Cabo do Medo

Cabo do Medo John D. MacDonald




Resenhas - Cabo do medo


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Marcelo 20/06/2020

Cabo do Medo
Max Cady foi preso e condenado por estupro 14 anos atrás. Ele cumpriu sua pena, e está livre. Só que agora pretende se vingar de Sam Bowden, seu ex-advogado, que omitiu informações que alterariam a decisão do júri.
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Isabel.Souza 16/07/2019

saiu esse ano pela editora DarkSide Books e como objeto é uma obra maravilhosa, é o livro que inspirou o clássico “Cape Fear” de 91 dirigido pelo Scorsese, com o sensacional Robert De Niro representando o vilão Max Cady. O projeto gráfico do livro conversa muito com o filme, o que é muito interessante, visto que, você vai precisar conhecer as duas obras para entender o que significa cada elemento que compõe o objeto. Eu não tinha assistido ao filme ainda, mas isso ajudou muito na experiência final com o livro. O enredo do livro conta a história do advogado Sam Bowden que foi testemunha em um julgamento de estupro contra Max Cady a catorze anos atrás. Cady foi condenado, mas logo que é solto não pensa duas vezes e vai buscar sua vingança. A narrativa se sustenta no medo que Max Cady alimenta em Sam e sua família através de ameaças e perseguição. Sam tenta de todas as formas legais se desvencilhar deste problema, mas a situação vai ficando cada vez mais tensa no decorrer do livro até que chega ao seu desfecho. Quando eu li a sinopse do livro dizia que era violento e visceral, era o tipo de leitura que eu estava procurando no momento, mas a decepção veio justamente porque ele não é violento e visceral. O livro não é ruim, comparado ao filme ele é muito bom, mas a grande sacada do autor é manter o leitor na expectativa de que algo aconteça, essa angustia que a família Bowden sofre durante o livro transpassa as páginas e você fica apreensivo esperando o momento que o Cady vai agir, neste sentido o livro é realmente muito bom, cumpre o seu objetivo. Logo que terminei o livro fui assistir ao filme e, me desculpem os fãs de Scorsese, mas é muito ruim como adaptação. As mudanças feitas no enredo foram muito infelizes, não funcionaram, colocar o Sam como um personagem desonesto no filme foge toda a proposta que o livro sustenta, os conflitos morais que o personagem tem e como isso dificulta as suas ações, sem contar que é fator determinante no desenvolvimento do enredo. Além de vários outros elementos que foram modificados e falharam miseravelmente. A única coisa que salvou o filme é a atuação do De Niro. Quando terminei de assistir ao filme o livro melhorou 100% no meu ponto de vista, por isso que deixo a indicação aqui, pra quem quiser se aventurar em um livro que é gostoso de ler e divertido.
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Ricardo.Nespoli 08/08/2019

Impossível parar de ler
Li o livro todo em uma noite. Simplesmente não havia motivos para parar. A história te prende e te angustia do início ao fim. Tem um estilo leve e fácil de ler (apesar de alguns comentários bastante retrógrados que você releva pela data). PS: se você procura algo parecido com o filme do Scorcese , nem precisa ler, do filme herdamos basicamente a premissa e o nome dos personagens
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Livros e História 10/03/2020

A história se passa em New Essex, Carolina do Norte ao qual o advogado Sam Bowden reside com sua família. A 13 anos atrás ele foi testemunha de um estupro, Max Cady (um ex soldado) estuprou uma menina de 14 anos e foi condenado a trabalho forçado e prisão perpétua, porém, ele saiu da prisão por bom comportamento.
A partir do momento que ele sai da prisão ele vai atrás de Sam que testemunhou contra ele e começa uma “caça”. Em um determinado dia quando as crianças voltam da escola eles encontram sua cachorrinha Marilyn comendo um pedaço de carne e segundos depois ela começa a passar mal e ter convulsões, ela fora envenenada e morrera.
Desde a morte da cachorra a família começou a se preocupar e a se precaver. Sam conversou com detetives e com a polícia mais não adiantou muito, outros acontecimentos estranhos permearam a família até eles decidirem se separar e se “esconder”. Não posso contar mais coisas porque senão, seria spoiler.
O livro é curto e a história te consome, é um livraço! Você vê o desenvolvimento dos personagens e o que eles são capazes de fazer, a maldade presente nos dois lados, mesmo sendo um livro escrito na década de 50, não tem o vilão e o mocinho, tem o vilão que é psicopata e um mocinho que vai tentar de tudo pra se livrar dele, mostrando que o ser humano pode fazer de tudo para defender sua família.


