O Apanhador no Campo de Centeio

O Apanhador no Campo de Centeio J. D. Salinger




Resenhas - O apanhador no campo de centeio


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Livrissimu 13/02/2020

EU NÃO PRECISO AMAR TODOS OS CLÁSSICOS. E VOCÊ TAMBÉM NÃO.
Quando se fala de livros consagrados como clássicos, um jugo automático se estabelece sobre o discernimento do leitor, moldando, talvez inconscientemente, as impressões que esse ‘’’pode’’ou ‘’não pode’’ ter de uma obra. O leitor talvez, então, comece a se questionar debaixo do peso da aprovação de outros leitores e da critica literária, pois deve haver algo de errado com ele, afinal, para não ter amado aquilo que todos parecem elogiar? Será que não foi capaz de abstrair os significados e nuances da obra? Será que viajou na maionese e deixou a grandeza da obra passar despercebida?

Começo com essa reflexão para relatar que a leitura de O Apanhador no Campo de Centeio, um livro por muitos adorado, foi a que menos me agradou no ano de 2019. ‘’Se você quer mesmo ouvir a história toda, a primeira coisa que você deve querer saber é onde eu nasci, e como foi a porcaria da minha infância, e o que os meus pais faziam antes de eu nascer e tal, e essa [email protected] todo meio David Copperfield, mas eu não estou a fim de entrar nessa, se você quer saber a verdade.’’ Ao ler o trecho que dá inicio a obra, de imediato, assustei-me com o tom irreverente que choca, enquanto desperta curiosidade do leitor. Pensei: vou amar esse livro. Mas… A cada página a leitura tornava-se mais enfadonha. Temos aqui um protagonista chato, ume enredo que parece ‘criticar e refletir’’, mas a meu ver, apenas coça de leve temas que poderiam ser grandiosos. Para mim, pareceu-me uma obra que poderia ser, mas esqueceu-se como.

Sim. Há aspectos interessantes no livro (pude captar sim diversas criticas e reflexões). Reconheço o valor que a obra teve em seu tempo, talvez mesmo hoje. Mas… não pude deixar de sentir que outros já falaram o mesmo de Salinger, porém de forma mais envolvente... Fica aqui, entretanto, a ressalva de que livros são entidades vivas, que comunicam-se com o leitor, e que falam coisas distintas em tempos distintos. Quem sabe, um dia, uma releitura não revele um Holdem Caulfield também distinto e interessante para mim.

site: https://www.instagram.com/livrissimu/
Nicolas Castro 18/02/2020minha estante
Concordo demais!


Antonino 20/02/2020minha estante
Concordo.
Não o vejo como uma obra universal.


Taiana Couto 08/03/2020minha estante
Concordo!


Ste 04/04/2020minha estante
Que reconfortante ler isso, estava achando que não tinha entendido o livro por não ter gostado.


Diana.Cavalcante 16/07/2020minha estante
Concordo plenamente.


Raquel 24/07/2020minha estante
Concordo. Mas amo este livro! Faz uns 18 anos que o li e ainda há cenas vivas em minha mente.


Lalá 21/10/2020minha estante
concordo totalmente!!




amandinhanog 27/02/2020

Insuportável
Eu achava que entendia o peso que a palavra "clássico" carrega mas, sinceramente, eu não consigo entender como esse livro pôde ter feito tanto sucesso assim, o clímax pra mim foi o último ponto final - alívio.
Alana 23/03/2020minha estante
Hahahahaah eu ri desse comentário. Agora quero ler pra ver se é tão chato assim


amandinhanog 23/03/2020minha estante
? lê sim, o mais rápido que você puder, porque olha... insuportável




Ize 12/08/2020

Não é o que eu esperava de um clássico
O apanhador no campo de centeio é uma história contada em primeira pessoa por um adolescente. O narrador NÃO é confiável. Primeiro porque ele mesmo admiti ser um mentiroso e segundo porque há pista em toda a história que o personagem está passando por problemas de saúde mental.

