Cabo do Medo

Cabo do Medo John D. MacDonald




Resenhas - Cabo do medo


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Erika 28/09/2019

Cabo do medo
Sam vive uma vida bem tranquila junto com sua esposa e seus 3 filhos. Os dias estão perfeitos demais. Até que Max Cady, um cara que ele acusou de estupro e passou 13 anos na cadeia é liberto e representa uma clara ameaça à Familia de Sam.
A premissa do livro é legal. Mas eu esperava bem mais terror psicológico. O autor divaga sobre assuntos bem rasos. Coisas típicas de quem tem filhos adolescentes, convivência familiar.
Max Cady fica em segundo plano. E ele é um personagem curioso. Deveria ter sido melhor explorado. Não achei tão eletrizante assim. Mas valeu a leitura .
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Thaís Vilas Bôas 06/09/2019

Livro Maravilhoso!
CABO DO MEDO (5/5)

A vida de Sam estava sob controle. Tinha um ótimo casamento e era um bom pai. Seu trabalho também ia bem. Tudo tranquilo até Candy ser libertado da prisão... E ele queria vingança!

Este é um tipo de livro mais lento (história mais real, sem aquelas reviravoltas típicas de thriller). Mostra mais o sentimento dos personagens, fazendo com que nos envolvamos mais com eles. A leitura nos dá uma certa tensão, fazendo-nos sentir o terror psicológico que Candy quer causar a Sam e a sua família.

Destaque para a esposa de Sam - Carol. Que personagem forte!

@dboascomcafeelivros
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Jeff.Rodrigues 01/09/2019

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
Por mais calmos, tranquilos ou bem resolvidos que nos consideremos na vida, existe lá no fundo um gatilho que, se acionado, pode despertar sentimentos ou comportamentos inimagináveis. Humanos que somos, estamos sujeitos a ter nossa essência abalada a partir de determinadas situações. Há influência externas que podem mexer com o cidadão de bem e transformá-lo em vilão. Qual o nosso limite?

Sam Bowden é um advogado bem-sucedido. O cara da família exemplar, de boa situação financeira e, principalmente, um sujeito apegado a tudo o que é correto. Sam não só trabalha com a lei, mas faz questão de segui-la à risca. É um homem de princípios claros e bem cristalizados com a noção exata do certo e do errado. Ao praticar o correto, dentro do convívio que se espera na sociedade, Sam acabou fazendo com que Max Cady fosse preso. E ao contrário de Sam, Max está se lixando para leis, bom senso ou “ser certinho”. A balança da justiça na visão de Max pende para onde for melhor pra ele mesmo. Aliás, ele faz questão de manusear essa balança pessoalmente. Quando Max sai da prisão, ele decide buscar justiça. O alvo? Sam e sua família.

Cabo do Medo, suspense psicológico de John D. MacDonald, explora os limites humanos diante de ameaças que podem abalar a sanidade ou colocar em risco aqueles a quem amamos. O todo correto Sam se vê contra a parede, com seus filhos ameaçados de morte, por um homem que não tem medo de nada e nada a perder. Acuado, sendo encurralado e praticamente impedido de levar uma vida normal, Sam acaba ficando na beira do precipício que limita mocinhos e bandidos. Até que ponto é possível resistir, confiar na tal lei e em um Estado que talvez possa te proteger? Ou seria melhor cruzar a fronteira, deixar pra trás tudo que te construiu como adulto e buscar a proteção com as próprias mãos?

Quando as pessoas que amamos correm perigo, não há psicólogo no mundo capaz de apontar ou prever como vamos reagir a isso. O instinto de proteção, de preservação, de autodefesa de cada um de nós reage de formas impensáveis. Sam Bowden foi testado até seu limite e reagiu de uma forma espetacular, com um desfecho fantástico se levarmos em conta o personagem que nos foi apresentado lá nos primeiros capítulos. O Sam que emerge no fim do livro é um outro homem, completamente diferente e com uma essência modificada. Não que tenhamos agora um vilão mau caráter, mas certamente temos um homem que vai encarar com outros olhos as situações de tensão da vida. Porque ele passou por uma. Porque ele sobreviveu a uma.

