Ano Um

Ano Um Nora Roberts




Resenhas - Ano Um


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Kari 16/07/2019

Quando vejo lançamentos da Nora Roberts eu sempre fico na dúvida se leio ou não. Pois tenho um sentimento de amor e ódio pelos livros dela. Alguns amo e outros detesto! Pois é.. Não me julguem!

Mas infelizmente nem tudo da autora me agrada como agrada a grande maioria. Mas eu achei livros excelentes dela também. Verdadeiramente memoráveis!

Então, eu resolvi arriscar em Ano Um, justamente por ter percebido que a autora saiu um pouco da zona de conforto dela e escreveu algo um tanto diferente!


Bom, neste livro temos um livro do gênero distopia e que é algo que eu amo demais! Além disso, nesse cenário pós apocalíptico e recheado de elementos sobrenaturais e fantásticos temos uma história incrível e que realmente me conquistou demais!


Em alguns momento o que me incomodou foi a lentidão em algumas partes da história, nesse quesito eu esperei algo mais fluído e rápido, mas não me fez gostar menos da história. Temos bruxos, elfos, magos e tantos elementos fantásticos que eu amo, que seria impossível não amar!


Este livro foi muito bem ambientado pela autora e senti que foi isso, uma obra inicial que iria nos abrir para um novo mundo repleto de novidades, sensações e emoções que ainda estão por vir. Espero que não demore muito pelo próximo livro da saga!


Dessa vez, deixo Nora Roberts no topo da lista do que quero ler muito em breve.. A continuação desse livro!


Este livro é sombrio, diferente e tudo que eu gostaria de ver uma autora do porte da Nora escrevendo e ela o fez com maestria!


Beijos.

site: http://www.alempaginas.com/
Crica 16/07/2019minha estante
Ja ouvi dizer que ela usa um ghostwriter, por isso consegue publicar tantos livros e alguns são tão diferentes entre si.


Kari 16/07/2019minha estante
Será? Eu nunca soube o pq eu sempre tenho essa dúvida sobre os livros dela, se eu vou curtir ou não e é como colocou tem uma divergência tão grande as vezes de uns para outros.. O autor geralmente tem um estilo, uma pegada e as vezes ela me decepciona demais..
Dessa vez eu curti. Acho que essa trilogia será do meu agrado.
Mas nunca sei sobre a próxima.

E realmente o mulher para escrever tantos livros, lançar tantos um atrás do outro.. vai ver é isso mesmo, ela tem ajuda, e nem sempre fica com cara de que o que lançou de fato se parece com a pegada anterior que eu curti ou com a que eu não curti.


Crica 18/07/2019minha estante
Sim ela é uma verdadeira máquina de produção de livros então essa pode ser uma explicação convincente


Lu 21/07/2019minha estante
Eu concordo com você sobre a Nora. Eu era apaixonada pelas trilogias dela, mas sinto que, ultimamente, não tenho gostado de seus lançamentos. Seus livros perderam consistência e emoção. à receita pronta, mesmo. Bom saber que esse livro é legal. Eu gosto muito da série Mortal, mas ela é muito longa e eu cansei.

Ãtima resenha, parabéns!




Thaisa 19/06/2019

Por Thaisa Lima no blog Minha Contracapa
Eu já li uma boa quantidade de livros da Nora Roberts para te falar, com certa propriedade, que esse é um dos livros mais sombrios que esta mulher já escreveu! E que livro, minha gente. Que livro…

Preciso confessar que não sabia o que esperar de Nora escrevendo uma distopia. Sei nem dizer o que imaginei que seria essa história, mas posso reafirmar que quando a autora acrescenta fantasia no enredo, a mistura sempre dá certo. Sim, Ano Um é uma distopia com fantasia e isso deixou a leitura bem mais gostosa de acompanhar.

O primeiro livro da trilogia Crônicas da Escolhida nos apresenta como o mundo que conhecemos acabou e como um novo mundo, repleto de caos, magia e pessoas escolhendo entre o lado do bem ou do mal, começou. É uma leitura tensa, intensa, dolorosa, repugnante em alguns momentos, esperançosa em outros; ação, adrenalina, reviravoltas, dor e sofrimento; bondade, amor, beleza, lealdade; o melhor e o pior da humanidade. Tudo isso nós encontramos dentro das 400 páginas e a leitura deixa aquela sensação do ar ficar preso o tempo inteiro dentro dos pulmões. Ficamos em suspenso, aguardando o que vai acontecer.

A autora consegue deixar o leitor tenso, como se ele estivesse junto dos personagens, fugindo, tentando sobreviver, desconfiando de tudo e todos. E por falar em personagens, conhecemos 3 grupos de personagens extremamente importantes para o desenvolver da história, nos apegamos a todos e… Bom, não vou falar o que acontece depois. Só prepare seu coração para esse livro!

