Uma mulher no escuro

Uma mulher no escuro Raphael Montes




Resenhas - Uma Mulher no Escuro


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Literatura Policial 23/05/2019

Todo mundo é suspeito em Uma Mulher no Escuro
O jogo do livro é conduzir o leitor por caminhos plausíveis, lançar suspeitas e alimentar a curiosidade do leitor, já que a grande revelação acontece só lá no finalzinho mesmo. Raphael desconstrói tudo o que sugere, e faz isso muito bem. O prólogo já é um soco no estômago, a descrição perturbadora da chacina da família. É como estar lá, vendo de longe o que aconteceu. Muito Truman Capote.

Resenha completa no site.

site: https://literaturapolicial.com/2019/05/14/todo-mundo-e-suspeito-em-uma-mulher-no-escuro-lancamento-de-raphael-montes/
Claudia 23/05/2019minha estante
Querooooo




Noeli 17/06/2019

Não convenceu
Uma história até interessante, mas...achei mal desenvolvida. Cheia de clichês, alguns trechos meio "corridos", e o final então nem se fala! Um final preguiçoso! Talvez ele tenha escrito esse livro para um público mais jovem (quem sabe...). Os personagens rasos demais! Não consegui me conectar com nenhum deles. O desfecho bem previsível (vc identifica o culpado bem antes do final). Na minha humilde opinião, Rafael deveria continuar na linha que ele seguiu desde o início. Adorei os livros anteriores dele. Mas, nem Stephen King conseguiu 100% de aprovação, não é mesmo? Rsrs
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Gaby 23/06/2019

Instigante
Esse foi meu primeiro contato com o Raphael romancista. Já li "O Vilarejo" que é um livro de contos muito macabro e esse foi meu escolhido para iniciar seus romances.

Livro disponibilizado, corri para ler. Eu sou bem fã de thrillers, então fui sabendo pouquíssimo da leitura e sem ter lido resenhas sobre.

Aqui conhecemos Victoria 20 anos depois do massacre que aconteceu em sua casa quando ela tinha apenas 4 anos. Um indivíduo encapuzado invadiu sua casa e matou toda a sua família, pixando com tinta preta o rosto de todos eles. Neste dia ela perdeu a mãe, o pai e o irmão mais velho, e presenciou boa parte da carnificina.

Agora, 20 anos depois, ela tenta seguir em frente, sem nenhum laço familiar além de sua tia, que vive em uma casa de repouso, das sessões de terapia que tem com seu psiquiátra, Max, e do colega Arroz, que conheceu pela internet mas com quem nunca conseguiu se abrir de verdade.

A rotina de Victoria muda quando ela conhece um escritor que frequenta o café onde ela trabalha. Alguém com quem ela se sente um pouco segura para revelar parte de seu passado, e logo Georges passa ser alguém importante em sua vida.

Mesmo depois de 20 anos a jovem mulher não consegue encontrar paz. O assassino está de volta e quer brincar.

Eu entrei nessa leitura sem muitas expectativas, o que foi ótimo. É um livro divertido, instigante, mas não me senti realmente conectada aos personagens. O livro é narrado em terceira pessoa, mas o foco é todo na protagonista (da qual não conseguiu gostar). Já li sobre muitas personagens que passaram por traumas semelhantes e... Não desceu. Não consegui engolir suas atitudes, sua inocência, o quão contraditória ela é. E entendo a relação disso tudo com a infância interrompida, mas o seu desenvolvimento foi, na minha humilde opinião, pobre demais.

O suspense que leva às últimas cenas foi bem elaborado, mas a execução dessas cenas em si deixou a desejar, pra mim, e como boa fã e leitora assídua do gênero que sou.

Se está procurando um livro rápido e instigante, recomendo. Se, como eu, já leu muito do gênero e quer algo além... Não sei se essa é a melhor escolha.

site: https://www.instagram.com/p/BzBn_PlDulP/
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Lucas dos Reis @EstanteQuadrada 11/05/2019

Em quem podemos confiar?
Saber em quem confiar é um dos grandes dilemas do cotidiano. Até que ponto posso contar minha vida para alguém, em quem posso desabafar e até em quem confiar os próprios sentimentos.

