Um Lugar Bem Longe Daqui

Um Lugar Bem Longe Daqui Delia Owens




Resenhas - Um Lugar Bem Longe Daqui


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Dan Lazarini 30/04/2019

A natureza nos acolhe como uma mãe mas a felicidade só é plena quando compartilhada
Recebi o livro 008 (maio) do clube intrísecos no dia 27/04 e me apaixonei pela capa e sinopse.
Me vi passando outras leituras na frente e me surpreendi com a beleza da história ao ponto de devorar o livro em dois dias.

Kya e a caçula de uma família pobre que vive nos pântanos da Carolina do Sul, lugar onde vivem os pobrem, rejeitados e a "escória da sociedade" sendo os padrôes do povoado na década de 60.

A menina se vê abandonada por todos a seu redor aos 6 anos de idade e se vê sozinha naquele lugar tão rejeitado por muitos, porém um lugar cheio de vida, cores e luz

A rejeição e o isolamento moldam sua personalidade tornando uma menina muito tímida e com medo do contato humano. Porém inteligente, corajosa ela se adaptou aquela vida no brejo conseguindo se auto sustentar mesmo aos 7 anos mostrando quão cheio de vida ele é...

Os detalhes da fauna, flora, animais e insetos são descritos pela autora de uma maneira tão fluída e cheia de vida que me sentia compartilhando de toda sua experiência enquanto ela crescia.

Apesar da beleza do lugar que vivia, Kya se sente sozinha e anseia sair daquela solidão e ter companhia, amar ser aceita como é e ter uma família.

Em uma cidade cheia de preconceitos ela encontrou ajuda e amor nas pessoas que menos se espera. Encontrou o amor e a decepção, amadureceu e sobreviveu

Tive um misto de sentimentos ao longo da leitura, senti a solidão dela, tive medo com ela, senti a alegria das suas descobertas e a beleza daquele brejo.

A história tem uma trama e se desenrola entre 1960 e 1970

O final me surpreendeu bastante

Aprendi com esta história que a mãe natureza nos acolhe, que um pântano pode ser muito belo e rico, mas as conexões humanas são extremamente importantes pois sem elas não nos sentimos plenos.

A felicidade só é completa quando é compartilhada!
day 01/05/2019minha estante
Que resenha maravilhosa!! to no aguardo da minha caixinha do mês.




LuTaty 07/05/2019

Um livro maravilhoso
A cada capítulo uma vivência com a natureza.

Senti o brejo, vivi a sua solidão, cresci com a Kya a descoberta.

Não sei nem o que descrever de tanta emoção que senti.

Acabei agora e estou aqui ainda no brejo, ainda na praia. Alimentando as gaivotas.
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Giordana 17/09/2019minha estante
eu esperava aquele fim, mas confesso que me afundei em uma analise de consciência por isso




Rodrigo Pamplona 01/09/2019

Coluna do meio (Sem Spoilers)
Eu bem sei que, a essa altura do campeonato, eu já deveria estar vacinado contra livros que estampam na capa números grandiosos como esse aqui faz: "mais de 2 milhões de exemplares vendidos nos Estados Unidos". Porém, é difícil permanecer indiferente diante de anzóis como esse, bem como diante do excelente trabalho de divulgação feito pela editora.

Em minha própria defesa, então, adianto que não é lá muito fácil escrever uma resenha que vai de encontro a várias outras que li por aí a respeito de "Um Lugar Bem Longe Daqui". Assim, peço que você leia com cautela as pequenas constatações que farei a respeito desse romance de estreia da americana Delia Owens. Acredite, não é nada pessoal.

Vamos lá!