É uma leitura de tirar o fôlego, onde tudo pode acontecer. Como obra de estreia em distopias, Nora tá mais do que aprovada. Se você gosta de livros pós apocalípticos, super recomendo esse lançamento da autora! Agora eu preciso desesperadamente do segundo volume, pois não foi de Deus como esse terminou.

site: http://minhacontracapa.com.br/2019/06/resenha-ano-um-de-nora-roberts/
Glaudison 26/06/2019minha estante
Gosteiii, achei poucas resenhas deste livro, já estava nos favoritos, depois da sua resenha eu quero mais ainda ler ele, vou já comprar. Eu amoooo um pós apocalipse ????


Thaisa 26/06/2019minha estante
Pois leia e depois me conta o que achou! :D


Iris 01/07/2019minha estante
Estava procurando uma resenha sobre esse livro e gostei muito da sua. Bem esclarecedora. Mas, acho que vou esperar os outros saírem. Vou ficar ansiosa demais esperando saber o que vai acontecer. A trilogia Guardiões eu li a cada publicação do livro e sofri com a ansiedade. Para mim, é uma das melhores trilogias.




Fabi | @psamoleitura 05/08/2019

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
Imagina se tudo aquilo que você conhecesse simplesmente deixasse de existir? E se o mundo fosse tomado por um vírus e todos em sua volta começassem a morrer, menos você, como reagiria? “Ano um”, livro distópico e lançamento da autora Nora Robets, publicado pela Editora Arqueiro, vai relatar um mundo após um enorme caos.

É noite de Ano Novo e todos estão celebrando.
O que as pessoas costumam fazer em noite de ano novo? Pedidos para o próximo ano e vários planos também, porém o que não esperava era que o mundo viraria um perfeito caos, onde uma doença iria se alastrar rapidamente.

Em questão de algumas semanas, a iluminação some, a doença continua se espalhando, as leis e o governo entram em colapso e tudo começa a ficar perdido. Mas além disso tudo, tem uma outra questão: mais da metade da população foi dizimada pela doença. Como algo pode ser tão cruel e acabar com a população?

Por outro lado, há pessoas que são totalmente imunes dessa doença. Enquanto a ciência e a tecnologia vão esvaindo desse mundo, a magia começa a crescer e dominar. Essas pessoas que são conhecidas como imunes (ou dotados), conseguem sobreviver a qualquer caos instalado na cidade, principalmente desse vírus.

Na luta pela sobrevivência e em busca de um lugar para encontrar a salvação, a vida de alguns viajantes acaba cruzando-se e juntos começam a busca por um lugar que ainda não foi devastado e ficar longe de qualquer perigo, principalmente daqueles que querem caçar os imunes.

Que distopia incrível e viciante!
Já imaginou se coisas assim realmente acontecessem? Como nós iriamos sobreviver em um mundo onde tudo se perdeu e precisaríamos lutar dia após dia para fugir dos perigos e tentar sobreviver?

Esse foi meu primeiro contato com a autora Nora Roberts e preciso dizer que me encantei imensamente com a sua escrita! Ela soube criar um mundo distópico totalmente diferente e incrível, e a forma como ela narrava todos os acontecimentos, era como se eu realmente tivesse naquele instante, lá com os personagens, ou me sentisse assistindo uma série. Tem sensação melhor do que essa do que se sentir parte da estória?

O livro é dividido em quatro partes, sendo a primeira parte da Catástrofe, a segunda parte da Fuga, a terceira parte da Sobrevivência e a última parte da Escuridão à Luz. Cada capítulo vai narrando algum personagem e o que estão vivendo para sobreviver e entender esse caos e quando eles se conhecem e começam a se unir, é onde todo enredo toma um rumo diferente.

Digo rumo diferente porque quanto mais pessoas passando pelo mesmo problema que você e procurando uma alternativa para enfrentar todos esses problemas, melhor. É nesse ponto que você começa a ver quem as pessoas são de verdade e quais as intenções reais de cada uma.

“Ano um” é o primeiro livro da trilogia.
Se eu já amei esse livro, o cenário devastador na qual eu fui inserida, que me fez sentir angústia, desespero e até mesmo esperança junto com os personagens, o que será que os próximos livros me reservam?

O final do livro é realmente esperançoso e não consigo imaginar qual será o rumo do próximo livro da trilogia. Acredito que uma forma diferente do qual conhecemos neste primeiro, mas que garanto que será incrível tanto quanto.

Por ter sido meu primeiro contato com a autora, eu realmente fiquei encantada com suas palavras e a maneira fluída como ela escreve. Ela tem uma riqueza de detalhes impressionante, mas que não torna a leitura chata ou cansativa. Pelo contrário! Nora Roberts consegue viciar o leitor do primeiro parágrafo até o epílogo.

Para quem, assim como eu, ama uma distopia, com certeza recomendo que leia este livro! “Ano um” vai te trazer inúmeras emoções, sensações e esperança. Você vai esquecer do mundo à sua volta e se sentir parte desse verdadeiro caos.

site: https://www.psamoleitura.com/2019/07/resenha-ano-um-de-nora-roberts.html
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Faby Dallas 06/08/2019

Ano Um - Nora Roberts - Editora Arqueiro
Tudo começa na noite de Ano-Novo. A doença se alastra rapidamente. Em questão de semanas, a rede elétrica para de funcionar, as leis e o sistema de governo entram em colapso e mais da metade da população mundial é dizimada.