Normalmente confiamos nos pais, amigos mais próximos e até em outros parentes. Mas passar por eventos traumáticos muda o comportamento das pessoas, e também afeta a maneira que você interage com o mundo, como é o caso de Victoria.

A protagonista do livro atualmente tem 24 anos e há duas décadas os pais e o irmão foram atacados por um jovem de dezessete anos, e por pouco ela também não morreu naquela noite. Após todos terem sido atacados o jovem pichou o rosto de todos de preto, e desde então Victoria não consegue se abrir para ninguém.

Após anos de terapia ela finalmente consegue se aproximar de algumas pessoas todo o tormento do passado volta: ao entrar em seu apartamento ela encontra o seu ursinho de pelúcia e a parede do quarto pichados. O Pichador voltou e ela precisa descobrir quem ele é, antes que ela acabe como seus familiares.

Continue lendo no site:

site: http://estantequadrada.com.br/2019/05/uma-mulher-no-escuro-de-raphael-montes-critica-do-livro
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Matheus Souza 07/06/2019

Fantástico
Sabe aquele livro que você cria mil teorias e até você fica com dúvida, foi isso que aconteceu com essa obra prima.Pela segunda vez leio um livro em 2 dias, foi viciante e agoniante. Que venha mais livro.
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Rodrigo 05/06/2019

Um livro instigante
Como as demais obras de Raphael Montes, o novo livro conta uma trama recheada de mistério e drama.

Conhecemos Victoria, com um triste passado: seus pais e irmão foram assassinados, e os corpos, pichados de tinta preta. 20 anos depois, aparentemente, o assassino está à solta e Victoria precisa saber quais das pessoas à sua volta é aquele que causou o trauma em seu passado.

Há surpresas e, embora eu tenha adivinhado um aspecto do passado dela, o mistério final - quem é o (a) assassino (a) foi surpreendente pra mim (o autor, de modo hábil, da uma rasteira no leitor ao apresentar uma situação quase o fim e, na página seguinte, inverter tudo).

Embora os mistério sejam atraentes, o que mais me conquistou foi o cuidado e profundidade com que o autor retratou a protagonista. Nos identificamos, torcemos, sentimos raiva... é um personagem muito crível, e gostei como a história ficou concentrada nela, sem se dispersar muito. Permite que o leitor adentre seu mundo e consiga visualizá-la perfeitamente.

Recomendo demais e acho que daria um baita filmaço. Na torcida!
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Fernando Lafaiete 21/06/2019

Uma Mulher no Escuro: Surpreendente ou apenas a obviedade em forma de livro?
******************************NÃO contém spoiler******************************

Para muitos, o novo livro de Raphael Montes é uma obra com viés clássico que se desenvolve de maneira mais sutil, mas que surpreende com o desfecho que se torna uma avalanche de revelações. O único livro do autor que ainda não li é "Suicidas", seu primeiro romance publicado; e portanto, posso dizer com convicção que já estou habituado com suas escrita ácida, irônica e brutal. Gosto bastante de suas outras obras, apesar de sempre acabar me incomodando com alguma coisa. "O Vilarejo" é sanguinário e diabólico. "Jantar Secreto" é asqueroso, desumano e assustador. E "Dias Perfeitos" é a típica narrativa sobre obsessão, com um desenvolvimento claustrofóbica, revoltante e aterrorizante; que poderia ter sido um livro perfeito se não fosse pelo final que considero péssimo. E o que dizer de "Uma Mulher no Escuro?" Seu mais novo thriller policial vem com uma proposta interessante. Após ser testemunha e única sobrevivente do massacre que exterminou sua família, Vitória se apresenta como uma moça marcada por cicatrizes tanto físicas quanto psicológicas. A protagonista tenta seguir em frente, mas vê seu mundo desmoronar após passar a ser perseguida pelo ainda foragido e misterioso assassino que destruiu sua infância. As camadas investigativas são amadoras e quase nulas, as camadas psicológicas estão presentes, mas não tomam proporções mais significativas, a não ser nos momentos finais... O que transforma o mais novo romance do Stephen King brasileiro (será mesmo tão talentoso assim para merecer tal elogio?) em algo mediano. 

EM QUEM DEVEMOS CONFIAR?

