Cidade das Garotas

Cidade das Garotas Elizabeth Gilbert




Resenhas -


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Kayla 19/01/2022

QUE LIVRO!
se eu disser que não li esperando um Evelyn Hugo 2.0 é mentira. a história no começo é bem parecida, até os nomes de alguns personagens mas ao longo do livro você ver como ele é único. a escrita, os detalhes da autora, o quanto ela se informou sobre aquela época é INCRÍVEL, alguns atores que realmente existiram aparecessem, a linha do tempo de como ela sabe, de como ela estudou sobre. a visão da protagonista e a sinceridade dela sobre a segunda guerra mundial, pós e antes. a realidade de como se vivia nos anos 40, o quanto a Vivian era MUITO, o quanto ela não servia pro padrão criado naqueles anos. e que protagonista meu deus, ela sabe que ela é bonita, ela sabe o poder que ela tem, ela sabia que era privilegiada, ela sabia q ela tinha oq muitas pessoas daquela época não podia ter, e ela era sincera quanto a isso, a Vivian não ?se fazia de besta?. o livro mostra o amadurecimento dela, mostra em como ela errou e que ninguém nunca foi dono da razão, a vida vai te dar tapas na cara, as pessoas que você ama, a vida vai fazer ter uma reviravolta. em nenhum momento eu enxergo esse livro como romance, eu enxergo nele somente A Vivian, uma jovem imatura, rica, que não tinha noção de nada da vida como muita gente por aí, mas ela aprendeu, ela era realista. a escrita da autora é impecável, mesmo os capítulos sendo grandes quando você acaba um vc quer continuar, vc precisa de mais. de verdade, eu passaria horas falando sobre esse livro, não é um livro muito conhecido e eu nem sei se quero q seja pq vou sentir ciúmes (tô brincando kkkkkkkkkkk). eu fiquei fascinada sobre esse livro, eu esperava uma cópia de os sete maridos de evelyn hugo, e eu recebi algo completamente diferente e INCRÍVEL como eu nunca li. Elizabeth Gilbert, depois desse livro, se vc quiser o mundo eu te dou ?
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Lifesto 09/01/2022

A vida fútil de Vivian Morris
Sim! Vivian Morris teve uma vida "fútil". A protagonista atravessou uma das épocas mais sangrentas da história da humanidade, por isso podemos considerar que os problemas que enfrentou durante a sua jornada supérfluos. Entretanto, que história interessante!
A protagonista é extremamente profunda, ao final da leitura você se sente um amigo de longa data de Vivian, conhece seus medos, suas experiências, aprendizados, sentimentos, filosofias de vida e receios mais profundos. A história é tão bem feita, que é estranho pensar que é apenas uma ficção. A forma pouco romantizada com que a autora construiu o enredo deixa um amargo gosto de realidade durante a leitura. Além disso, você se vê alienado, depois de alguns parágrafos, é possível se sentir em Nova York acompanhando todas as aventuras e desventuras de VIvian Morris
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Sara 03/01/2022

Quando comecei este livro estava a passar por uma reading slump. Eu tinha acabado de abandonar um livro que não estava a gostar e estava à espera que City of Girls me salvasse. Na verdade, salvou.

A primeira metade do livro tendeu mais para o lado "engraçado". Eu estava a gostar, mas não tanto quanto esperava, para ser honesta. Talvez por causa da minha falta de interesse em ler (porque reading slump), não sei, mas senti que algo estava a faltar. As minhas expectativas estavam muito altas porque só ouvia coisas incríveis acerca desta ficção histórica. A segunda metade do livro já foi mais emocionante e comovente.

Este livro aborda importantes tópicos de conversação, tal como a sexualidade, o empoderamento feminino, principalmente neste período da história, a emancipação, o quebrar dos padrões e das regras. O comportamento imprudente e impulsivo quando somos jovens, sem pensar nas consequências dos nossos atos. Mas às vezes também achei a personagem principal um pouco presunçosa (ou talvez tenha sido apenas impressão minha).

No entanto, temos que chegar até às últimas 100 páginas do livro para finalmente descobrir quem é o pai da Ângela. Ângela pergunta-lhe sobre sua história com o seu pai, mas em vez disso ela fala mais sobre a sua própria história do que realmente sobre o seu relacionamento com o homem.