1. O livro é um romance de formação que conta a história de Kya Clark, uma menina abandonada pela família e relegada a própria sorte em tenra idade. Como em todo romance deste estilo, a protagonista é exposta de forma pormenorizada, mostrando todo o seu processo de desenvolvimento físico, moral e psicológico, desde a infância até a vida adulta;

2. Já no inicio é perceptível a ausência de ganchos entre as falas dos personagens. Quase toda a interação entre eles é feita por meio do diálogo direto. Um fala uma coisa, o outro responde. Não há elementos entre as falas que nos possibilitem imaginar o comportamento do emissor, a maneira como a frase foi dita. Isso me incomodou um pouco, ainda mais tendo acabado de ler uma obra de Virgina Woolf onde os diálogos eram diametralmente opostos;

3. Talvez por sua experiência como cientista, a autora conseguiu inserir a natureza como um dos personagens do livro. Com descrições apaixonadas sobre paisagens e animais, a obra é um importante alerta sobre os problemas ecológicos que enfrentamos no século XXI. Um alerta absolutamente necessário, diga-se de passagem;

4. Abordando temas como o abandono parental, o preconceito racial e a pobreza, o livro se mostra bem conectado a assuntos contemporâneos. Juntos, esses elementos funcionam como gasolina para a fogueira que a escritora quer montar. Coloque aí uma grande pitada de mistério, suspense, reviravoltas e romance e está feita a receita do bolo;

5. E, falando em romance, está aí o grande vilão que me fez torcer o nariz para o livro. Infelizmente, faltou dosá-lo melhor, trabalhá-lo melhor. Algumas passagens são extremamente piegas... Enfim, entendo que não havia como desenvolver o enredo sem romance, mas creio que este poderia ter pendido muito mais para o soro caseiro do que para a água com açúcar. Faltou sal na mistura, afinal;

6. Os personagens, em geral, são bem construídos e até bastante cativantes, mas o excesso de drama atrapalhou. A tentativa da autora de esconder a solução do mistério beira os moldes do que Agatha Christie fez em seus livros. Ponto positivo pra ela;

Enfim, nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno, esse livro ficou na coluna do meio pra mim. Não é memorável, mas, ainda assim, tenho certeza que você sairá dele um pouco melhor do que entrou.

Leva 3 de 5 estrelas.

Passagem interessante:

"A vida a havia transformado numa especialista em esmagar sentimentos até que ficassem de um tamanho possível de guardar."
Kelly Martinez 10/09/2019minha estante
Ãtima resenha! Ainda estou naquela fase que não sei se gosto do livro. Sigo achando que há muito confete pra pouco carnaval. Parei a leitura em 23% pq não consegui me conectar com nada. A narrativa não me motivou.
Lendo sua resenha, veio a vontade de concluir a leitura só pra confirmar as 3 estrelas que acho que vale!


Rodrigo Pamplona 10/09/2019minha estante
Muito confetti pra pouco carnaval. Eu mesmo não poderia definir melhor! Obrigado pelo comentário e, se decidir seguir adiante, volte aqui pra me contar, ok? Abraço!


Diego 01/10/2019minha estante
Concordo com vcs que é um livro 3 estrelas, mas somente até a metade, pois a partir daí vai melhorando num crescendo até chegar às 5 estrelas, na última página rs.
Boa resenha, Rodrigo.
Kelly, persista mesmo na leitura, sem pressa para terminar.




Diana 03/08/2019

Livro maravilhoso.
Depois que terminei o livro, passei horas pensando nele.
Como pode pais abandonares seus filhos?
Fiquei com dó da Kia o livro todo. Queria entrar no livro e cuidar dela.

Livro sensível, triste, profundo.


SPOILER::::::::::::


A revelação do assassino no final do livro é surpreendente, mas não por ser quem é, e sim, porque foi planejado.
Giordana 17/09/2019minha estante
eu esperava aquele fim, mas confesso que me afundei em uma analise de consciência por isso




