A Hora do Lobisomem

A Hora do Lobisomem Stephen King
Ben Wrightson




Resenhas - A Hora do Lobisomem


29 encontrados | exibindo 1 a 15
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Leo 07/05/2017

Bom
Apesar do livro ser curto, ele rendeu uma boa história, poderia ter sido bem mais aproveitada isso é um fato. O livro é voltado para suspense e terror, o autor descreve os ataques de forma marcante, e o grande mistério do livro(revelado prematuramente) é quem será que vira a besta e aterroriza a cidade de Tarker's Mill? Eu recomendo baixar por PDF e ler pelo celular mesmo, pois esse livro sendo raro, custa em média de R$100,00 à R$150,00, só para colecionadores rsrsrs. Eu li no site stephenking.com que esse livro vai ser relançado, só não sei quando... Vamos esperar!!
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Bárbara 22/01/2017

Não é uma resenha, porque o Skoob não conta para Lattes, mas confesso que, em alguns momentos, pensei comigo: será que estou lendo Stephen King?
O pequenino "A Hora do Lobisomem" é, possivelmente, o livro mais fraco da vasta obra de Stephen King, embora possua certo legado na cultura popular (vide a versão cinematográfica de 1985).

A premissa é bem simples: uma simplória cidade do Maine (livros do King ambientados no Maine? Imprevisível, não?), um besta à solta que todos (leia-se os adultos) acham se tratar de um assassino mascarado à la filme do Wes Craven e a figura infantil de um garotinho cadeirante com uma "imaginação fértil". A partir dessas informações, temos o nosso livro.

King é conhecido por obras densas, mas aqui não temos uma obra densa. Não estou me referindo ao número de páginas, tampouco estou afirmando que é um problema o livro ser "pequeno", mas o autor me deixou com uma sensação de vazio pós-leitura, uma sensação de fome. Provavelmente, em razão disso, o livro não me agradou tanto quanto outras obras que já li do tio Stephen. Marty, o garoto fofuxo, é o ponto alto do livro. Stephen explora (pela 98ª vez) uma personagem infantil em suas obras, embora gostaria que essa personagem recebesse mais atenção de King.

Achei interessante a organização dos capítulos, pois cada um representa um mês do ano em que há um ataque da besta, porém amei as ilustrações. Em minha opinião, as mesmas conseguiram ser mais assustadoras que o próprio livro, mas considero um problema gravíssimo o fato das ilustrações serem mais atraentes e aterradoras que a própria narrativa, ainda mais por ser do gênero terror. Será que sou muito visual? Talvez!

Como fiquei com a já mencionada sensação de fome após a leitura, vou assistir ao filme oitentista para ver se a mesma é saciada.

Ah, Stephen, estou decepcionada contigo. Você não me saciou como leitora. Não me saciou como a pseudo-fã que sou sua, tendo em vista que só li 4 livros dos 9 milhões publicados. Não foi dessa vez, querido!
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Luciano Luíz 27/11/2016

A HORA DO LOBISOMEM é um daqueles livros onde o enredo ocorre em um ano. Cada capítulo representa um mês e sempre há uma ilustração em PB (preto e branco) para iniciar. É um livrinho fantástico. A narrativa se desenvolve muito bem. As cenas de ataque do lobisomem e todo o mistério que as pessoas tem sobre a criatura estão com uma qualidade estupenda. Porém, quando infelizmente descobrem quem é que se transforma no monstro, o livro perde toda a sua magia. Afinal, com a identidade revelada torna-se apenas um texto que visa narrar uma maneira de acabar com o bicho. Ou seja, a descoberta de quem é o lobi ocorre muito cedo e depois nada mais há de proveitoso... e isso detona facilmente com um livro que tinha tudo para ser um dos pequenos mais poderosos de STEPHEN KING. Mas o autor conseguiu a façanha de cagar... uma pena...

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/LLSantosTextos/
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Torpor Niilista 19/11/2016

O mestre do Horror e A hora do Lobisomem...
Stephen King é um dos nomes que mais influenciaram meus gostos desde a mais tenra infância... Vi várias adaptações de seus inúmeros livros, repetidas vezes ao longo dos anos... Um dos filmes mais marcantes é Bala de Prata, ou A hora do lobisomem... E foi com agradável surpresa que encontrei o livro entre uma pilha de um amigo que estava se desfazendo dele...