No geral, gostei do livro. Sinto que às vezes os livros de ficção histórica vêm com o rótulo de "chatos" associados a eles, mas não acho que este seja o caso. Na verdade, até foi divertido às vezes. Não sei se considero estas 4 estrelas gordas, mas é o que vou dar por agora. 3,75 estrelas, talvez? Ainda estou a ponderar. Também recomendo este livro porque acho que muitas pessoas vão gostar.
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Nathy.BraganAa 20/12/2021

Cidade das garotas
Gostei muito da leitura. Ela é fluida, dinâmica.

Achei interessante que a forma de escrever não me lembra comer, rezar e amar
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Cami 17/12/2021

Esse tem dois momentos, um que a gente foi "uhul, diversão" e depois pura agonia e aflição. Tudo pra mim acompanhar a história dessa mulher.
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liriel 27/11/2021

Como essa obra não está tendo o hype que merece?
" A certa altura da vida de uma mulher, ela se cansa de sentir vergonha o tempo inteiro. Então está livre para se tornar quem é de verdade. "

Adoro ler livros que me dêem a perspectiva de estar sentada com uma taça de vinho, conversando pessoalmente com a personagem. Esse tipo de livro me encanta, e este me emocionou do começo ao fim. Quando estava lendo Cidade das Garotas, a sensação era que eu estava lá com Vivian Morris, escutando sua história, como aconteceu com o ícone Evelyn Hugo. Eu estava com Vivian nas ruas de Nova York, nos bares, nas apresentações, nos amores e desamores, nos erros e acertos, nas ascensões e nas quedas. Vivian é uma mulher real como Evelyn Hugo, que depois de muitos infernos não é qualquer demônio que as derruba.
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Leidiana 14/11/2021

Cidade das Garotas é o último lançamento de Elizabeth Gilbert, autora de Comer, rezar e amar. O romance se passa na Nova York dos anos 40 e acompanha a trajetória de Vivian Morris, uma garota de dezenove anos que se muda para essa cidade após ser expulsa da faculdade.

No início da narrativa, Vivian recebe uma carta de Angela, filha de um antigo amigo seu, que questiona sobre a verdadeira natureza da amizade entre Vivian e seu pai. A partir disso, em uma carta de resposta à filha do seu amigo, a protagonista começa a narrar a história da sua vida desde quando deixou a escola para se mudar para Manhattan até o seu momento presente, já uma senhorinha idosa.

Assim, conhecemos a Vivian de dezenove anos, uma garota apaixonada por moda, que não tinha muita perspectiva sobre seu futuro na faculdade e que estava animada com a ideia de passar uma temporada em Nova York junto de sua tia Peg, dona de uma companhia de teatro na cidade.

Ao chegar ao teatro Lily Playhouse, a protagonista descobre que sua tia está falida e que a companhia de teatro mal paga as próprias contas, se sustentando com espetáculos baratos de números de canto e dança simplórios. Nesse arranjo, passamos a acompanhar o dia a dia nessa companhia teatral, no qual Vivian logo é integrada ao descobrirem seu talento com a costura.

"Se parece que estou desmerecendo as produções do Lily, não estou: eu as adorava. Daria qualquer coisa para me sentar no fundo daquele velho teatro podre e ver um daqueles espetáculos outra vez. Na minha cabeça, nunca houve nada melhor do que aquelas revistas simples e entusiasmadas. Me faziam feliz. Eram concebidas para deixar as pessoas felizes sem obrigar a plateia a se esforçar demais para entender o que estava acontecendo. Conforme Peg aprendera na Grande Guerra, quando produzira divertidas sátiras de canto e dança para soldados que tinha acabado de perder um membro ou cuja garganta tinha sido queimada por gás de mostarda: Às vezes as pessoas precisam pensar em outra coisa."

Nesse cenário, Vivian se sente pela primeira vez em um lugar onde pode ser ela mesma sem medo das amarras da sua família. Ela logo faz amizade com Celia, uma corista belíssima da companhia que a leva para conhecer a noite de Nova York. Vivian se apaixona pela cidade e suas diversões. Nesse contexto de festas regadas a álcool, Vivian tem o despertar da sua sexualidade e as suas únicas preocupações são achar roupas em uma bazar perto do teatro para que ela possa utilizar como figurino e aproveitar ao máximo as suas noites.

"Na minha opinião, Celia Ray era a perfeição. Era a própria essência da cidade de Nova York, uma combinação fulgurante de sofisticação e mistério."

No entanto, após cometer um erro que a afasta do Lily Playhouse, a protagonista descobre que mesmo as coisas que ela ama podem se tornar fonte de uma grande dor.

"É fácil ser sensata depois do acontecido. Mas qual é a finalidade de ter vinte anos se não cometer erros grosseiros?"

