Lucíola

Lucíola José de Alencar




Resenhas - Lucíola


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Oneself 17/08/2019

Conto Brasileiro
Ótimo para o enriquecimento da língua, se trata de um conto sobre uma mulher incomum e um homem civilizado.
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Kel 14/08/2019

Lucíola
Lucíola é um livro cativante onde trata da vida de uma cortesã que se apaixona por Paulo e entrega todo o seu amor. Esse livro traz vários temas como a ingenuidade, o amor incondicional, e a hipocrisia da época. Vale a pena ler esse livro.
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isa 19/07/2019

Lucíola - José de Alencar
Um dos melhores clássicos que já li, com toda certeza. Nesse livro, Paulo conta de seu romance com Luciola, uma cortesã. A história pega a gente duma forma absurda a partir da metade, querendo saber como fica a história deles dois. O peso literário da obra me deixou abismada, a gente consegue pegar cada detalhe do romantismo e da obra do José de Alencar, o que me agrada demaaaais. É envolvente (na medida que uma prosa romântica consegue ser) e não muito longo, se não me engano tem 200 páginas. Indico pra quem tá começando no mundo dos clássicos, depois que você acostuma com a poesia que tem em tudo do josé de alencar, a leitura flui muito bem e não é, de forma alguma, pesada.
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Gabriela Lisboa 19/07/2019

Surpresinha
Eu sei que Lucíola é um exemplo do romantismo: exaltação do amor da mulher, da natureza, etc... Mas me surpreendi muito com o aspecto psicológico que encontrei aqui. Para mim a história se tratou muito mais do fenômeno psicológico que aconteceu com a Lucia do que do amor entre ela e Paulo. Sinceramente, estou de cara! Como eu tive compaixão dessa mulher...
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EltonLM 27/05/2019

Lucíola - O romance dos romancistas
José de Alencar, um dos melhores romancistas brasileiros na minha opinião. Pelo menos foi essa a impressão de quando li esse livro pela primeira vez, lá em 2013. Talvez hoje, com a cabeça que tenho não o consideraria tão grande assim; porém farei a resenha baseando-me nas minhas experiências em 2013, com esse livro. Assim sendo, comecemos.
José de Alencar, como Eça de Queiroz e Machado de Assis, descrevia a mulher em termos muito diferentes do que descreveríamos hoje. A mulher, o seu seio, o seu braço, os seus cabelos, os seus pés eram motivos de imaginação, sonhos, belas comparações etc. Ou seja, não era uma visão vulgar da mulher, mas sim romântica. Até mesmo o realista Eça de Queiroz tinha isso (para os padrões de hoje). Livro super recomendado.

site: bibliothequeopinatio.wordpress.com
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Katherine 26/04/2019

Lindo e triste
Por ser um livro curtinho (uma novela), pode passar a impressão de que a história corre muito, mas como acho que a intenção do autor era ser sucinto, não tem nem como tirar uma estrela por isso. Além do mais, pra que prolongar o sofrimento?
Tadinha da Lucia, gente! Aos olhos da medicina atual, ela com certeza seria diagnosticada com depressão. É muita dor, uma existência sem rumo. Impossível não ter empatia por ela.
Paulo a compreendeu como pôde, por isso o considero um personagem masculino digno.
Amei retomar a leitura dos clássicos nacionais por esse livro tão dramático e lindo.
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Renata 08/03/2019