site: https://www.instagram.com/p/B8UNfTijci2/?utm_source=ig_web_copy_link
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Haryadne 02/08/2020

Filme melhor que livro
Não tive a oportunidade de ver o filme, mas neste caso está parecendo que o filme será melhor que o livro. Um história boa para um filme rápido de vingança. No livro ficou arrastado, chato e previsível. Candy ficou preso por 12 anos. Quando ganha a liberdade, quer se vingar de Sam por ter sido testemunha que o levou à prisão. Se tivesse um monte de acontecimentos tudo bem, mas não tem!!! 200 páginas chatas, sem novidades. A única coisa que a edição é linda e bem feita!!
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Dhiego Morais | @liemderry_ 13/07/2020

Cabo do Medo
Até onde você iria para salvar aqueles que você mais ama? Até qual limite você estaria disposto a cruzar para fazer o que é correto? Entre cumprir categoricamente a Lei ou fazer a sua própria justiça e segurança, o que você abdicaria?
Cabo do Medo, livro originalmente lançado em 1957 como The Executioners, por John d. MacDonald é mais um resgate importantíssimo dos grandes clássicos de suspense psicológico das décadas de 50 e 60. Assim como Menina Má, O Colecionar e O que terá acontecido a Baby Jane, Cabo do Medo entra para o rol de livros que foram adaptados para valiosos clássicos do cinema. No caso do livro de MacDonald, duas vezes adaptado, sendo a mais conhecida aquela dirigida por Martin Scorsese, tendo como protagonista Robert De Niro.
“O mundo está lotado de homenzinhos cheios de si, cheios de autoridadezinhas e sem um pingo de imaginação ou bondade.”
Em Cabo do Medo, o leitor viajará pela história da família Bowden. Sam Bowden, o patriarca é um importante homem da lei, bastante relevante na cidade em que reside. Além de possuir uma família aparentemente estável, tão bela quanto a de qualquer comercial de margarina, Sam foi o responsável pela prisão e condenação de Max Cady, um ex-soldado que quando embriagado fora pego em flagrante após tentar violentar uma jovem e ser desacordado por Bowden.
Por cerca de catorze anos o condenado Max Cady nutriu ódio por Sam Bowden, por ter sido preso e por ter perdido tanto de sua vida atrás das grades, pelos anos que perdera junto de sua própria família. A raiva de Cady, um brutamontes dotado de uma mente tão afiada quanto navalha é o que o manteve são por tanto tempo, bem como o que o manteve vivo e com propósito: se vingar de Sam e do toda a família. Cada parte perdida ou destruída pelos anos de detenção deverá ser cobrada de Sam Bowden.
A leitura de Cabo do Medo provou-se ser bastante fluida, capaz de transpor ao papel a sensação de constante vigia, do pressentimento de ser constantemente observado; o medo não do desconhecido, mas justamente do conhecido e da incerteza de quando o golpe virá.
Escrito em terceira pessoa e dotado de poucos capítulos, o livro de John D. Macdonald não preza especificamente pela construção das personagens, mas sim pela ambientação, já que é dela que a sensação de perigo advém. Talvez isso incomode alguns leitores, que não conhecerão tanto a fundo a vida de Max Cady, por exemplo, já que a história não conta com o recurso de flashbacks nem da narrativa pelo ponto de vista do vilão, mas a condução da trama é feita com destreza.
“Eles andam em bandos, azucrinam os mais fracos e mais diferentes, divertem-se imaginando as torturas mais horrendas. É parte da sobrevivência, querida. Em tempos de guerra, nas cidades grandes, eles sobrevivem, enquanto os menorzinhos, mais suavizados pelos bons modos, definham.”
Cabo do Medo possui todos os ares dos filmes dos anos cinquenta, com a construção das cidades pequenas em intensa transformação, com toda a lógica das interações mais próximas entre as famílias e os demais cidadãos; ares que ao mesmo tempo em que trazem a sensação de aconchego, também conduzem à sensação da falta de privacidade e das intrigas entre os lares.
Violento e surpreendente, Cabo do Medo é um clássico da busca pela vingança de duplo espectro, literário e cinematográfico, uma pedra preciosa bruta que merece o brilho e o destaque de ser lida.