A partir de uma narrativa que vai do cotidiano mais banal, inclusive nos diálogos e situações, para uma tensão de nervos à flor da pele, Cabo do Medo acompanha a transformação de um homem, e de uma família. A trama é linear, não traz elementos de surpresa, e foca totalmente nos personagens e em seu processo de degradação mental à medida que a ameaça de Max os vai encurralando. É um livro perfeito para ser lido de uma só vez. O risco concreto à vida de sua esposa e filhos foi o limite máximo que Sam aguentou. E você, qual o seu limite?

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2019/08/04/resenha-cabo-do-medo-john-d-macdonald/
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Nathália Carriel 19/08/2019

Fraco...
Não atendeu às expectativas
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Rittes 08/08/2019

Suspense em alto grau
Sensacional a construção do suspense feita por MacDonald, realmente um mestre nesse estilo. O livro flui numa prosa quase sem gorduras e o grau de suspense só aumenta, mesmo que o psicopata Max Cady pouco apareça ou fale. Talvez, por isso mesmo, seja um livro que não envelheceu. Altamente recomendado.
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Ricardo.Nespoli 08/08/2019

Impossível parar de ler
Li o livro todo em uma noite. Simplesmente não havia motivos para parar. A história te prende e te angustia do início ao fim. Tem um estilo leve e fácil de ler (apesar de alguns comentários bastante retrógrados que você releva pela data). PS: se você procura algo parecido com o filme do Scorcese , nem precisa ler, do filme herdamos basicamente a premissa e o nome dos personagens
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Isabel.Souza 16/07/2019

saiu esse ano pela editora DarkSide Books e como objeto é uma obra maravilhosa, é o livro que inspirou o clássico “Cape Fear” de 91 dirigido pelo Scorsese, com o sensacional Robert De Niro representando o vilão Max Cady. O projeto gráfico do livro conversa muito com o filme, o que é muito interessante, visto que, você vai precisar conhecer as duas obras para entender o que significa cada elemento que compõe o objeto. Eu não tinha assistido ao filme ainda, mas isso ajudou muito na experiência final com o livro. O enredo do livro conta a história do advogado Sam Bowden que foi testemunha em um julgamento de estupro contra Max Cady a catorze anos atrás. Cady foi condenado, mas logo que é solto não pensa duas vezes e vai buscar sua vingança. A narrativa se sustenta no medo que Max Cady alimenta em Sam e sua família através de ameaças e perseguição. Sam tenta de todas as formas legais se desvencilhar deste problema, mas a situação vai ficando cada vez mais tensa no decorrer do livro até que chega ao seu desfecho. Quando eu li a sinopse do livro dizia que era violento e visceral, era o tipo de leitura que eu estava procurando no momento, mas a decepção veio justamente porque ele não é violento e visceral. O livro não é ruim, comparado ao filme ele é muito bom, mas a grande sacada do autor é manter o leitor na expectativa de que algo aconteça, essa angustia que a família Bowden sofre durante o livro transpassa as páginas e você fica apreensivo esperando o momento que o Cady vai agir, neste sentido o livro é realmente muito bom, cumpre o seu objetivo. Logo que terminei o livro fui assistir ao filme e, me desculpem os fãs de Scorsese, mas é muito ruim como adaptação. As mudanças feitas no enredo foram muito infelizes, não funcionaram, colocar o Sam como um personagem desonesto no filme foge toda a proposta que o livro sustenta, os conflitos morais que o personagem tem e como isso dificulta as suas ações, sem contar que é fator determinante no desenvolvimento do enredo. Além de vários outros elementos que foram modificados e falharam miseravelmente. A única coisa que salvou o filme é a atuação do De Niro. Quando terminei de assistir ao filme o livro melhorou 100% no meu ponto de vista, por isso que deixo a indicação aqui, pra quem quiser se aventurar em um livro que é gostoso de ler e divertido.
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