Onde existia ordem, agora só há caos. E conforme o poder da ciência e da tecnologia diminuíam, a magia crescia e tomava o seu lugar. Uma parte dessa magia é boa, como a feitiçaria praticada por Lana Bingham no apartamento que divide com o amante, Max. Outra parte dela, no entanto, é inimaginavelmente maligna, e pode se esconder em qualquer canto, numa esquina, nos fétidos túneis sob o rio ou dentro daqueles que você mais ama e conhece…


Espalham-se rumores de que nem os imunes nem os dotados estão a salvo das autoridades que patrulham as ruas devastadas, então Lana e Max resolvem deixar Nova York. Outros viajantes também seguem esperançosos para o oeste: Chuck, um gênio da tecnologia que mantém o bom humor em um mundo off-line; Arlys, uma jornalista que insiste em buscar e registrar a verdade; Fredinha, uma jovem com um otimismo que parece fora do lugar nessa paisagem desoladora; Rachel e Jonah, médica e paramédico, determinados a proteger uma jovem mãe e seus três bebês recém-nascidos.

O que achei:

E como não poderia deixar de ser, a diva dos romances tinha de se aventurar por esse universo distópico e acertar no lacre, como sempre diga-se de passagem...

Eu amo Nora Roberts e isso não é segredo para ninguém, sem dúvida ela tem a receita perfeita para ótimos e inesquecíveis livros e Ano Um vem prometendo ser uma uma trilogia de muito sucesso da autora (já espero que o roteiro seja adaptado para o cinema, pois daria um filme maravilhoso).

Nora nos apresenta os ramescentes não infectados, três grupos de pessoas que farão esse caminho sofrido e tortuoso até a salvação do planeta, porque um vírus toma conta do mundo e ninguém sabe como ou porquê, muitas vidas são perdidas, e poucos são imunes a devastidão que assola a terra, com isso também surgem magia, como no caso de Lana e Max, que buscam sobreviver nesse mundo pós-apocalíptico e não vai ser fácil, pois além dos infectados os sobreviventes ainda tem de lidar com o governo ou o que resta dele, que também esta numa missão caça as bruxas em busca dos sobreviventes e por quê …

Temos todos os elementos que amamos no livro da Nora, amizade, amor, magia, uma trama onde o bem e o mal batem de frente e os mocinhos e mocinhas tem de passar por provas e grandes adversidades, mas ver tudo isso neste cenário é bem singular, afinal Nora nunca escreveu nada do gênero e mesmo assim consegue criar uma trama que te prende a cada página, ela consegue “amarrar” o leitor ao livro, pois atiça a curiosidade e o desejo de saber como se dará a resolução de todo o caus que a terra esta passando.

Como não ficar ansiosa pelo próximo? Não sei, mas já estou de dedinhos cruzados para a Arqueiro publicar o quanto antes o segundo volume.

site: www.adororomancesdearacaju.blogspot.com
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Book.Obsession 12/07/2019

Ano Um é o primeiro livro da trilogia Crônicas da Escolhida e Nora Roberts não economizou em trazer um cenário distópico com um mundo pós apocalíptico, cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos. Apesar de ter capítulos extensos a trama é fluída e todas as aventuras envolvendo três nichos de personagens, que vai sendo contada de forma alternada, contribuiu para deixar a tensão e a expectativa para saber o que esperar a seguir. Por isso, resolvi não falar separadamente sobre cada um, pois é o tipo de história cheia de spoilers, profecias que haverão de serem cumpridas, que determinarão o curso dos próximos livros e que vale a pena descobrir ao longo da leitura.

Me surpreendi com essa trama inicial, além de vermos seres cheios de magia (bruxos, elfos, magos, entre outros), a construção e a abordagem sobre os sentimentos que move a humanidade também se faz presente, o que leva a reflexão sobre o bem e o mal, fúria, ira, inveja, amizade, esperança, amor e escolhas.

Entre mocinhos e vilões, imunes e não imunes, sem dúvidas a parte mais eletrizante se dá quando todos os personagens começam a se encontrar, acrescentando momentos de muito suspense e um final de tirar o fôlego, aumentando a ansiedade para o próximo livro, De Sangue e Ossos.

Mesmo realizando a leitura através do ebook, o projeto da editora Arqueiro está impressionante. Diagramação, capa bonita e imagens a cada parte em que o livro está dividido, tornando a leitura ainda mais prazerosa.

Ano Um é o primeiro livro de distopia escrito pela Nora Roberts e cumpriu muito bem o proposto. Uma autora sensacional, que se reinventa em tudo que se propõe a fazer. O tipo de leitura que irá surpreender os amantes do gênero e tem tudo para deixar os fãs da autora ainda mais apaixonados por seu trabalho.


Resenha completa no blog.

site: https://www.bookobsessionblog.com/2019/07/resenha-ano-um-nora-roberts-editora.html
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Minha Velha Estante 28/08/2019

Resenha da Drica Medeiros
“ Dizem que um vírus aniquilou o mundo. Mas foi magia, negra como a noite sem lua. O vírus foi sua arma, uma torrente de flechas no céu, balas silenciosas atacando, uma lâmina afiada. Mas foi o gesto inocente – um toque de mão, um beijo de boa noite dado pela mãe – que espalhou a Catástrofe, trazendo uma morte súbita, dolorosa e hedionda para bilhões.”

