O Apanhador no Campo de Centeio

O Apanhador no Campo de Centeio J. D. Salinger




Resenhas - O apanhador no campo de centeio


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Gabriel 02/03/2020

No Estante JP desta semana, Gabriel Dias conversa com o editor da Todavia André Conti sobre 'O Apanhador no Campo de Centeio', do escritor norte-americano J. D. Salinger. Publicado após a Segunda Guerra Mundial, o romance rapidamente tornou-se popular, principalmente entre os adolescentes, que em meio a grande depressão americana se viam buscando respostas para temas complexos como angústia, tédio, descoberta sexual e construção de identidade. Muitos sentiam-se representados no rebelde Holden Caufield.


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amandinhanog 27/02/2020

Insuportável
Eu achava que entendia o peso que a palavra "clássico" carrega mas, sinceramente, eu não consigo entender como esse livro pôde ter feito tanto sucesso assim, o clímax pra mim foi o último ponto final - alívio.
Alana 23/03/2020minha estante
Hahahahaah eu ri desse comentário. Agora quero ler pra ver se é tão chato assim


amandinhanog 23/03/2020minha estante
? lê sim, o mais rápido que você puder, porque olha... insuportável




Beto | @beto_anderson 26/02/2020

Decepcionante
“O apanhador no campo de centeios” é uma daquelas obras clássicas com muitas opiniões positivas. Esse livro figura em algumas listas de leituras imprescindíveis, por isso mesmo comecei a lê-la com altas expectativas. O problema é quando estas expectativas não são alcançadas. Foi o meu caso.

Tudo bem que seja uma obra para o público juvenil, ainda assim esperava mais desta narrativa. No começo eu até achei interessante, mas o desenrolar da história foi para mim enfadonho e repetitivo. Claro que o público original deste livro tinha uma outra mentalidade, no entanto há pessoas ainda hoje que gostam desta obra. E sinceramente não entendo o porquê.

A construção da narrativa me cansou em muitas partes, com frases repetitivas, pensamentos que não se desenrolavam como imaginava, com muitos trechos entediantes, especialmente por causa do protagonista/narrador. Garoto chato. Como muitos adolescentes por aí.

Talvez você goste de ler. Eu, definitivamente, não gostei.

site: https://www.instagram.com/beto_anderson/
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Julioocss 25/02/2020

Não é meu estilo
Infelizmente não consegui me prender, tentei ler pq muitos falam bem mas não é o tipo de história que me prende
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spoiler visualizar
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Nicolas Castro 21/02/2020

O título é curioso, mas a história...
O livro foi totalmente diferente do que eu esperava. Holden Caulfield é um adolescente que pode ser interpretado de inúmeras maneiras, dependendo da vivência de cada leitor. Eu achei bem chatinho, talvez seja pela enorme capacidade do autor de retratar um personagem adolescente.
Mas aborda reflexões importantes, mesmo de maneira superficial, temas como assédio, depressão, sexualidade, conflitos juvenis e por aí vai!
Ainda não sei se recomendaria a leitura...
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Biblioteca Álvaro Guerra 19/02/2020

Um dos romances mais revolucionários do século XX, O apanhador no campo de centeio é a representação definitiva da juventude na literatura. Com mais de 70 milhões de cópias vendidas desde seu lançamento em 1951, o livro influenciou e marcou gerações de leitores com sua visão crua da adolescência, sua prosa ágil e desbocada e seu humor feroz e anárquico. Esta nova edição que chega agora ao leitor brasileiro tem tradução do premiado Caetano W. Galindo e, pela primeira vez, traz a capa original de seu lançamento.

Empreste esse livro na biblioteca pública.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9786580309030
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day 15/02/2020

Muito bom!
Adolescência e suas dificuldades!
Sempre vejo muitas criticas ruins sobre esse livro,porém eu amo esse livro !
Holden tem depressão,ansiedade e é muito solitário.
Sente muita falta do irmão que morreu e ama muito sua irmãzinha
Acho muito fofo o modo que ele fala dela.
Eu quando era adolescente passei por essas crises emocionais ,e foram difíceis !
Acho o livro maravilhoso! Recomendo sempre .
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Livrissimu 13/02/2020

EU NÃO PRECISO AMAR TODOS OS CLÁSSICOS. E VOCÊ TAMBÉM NÃO.
Quando se fala de livros consagrados como clássicos, um jugo automático se estabelece sobre o discernimento do leitor, moldando, talvez inconscientemente, as impressões que esse ‘’’pode’’ou ‘’não pode’’ ter de uma obra. O leitor talvez, então, comece a se questionar debaixo do peso da aprovação de outros leitores e da critica literária, pois deve haver algo de errado com ele, afinal, para não ter amado aquilo que todos parecem elogiar? Será que não foi capaz de abstrair os significados e nuances da obra? Será que viajou na maionese e deixou a grandeza da obra passar despercebida?