site: https://skullgeek.com.br/resenhas/resenha-cabo-do-medo-john-d-macdonald/
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Erika 28/09/2019

Cabo do medo
Sam vive uma vida bem tranquila junto com sua esposa e seus 3 filhos. Os dias estão perfeitos demais. Até que Max Cady, um cara que ele acusou de estupro e passou 13 anos na cadeia é liberto e representa uma clara ameaça à Familia de Sam.
A premissa do livro é legal. Mas eu esperava bem mais terror psicológico. O autor divaga sobre assuntos bem rasos. Coisas típicas de quem tem filhos adolescentes, convivência familiar.
Max Cady fica em segundo plano. E ele é um personagem curioso. Deveria ter sido melhor explorado. Não achei tão eletrizante assim. Mas valeu a leitura .
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Luiz Carlos 25/11/2019

Um clássico! Obrigado Darkside
Geralmente prefiro ler o livro, se o ler antes então, nem assisto o filme, abri mão desse processo ao adquirir "Cabo do Medo", um grande filme inspirado num livro surpreendente! Em uma só obra podemos ler sobre relações humanas, vingança e o processo paulatino de criação do ódio, a "animalização" do homem e seus instintos mais íntimos como o de autopreservação! Uma obra de tirar o fôlego e que não pude soltar até ler por completo! Um livro curto mas que vale degustar página a página como um bom vinho!
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Rafa 27/11/2019

Cabo do Medo
Cabo do medo é um thriller que mesmo após 50 anos do seu lançamento, consegue mostrar o seu peso no cenário literário mundial, possuindo uma história de vingança e justiça entre os personagens principais.

O protagonista principal é um advogado bem sucedido e respeitado em sua cidade, vive junto com sua mulher e filhos. Por conta de um incidente no passado, faz ter toda sua vida revirada por um sujeito com sede de vingança.

Max Cady ficou preso por catorze anos, esse período fez nutrir um ódio mortal por Sam Bowden, responsável pela sua condenação. Tudo começa piorar quando Cady liberdade, com sangue nos olhos, parte para o tudo o nada com o seu acusador.

John D. MacDonald apresenta uma escrita envolvente, construindo todo um ar de mistério em cada capítulo, utilizando do jogo psicológico entre gato e rato, entre os personagens principais e secundários.

Essa edição dispensa comentários, ou melhor, devemos comentar! DarkSide é padrão de altíssimo nível em suas edições já publicadas, com “Cabo do Medo” não poderia ser diferente.

Sam precisa correr contra o tempo, proteger sua família é o primordial, mesmo recorrendo em pedir ajuda para outros criminosos e dar um fim em seu antigo desafeto.

O leitor mergulha de vez em toda trama, praticamente tornando-se um membro da família Bowden, acompanhando os passos de Max pela justa vingança.