Nunca fui fã dos romances da Nora Roberts, só passei mesmo a gostar de sua escrita quando comecei a ler os seus romances policiais escritos sob o pseudônimo de J. D. Robb, mas como resistir a essa empreitada de ler uma distopia? Nunca na vida! Agora posso dizer, com todas as letras: Nora Roberts é, realmente, fantástica!!!

Confesso que não tinha muita noção do que seria a história de Ano Um após ler a sinopse, mas estava apostando alto na esperança de ser surpreendida, e a minha aposta superou todas as minhas melhores expectativas.

Ano Um é uma mistura de distopia com fantasia, recheada de personagens clássicos desse mundo mágico. Mas não espere nada fofo. O nosso mundo, como conhecemos hoje, foi vitimado pela Catástrofe, uma epidemia que causa a morte em poucos dias sem nenhuma explicação ou causa aparente. Em função disso, estima-se que apenas 1/3 da população mundial ainda está viva. Mas o mundo entrou em colapso: muitos governantes estão mortos, serviços essenciais como saúde e segurança quase não funcionam por falta de pessoal, o número de suicídios aumentou assustadoramente em função da falta de esperança, medo e solidão dos que não adoeceram.



“ Eis que agora, entre o nascer e o findar do tempo, o poder se eleva, o poder da escuridão e o poder da luz, despertando de seu prolongado sono. É hora da sangrenta batalha. E, com o raio e as dores do parto, virá A Escolhida a empunhar a espada.”

Em meio a toda essa loucura, a magia começa a surgir em pessoas anteriormente comuns. Não só a magia boa, representada pelas fadas, bruxas, feiticeiros, ninfas e elfos que querem ajudar a construir um novo mundo onde todos sejam respeitados. A magia negra também surgirá naqueles que tem sede de poder através de manifestações sombrias.

“... Uma pessoa pode fazer um mundo, e nós somos duas. Há outros mias. Você tem poder dentro de si. “

Nesse primeiro livro da trilogia Crônicas da Escolhida, vamos acompanhar a saga de vários personagens e suas escolhas e descobertas. Destaque três núcleos que se unirão ao longo de suas jornadas: o grupo formado por Jonah, um paramédico capaz de ver a morte nas pessoas, Rachel, médica e Katie que, em meio a tanta morte, deu à luz a gêmeos e ainda adotou mais um bebê. O grupo formado pela cética repórter Arlys Reid, sua assistente e fada Fredinha, e seu informante e hacker Chuck. E o grupo formada por Lana e Max, bruxos e estudiosos da magia, que guardam um segredo que pode mudar o mundo.



Se você tem o coração fraco, se prepare para todas as emoções que Ano Um vai te trazer. São 400 páginas de muita tensão, suspense, surpresas, reviravoltas, momentos de total desespero que contrastam com o auge da bondade humana. Um livro que mostram o melhor e o pior dos seres humanos, que te tira da zona de conforto, te inquieta e te faz levantar mil conjecturas... E se tudo isso fosse verdade???


site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2019/07/ano-um-nora-roberts.html
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Tami 18/08/2019

Uma bagunça, mas tem futuro.
Ano Um é o primeiro volume da trilogia Crônicas da Escolhida, distopia pós-apocalíptica de Nora Roberts. O gênero, aliás, só fica mais evidente em torno da página 250, antes disso a história tem uma pegada muito forte de Urban Fantasy. Sendo bem sincera, Ano Um é uma grande farofa, e não pensem que isso é um defeito. E é até mesmo por esse motivo que eu nem quis me estender muito no resumo, já que há três núcleos diferentes, muitos personagens e muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Apesar de ter diversos livros da autora, até a leitura deste livro eu só tinha lido suas histórias policiais, que são muito boas. Sendo Ano Um sua primeira empreitada no gênero distópico, Nora se saiu muito bem, ainda que em alguns momentos eu tenha sentido que ela pendeu muito mais a balança para a fantasia do que para a distopia. Durante muito tempo eu não entendi qual era sua intenção e muito menos onde ela queria chegar, mas a medida que a leitura foi se desenrolando, fui me apegando aos personagens e fui comprando o enredo, por mais absurdo que ele possa parecer em alguns momentos.

Ano Um tem uma pegada Darwinista, onde vemos os sobreviventes imunes ao H5N1-X transmutando-se para se adaptarem à nova realidade. Surgem então bruxas, elfos, fadas, metamorfos, feiticeiros, enfim, diversas criaturas que ou já tinha um poder latente ou se viram, do nada, transformados. Há ainda os humanos, que mesmo sem possuir nenhum poder, precisam aprender a viver em um mundo em que não são mais os seres superiores.