Em se tratando do quinto livro de Raphael Montes, esperava encontrar algo mais sólido, onde conseguisse captar sua evolução como escritor. "Uma Mulher no Escuro" é um romance fraco, que não apresenta sua brutalidade narrativa. Não me senti em momento algum incomodado com os fatos apresentados. A trama demora muito para sair do lugar, o que é estranho em se tratando de um livro de apenas 256 páginas. A obra em questão não é ruim, mas soa muito como algo escrito por um escritor iniciante, o que não é o caso. Como em qualquer romance policial que leio, com esse não foi diferente. Passei a leitura toda fazendo anotações desenfreadas, o que me fez desvendar muitos dos mistérios antes do tempo. Posso dizer que mesmo com as manipulações criativas do autor, não me deixei enganar. Muitas das revelações entregues no final que muitos acharam fabuloso, achei fracas, ao ponto de considerá-las apenas obviedades. Seu desenvolvimento narrativo é o tipico desenvolvimento que tenta a todo custo enganar o leitor com frases pré-pontas, e enfoques que martelam em pistas falsas, na vã tentativa de desviar a atenção daqueles que leem determinada obra do gênero. Meu processo de leitura me fez desvendar 95% da trama, o que estragou e muito minha experiência de leitura.

QUE SEGREDOS O PASSADO ESCONDE?

A escrita é simples, os personagens são identificáveis, mas os elementos que compõem todo plot são deveras surreais, o que impossibilita muitas vezes o aspecto da verossimilhança, tão importante em um livro desse gênero, o que impediu que ele se tornasse ainda mais assustador. Gostei da leitura e teria achado sensacional; um começo promissor se fosse o primeiro lugar e não o quinto na linha cronológica do portfólio de Raphael Montes. Um livro com uma estrutura clássica e menos impactante que seu antecessor "Jantar Secreto." Vale a leitura, mas não esperem encontrar algo fabuloso que faça suas entranhas se remexerem de forma incômoda. "Uma Mulher no Escuro" é um quebra-cabeça não muito difícil de montar. Não me surpreendi, não me assustei, mas me diverti. Pra muitos ele será um livro chocante, pra mim foi apenas a obviedade em forma de livro.
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Erica.Martins 17/06/2019

Trama boa mas não me surpreendeu
Eu adoro a escrita do Raphael Montes, pra mim é um dos melhores escritores brasileiros de suspense da nova geração e a leitura desse livro foi bem viciante porque tem bastante misterio envolvendo a história, porém eu acho que coloquei muita expectativa ou eu devo estar lendo muito thriller porque eu não consegui ficar surpreendida com o desenrolar e o final, simplesmente eu matei a charada bem antes do fim, o que fez com que as reviravoltas fossem bem fracas na minha opinião.

A trama já começa com a tragédia anunciada, porque logo de cara já ficamos ciente de um crime de assassinato de uma família onde a unica sobrevivente é a pequena Victoria de apenas 4 anos de idade, o assassino era um dos alunos de uma escola carioca onde o diretor era o pai da Victoria e uma das professoras do jovem de 17 anos era a mãe dela e a dúvida que fica no ar é o que motivou o rapaz a cometer tal crime brutal?

Bom, como o cenário se passa no Brasil obviamente "menor" não fica muito tempo na cadeia e vida que segue, a única coisa que fica mesmo é o trauma e as sequelas fisicas da pequena orfã, ainda bem no início a historia vai dar um salto de anos pra nos mostrar uma Victoria adulta toda problemática emocionalmente e a vida dela parece até que ir bem se não fosse por fatos do passado começarem a vir a tona e tirar tudo o que sobrou da sua paz de espírito.

O autor não deixa o leitor as cegas e o tempo todo ele vai dando dicas que podem ser verdadeiras ou falsas sobre a identidade de quem está enviando ameaças para Victoria fazendo com que ela comece a cavar sua própria história e descobrir diversos podres envolvendo o assassino e sua família, o problema é que o número de suspeitos são bem limitados e não fica difícil de deduzir os fatos, na verdade pra mim foi até óbvio demais.