O vagalume
Não é sem motivo que o livro foi censurado, ou melhor, o folhetim.
Corajoso e muito ousado para o século XIX, José de Alencar inova ao criar uma mocinha nada casta. Uma heroína diferente, mas não menos interessante. Aliás, interessante até demais. Imagino a curiosidade que despertou nos leitores da época, suponho até que as poucas mulheres que sabiam ler, o faziam as escondidas com essa obra.
Seu nome é Lúcia, cujo significado é luz. E Lúcia foi uma luz na vida de Paulo, o narrador da carta escrita para José de Alencar, porém, endereçada a um dos seus pseudônimos, para contar-lhe sua estória de amor. É que o criador também era expectador de sua criação, assim como nós leitores ainda somos.
Embora sua luz estivesse escondida sob a escuridão da vida de uma cortesã daquele tempo, Lúcia irradiava mais que qualquer outra mulher na corte, sua beleza exuberante. E ao chegar no Rio de Janeiro, após sua formatura, foi esse imã que atraiu Paulo.
Ao descobrir a que se dedicava a moça, Paulo mais que depressa foi a sua procura . O que fez com que nascesse a partir de então uma relação entre ambos. O desenvolver dessa relação culminou em um relacionamento, no qual o herói pode derrotar as trevas da vida da mocinha.
Por mais que a cortesã fosse para aquela sociedade uma penumbra, seu íntimo se conservara cálido, tal qual um Lucíola. Lúcia sentia externamente, alimentava internamente, e sustentou eternamente o sublime amor do estio de época romântico.
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Elisabete Bastos @betebooks 18/02/2019

Romantismo
O autor José Alencar é dos expoentes do Romantismo. Lúcia é uma cortesã da Corte, bela, jovem e conhecida pelos milionários. Paulo recém chegado à Corte ao ver mulher t]ão bela fica apaixonado e logo é alertado da profissão da jovem. Daí? Este é o conflito entre as convenções sociais: mulher casta e que constitui família. A reputação é vital? Também teremos uma visão da Corte, o Rio de Janeiro, os lugares, as festividades da época.
Romance imperdível.
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Pedro Henrique 08/02/2019

Grande Mestre
Que composição romântica essa obra. Impressionante.
Daqueles livros que antes de se dar conta as páginas já terminaram.
Como estudante de letras, e apaixonado pelo universo literário, não me sinto nem capaz de expressar a minha admiração por essa obra!
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@livrilusaopi 08/01/2019

Lucíola
"Romance de José de Alencar que enquadra-se no que chamamos de "romance urbano", Lucíola mistura amor e morte e aborda aspectos negativos da vida urbana do século XIX, girando em torno de disparidades econômicas e ardilosas tramas amorosas!!!!
Narrado em primeira pessoa, sob a ótica de Paulo, através do seu envolvimento com Lúcia, esboça o perfil dessa mulher contraditória e carregada de conflitos.
Percorre três movimentos distintos: o primeiro que mostra a figura da cortesã; o segundo permite que Paulo se informe das leis e do meio em que circulava sua amante; e o terceiro, no qual Lúcia revela sua outra identidade e seu passado.
O romance discute a questão da venda do corpo feminino, central na abordagem das práticas culturais da prostituição; daí seu valor como um documento, mesmo que indireto, de seu tempo."
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Rafael 30/12/2018

Grande porta de entrada da lit. brasileira
Segunda obra de Alencar que leio e confesso que me surpreendi bastante com esse livro. A dimensão e fama do autor e tanta que ele divide muitos comentários, tanto positivos como negativos. No meu caso deu muito certo, e por indicação também de Daniel Coutinho vou ler a obra completa dese autor. Super recomendo este como primeira experiência.
Daniel 31/12/2018minha estante
Ahhh! Que legal que você está curtindo Alencar. Prepare o coração quando for ler As Minas de Prata: simplesmente épico. Abraços e feliz 2019 ;)


Rafael 31/12/2018minha estante
Cara fico vendo tua bookshelf do romantismo e acho demais, tem autores que eu nem conheço ainda.


Daniel 31/12/2018minha estante
Pois é. Um bocado eu ainda nem li rs. Mas temos uma vida toda pela frente, né? Abraço :)




