16/02/2020

Final perfeito para a trilogia
Para mim, foi o melhor livro da trilogia. A ação e a política se tornam mais intensas e mais envolventes. É o momento que o amor (ou será o ódio?) de Jude e Cardan mais se destaca. A história tem um ritmo que te prende do começo ao fim. Os acontecimentos são inusitados e, apesar da interpretação das profecias terem sido previsíveis, achei o final perfeito para a trilogia.
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Sara 13/02/2020

PERFEITO
o ritmo de leitura desse livro é mil vezes mais superior do que os dois anteriores, achei o final perfeito
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velaris 01/03/2020

Trilogia perfeita sem dúvidas, tem um desfecho inesperado e clichêzinho ao mesmo tempo, mas tão gostoso. Terminei amando mais o "cruel" Cadan (que a gente sente vontade de por em um potinho e guardar pra si).
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Moon Menezes 28/02/2020

O último livro da série do povo do ar é cheio de surpresas e reviravoltas, assim como o restante da trilogia. Cheia de magia e momentos maravilhosos a leitura me deixou presa e sempre esperando uma faca na escuridão.
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