Ezeq 15/09/2019

Lá onde cantam os lagostins
A premissa inicial do livro é bastante simples, e pra mim é justamente isso que deixou tudo ainda mais interessante: uma menina (Kya) que vivia em um barracão num brejo com seus pais e irmãos até que, um a um, todos acabaram por ir embora e deixá-la sozinha à mercê da natureza, aos sete anos de idade.
Kya entende logo cedo que - além das gaivotas - ela é sua única amiga.
Próximo ao brejo onde a garota mora, existe um pequeno condado, a parte "urbana" da área, onde quase todos são muito preconceituosos e ignorantes, de modo que sentem rejeição por Kya, e até mesmo nojo. Tudo isso gerou na menina um sentimento de autoproteção; um instinto de sobrevivência, que a fazia sempre tentar conseguir tudo sozinha. No entanto, a dor da solidão e o tamanho do vazio em seu peito eram fortes demais até para ela. E é aí que surge um porto seguro no qual Kya poderia repousar seu barquinho quando estivesse muito cansada de remar ou precisasse de algum consolo. Ele se chamava Tate e tinha cachinhos loiros. Ah, e também é um dos personagens mais legais que já conheci na minha vida.

A leitura é agradável, embora eu a tenha achado repetitiva em partes.

Por fim, confesso que o final me pegou meio de surpresa, mas fiquei satisfeito.

Super recomendo.
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CALINE 23/09/2019

Que livro!

Confesso que no início tive uma certa dificuldade em me envolver na leitura. Mesmo com tanta coisa importante acontecendo achei a narrativa um pouco arrastada.

Acabei parando durante quase um mês quando ainda estava bem no início. Depois de muito procrastinar decidi dar uma nova chance e foi uma decisão muito sábia.
Quando retomei a leitura não consegui mais parar. Fui me envolvendo cada vez mais, sofrendo muito pela Kya, pegando ódio das pessoas da sua família e da cidade e me apaixonando pelo brejo.

É uma história intensa, triste e dolorida em muitos momentos. Mas é também uma história de superação, de crescimento e amadurecimento.

Desde o início a Kya já tinha o meu coração. Com o passar da história eu não consegui parar de admirar a personagem incrível que a Delia Owens criou. Vimos a evolução da criança indefesa e que não sabia escrever nem o próprio nome, para a mulher inteligente, culta, linda, maravilhosa e destemida.

Estava com muito medo de me decepcionar porque esse livro é um best-seller e livros famosinhos geralmente não me agradam muito. Mas depois da minha resistência e apatia inicial a leitura deslanchou e agora eu considero esse livro fantástico.

Ahh, e sobre o romance eu passei algumas raivas. O começo é muito fofinho, o meio dá uma desandada e eu pego ranço, mas depois...
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Luciana Souto de Oliveira 27/08/2019

Lindooooooo
Resenha| Um lugar bem distante daqui| @authordeliaowens|@intrinseca| 2019| 336 págs.|?
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"Quem dorme com cachorros acorda com pulga".?
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Kya fora abandonada por todos de sua família. Ela tinha um pai muito agressivo e, por isso, a mãe foi embora e, depois, os três irmãos. Com o tempo, o pai, que bebia muito, também virou-lhe as costas, deixando-a sozinha para morar no meio do pântano..?
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Jogada à própria sorte, Kya, com menos de dez anos, teve que aprender a se virar. Ficou conhecida como 'A menina do brejo'.
A bordo de um pequeno barquinho, ela passou a navegar entre o brejo e o mar, para pescar e procurar mariscos, a fim de vender no cais de Pulinho, um dos únicos amigos que fez na vida, para poder comprar insumos para sua sobrevivência.?
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Pelo contato que tinha com a natureza e por desenhar muito bem, Kya passou a colecionar, no barracão onde vivia, diversos tipos de penas de aves, espécies de cogumelos, vegetação e insetos que viviam no brejo, o que a fez aproximar-se de seu primeiro amor, Tate, um rapaz que também era apaixonado pelo habitat do brejo.?
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Kya apaixonou-se por Tate, que também partiu um dia, deixando-a mais uma vez sozinha, oportunidade em que conheceu Chase Andrews, um rapaz rico, que se aproximara de Kya, atraído por seu modo de vida selvagem, tendo se aproveitado da carência da, agora, jovem para usufruir de uma aventura. Chase também abandona Kya.?
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Vítima de um acidente (ou será assassinato?), Chase é encontrado morto e Kya é a principal suspeita, oportunidade em que precisa enfrentar um difícil julgamento, numa cidade onde todos a discriminam.?
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Maravilhosa! É o que posso dizer dessa história pela qual fui fisgada desde a sinopse. Narrada entre o passado e presente, o leitor vai conhecendo Kya e todo o sofrimento que rodeia uma vida de abandono, onde a necessidade de sobreviver constrói uma importante e, posteriormente, reconhecida naturalista, bem como uma mulher resiliente, capaz de reunir todas as suas forças para sobreviver em um mundo que contou, somente, com a própria sorte. O tipo do livro que você acaba, mas, vai passar um bom tempo dentro do seu coração, com um final surpreendente (e justo!). Eu amei muito essa história, muito mesmo!
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DaniBooks 06/09/2019