Caio 21/12/2018

J.Alencar: Ótimo Romancista, uma grande crítica social.
Gosto muito do trabalho do J.ALencar. Li mais de 5 livros dele, ele era um cearense formidável, um dos maiores escritores do país. Nessa obra, retrata o envolvimento de Paulo (Homem bom, simples) e Lúcia (Garota de programa - Cortesã carioca), ai será construída a história entre os dois, o relacionamento, a sensualidade de Lúcia, a sua infancia pobre e sua família em dificuldades, o seu sofrimento ( deu mt raiva do que a própria mãe fez com ela após a filha fazer tudo por ela a Lucia), fala da hipocrisia dessa sociedade burguesa carioca que vive criticando a postura de Lucia e seus hábitos, costumes e envolvimento com vários amantes. O escândalo do relacionamento com Lucia, fofoca correndo solta na corte. É uma obra que faz parte do perfil de mulher (Onde a mulher é heroína - a principal) do escritor que são 3: Senhora, Diva e Lucíola. Então é isso, uma obra muito boa para a crítica, para análise de um relacionamento, da sociedade que a preconceituosa, escandalosa que é entre um homem comum e prostituta.
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Alex Calixto 20/10/2018

Resenha publicada no meu instagram: @autor.alexcalixto
Uma alma pura, presa em um corpo pecador, que procura por redenção. Nesse livro, José de Alencar nos apresenta Lúcia, uma cortesã (prostituta de luxo) da sociedade carioca, que viveu em 1.855.

A história é narrada por Paulo, que conta, através de cartas, como foi o seu relacionamento com essa mulher. Após chegar ao Rio de Janeiro ele se depara com Lúcia em uma festa. O jovem se impressiona com o rosto angelical que ela possui, mas é advertido de sua índole, por um amigo.

Apesar de tomar conhecimento de que a moça é uma prostituta, Paulo se deixa levar por seus sentimentos e se aproxima dela. Depois do primeiro contato físico, o rapaz começa a imprimir sua doçura na alma de Lúcia e é aí que ela começa sua transformação.

Na verdade, Lúcia era uma jovem que não sentia prazer pela vida que levava. Ao se ver envolvida com Paulo, ela encontra nele um caminho para a redenção. A moça se muda para uma casa simples no interior e em meio à sua nova vida, acaba revelando os motivos que a levaram a se prostituir.

Assim como Senhora, o livro Lucíola faz parte da trilogia Perfil de Mulher, escrita por José de Alencar, que é um dos maiores autores clássicos da nossa literatura.

site: https://www.instagram.com/autor.alexcalixto/
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Cheiro de Livro 30/08/2018

Lucíola
Sigo dedicada a ler toda a obra urbana de José de Alencar e a cada livro me encanto mais um pouquinho com os enredos inocentes e envolventes. O livro da vez é “Lucíola” e relata o romance entre Paulo e Lucia, é um dos livros que lembrava de todo o enredo e que li no colégio para ter pontos extras e que mais curti.

Como nos livros anteriores (Cinco Minutos e A Viuvinha) o narrador está escrevendo para uma parente relatando algo que já ocorrera em sua vida. Paulo chega ao Rio de Janeiro para se estabelecer e logo no primeiro dia cruza com Lucia e se encanta, dias depois a reencontra na festa da Igreja da Glória e descobre que ela é uma cortesã. Como nos escritos anteriores a honra e a posição social são elementos essenciais.

Aqui Alencar passa mais tempo desenvolvendo os personagens e faz com que o leitor se afeiçoe a Lucia, sua protagonista, e ao mesmo tempo simpatize com os dramas de Paulo, lembrando que o livro foi escrito em outro século. Tudo acontece dentro das características do romantismo, é claro, e com isso algumas situações são esperadas e se o leitor não souber disso Alencar ainda coloca “A Dama das Camélias” nas mãos de Lucia mostrando não apenas a inspiração para esse livro como também apontando em que direção toda a história caminha.

As situações em que Paulo e Lucia são colocados parecem saídas de qualquer novelas que nos acostumamos a assistir na TV, na verdade as novelas é que se parecem com o livro. Aqui há um pouco menos de inocência, o que a sociedade fala importa, os comportamentos são cruciais para o desenvolvimento da história e, principalmente, as aparências criam conflitos em Paulo que fazem com que seu relacionamento com Lucia tenha altos e baixos.

Os dois últimos capítulos são bem confusos e tudo que foi construido com uma certa lentidão começa a correr e mesmo assim dos livros que li nessa minha maratona José de Alencar esse é o preferido.

site: http://cheirodelivro.com/luciola/
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