A explicação para o título do livro é bem poética.
Alisson 12/08/2020minha estante
Também me decepcionei com a história, talvez se eu tivesse procurado entender o contexto histórico da época antes da leitura, teria aproveitaria melhor o livro, mas no geral ficou muito abaixo do que eu imaginava.


William 12/08/2020minha estante
Estou pensando em escolher "O apanhador" como próxima leitura, você recomenda ele?




Erick.Rennan 26/12/2019

Expectativas foram criadas...
Não me prendeu, li até o final pq sempre vi boas recomendações desse livro, queria muito ler pq ele aparece no meu livro favorito "As vantagens de ser invisível" e eu acreditei que seria um dos meus favoritos, porém, não poderia estar mais longe disso. O livro é cansativo, repetitivo e nem tem um desfecho legal, ou abrangência da história dos coadjuvantes. Pode ser que exista una mensagem, uma filosofia, um sentimento que esteja sendo passado através da história, mas eu não consegui sentir. Talvez o livro nem seja tão ruim, mas como minha expectativa estava lá encima, eu acabei achando bem fraco.
Mayla 27/12/2019minha estante
eu acho esse livro ruim demaaaais, alias li ele pelo mesmo motivo


Erick.Rennan 27/12/2019minha estante
Poisé, e ele é famosinho nos EUA, seila, eu esperava tanto hahaha, desapontado...




Val 08/07/2020

Psicologicamente denso
O apanhador no campo de centeio a princípio, parece um livro simples, mas, tem um fundo denso e muitas interpretações psicológicas. O livro é narrado em primeira pessoa por um adolescente que conta suas angústias e seus vazios com sua visão muitas vezes ingênua e entediada sobre o mundo. Pelo contexto de ter sido escrito nos anos 50, parece até um adolescente dos nossos dias em narrativa.
Kah 08/07/2020minha estante
Lemos o mesmo livro? Kkkkk kkkkk
Foi a coisa mais entediante que já li esse ano


Val 08/07/2020minha estante
Sim, o encanto da leitura é justamente a interpretação particular de cada leitor. Achei este livro profundo porque o contexto da história, do autor e das diversas interpretações da história levam a muitas reflexões. Pensamos a todo momento da leitura sobre o que leva o narrador a pensar como pensa, nos faz imaginar se ele é mentalmente doente, se teve traumas ou se é apenas um adolescente problemático. E nos lembra da angústia de ser adolescente, ou mesmo de se sentir vazio ou de ver no mundo um lugar hipócrita e cruel. É uma das mais marcantes obras da literatura norte-americana, leitura obrigatória nas escolas americanas por anos, analisado por grandes estudiosos e considerado pela revista Times um dos 100 maiores romances de língua inglesa da história. Deu início a diversos movimentos sobre liberdade de expressão pós anos 50 e foi citado em diversos cenários e músicas.




Etiene ~ @antologiapessoal 10/06/2020

Sempre vai ser difícil vir aqui e deixar a minha impressão sobre um livro. Especialmente quando eu não gostei de uma obra, e sendo esta celebrada por tantos! Que pontos levar em consideração? Narrativa? Trama? Tema? Mas, olha só, tá TUDO BEM TAMBÉM eu não gostar de um livro que a grande maioria curte muito. Tá tudo bem! - e confesso que quando falo isso pra vocês, estou mesmo é repetindo pra mim!

O apanhador no campo de centeio é uma obra revisitada há anos. Seu autor, Jerome Salinger, narra a história de Holden Claufield: um adolescente ressentido que foi expulso de mais uma escola e está voltando para casa de seus pais. Nesse trajeto, nós identificamos um jovem em transição, passando pelo processo de luto, com muitos questionamentos internos e um eterno inconformismo. Essas características na trama, os diálogos e a forma como o narrador termina alguns trechos merecem nossa atenção. Se nós não fomos o Holden em algum momento de nossa adolescência, certamente conhecemos algum.