Começo com essa reflexão para relatar que a leitura de O Apanhador no Campo de Centeio, um livro por muitos adorado, foi a que menos me agradou no ano de 2019. ‘’Se você quer mesmo ouvir a história toda, a primeira coisa que você deve querer saber é onde eu nasci, e como foi a porcaria da minha infância, e o que os meus pais faziam antes de eu nascer e tal, e essa [email protected] todo meio David Copperfield, mas eu não estou a fim de entrar nessa, se você quer saber a verdade.’’ Ao ler o trecho que dá inicio a obra, de imediato, assustei-me com o tom irreverente que choca, enquanto desperta curiosidade do leitor. Pensei: vou amar esse livro. Mas… A cada página a leitura tornava-se mais enfadonha. Temos aqui um protagonista chato, ume enredo que parece ‘criticar e refletir’’, mas a meu ver, apenas coça de leve temas que poderiam ser grandiosos. Para mim, pareceu-me uma obra que poderia ser, mas esqueceu-se como.

Sim. Há aspectos interessantes no livro (pude captar sim diversas criticas e reflexões). Reconheço o valor que a obra teve em seu tempo, talvez mesmo hoje. Mas… não pude deixar de sentir que outros já falaram o mesmo de Salinger, porém de forma mais envolvente... Fica aqui, entretanto, a ressalva de que livros são entidades vivas, que comunicam-se com o leitor, e que falam coisas distintas em tempos distintos. Quem sabe, um dia, uma releitura não revele um Holdem Caulfield também distinto e interessante para mim.

site: https://www.instagram.com/livrissimu/
Nicolas Castro 18/02/2020minha estante
Concordo demais!


Antonino 20/02/2020minha estante
Concordo.
Não o vejo como uma obra universal.


Taiana Couto 08/03/2020minha estante
Concordo!


Ste 04/04/2020minha estante
Que reconfortante ler isso, estava achando que não tinha entendido o livro por não ter gostado.


Diana.Cavalcante 16/07/2020minha estante
Concordo plenamente.


Raquel 24/07/2020minha estante
Concordo. Mas amo este livro! Faz uns 18 anos que o li e ainda há cenas vivas em minha mente.


Lalá 21/10/2020minha estante
concordo totalmente!!




Michel 03/02/2020

O Apanhador e a Deusa da Literatura
Estava numa livraria, sem pretensões de compra, somente olhando os livros para compras futuras.

Peguei o livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio’ e pensava que deveria ler aquele livro, mas a fila estava grande, ficaria para a próxima.

Com ele ainda nas mãos ouvi uma pessoa dizer:

_ Você já foi adolescente?

_ Fui, mas faz tempo. – respondi.

_ Não tanto quanto eu. – disse-me sorrindo uma senhora de uns 80 anos.

Demonstrando meu conhecimento filosófico de boteco (às vezes ele é útil) eu disse que era o livro que Mark Chapman segurava após assassinar John Lennon. E ela confirmou:

_ Esse livro é mesmo um clássico! Todos deveriam ler. Ele tem muitas informações e enriquece as pessoas.

Em 5 minutos de conversa ela me disse que tinha parentes em Portugal e que lá ainda não chegou o mau hábito de se alienar no celular. ‘As pessoas ainda conversam’, ela me disse. Que ela adora frequentar bibliotecas e livrarias.

Comentei com ela sobre o livro ‘Sobre os Ossos dos Mortos’, de Olga Tokarczuk, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2018, que eu ainda não tinha lido (achei o livro razoável). Ela pegou o livro, agradeceu a dica e disse que ia comprar.

Nos despedimos e ela desapareceu dentro da livraria como se fosse um fantasma.

Quanto ao livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio’, que furou a fila dos livros que eu programava ler, narra o final de semana de Holden Caulfield, um adolescente inteligente, mas ao mesmo tempo idiota, fútil, inseguro, arrogante, curioso, mentiroso, fraco, tolo, insistente, depressivo, solitário, sonhador, amoroso, dentro diversas qualidades e defeitos que estão presentes de maneira evidente nesse período de tantas transformações e escolhas da vida.
O personagem não acha seu lugar no mundo, e o livro é mesmo um clássico.

Professores de ensino médio deveriam indicá-lo aos seus alunos. É impossível um adolescente, ou quem já foi um, não se identificar com certos anseios e sonhos do personagem.

O livro é mesmo um clássico! Leitura obrigatória!
day 12/02/2020minha estante
To amando!


Michel 13/02/2020minha estante
Um verdadeiro clássico!