Vivian é a narradora que está relembrando o passado para contar a sua história, talvez tenha sido esse o motivo que eu senti um distanciamento da Vivian de dezenove anos em relação aos acontecimentos do seu dia a dia no teatro. Como se existisse um véu fino entre os sentimentos da Vivian do passado e a narrativa. Isso fez ela parecer mais uma observadora do cotidiano do Lily do que uma participante efetiva.

Apesar disso, foi muito divertido acompanhar a Nova York dos anos 40 pelos olhos da Vivian, foi maravilhosa ver como ela não se prendia a amarras de falsos moralismos e aproveitava ao máximo todos os momentos. Também foi importante acompanhar a perspectiva de uma protagonista sexualmente livre, que não tinha falsas ilusões em relação ao sexo como diversas outras protagonistas dos inúmeros romances que lemos diariamente. Em Nova York, lugar onde um turbilhão de pessoas gostam de aproveitar as melhores sensações da vida, Vivian se encaixou perfeitamente. Contudo, mesmo com essa liberdade aparente, a autora narra o machismo da sociedade em diversos momentos da obra. O perdão aos erros dos homens e a condenação de mulheres pelos mesmos erros estava presente nos anos 40 e perdura até os dias atuais.

Eu senti uma conexão muito especial com a Vivian, com os erros dela, com seus amores, seus acertos. As quatrocentas páginas passaram voando graças a essa conexão e ao cenário que a autora criou para esta obra. A inebriante Nova York antes e depois da Segunda Guerra. E apesar do romance focar na história da Vivian, também podemos ver os estragos da guerra no mundo, o racionamento de comida, as perdas de familiares, o impacto psicológico do combate à saúde física e mental dos soldados. E não obstante, também temos uma leve pincelada sobre as dificuldades da vida materna no século passado.

"Eu estou esgotada (...) Mas amo tanto esse menino que às vezes acho que vou partir ao meio. É esse o truque sujo? É assim que eles obrigam as mães a destruir a sua vida pelos filhos? Fazendo com que elas os amem tanto?"

Cidade das Garotas foi o primeiro livro da Elizabeth Gilbert que eu li e me deixou um gostinho de quero mais em relação a autora, embora tenha gostado mais da segunda metade do livro, ainda assim, valeu muito a pena ter conhecido a trajetória da Vivian e aprendido diversas lições junto com ela.

"De qualquer modo, a certa altura da vida de uma mulher, ela se cansa de sentir vergonha o tempo inteiro. Então está livre para se tornar quem é de verdade."
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Gabi Ribeiro 30/09/2021

QUE LIVRO
Um belo romance antigo. Que grande juventude e entrega total da vida! Viver do jeito que nós consideramos certo, eu acho que isso exige certo grau de confiança e coragem e pude afirmar isso com base nesse livro.
Amei ler, de verdade!
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renatavisani 22/09/2021

a futilidade na medida certa com toques de realidade - mais pro final que eu precisava ler nesse momento. queria estar em nova york
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Fabíola Labbé 17/09/2021

Da mesma autora de Comer, Rezar e Amar (que li a muitos anos e lembro de ter gostado muito) vem agora Cidade das Garotas. O livro começa com uma carta que Ângela (uma jovem) escreve a Vivian (uma senhora) no ano de 2010. Essa é a terceira vez que elas se comunicam (a primeira quando Ângela se casou, a segunda quando seu pai morre e esta última, por ocasião da morte de sua mãe) e a jovem questiona Vivian sobre qual o papel desta na vida de seu pai. Vivian então começa a contar sua história, deixando claro que se trata, na realidade, de sua versão dos fatos.
"O que eu era do pai dela? Só ele poderia responder a pergunta. E como nunca optou por falar a respeito com a filha, não cabe a mim contar o que eu era dele. Posso, contudo, contar a Ângela o que ele era para mim."
Começamos o livro no verão de 1940, quando uma Vivian de 19 anos se muda para a cidade de Nova York, após ser expulsa da faculdade por ter sido a segunda pior aluna do primeiro ano tendo reprovado em absolutamente TODAS as provas (a única pior que ela foi uma aluna que contraíra pólio e não frequentava as aulas) e, seus pais, não vendo correção para as atitudes da filha (digamos que ela era bem rebelde para a época em que vivia e se mantivesse absurdamente ocupada no horário de aulas, embora nem ela mesma soubesse com o quê kkkkk) resolvem mandar a jovem morar com sua tia, Peg, também de comportamento considerado subversivo, dona de um teatro. Na bagagem Vivian leva sonhos, expectativas e uma máquina de costura, seu maior talento e verdadeira paixão. Vivian chega para morar no teatro, na companhia de dançarinas, artistas e Olive, secretaria de sua tia, uma senhora distinta e rigorosa, amiga de Peg de longa data.
Temos uma personagem narradora forte, livre, desapegada de relacionamentos e totalmente fora dos padrões que me ensinaram a visualizar quando ouço falar em anos 40, 50. Ela bebe, fuma, transa com quem quer, na hora que deseja, divide a cama com uma amiga com quem não tem relações mas por quem nutre uma adoração e um amor únicos. O que vemos constantemente na convivência de Vivian, sua tia e todas as garotas da companhia de teatro, é sororidade pura... União, amizade, cumplicidade, são constantes no enredo.
Mas, assim como na vida real, as coisas não seguem um rumo de felicidade constante e nossa protagonista, num rompante de ciúmes, insegurança, bebidas e passionalidade, em um conjunto de atitudes impensadas, tem uma noite de loucura com sua amiga Célia e o marido de uma pessoa que ela admira muito... E isso, amigos, muda os rumos da nossa história e nos deparamos com uma Vivian arrependida, sofrida e triste..e sua vida tem um retrocesso...