Procuro então separar a temática absurdamente necessária - a depressão abordada aqui de forma acessível - da narrativa que não me agradou. Motivo: detestei a linguagem usada pelo autor. Eu compreendo que se trata de um adolescente, mas definitivamente não é meu tipo de escrita favorito. Pensei várias vezes em abandonar o livro, mas o objetivo com essa leitura foi conseguir emitir a minha própria ideia sobre o livro. A experiência foi decepcionante para mim.

Não é a primeira vez que deixo uma opinião controversa sobre uma leitura por aqui. Mas como a proposta sempre foi compartilhar minhas leituras - todas e cada uma delas - trago mais uma vez a minha impressão honesta. Aproveito pra reiterar: a impressão é MINHA, e é natural que haja quem concorde ou não.
Vic 11/06/2020minha estante
Eu também não gostei do livro. E a priori fiquei incomodada com isso, já que é um livro que a grande maioria adora e é sempre referenciado em outras obras....


Etiene ~ @antologiapessoal 11/06/2020minha estante
pois é, também fiquei bem incomodada. mas, acontece, né? :(




Michel 03/02/2020

O Apanhador e a Deusa da Literatura
Estava numa livraria, sem pretensões de compra, somente olhando os livros para compras futuras.

Peguei o livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio’ e pensava que deveria ler aquele livro, mas a fila estava grande, ficaria para a próxima.

Com ele ainda nas mãos ouvi uma pessoa dizer:

_ Você já foi adolescente?

_ Fui, mas faz tempo. – respondi.

_ Não tanto quanto eu. – disse-me sorrindo uma senhora de uns 80 anos.

Demonstrando meu conhecimento filosófico de boteco (às vezes ele é útil) eu disse que era o livro que Mark Chapman segurava após assassinar John Lennon. E ela confirmou:

_ Esse livro é mesmo um clássico! Todos deveriam ler. Ele tem muitas informações e enriquece as pessoas.

Em 5 minutos de conversa ela me disse que tinha parentes em Portugal e que lá ainda não chegou o mau hábito de se alienar no celular. ‘As pessoas ainda conversam’, ela me disse. Que ela adora frequentar bibliotecas e livrarias.

Comentei com ela sobre o livro ‘Sobre os Ossos dos Mortos’, de Olga Tokarczuk, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2018, que eu ainda não tinha lido (achei o livro razoável). Ela pegou o livro, agradeceu a dica e disse que ia comprar.

Nos despedimos e ela desapareceu dentro da livraria como se fosse um fantasma.

Quanto ao livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio’, que furou a fila dos livros que eu programava ler, narra o final de semana de Holden Caulfield, um adolescente inteligente, mas ao mesmo tempo idiota, fútil, inseguro, arrogante, curioso, mentiroso, fraco, tolo, insistente, depressivo, solitário, sonhador, amoroso, dentro diversas qualidades e defeitos que estão presentes de maneira evidente nesse período de tantas transformações e escolhas da vida.
O personagem não acha seu lugar no mundo, e o livro é mesmo um clássico.

Professores de ensino médio deveriam indicá-lo aos seus alunos. É impossível um adolescente, ou quem já foi um, não se identificar com certos anseios e sonhos do personagem.

O livro é mesmo um clássico! Leitura obrigatória!
day 12/02/2020minha estante
To amando!


Michel 13/02/2020minha estante
Um verdadeiro clássico!




Chele 03/08/2020

Um livro clássico que sempre tive curiosidade pra ler. No entanto estou na contramão da maioria que já o leu (pelo menos é o que me parece). O personagem principal do livro é um garoto de 16 anos extremamente chato, e birrento que não gosta de nada nem de ninguém e não dá mínima pra coisa nenhuma, exceto a irmã mais nova. Muito provavelmente é alguma crítica referente a época em que foi escrito, no entanto não me cativou a forma em foi exposta, fiquei desapontada.
Pedrojnfp 26/08/2020minha estante
na verdade, penso que ele não seja birrento, ele deve ter depressão. Como na época não existia o diagnóstico, ele foi taxado como birrento mesmo
mas perder o interesse em coisas, não ver sentido na vida, ficar irritado fácil; são sintomas da depressão. ;)