Lisa 15/01/2020

Um clássico ... E só
Entendo o peso dessa obra como marco nos estudos sobre a adolescência como uma fase diferente da vida adulta e da infância. Porém, consigo apenas registrar relatos de um playboy mimado e suas revoltas contra tudo e todos.
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arlete.augusto.1 04/01/2020

Ótimo livro!
Holden tem 16 anos, é bonito, inteligente e rico, tem uma família normal, uma irmã que ama, um irmão que tem saudades, pois morreu, e um irmão mais velho que admira mas acha que se vendeu pra Hollywood, e novamente está sendo expulso da escola. Na minha opinião, o livro mostra o quanto é difícil aceitar o mundo que vivemos, se encaixar nele, deixar a infância para trás. Holden é um adolescente desajustado, sensível e empático com os menos favorecidos, que se esconde atrás de um linguajar de desprezo a tudo e todos, mas sente uma profunda solidão. No curto período que se passa a estória, ele está à beira do abismo, numa profunda crise depressiva e autodestrutiva, procurando alguém que faça sentido, que de certa maneira o salve, mas se decepcionando a cada encontro.
Um ótimo livro que aborda muitos aspectos dessa difícil fase de adolescência.
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DaniBooks 01/01/2020

O Apanhador no Campo de Centeio
Em um primeiro momento, você acha que é uma história banal: um adolescente de 16 anos contando como foi seu fim de semana, após ser expulso de mais uma escola. Só um adolescente rebelde, é o que você pensa. Porém, conforme a leitura se desenrola, você percebe o quão densa é a história.
Narrado em primeira pessoa pelo nosso protagonista Holden Caulfield, um adolescente de 16 anos, esse livro nos apresenta camadas e camadas que você tem que cavar para desvendar quem é esse personagem de verdade. Ele se apresenta como um durão, que não vê propósito algum na escola, que não gosta de nada e por aí vai. Mas, com o tempo, você descobre o quanto ele está quebrado e o quanto ele é sensível.
A marca de oralidade na narração de Holden passa uma veracidade para o leitor, como se realmente fosse um adolescente conversando com você. Você quase consegue ouvi-lo.
Holden é um pouco irritante, como qualquer adolescente, mas ele é muito mais que isso. E esse livro é muito mais do que se imagina de início. Ele nos traz uma profunda crítica ao comportamento humano, a uma sociedade que vive de aparência, a um sistema educacional que tem por objetivo te moldar de acordo com o que a sociedade espera. Ele nos traz um jovem perdido, sem perspectiva, emocionalmente quebrado e muito questionador. E em alguns momentos ele nos conta coisas tão pesadas, mas de uma forma natural, como se não fosse importante, e você tem que estar muito atenta para sentir o peso real daquilo. Às vezes, é uma linha apenas que contém um peso monstruoso.
É, enfim, um livro que me emocionou pela delicadeza do desfecho e por toda a trajetória do Holden. E que nos mostra como um adolescente pode nos trazer reflexões profundas e necessárias. Mas nos traz também muitos momentos divertidos.
Primeiro livro concluído em 2020 e já levou 5 estrelas. Tomara que o ano siga assim!
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Marcos 27/12/2019

Nossa querida amiga Phoebe
Uma interpretação errônea de certa passagem de um poema que, na visão do personagem significa salvar a inocência das crianças, dá o título a esta obra, livro cult, adorado por milhões. A temática central parece ser o da preservação da inocência ou de como ela se perdeu na geração pós segunda guerra mundial. O personagem central sente-se alienado a tudo que o rodeia e parece um rebelde sem causa, porém reluta-se contra o próprio avanço do tempo que é inexorável e, as mudanças sociais que com este vêm. A ideia da perda de valores é marcante aqui, Holden gostaria de permanecer estático diante do mundo, preservar no tempo e espaço a beleza da inocência de sua irmã no carrossel, que afinal, gira em torno de seu próprio eixo sem ir a lugar algum, para sempre, como um souvenir de algo que já não existe mais. A escrita coloquial é um pouco cansativa, o livro em momentos parece entediante e até bobo, porém em outros momentos, se eleva de maneira incrível e, passa a ser tocante e poético. A busca por significado no livro é aberta. Uma obra essencial que cresce em você com o passar dos dias, depois que leu.
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Erick.Rennan 26/12/2019

Expectativas foram criadas...
Não me prendeu, li até o final pq sempre vi boas recomendações desse livro, queria muito ler pq ele aparece no meu livro favorito "As vantagens de ser invisível" e eu acreditei que seria um dos meus favoritos, porém, não poderia estar mais longe disso. O livro é cansativo, repetitivo e nem tem um desfecho legal, ou abrangência da história dos coadjuvantes. Pode ser que exista una mensagem, uma filosofia, um sentimento que esteja sendo passado através da história, mas eu não consegui sentir. Talvez o livro nem seja tão ruim, mas como minha expectativa estava lá encima, eu acabei achando bem fraco.
Mayla 27/12/2019minha estante
eu acho esse livro ruim demaaaais, alias li ele pelo mesmo motivo


Erick.Rennan 27/12/2019minha estante
Poisé, e ele é famosinho nos EUA, seila, eu esperava tanto hahaha, desapontado...




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