Dentre os Incomuns, aqueles que manifestaram poderes após a Catástrofe, há aqueles que seguiram pelo lado da luz e aqueles que seguiram pelo lado das trevas. Logo, há o clássico embate entre o bem e o mal. Os Incomuns ainda precisam lidar com o preconceito de humanos que não os aceitam e querem eliminá-los, pois os enxergam como uma ameaça à ordem natural das coisas.

Continue lendo a resenha no blog!

site: https://www.meuepilogo.com/2019/08/resenha-ano-um-nora-roberts.html#more
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Blog De Bem Com a Leitura 29/08/2019

As coisas estavam bem, era só mais um fim de ano qualquer, mas de repente era caos e destruição para todos os lados. Um vírus mortal se espalhava rapidamente pelo mundo e quem fosse infectado ou morria ou se descobria imune a ele. Quem fosse imune precisaria se esconder, pois o exército os estava caçando e os levando, ninguém sabia o que acontecia depois disso.

A Catástrofe trouxe à tona o pior da humanidade, estupros, assassinatos, mutilações... atos cruéis estavam sendo cometidos a todo instante. Confiar em alguém era extremamente arriscado. Mas enquanto a maldade ganhava força, também era possível encontrar pessoas dispostas a ajudar o outro e vamos acompanhar algumas delas.

Em todo o mundo, pessoas estavam descobrindo habilidades especiais, são os chamados incomuns. Poderes que poderiam ser usados tanto para o bem quanto para o mal e as circunstâncias pelas quais o planeta passava intensificava qualquer uma das duas opções. Uma quantidade significativa de incomuns se voltou para a perversidade e eles só queriam a destruição.

Além dos incomuns malignos, também surgiu um grupo de extermínio denominado Guerreiros da Pureza e seu único objetivo era aniquilar qualquer incomum, fossem bons ou ruins. É nesse cenário apocalíptico que as pessoas vão viver, elas não têm escolha, precisam tentar reconstruir um mundo melhor com os recursos disponíveis e com toda ajuda possível. Chegou o momento de se unir, de formar alianças. A Escolhida está a caminho, ela é a única esperança.

Lana e Max são um casal de bruxos que já estudava a magia antes da Catástrofe e a estão aperfeiçoando com o passar do tempo. Eles abandonaram tudo e partiram em busca de um lugar seguro. Katie está com três bebês recém-nascidos e fará de tudo para proteger os seus filhos, no hospital ela conseguiu ajuda de Rachel (uma médica de emergência) e Jonah (paramédico de ambulância) e juntos também estão procurando abrigo. Assim como Arlys, Fredinha e Chuck que precisaram correr para se esconder após terem tornado públicas algumas informações secretas.

Todos eles vão passar por situações difíceis, a morte à espreita, o mal ao seu encalço, será preciso muita força e coragem para seguir em frente. A Escolhida está vindo, eles precisam preparar o terreno para a sua chegada. Muitas batalhas se travarão, vidas serão perdidas, mas ainda há esperança.

*Resenha completa lá no blog > https://bitty.ch/vv62v

site: https://vocedebemcomaleitura.blogspot.com/
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Rose 26/08/2019

Era para ser apenas mais uma virada de ano, como tantas outras que o mundo já viu. Mas o que aconteceu foi uma verdadeira catástrofe que acabou matando metade da população mundial.

Uma doença se alastra rapidamente e ninguém consegue saber as causas ou encontrar uma vacina adequada. O contágio é rápido e a morte certa.

Em poucas semanas o que impera é o caos. Não há rede elétrica ou internet, as comunicações ou busca por notícias são precárias. Governos caem e as leis não possuem mais nenhum sentido. O mundo que conhecemos entra em colapso total. Ninguém mais está seguro.

A magia ganha força na mesma proporção que o ódio de um grupo de pessoas que está mais interessado em "tocar o terror" do que tentar reerguer o que sobrou. Começa a perseguição de pessoas que são "culpadas" apenas por serem "diferentes". Mas em meio a tudo isso existem pessoas boas e dispostas a arriscarem suas vidas, ajudarem o próximo, para que juntas façam a esperança continuar, dando origem a um novo recomeço.

Lana, Max, Arlys, Fredinha, Rachel, Jonah e Katie acabam se conhecendo e dando início ao que pode ser um novo mundo.

Mas são muitas dificuldades, e o Ano Um deste Novo Mundo está apenas começando. A profecia mudou a vida de todos. Agora que o fim chegou, resta saber se preparar para o que vem pela frente.

Quando eu acho que já li de tudo da autora, ela vem e puxa meu tapete. Um livro cheio de ação e incertezas onde o leitor não pode perder nenhum detalhe.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com
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Jéssica 19/07/2019

Era um dia festivo, pais, mães, filhos, irmãos e amigos se reuniram para celebrar a chegada de um novo ano, mas acabaram levando pra suas casas algo antigo e vicioso, algo cruel. Que se espalhou através de um beijo, depois alastrou-se através de abraço e um aperto de mão. Até que disseminou-se pelo ar e contaminou o mundo inteiro.

“O ano velho morreu ao último toque, e o ano novo foi recebido com vivas, beijos e vozes erguidas em canções típicas. Ross viveu tudo isso com a emoção de estar abraçado a Angie e de braços dados com o irmão.”