Um Lugar Bem Longe Daqui
Um Lugar Bem Longe Daqui é um romance de formação, mas isso não define nem de longe tudo o que esse livro é. Acompanhamos, aqui, Kya, a Menina do Brejo. Seguimos seus passos desde criança até a idade adulta. Na infância, sentimos o sofrimento do abando por parte da mãe e dos irmãos, o descaso e violência do pai bêbado, a necessidade de sobreviver sozinha no barracão localizado em um brejo. Vemos o amor à Natureza, a sensação de pertencimento à lagoa, ao mar, ao pântano, a família encontrada no meio das aves, animais e plantas. Acompanhamos a solidão, o preconceito dos que vivem na cidade, a ânsia por ter alguém, já que todos a quem amou a abandonaram. Estamos com ela quando se apaixona pela primeira vez, quando aprende a ler, quando ganha seu primeiro dinheiro, enfim, todas as suas primeiras vezes. Ao mesmo tempo em que acompanhamos Kya ao longo dos anos, um personagem aparece morto em situação estranha, o que leva a uma investigação de assassinato. É um mistério que também acompanhamos paralelamente à história de Kya.
Uma narrativa fluida, com passagens carregadas de um lirismo comovente, uma ambientação perfeita e personagens marcantes. O enredo se desenvolve de forma ascendente, até o ponto em que você não vai querer mais parar de ler. Sobrevivência, respeito à Natureza, amor, solidão, família, amizade, preconceito e violência são alguns dos assuntos com os quais você irá se deparar durante essa leitura. É um livro surpreendente, com uma carga emotiva considerável e que merece muito que você dê uma oportunidade de folhear suas páginas.
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Nay 04/09/2019

"""Eu nunca odiei as pessoas. Elas me odiaram. Elas riram de mim. Elas me abandonaram. Elas me atormentaram. Elas me atacaram. Bom, é verdade, eu aprendi a viver sem elas. Sem você. Sem Ma! Sem ninguém!""""

Essa é uma passagem que define bem toda a vida de Kya. Ela foi abandonada por todos, inclusive aqueles que a amavam. Foi uma vitima a sua vida toda mas mesmo assim nunca agiu como uma vitima. Achou seu próprio espaço e sua própria voz.

Leitura rápida e gostosa.
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Pah 06/09/2019

Um livro que fala de preconceitos, e que te faz chorar não quando a personagem sofre, mas sim quando ela vence!
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Cleyson - @bookseestante 13/05/2019

Ninguém quer viver na solidão. Estar cercado de pessoas que nos ama é um bálsamo, para que tenhamos em quem nos apoiar quando os dias forem maus. Mas precisamos mesmo disso?
Kya foi vendo todos aqueles que amam indo embora. Sua família se esvaindo aos poucos até que ela de fato conheceu o que mais temia: a solidão.

Acostumada a estar sozinha desde os seis anos, Kya cria um elo com a natureza, ela conhece o brejo e o pântano como ninguém. Reclusa de todos, as pessoas a tratam, embora fosse para ser uma denominação agradável, “menina do brejo” se torna pejorativa, em que a exclui ainda mais.