De narrativa ágil e ritmo alucinante, conhecemos alguns personagens que morrem pelas mãos de uma Besta assassina, que só ataca em noites de lua cheia, numa cidadezinha do Maine, Tarker's Mills... A narrativa de King é de uma riqueza de detalhes, a ponto de fazer o leitor visualizar as cenas como se ocorressem em sua presença... E é de forma aterradora que pessoas como Arnie Westrum, Stella Randolph ou o garoto Brady Kincaid são despedaçadas ante nossos olhos, um a cada mês...
leia mais em

site: http://torporniilista.blogspot.com.br/2016/10/o-mestre-do-horror-e-hora-do-lobisomem.html
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val silva 05/09/2016

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não vou revelar 22/06/2016

bom livro
agora quero ver o filme haha
nota 3/5
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Thiago 18/03/2016

A hora do lobisomem...
Um conto curto, porém conciso que sem dar rodeios vai direto ao ponto. Parece uma daquelas histórias de terror que se conta numa cidadezinha interiorana. Literalmente "A hora do lobisomem" pois dá pra ler em uma hora.
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Flávio 31/01/2016

"A Hora do Lobisomem" é daquelas histórias que você não entende porque virou um livro, podendo muito bem integrar uma das várias obras de contos de Stephen King. Esse, inclusive, consegue ser menor que muitos contos do autor... além de muito mais superficial também.

A trama é simples, mas bem pensada. Durante 12 meses, onde cada um deles podemos chamar de capítulos, acompanhamos as ações de um lobisomem que surge na cidade de Taker's Mill, mudando a rotina de seus habitantes. Uma dessas pessoas é um garoto paraplégico de 10 anos chamado Marty, que, por causa dele, deixei de dar uma estrela pra esse livro. Mesmo aparecendo em poucas páginas, nas principais, é possível perceber o King que tanto conhecemos, que constrói seus personagens de forma incrível. E esse garoto é a única coisa que se sobressai numa história rasa, fraca e previsível - quem conhece as questões religiosas do autor, vai entender o que digo.

Quando terminei de ler, fiquei tentando entender o porque do autor não ter criado uma obra profunda e maior como em seus outros trabalhos. Conteúdo havia e muito para explorar. Em alguns raros momentos consegue até mesmo mostrar sua genialidade - como na criação do personagem citado -, mas não passa disso.

"A Hora do Lobisomem" deve ser lido por quem é fã. Porém, não traz nada de novo, é um livro superficial e que não faz diferença nenhuma. Por ser raro e vendido muito caro, é completamente descartável, a não ser que só falte ele para sua coleção. Fica a dica.
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AllanATS 26/09/2015

“Mas o vento não arranha portas… tentando entrar”
“A Hora do Lobisomem” trás a historia de uma pequena cidade que é aterrorizada por uma série de assassinatos brutais que acontecem todo mês sempre que a lua está cheia. A história é dividida em 12 “Capítulos” que são representados pelos doze meses do ano, cada capítulo se foca no dia em que a lua fica cheia e na devastação que a besta deixa para trás.

O livro é narrado em terceira pessoa e quando não está narrando os acontecimentos em volta dos ataques da criatura, está acompanhando os passos dos moradores da cidade, em especial do garoto “Marty” que foi o único que viu a criatura e sobreviveu, apesar das autoridades locais não acreditarem em sua versão de que as mortes estão sendo cometidas por um lobisomem.

O jovem Marty teria sido mais uma das vítimas da besta se não fosse uma parcela muito grande de sorte e acaso. Tendo ele uma deficiência física que impede seus movimentos da cintura para baixo ele era, sem dúvidas, a pessoa com menos chances de sobreviver ao ataque da criatura, mas graças a sua coragem e esperteza consegue fugir por pouco e se livrar da morte.

O fato do “protagonista” (Marty) ter uma deficiência de mobilidade torna todas as cenas em que ele e a criatura se enfrentam extremamente tensas. O leitor fica arrepiado e prendendo o fôlego para que ele consiga escapar e sobreviver de algum jeito aquela situação. As cenas de ataque da besta são muito bem descritas e conseguem transmitir toda a atmosfera sombria e de terror que se espera, deixando até mesmo o leitor mais acostumado com o gênero temeroso quanto ao desenrolar dos acontecimentos.

Um grande desafio do livro é tentar adivinhar quem naquela cidade poderia ser a criatura que vem causando tanto desastre e apesar de um pouco depois da metade do livro já ser possível saber quem é o monstro (porque o próprio livro o expõe) isso não o torna chato, pelo contrario! Saber a identidade da criatura (que é uma grande surpresa por ser alguém inusitado) faz com que o clima de tensão da história se fortaleça e se torne presente inclusive nos períodos anteriores e posteriores ao dia de lua cheia.

Outro ponto que vale ressaltar é a presença de personagens interessantes e cativantes, não só o próprio Marty chama a atenção do leitor, como também o seu tio “Tio Al” que é um pouco alcoólatra e promíscuo e a irmã do protagonista “Katie” conseguem prender a atenção de quem está lendo.

O Veredito Final?

“A Hora do Lobisomem” é uma história curta (128 páginas apenas) sombria assustadora e envolvente. É tudo o que se espera de uma história de terror e mais um pouco! Consegue se sobressair em meio a um tema já tão exaustivamente explorado que são as histórias de lobisomens (principalmente pelo cinema) e mostrar a que veio. O Autor Stephen King mais uma vez consegue mostrar porque é considerado o “mestre do terror”! Vale muito a pena ler!

A história tem o tamanho certo, nem muito longa nem muito curta, o autor acertou em cheio de forma que fez com que os acontecimentos não se tornassem repetitivos ou enfadonhos, mas o suficiente para envolver o leitor com a trama.