Eu nunca tinha lido nenhuma distopia da Nora e quando soube desse livro, fiquei super entusiasmada, e com razão!!! De modo geral, as distopias que leio já iniciam-se anos depois da guerra, doença, enfim, daquilo que levou o mundo antigo a um ponto de ruptura e criou esse novo mundo. Mas ao contrário da “comum” Nora Roberts nos brinda com o passo a passo da epidemia que devastou a Terra. Temos uma visão única dos momentos que a antecedem, de como o paciente Zero (primeiro a ser infectado) a contrai e a propaga. Essa visão dá ao leitor uma angústia, um desconforto único, pois sabemos o que vai acontecer, mas mesmo assim, não imaginamos a magnitude do que uma pandemia pode causar.
De como nossa “civilização” é frágil.

Acompanhamos junto com os personagens o desespero ao ver seus entes queridos morrendo, sem saberem o porquê. Os hospitais lotados com médicos isolando aos montes os pacientes com os sintomas, os governos tentando evitar o pânico generalizado, alegando que já estão buscando as causas e criando uma vacina, e por fim, o caos quando os dias se passam e as pessoas continuam morrendo.

Os hospitais se tornam necrotérios, o governo fica em farrapos e os que não morreram, tem medo de sair de suas residências pois existem coisas piores na noite do que a doença. Porque a Catástrofe trouxa mais do que a morte, ela despertou “algo” em algumas pessoas, e esse despertar não trouxe necessariamente coisas boas. E nessa conjuntura, somo apresentados a 3 grupos de personagens que tem um único objetivo, fugir de uma Nova York dizimada. E em sua luta, os personagens são confrontados com o que há de melhor e pior no ser humano. O que nos leva a questionar em diversos momentos: o que nos faz humanos?

Não quero me estender muito e acabar por dar um spoiler (o que seria uma pena, pois o livro é fantástico) então vou parar por aqui. Quem não leu nada da autora e gosta de uma distopia, super recomendo que comece por essa obra; quem leu algo da Nora, sabe o quanto ela é boa em criar universos e agora vai ter uma oportunidade de conferir como ela é boa destruindo o mundo. kkkkk

“Na minha maneira de ver, o maior problema que tivemos, desde o início, foram pessoas que apontavam o dedo, e armas, para os que simplesmente não eram como elas. Devíamos tentar melhorar desta vez.”

Amei o livro. É uma história sobre perdas, sobrevivência, compaixão e amor. O enredo foi muito bem desenvolvido, os personagens são bem coerentes e cativantes e somos apresentados a cada situação, de tirar o fôlego.
A leitura foi tão fluída que nem senti o tempo passar, e só lamento ter que esperar o lançamento do próximo volume.
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Cleyson - @bookseestante 20/08/2019

Um vírus se alastra rapidamente pelo mundo. Metade da população é dizimada, as redes elétricas param de funcionar, o sistema e o governo entram em colapso. Com o caos formado, a magia cresce. Há aqueles que a usam para o bem, mas há aqueles que aproveitam seu dom para causar dor e destruição.
Lana e seu namorado Max sabem que se continuarem em Nova York serão caçados, afinal, quando as leis comuns que conhecemos deixam de existir, novas leis, de outro governo são impostas, e não se sabe quais são suas reais intenções.

O livro é dividido em quatro partes: a primeira, centrada na catástrofe; observamos o vírus se espalhando rapidamente pelo mundo todo, as pessoas tentando sobreviver e um pandemônio se instalando em todo lugar. A segunda, exibe alguns incomuns (os com habilidades especiais) e alguns imunes (pessoas que não foram contaminadas), fugindo das ameaças que põem em risco suas vidas. A terceira, mostra como alguns estão sobrevivendo depois da fuga. Por fim, a quarta parte, que destaca o novo lugar em que os personagens se encontram, remetendo a uma ilusão de que tudo está seguro.

Além da Lana e Max, há outros personagens que têm papeis importantes na obra. Personagens esses que despertaram em mim empatia, e outros um sentimento de repulsa.
Observar como as pessoas reagem às situações extremas e perigosas sempre me fascinou.
O livro é uma distopia que se mescla com fantasia, ou, fantasia com distopia, havia momentos em que eu realmente não sabia distinguir o que mais predominava.

Apesar de eu gostar de distopia, essa não é uma premissa original, mas dependendo de como os autores constroem tudo, aí que a história me conquista. Infelizmente, a Nora não me deixou totalmente envolvido. Teve capítulos que achei que estavam ali para preencher um espaço que poderia ser utilizado com fatos mais relevantes.
Em contrapartida, há cenas de muita ação, que me deixaram atento para saber como os personagens iriam sair das situações às quais foram submetidos.

À medida que a história foi crescendo, pensei que eu teria mais respostas, algumas são dadas, mas nem todas, acredito que pelo fato de ser o 1º volume a Nora reservou isso para os próximos livros, pois, o final é inconclusivo.
Outro ponto que julguei negativo foi a inclusão de muitos personagens, acredito que, se fosse apresentado aos poucos, eu não teria tanta dificuldade para identificar cada um deles.