"No último dia e meio, estivera bêbada e ferrada e assustada, fora aviltada e abandonada e repreendida. (...) Tinha sido exposta, entalhada e totalmente perseguida. (...) Não havia muito que Walter pudesse dizer para aumentar minha vergonha e me ferir ainda mais."

O livro é todo narrado por Vivian, direcionada a Ângela e a autora, em momentos estratégicos, deixa isso claro.. isso é importante pq a leitura nos leva a um processo de envolvimento e imersão onde por vezes esquecemos da intenção original da história (contar a Ângela sobre o que seu pai era na vida de Vivian). A autora retrata a forma como a Segunda Guerra Mundial afetou Nova York e seus moradores com maestria e sem exageros de narrativa. Em nenhum momento temos cenas viscerais mas sim sempre cheias de sentimentos e emoções, o que torna a leitura um pouco mais influenciadora em níveis emocionais.
É uma história de descobertas, de amizade mas de perdas e dor tbm...a Guerra nunca é bonita e sempre muito onerosa para todos os envolvidos, direta ou indiretamente e isso é percebido no decorrer da leitura. A maior parte do livro conta da vida de Vivian mas perto do final (mais um detalhe primoroso da escrita pois essa mudança coincide com a proximidade do final da guerra) damos um salto no tempo para encontrar nossa protagonista 20 anos depois...

"Tudo fica diferente depois que uma guerra termina. Já vi isso antes. Se tivermos bom senso, estaremos todos preparados para fazer ajustes. (...) A Nova York pós-guerra era um animal esplêndido, faminto, impaciente e crescente."

A história toda foge de uma regra que eu imaginei ao pensar em como seria a vida nas décadas de 40 e 50 com relação a comportamentos e posicionamentos da sociedade no que diz respeito as mulheres, em especial às independentes.... E isso foi uma experiência incrível de leitura, as surpresas me atingindo a cada capítulo.

"Com o máximo de orgulho, consegui observar todas as agitações e transformações dos anos 60 e saber o seguinte: Minha gente chegou lá primeiro."

O livro se torna uma constante lição de vida, especialmente quanto a julgamentos e preconceitos sobre comportamentos das pessoas com quem convivemos e em como isso não muda o caráter delas.... Confesso que chorei em alguns momentos. Chorei por Vivian mas principalmente por identificar na história dela fatos que podem ter acontecido com qualquer de nossas antepassadas e que nunca puderam ser contadas... Chorei pq nem nos meus piores dias eu sequer cheguei perto de imaginar viver e superar coisas a que cada uma delas sobreviveu... Chorei por me imaginar forte quando na verdade elas eram fortalezas indestrutíveis...

"O mundo não é plano. Você cresce achando que as coisas são de certa maneira. Acha que existem regras. Que as coisas têm que ser de um jeito. E você tenta viver em linha reta. Mas o mundo não liga para as suas regras ou as suas crenças. O mundo não é plano, Vivian. Nunca vai ser. Nossas regras não significam nada. O mundo simplesmente acontece com você de vez em quando, é isso que eu acho. E as pessoas têm que seguir por ele da melhor forma possível.”