Uma obra que desperta inúmeras sensações aos leitores, impossível largar e não ler tudo de uma vez só. Indispensável para um final de semana.


site: https://www.nerdtrip.com.br/criticas/11/critica-cabo-do-medo-darkside-books/
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Otávio 30/11/2019

Bem previsível
Achei a história bem monótona e previsível, a ação demora muito pra acontecer e, quando acontece, você fica com aquela sensação: "Então tá, né!?" Levando em consideração que o livro foi escrito na década de 50, dei 3 estrelas, se tivesse sido escrito recentemente, mereceria 1/2 estrela.
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Nati | @encalhadosnaestante 06/06/2020

"Disse que a boa ficção é boa porque desenvolve personagens e mostra que ninguém é completamente bom nem completamente mau. E na ficção ruim os heróis são cem por cento heroicos e os vilões são cem por cento malvados." Esse trecho retirado do livro Cabo do Medo, escrito por John D. MacDonald e publicado pela editora Darkside Books, nos dá uma excelente explicação do que considerarmos uma boa ficção a ser lida, com personagens com nuances e sem extremos.

Sam é um pai de família respeitado por sua comunidade e conhecido por sua retidão e bom caráter, treze anos antes do começo da nossa história enquanto ainda servia nas forças armadas ele foi testemunha de um estupro de uma garota de quatorze anos e ajudou com seu testemunho a colocar o estuprador na cadeia. A principio deveria ser uma pena de prisão perpetua, mas Cady foi liberado e agora tem sede de vingança.

Assim como todos os livros publicados pela editora a diagramação, capa, corte das páginas entre outros pequenos detalhes são maravilhosos, é um livro que chama atenção sem dúvidas por sua beleza, entretanto o conteúdo em minha opinião deixou bem a desejar.

Peguei Cabo do Medo, pois precisava ler um thriller com ritmo alucinante e isso não é o que receberá aqui. O enredo tem um ritmo lento toda a vida e só temos realmente alguma ação alucinante no capítulo 11 (são treze capítulos no total e o último é mínimo) o que me deixou desgostosa e sem qualquer empolgação. Como disse o trecho ali em cima uma boa ficção precisa ter nuances nada de extremos e isso não aparece aqui, o vilão é o super, ultra e mega malvado e o mocinho é um banana que me deu muita raiva em muitos momentos.

O livro é considerado um clássico e não consigo muito ver o motivo por trás disso, realmente a nota que dei é pela beleza da edição e não pelo que vem dentro dela.
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Patty Pizarro 17/08/2020

No ano de 1943, voltando de uma bebedeira com os amigos, Sam Bowden se depara com um jovem sargento estuprando uma garota de 14 anos em um beco em Melbourne.
Sam torna-se testemunha e Max Cady, o jovem sargento, é condenado a prisão perpétua.
Quando a vida de Sam parece perfeita com sua linda esposa e seus três filhos, Cady ressurge e torna sua vida um pesadelo, fazendo surgir várias questões em relação ao ponto que se pode chegar para proteger sua família.

A história é legal, mas muito rasa.
Tinha tudo para ser um excelente thriller psicológico, mas falhou ao focar somente no protagonista.
O vilão, apesar de causar medo e desconforto, foi apresentado de forma muito rápida e superficial. O motivo para a vingança faria mais sentido se sua personalidade tivesse sido melhor explorada.
O livro parece lento e corrido ao mesmo tempo. Dá a impressão de que virão muitos acontecimentos e quando seria o momento certo para acontecer, nada acontece. Quando, enfim, parece que a história vai engrenar, ele simplesmente acaba.
Acredito que a data de lançamento tenha muito a ver com o sucesso do livro. Lançado em 1957, provavelmente ele foi inovador naquela época, mas, para os dias atuais é uma leitura dispensável para os mais exigentes.

Agora é assistir o filme do Scorsese e torcer para que ele tenha absorvido o melhor da história.
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Fernando 05/03/2020

Bom livro
Uma boa história para se ler em uma só tacada. Nada surpreende mas é divertido.
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