Godinho 12/04/2020

Salinger e o rebelde sem causa
Escrito de maneira fragmentária na década de 1940 e publicado como livro após a guerra, O apanhador no campo de centeio é um livro de uma geração. Parece-me ser essa sua limitação que poderia, ao mesmo tempo, ser considerada ponto forte. Ele se assemelha ao espírito exprimido por Juventude transviada, baseado numa juventude que cresceu revoltada com e reprimida por uma felicidade artificial, forçada, produzida pelo American way of life do pós-guerra.

O tema da revolta não impressiona mais a minha geração nem, talvez, as mais novas. Ao menos porque da década de 1980 em diante o mundo passa pela corrosão social e climática intensa, diante das quais a revolta não basta. A solução seria apenas uma: revolução. Por essa razão esse livro de J.D. Salinger pode parecer enfadonho se lido esperando uma mensagem atemporal. Pois não é bem por aí. Ao contrário, O apanhador é um livro muito bem temporalizado e, por isso, é mais uma fotografia (captura instantânea) do que uma pintura (representação articulada ao longo do tempo).

Recentemente, assisti a um ícone do cinema musical, Grease, lançado no final da década de 1970 e ambientado na década de 1950. Pouco mais de duas décadas foram suficientes para transformar os anos 1950 em um período glamourizado: do adolescente revoltado, que não vê sentido na convivência e na busca incessante pela felicidade e satisfação pessoais de seus pais e concidadãos mais velhos, passamos ao adolescente revoltado que o é por simplesmente ser cool. A personagem de John Travolta é uma pessoa com a namorada estrangeira na praia; outra com os amigos da escola. De fato, um rebelde sem causa — totalmente diferente, porém, da personagem de James Dean (que figura nos pôsteres dos quartos das adolescentes no filme de Travolta), cuja angústia é inexprimível diante de seus pais e exprimida em ações inconsequentes dentre seus amigos.

O protagonista de Salinger é em todas as medidas o mesmo interpretado por James Dean no cinema. Juventude transviada, porém, pareceu-me representar melhor o sentimento de angústia da geração. Ou, talvez, (e agora é o ponto que finalmente queria chegar), o tradutor dessa edição tenha se excedido. Durante a leitura, minha impressão sobre o narrador e protagonista era, para usar uma palavra de seu próprio vocabulário traduzido, de um sujeito fajutão. Um canastrão, enganador, ele sim o verdadeiro rebelde sem causa. Em retrospectiva, essa impressão pode ter sido causada pelo peso da mão do tradutor.

Em certa passagem dessa tradução, o protagonista chama um colega estudante de "merdinha". Estranhei porque, até aquele momento, não havia essa entonação nas provocações e maledicências da personagem. Curioso, procurei pela internet uma versão do texto original. Fiquei surpreso, então, ao ver que "merdinha" foi evocado do vácuo pelo tradutor. Eu esperava encontrar o típico xingamento do inglês "little shit". Dei de cara com um trecho que, no geral, correspondia a tudo descrito pelo tradutor perfeitamente — exceto esse termo, que inexistia. Não cotejei mais nada. Continuei o livro e me enfezei com o narrador. Terminei insatisfeito, quase dando graças a Deus.

No fim das contas, O apanhador não é um livro ruim, mas, também não o achei excelente. Pode ser que a mão do tradutor tenha pesado minha balança para o lado negativo; isso só se resolverá no futuro, se um dia estiver disposto a ler o original. Por enquanto, fica a impressão de que poderia ter sido melhor.
Jana.Paim 05/10/2020minha estante
caro, vc lembra em qual parte aparece esse merdinha?
abraços




anita 04/08/2020

Para mim, foi difícil encaixar a realidade do Holden no contexto atual, então, num primeiro momento, não gostei tanto do livro. Mas depois de refletir bastante e conversar com pessoas que já leram, entendi melhor a proposta e a importância que esse livro tem na literatura norte-americana. Ainda assim, achei um pouco super estimado, por isso o meu 3.5/5.
Matheus.Lopes 04/08/2020minha estante
Cavaluuuu