Por fim, é uma história que oscilou bastante para mim, mas gostei de conhecer a escrita da Nora. Percebi que a mesma se utiliza de uma linguagem simples e fluida, e isso é um ponto positivo em livros desse gênero.
Apesar do 1º volume não ter suprido minhas expectativas, lerei os próximos, porque estou curioso para saber o que sucedeu depois dos acontecimentos deste.
Para quem gosta de distopia com elementos fantásticos, indico a leitura, e até para quem não é acostumado com o gênero, considero “Ano Um” um bom ponto de partida.

"O que restaria ao fim de tudo?"
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Mi 21/07/2019

Blog Vento do Leste
A Catástrofe chegou ao primeiro dia do ano. Pessoas no mundo inteiro começaram sucumbir à doença. Em questões de semanas a estimava já ultrapassava dois bilhões de mortos. Governos enfraqueceram, mesmo com o isolamento de seus lideres, um a um, todos caíram. O atual presidente dos Estados Unidos era a Secretária da Agricultura, a oitava na linha de sucessão. Logo não haveria estrutura manter governos em funcionamento.

O surto havia sido identificado como uma variação da gripe aviária, devido ao histórico do primeiro paciente a contrair a doença. Testes foram realizados, mas nenhum animal foi identificado com o vírus. O governo garantia que uma vacina estava sendo produzida, mas a realidade era que não haviam sequer identificado a origem do vírus.

O medo logo se instalou por todo o mundo. Pessoas começaram a estocar comidas, não havia energia elétrica nem mesmo internet. As ruas estavam desertas e qualquer um que se arriscasse por elas poderia ser atacado por gangues que se formaram. Os Rapinantes caçavam vítimas, além de destruir tudo por onde passavam.

Ainda havia aqueles que descobriram poderes dentro de si. Como se a Catástrofe tivesse aberto uma porta, a magia floresceu e ganhou força. Muitos que não estavam preparados para lidar com o poder, enlouqueceram. Outros sucumbiram à escuridão e usavam seus poderes para atacar, destruir ou apenas se divertir com o sofrimento dos outros. Mas ainda restavam aqueles que aceitaram o dom e seguiram a luz, passaram a ajudar aqueles que precisavam. Muitos tiveram que se esconder. Enquanto não havia respostas para o que tinha causado a Catástrofe, as pessoas passaram a perseguir aqueles que possuíam a magia.

Lana Bingham praticava a magia antes de o mundo entrar em colapso, mas ela acreditava ter apenas uma fagulha, nada tão impressionante quanto Max, o homem que tanto amava. Ele sim tinha um dom maravilhoso e sabia como usá-lo pelos motivos certos. Lana não esperava que a Catástrofe fosse mudar tanto dentro dela. Agora existia uma luz dentro dela, ela era capaz de sentir o poder tomando conta do seu corpo quando o invocava. Era do seu poder que ela e Max precisariam para sair de Nova Iorque para encontrar com Eric, irmão mais novo de Max.

As notícias começaram a se espalhar. O exército estava à procura de pessoas imunes a doença, pessoas que após semanas ainda resistiam. Não era uma opção. Os que fossem encontrados eram levados e forçados a servirem como cobaias. Os Incomuns logo entraram na lista também. Era hora de fugir.
Mesmo sabendo do risco que corria e que também estaria colocando em risco a vida dos seus companheiros na emissora, Arlys decide expor a notícia que Chuck, sua fonte, havia lhe passado. Se o número de mortos crescia em uma velocidade gigantesca e não havia sinais de que uma vacina estaria próxima de ser produzida, a população precisava saber. Era para isso que ela mantinha as transmissões do jornal. Era seu dever.

Os caminhos de Rachel, Jonah e Katie se cruzam. Uma médica, um paramédico e uma mãe de três recém-nascidos tentando sobreviver em meio ao caos. Dispostos a continuar em segurança e salvar a vida dos bebês de Katie, os três decidem sair da cidade.

Três grupos distintos que compartilham o medo e a vontade de sobreviver, e agora decidem seguir rumo ao Oeste dos Estados Unidos. Os suprimentos são escassos e o perigo os persegue, mas ainda há esperança.

Ano Um é o primeiro livro da trilogia Crônicas da Escolhida, escrito pela Nora Roberts, e apresenta os personagens importantes para o crescimento da história até o nascimento da Escolhida. Um livro sombrio e que traz o peso das escolhas. Apesar de ter lido apenas duas trilogias da autora e partes de outras, esse com certeza foi um dos que mais me surpreenderam. Nele você irá sentir o medo, a angústia e o instinto de sobrevivência junto com os personagens. É possível entender a divisão que existe entre as pessoas boas e aquelas que acolheram a escuridão, sendo mágicas ou não. Você vai entender que não é um único momento ou uma única escolha que te faz bom ou ruim. O caráter, a essência de cada um, é que faz a escolha.