A pergunta de um milhão é: O livro é ruim? Definitivamente não, dá pra ler em uma sentada fácil, a escrita é bem fluída e a historia prende bastante, porém não gostei muito dos personagens e achei que o final terminou de forma abrupta, mas considerando que muitos favoritaram é possível que voce goste também por isso eu recomendo bastante pra quem curte um bom entretenimento.
Su 17/06/2019minha estante
Ultimamente também tenho lido muito thriller, e tenho ficado com essa sensação de que as vezes a história não surpreende.. mas tô achando que a gente que está ficando mais "craque" em descobrir os culpados, até porque tem sido aquela leitura frequente né? Adorei a resenha, já vou adicionar na minha lista esse livro também. (:


Rose.Agra 17/06/2019minha estante
Tbm descobri de cara o plot twist.


Erica.Martins 17/06/2019minha estante
Su quando acontece isso eu começo a intercalar os gêneros entre romance e livros históricos, costuma funcionar quando os thrillers vão ficando previsíveis rs de verdade eu curti a leitura mas não está na minha lista de melhores, espero que a sua experiência seja melhor que a minha ; )


Erica.Martins 17/06/2019minha estante
Pois é Rose, considerando as críticas eu esperava bem mais




Weslei 09/06/2019

FRACO
Personagens rasos, não me importei com a Victoria nem me interessei por nenhum outro ali criado, é visível o esforço do autor para que alguma coisa fizesse sentido no final, soando de maneira forçada (um livro de 250 páginas, que poderiam ser 100, mas pareceram 500) e nada natural, nem mesmo fluída. Salta na cara também o quanto quem escreveu precisava mostrar para seu público que é conhecedor de "cultura popular brasileira noventista", (banheira do Gugu, Chiquititas, música do Raça Negra narrada em um diário por um criança 12 anos? ah por favor!!), a impressão é mais de querer agradar um público alvo em específico (adolescentes, quem sabe o maior público do escritor) relegando uma boa história a segundo plano. De maneira nenhuma dá pra se levar a trama a sério como uma história adulta, pelo menos para um leitor com maior senso crítico. Muito menos vinda de um escritor com fama (proeminente) no meio literário como o autor. Talvez não seja horrível, e eu só não faça parte do público a quem o livro é destinado. Uma pena porque realmente gostei de Suicidas e Jantar Secreto, nem tanto de Dias Perfeitos mas que mesmo assim é infinitamente superior a esse Uma mulher no Escuro.
Elton 12/06/2019minha estante
Meu preferido tb eh Suicidas de longe, mas 90% dos adolescentes noventistas amavam Raça Negra




Blog Stalker Literária 13/06/2019

Sabe quando alguém diz que a gente precisa dar outra chance ao autor? Pois é, anos atrás eu li um livro do Raphael e não gostei tanto como todas as outras 50 milhões de pessoas, e cometi o erro de não tentar com outro livro. Mas com o lançamento de Uma Mulher no Escuro eu fiquei super curiosa e resolvi dar a tal "segunda chance", e preciso confessar: quero todos os outros livros do autor na minha mesa pra ontem!
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Aqui vamos conhecer a historia de Victoria, que no seu aniversario de 4 anos presenciou a morte de toda a sua família, ela foi a única sobrevivente do massacre, porém ficou com vários traumas físicos e mentais. Vinte anos depois ela ainda luta muito para tentar viver "normalmente" em sociedade, com a ajuda de seu médico ela começa a se abrir para novas amizades, mas é bem quando ela está progredindo que sua casa é pichada com tinta preta, assim como seu ursinho de infância, do mesmo jeito que o assassino fez com sua família naquela noite.
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Sabe aquele livro que você só para de ler porque precisa viver? Porque tem obrigações que infelizmente não dá pra fazer com um livro na mão? Pois então, aqui aconteceu exatamente assim! Fazia tempo que não me via tão presa em uma história assim.
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A construção desse suspense é incrível, temos uma jovem super carregada de traumas mas que quando a situação complica não se paralisa, vai ate o fim para entender e tentar solucionar toda aquela confusão.
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O livro tem uma escrita muito fluída, é surreal o quanto ele consegue nos prender. A melhor coisa aqui pra mim foi o modo com que o autor colocou a quantidade de personagens e detalhes certos, de modo que você não sabe pra que lado atirar, e fica se roendo de curiosidade até o final.
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Para quem gosta do gênero precisa colocar esse livro na lista de leitura, Raphael Montes constrói uma história incrível, tensa e com uma personagem inspiradora, a cada pagina a historia fica melhor, e no fim você não vai acreditar no que acabou de ler... Com certeza veremos Uma Mulher No Escuro em várias listas de melhores de 2019 por aí!

site: https://www.instagram.com/p/ByoLmS2jotz/
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Guynaciria 18/06/2019

Raphael Montes sempre arrasando, com seus livros cheios de mistério e plot twists de tirar o folego. 