Confira resenhas de outros livros no meu Blog ;) (Livrorando)

site: https://livrorando.wordpress.com/
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Pedro 06/08/2015

É hora...
Mesmo em 1983 estava claro para King o quanto vinha entrando pelo cano, e que era necessário invocar as raízes do estereótipo sobre o monstro que inegavelmente depois da modernização imposta pela sociedade, estava morrendo. Cutucando sem piedade nenhuma a fera, que se mantém sem coragem de olhar para a lua e assumir que vai mau das pernas.
O lobisomem é símbolo do mais puro terror desde sua criação, a maneira como as histórias contadas em volta da fogueira se proliferaram foi puro deleite nas presas do lobo. Aqui, King alimenta os fãs acima de tudo, o que acarreta bastante sangue em muito pouca página.
De uma vez só, a obra é de leitura e ritmo talvez ágeis até demais, vai depender muito do gosto do leitor, todo o tom prolixo característico do autor se perde na hora do lobisomem, quando a lua se ergue, esperando apenas para ser banhada em sangue.
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Mandy 24/07/2015

Ótima leitura!!!!
Recomendo para os amantes de histórias de Lobisomens, assim como eu.
Procurei durante anos esse livro, desde que assisti o filme "Bala de Prata" (título no Brasil), isso há mais de 14 anos.

Apesar de ser um livro "curto", me arrisco dizer que é uma das melhores obras escritas pelo Stephen King e não deixa nada a desejar.
Sou fã do autor, já li quase todas as suas obras, e recomendo em todos os quesitos, mesmo ele não tendo descrito todos os personagens tão profundamente como ele costuma fazer. Porém chega um ponto da história em que o autor faz isso com primor, deixando claro o porquê não havia feito isso com os demais personagens e seus contos.
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Hilario 15/07/2015

No geral, se trata de uma boa história contada de uma boa forma. Nada excepcional e nem muito com uma forma "Stephen King" de escrever. Senti isso devido à ausência da prolixidade comum ao autor. Claro, se trata de uma obra não extensa( a mesma falta é perceptível em seus contos), mas achei que isso afetou nos momentos de ataque da Besta. Embora tenha descrições boas( na forma violenta que King descreve), os ataques são muito "rápidos", às vezes, em partes específicas, não possibilitando uma percepção de uma densidade emocional e psicológica das vítimas.

Em contrapartida, é interessante a carga psicológica quando se trata justamente do homem que frequentemente se transforma no lobisomem. Em certo momento da obra, é visível a completa aflição que o personagem sofre, por estar sujeito à uma situação que não só o corrompe moralmente, mas religiosamente também. As figuras do livro são legais. Confesso que, em muitas, eu nem consegui estabelecer uma relação com o texto, mas no geral representam o clima e o tempo ao longo dos meses, e outras são ilustrações de cenas mesmo. Na verdade, o fato de ter uma tradução da obra contendo as imagens já agrada, pois é algo que falta nas outras traduções publicadas.

Em suma, se trata de um livro curto, de fácil leitura e bom para passar o tempo.
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Tom Adamz 14/07/2015

Obra Prima!
A Hora do Lobisomem é um clássico que merece ser lido e re-lido quantas vezes puder ser feito. O livro é instigante. O suspense prende o leitor que não consegue desgrudar do livro. Apesar de ser bem curto, a leitura é bem gostosa.

Confesso que me surpreendi com algumas coisas. Nunca imaginei que o Lobisomem fosse ser a pessoa citada no livro. O desfecho também é bem impressionante. Li o livro tem alguns meses, mas apenas agora o encontrei aqui para resenhar.

Super Recomendo
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Maicon 19/02/2015

Uma leitura diferente do Mestre do terror
Dei uma pausa na Dança da Morte (outro livro do autor) para ler este livro, fiquei sabendo que era curto. E é. Curto, rápido e com uma leitura fluída e nem um pouco maçante.

A história é contada durante doze meses, representando o ciclo do lobisomem. O que me chamou a atenção foi a rapidez da história (li de uma tacada só) e a ausência de profundidade dos personagens, o que não é uma característica do King, um autor bem descritivo. Gostei também das inserções das pequenas insinuações de quem realmente era o lobisomem em forma humana, e fui pego de surpresa.

Enfim, não é uma das melhores obras do King, mas é muito boa. Rápida, concisa, objetiva e envolvente na medida certa. Recomendo a obra principalmente para os iniciantes nos livros de King.
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Prof. Edivaldo 31/01/2015

Cuidado com a Besta
Livro de leitura rápida e fluente. Este é o primeiro livro do autor que leio, o que abre caminhos para os próximos. Todo o enredo se passa na pequena cidade de Tarker's Mills, nos Estados Unidos. O interessante é que os capítulos são divididos de acordo com os meses do ano, nos quais o Lobisomem ataca ou não. A figura heroica é um garoto que vive numa cadeira de rodas, o único a descobrir quem de fato era o Lobisomem. Muito bom
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