Para um primeiro livro, achei muito bem construído e com uma visão geral da história. Eu me perdi um pouco no começo com a quantidade de personagens que foram surgindo, mas todos carregam a sua importância. O mistério por traz da Catástrofe e aqueles que sobreviveram é eletrizante e a autora consegue prende a sua atenção até as últimas páginas. O livro acaba com um gancho muito bom para os próximos livros. Me resta aguardar o lançamento do próximo! ♥

site: https://www.ventodoleste.com.br/2019/07/resenha-ano-um-de-nora-roberts.html
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Lu 03/08/2019

Divertido, porém bagunçado.
Confesso que não estava muito animada para ler esse livro. Faz um tempinho que não venho gostando dos lançamentos da Nora e eu nunca gostei muito do jeito como a autora trabalha a fantasia em seus livros. Porém, a premissa de uma distopia, que misturasse ficção científica e fantasia era boa demais para resistir.

A ambientação do livros é excelente, especialmente nos capítulos inciais. Nora consegue manter a tensão e criar um cenário caótico. Como leitora, eu sentia a apreensão, a incerteza e medo pelos quais os protagonistas estavam passando. Essas cenas fazem um bom contraponto aos vários momentos de amizade e família que a autora sempre soube construir e que é uma de suas marcas.

Se Nora acerta na criação de sua distopia, ela falha na condução da história. Isso se deve, principalmente, ao excesso de personagens. E personagens mal trabalhados, ainda por cima, a ponto de na falta de um indicador de quem está falando o quê, eu poder trocar as falas e não fazer diferença nenhuma. Tirando uma Fredinha ali, um Eddie acolá, os personagens são insípidos, inodoros e incolores. E isso é péssimo.

E o mesmo pode-se dizer da mitologia da saga. O problema da Nora Roberts é que ela pensa que a fantasia e a ficção um recurso narrativo para criar cenas bonitinhas ou "assustadoras" entre cenas familiares e de amigos fofos. Não é esse o caso. Como estilos literários que são, é fundamental que o autor desenvolva os temas abordados, dar explicações, descrever as criaturas que cita. Ela fala que há elfos e fadas e não sei mais o quê. Podiam ser hobbits, sacis-pererês e valquírias. Não faz diferença. E, tirando Lana, Max e os vilões mequetrefes, as fadas não servem para nada.

Por R'llohr, como eu gostaria de ter visto (boas) cenas de ação! Há apenas cerca de duas ou três, que não apenas são confusas, como difíceis de visualizar. A autora parece que se inibe: como ela tem dificuldade de ver o que está acontecendo e descrever tudo aquilo, ela volta a descrição para os sentimentos da personagem. Eu não a culpo por isso. Cenas de ação, ainda mais com fantasia são bem difíceis de serem escritas. Talvez tivesse sido o caso da autora ter parado e pensado: "Acho melhor tirar a fantasia", e deixado apenas as armas convencionais, em um clima meio The Walking Dead ou "O livro de Eli". Do jeito que foi escrito, a autora desperdiçou uma cena, que deveria ser realmente impactante, mas que perde o ímpeto porque eu não consegui entender direito o que estava acontecendo e, quando me dei conta, a cena tinha acabado e seguido adiante.

Apesar das críticas, eu não quero dizer que a leitura seja desagradável. Como eu disse, a narrativa é boa e é fácil se acomodar as cenas sobre comida, rotina, amizades.... mas acontece que a sinopse me vende uma distopia com pessoas com super poderes. Quase uma dessas tramas das HQs dos X Men, que se passam em futuros alternativos e que têm nomes poéticos, como Guerras Secretas ou Dias de um futuro esquecido. Só que a autora não entrega isso, porque acaba caindo na rotina confortável de seus livros. É gostoso de ler? É. Mas para isso, não precisava ser distopia apocalíptica.

Eu só vou comprar o segundo livro, se eu ler resenhas realmente favoráveis.

Nota real: 2,5 estrelas.

Recomendo, com várias ressalvas.
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Ernani.Maciel 01/09/2019

Não lerei a continuação
Comprei esse livro por dois motivos: porque adoro histórias apocalípticas/pós-apocalípticas e gostaria de conhecer uma das autoras de maior vendagem do mundo.

Após o mundo ser devastado por uma pandemia alguns humanos adquiriram poderes especiais e, em outros, foram potencializados. Surgiram assim fadas, bruxos, pessoas que conseguem mover objetos apenas com a força da mente etc. No entanto, os poderes não ficaram bem definidos, incomodou-me não saber do que esses personagens são capazes.

Tem também o fato de que os personagens são rasos, a maioria não parecia ter sido afetada por tantas perdas, frustrações, desolação, morte e dor.
O clima do livro é relativamente leve, confesso que fiquei surpreso com isto. Difícil imaginar um livro com esta proposta: o mundo foi devastado, caíram a ordem e as leis, ninguém está seguro, mas os personagens parecem não sentir estes pesos.

Foi uma infelicidade comparar esse livro com o A Dança da Morte do Stephen King, na contracapa há uma citação a este respeito. King é mais paciente em narrar os acontecimentos e se aprofunda dando mais consistência aos personagens e à narrativa.

Não lerei a continuação.

Nota 3/5 por conta da edição e porque nenhuma leitura é uma perda de tempo.
Sempre aproveitamos algo durante ou após a leitura.
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