Em Uma Mulher no Escuro, temos narrada a história de Vic, uma mulher cheia de problemas, que tem medo de se relacionar, de confiar, que está estagnada em um emprego medíocre, não tendo nenhum parente ( exceto uma tia idosa) e que foi vítima de uma grande tragédia na infância. 

Vic teve sua casa invadida quando era apenas uma garotinha, e ela acabou vendo seus pais e irmão sendo mortos de uma forma brutal, sendo ela mesma agredida de uma forma inimaginável.

Anos se passam e ela apresenta uma série de transtornos psicológicos advindos do trauma que sofreu. Só que para piorar algumas coisas bem estranhas estão acontecendo, o que deixa a garota em estado de pânico.

Devo confessar a vocês que apesar de serem pouquíssimos personagens, o autor conseguiu me fazer de boba diversas vezes, sempre imaginando quem seria o real culpado dos atos que estavam sendo praticados. E para melhorar eu nunca iria imaginar o real crime que foi cometido. 

Só isso já é o suficiente para indicar esse livro, afinal de contas tem coisa melhor do que ser apanhado de surpresa em um final inusitado, bem elaborado e perturbador?
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Cintya Plem 13/06/2019

Uma Mulher no Escuro
Eu amo essa sensação que fica aqui comigo logo ao concluir a leitura de uma obra do autor, parece um soco no estômago com um estremecimento mundial. Exagerada? Mas é como me sinto.
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Mais uma vez fui jogada em uma história densa, pesada mesmo de ser degustada, o assassinato brutal de uma família é bem o assunto que me chama a total atenção, e envolver nisso todos os dramas pessoais da única sobrevivente, Victoria a filha mais nova de um belo casal que foram mortos e tiveram os rostos pichados de preto por um aluno do colégio do qual eram donos.
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Depois de 20 anos Vic vive traumatizada, prefere se manter afastada, só tem gratidão por sua tia-avó Emília ter cuidado dela desde pequena, se trata por anos com o Dr. Max e tem uma amizade estranha com Arroz e assim leva a sua vida reclusa até surgir em seu caminho Georges que começa a mexer com seu coração.
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Qual é o momento que uma criança começa a mudar? O quanto as más influências vão causar estragos? Como a maldade está impregnada e afetando a sociedade? Esses são alguns dos claros questionamentos que ficam ao decorrer da leitura!
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Não é que eu queira aliviar o lado do assassino, mas o autor realmente conseguiu aprofundar com perfeição todas as dores de sua trajetória, me assustou, me entristeceu e por fim me fez compadecer ao conhecer as dolorosas motivações para um crime tão chocante.
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O autor nos leva pelas mãos as suposições, são tantas bem claras, esse jogo de estar fácil foi muito bem elaborado, eu consegui formular uma boa hipótese e quando vi ela se concretizar, ainda assim, consegui ser surpreendida com mais um detalhe que precisava fazer a diferença, e é exatamente assim que o Raphael gosta de fazer em suas histórias, uma ótima surpresa final de tirar o fôlego!
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Vinny Britto 10/06/2019

Esperava Mais
Pra mim não é o melhor livro do Raphael assim como a maioria está afirmando. O livro não é ruim, a história prende a atenção e faz querer saber logo o que vai acontecer, mas o problema é que os personagens são chatos. A maioria é raso e/ou estereotipado, talvez salvando só a protagonista, mas não me causaram nenhuma empatia.

É um thriller psicológico que pode ser chocante, mas a condução não me convenceu muito. Pensei até em avaliar com 3 ou 3,5 mas as reviravoltas e revelações das últimas 30 ou 40 páginas me surpreenderam. Passei bem longe de descobrir o mistério.

Meu preferido continua sendo Suicidas.
Elton 12/06/2019minha estante
Meu preferido tb eh Suicidas de longe




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