"A solidão ficou maior do que ela era capaz de aguentar. Desejava a voz, a presença, o toque de alguém, porém ainda mais desejava proteger seu coração.
Os meses se tornaram mais ano. Depois outro."

Uma obra que emociona. Através das palavras, Delia Owens nos transporta à década de 50 e nos faz ver o quão o preconceito está enraizado na sociedade. Uma sociedade que julga, massacra uma criança ao em vez de cuidar e proteger é uma sociedade que olha apenas para o próprio umbigo.

Kya foi uma menina que foi abandonada quando criança, e ao se tornar mulher, ao não permitir que ninguém se aproximasse por medo das coisas se repetirem é palpável, o leitor sente suas angústias e sentimentos que foram de toda forma esmagados. Viver sozinha não foi uma opção, foi uma condição.

"A vida a havia transformado numa especialista em esmagar sentimentos até que ficassem de um tamanho possível de guardar."

Além de todo o drama que o livro traz, há um crime para ser desvendado e as pistas apontam para Kya. Essa harmonia no enredo ajusta-se para que nos conectemos mais à história.

O livro é narrado sob dois pontos de vista, algo fundamental para que tenhamos ideia a tudo que está acontecendo.
Sutilmente a autora vai abordando diversos temas como, por exemplo, racismo. Pela história se iniciar na década de 50, infelizmente as pessoas ainda eram racistas sem camuflagem alguma.

Com a natureza como cenário, ao ler “Um lugar bem longe daqui”, não há como não se sensibilizar com a história da Kya, a menina do brejo. A ela que foi negado o que mais precisava: amor.
Os pássaros, o brejo, o pântano, a natureza se tornaram sua família. De maneira dolorosa ela aprendeu que família não são aqueles que estão ligados apenas por um tipo sanguíneo, vai muito além.
A vida nos encarrega de ensinar, e ensinou a Kya que, apoiar-se demais nos outros, deixa você desamparado.

"Vamos ser honestos, muitas vezes o amor não dá certo. Mas mesmo quando fracassa, conecta você aos outros, e no fim isso é tudo que você tem: conexões."
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Giordana 17/09/2019minha estante
eu esperava aquele fim, mas confesso que me afundei em uma analise de consciência por isso




Júlia Miozzo 28/07/2019

Inesquecível
De longe um dos meus livros favoritos. Tudo nele é incrível e até único: a narrativa delicada e sutil sobre situações duras e incômodas, personagens fortes e uma sinopse que, literalmente, te faz virar a madrugada lendo. Kya já é uma de minhas personagens favoritas de todos os tempos!
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Patty 17/06/2019

Foi para os favoritos
Um Lugar Bem Longe Daqui conta a história de Kya, que foi abandonada por toda sua família quando ainda era criança no meio do brejo do litoral da Carolina do Norte dos anos 50. Ela aprendeu a viver sozinha, mas até que um dia sua beleza chamou a atenção de 2 jovens, o que fez sua vida mudar completamente.
O livro é um romance que tem a natureza praticamente como uma segunda protagonista, já que a biodiversidade do local foi a responsável por manter a jovem Kya viva por tantos anos.
Confesso que foi o primeiro livro do #intrinsecos que me levou às lágrimas em seu final emocionante.
Delia Owens escreve de uma maneira leve, sem deixar a narrativa da natureza se tornar enfadonha, como normalmente acontece, e consegue nos cativar do início ao fim.
Impossível não se emocionar e até mesmo se imaginar no lugar da protagonista.
Com certeza se tornou meu livro favorito do clube até agora.
Um livro envolvente e surpreendente que nos faz refletir sobre nossas relações sociais e até mesmo com o meio-ambiente.
Cah 18/06/2019minha estante
Amei demais esse livro, estou completamente apaixonada!


Patty 24/06/2019minha estante
É apaixonante mesmo! Já virou meu favorito do clube!!




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