Gabriel 02/03/2020

No Estante JP desta semana, Gabriel Dias conversa com o editor da Todavia André Conti sobre 'O Apanhador no Campo de Centeio', do escritor norte-americano J. D. Salinger. Publicado após a Segunda Guerra Mundial, o romance rapidamente tornou-se popular, principalmente entre os adolescentes, que em meio a grande depressão americana se viam buscando respostas para temas complexos como angústia, tédio, descoberta sexual e construção de identidade. Muitos sentiam-se representados no rebelde Holden Caufield.


Acesse nos links:
Spotify: https://lnkd.in/d4DMch9

Site: https://lnkd.in/de6xRCg

Navegador: https://lnkd.in/dvzvw4G

Google Podcasts: https://lnkd.in/d8JAtQY
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Laura 12/10/2020

Livro denso e psicologicamente interessante
A princípio, nos deparamos com a história de um adolescente de 16 anos aparentemente revoltado com tudo e todos - o que, no início da leitura, me irritou bastante (inclusive pensei várias vezes em desistir de ler). Mas, de certa forma, a história prende o leitor, que sente necessidade de saber o que acontece no desenrolar do livro.
Do ponto de vista de acontecimentos, trata-se apenas de uma história de um adolescente perambulando pelas ruas de NY por uns 3 dias no máximo.
Já do ponto de vista psicológico, é um dos livros mais densos que já li.
Holden Caufield é um menino que constantemente critica a sociedade ?fajuta? que vive, ou seja, hipócrita. Em vários momentos do livro me questionei o que estava escondido por trás do comportamento transtornado de Holden: uma personalidade sendo (mal) formada? Abuso sexual na infância? Transtorno de estresse pós traumático? Surtos psicóticos? Fica o questionamento.
Enfim, é um livro pra ser lido com MUITA paciência (kkkkk), pois o personagem principal não pode ser inteiramente confiado e reclama constantemente de tudo. Mas, se você decidir se abrir pra leitura, vale muito a pena analisar a história de um adolescente que, sem dúvidas, é apenas uma vítima de traumas psíquicos ocorridos na infância.
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Stephanie Luz 14/08/2020

De inicio, o livro pode chocar e confundir um pouco por conta dos vícios de linguagem e do texto repleto de gírias, visto que era o dialeto usado pelos jovens de 17 anos da época. Mas logo que você avança algumas páginas, a leitura vai fluindo de uma forma incrível. Holden é um personagem bem irritante, um adolescente reclamão com um ar de superioridade ainda que seja bem inseguro, o que dificulta aquilo que nós procuramos em livros: o vínculo. Eu mesma não consegui criar nenhum vínculo com o Holden e muito menos empatia, mas reconheço que a obra teve uma importância muito grande pra história dos adolescentes da época que não eram público-alvo das histórias contadas nos livros.

Um ponto que me intrigou é que muitos (inclusive do Chapman, assassino do John Lennon) psicapatas tiveram uma identificação imensa com o Holden, ainda que o livro não faça nenhuma apologia à violência. Comecei a leitura acreditando que encontraria alguma explicação para essa referência, mas no fim descobri que foi apenas uma identificação vinda de uma interpretação completamente deturpada.

Foi uma boa experiência lê-lo. Atingiu minhas expectativas e ainda que não tenha sido um favorito, anseio pelo momento de releitura daqui alguns anos, quem sabe não goste mais do Holden até lá.
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null 20/10/2020

Intrigante
A obra chama atenção, logo de cara, por sua linguagem peculiar. Uma transcrição da mente adolescente do personagem e seus conflitos, dos mais simples aos mais profundos. A obra inaugurou, na época, uma análise sobre os jovens e seus inúmeros conflitos, algo pouco abordado até então.
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