Eu tinha lido Comer, Rezar, Amar a muitos anos atrás mas confesso que não lembrava da escrita de Elizabeth Gilbert ser tão envolvente então acho que posso afirmar que, para meu gosto e da forma como me atingiu, essa leitura mostra nosso amadurecimento... Dela enquanto criadora e de mim enquanto expectadora. Junto com algumas poucas obras esse se torna um livro de cabeceira para mim, algo que sempre vou ter vontade de reler.

A edição da Companhia das Letras mais uma vez não decepciona e apresenta um livro de qualidade inquestionável, com uma revisão perfeita, sem erros... A austeridade da diagramação condiz com o assunto abordado e isso mostra a eficiência dos envolvidos.

"Às vezes, levamos muito tempo para entender as coisas."

E quanto ao pai de Ângela???? Ah, isso fica pra vcs descobrirem pq vale a pena desbravar cada página para chegar a esse momento!

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Lu 05/09/2021

Que delícia que foi ler sobre toda a vida de Vivian Morris! Sobre a Nova York dos anos 40 aos anos 2000, que nunca perdeu a dinamicidade?

Eu simplesmente amei todas as personagens e fiquei fascinada com todos os diálogos.

É incrível ler sobre pessoas tão diferente do que se espera no seu tempo, sobre seus medos, seus anseios e, principalmente, suas atitudes!

Eu amei como a história foi conduzida. Amei todas as referências e informações sobre a guerra e o sofrimento que ela causa.

Indico muito!

Vivian, Peg, Olive, Edna, Billy, Celia, Angela, Frank, Marjorie, Nathan?. todos incríveis. Já estou com saudade.
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Vic 25/08/2021

Evelyn Hugo 2.0 veio aí
Como sei que o hype de evelyn é gigantesco, convido todos que curtiram a história sobre a vida badalada da nossa atriz (evelyn) a conhecerem uma versão diferente de uma outra mulher incrível tbm. Desde sua fase adolescente com problemas de adolescente, com futilidades e despreocupaçoes, até a sua versão mais madura.

Esse livro fala sobre as pessoas serem imperfeitas. Ao longo dele, muitas histórias são contadas, dá pra tirar muitas reflexões.

Me fez pensar que só precisamos nos aceitar, essa é a chave pra vivermos em paz na nossa pele, se somos considerados fracos, impuros, comuns, pouco importa. Oq vale é nossa sinceridade, é viver com intensidade. É um livro sobre fracassos, caminhos que a vida toma, altos e baixos de uma existência. Mas o maior ensinamento que tirei, além de reconhecer tudo isso, é que somos dignos de amor independente das nossas ações.

É uma leitura rápida, gostosa, bem humorada e com uma ambientação incrível. Leiam!
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marianasvg 18/08/2021

Sensacional
sem palavras pra esse livro!! vivian deixa a cidade do interior pacata em que vivia pra morar com sua tia lesbica dona de um teatro nos anos 40 em new york.
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spoiler visualizar
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Brenda 15/08/2021

?E sabe o que isso significa? Nada.?
Não sei demonstrar como estou emocionada com esse livro. A Vivian Morris foi uma das melhores personagens que eu já li, e a história dela, assim como as pessoas que ela considerava família, consequentemente estão guardadas em meu coração. Esse livro pode parecer uma bobagem fútil no começo, traçando a vida de uma jovem garota descobrindo Nova Iorque enquanto mora em um teatro, mas você sente o amadurecimento da narrativa e como as coisas vão se tornando profundas e cheias de significado conforme as páginas vão passando. Diversas vezes eu quis bater em Vivian por ter sido uma jovem tão auto centrada no próprio mundinho, mas a verdade é que eu a admirei muito em diversos aspectos.

Eu amei viajar para a Times Square de 1940. Amei a trajetória de todos os personagens, e em como cada um foi capaz de me ensinar algo diferente. Eu li este livro no exato momento em que eu precisava dele: para reconhecer a mim mesma, para me amar mais, para viver o mundo sem medo e para buscar pela independência.

?O mundo não é plano.? Esse será o meu mantra agora. Com toda a certeza. Esse livro ajuda a entender como todas as pessoas são diferentes uma das outras e, assim, a gente valoriza nossa individualidade, assim como as coisas simples da vida. O livro ajuda a não julgar. E eu amei me deparar com tantos ensinamentos incríveis em um livro que, no começo, parecia simples. No entanto, Elizabeth Gilbert tem esse dom de começar na simplicidade e delinear de forma natural e humana e real as histórias que escreve.
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