No fundo do poço

No fundo do poço Buchi Emecheta




Resenhas - No fundo do poço


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Dudu 18/03/2021

Minha primeira inserção na escrita de Buchi Emecheta. Ótima primeira impressão!

A escrita apresenta um estilo simples, mas não permite ao leitor subestimar a inteligência de sua autoria.
A escrita nos conduz pela visão de alguém que já viveu muitas situações adversas e soube tirar ensinamentos proveitosos à sua experiência de vida.

O destaque fica pelo forte caráter autobiográfico da obra e pela visão positiva e bem humorada que a personagem principal apresenta em relação às dificuldades do seu cotidiano, às diferenças culturais e às críticas sociais - estas últimas estão fortemente presentes ao longo da história.

Uma pequena crítica é que o final deixa um pouco a desejar.
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Lorrane Fortunato 20/06/2020

Sem palavras
Um livro extremamente maravilhoso. A escrita da autora é incrível. Estou sem palavras.
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Bia 27/08/2021

"Família Problema "
Li sem sabe que esse era uma continuação, agora vou ter que ler o primeiro. Mas mesmo assim gostou muito.

Quantas mulheres iguais Adah temos no mundo?

O que não me agradou foi esse final em aberto.
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Renata 14/06/2021

Fico imaginando se um dia Buchi Emecheta vai se aventurar em escrever livros que fujam do assunto de sempre: mãe de origem Africana e suas agruras.
Porque chega uma hora que cansa, e acho que ela tem muito talento para se ater a isso.
Há tanto a se falar dessa cultura tão rica, desse povo tão lindo e ao mesmo tempo marginalizado em outras culturas! Uma pena?
Nazaré 27/06/2021minha estante
Ela já morreu, não poderá escrever mais nada.




Fabiana.Amorim 02/12/2020

Sempre uma boa leitura
Se você não leu nenhum livro de Buchi, comece pelas Alegrias da Maternidade. Este é continuação de Cidadã de Segunda Classe.
A leitura de Buchi sempre é uma delícia e bastante realista. Principalmente para quem precisa aprender a identificar o racismo e como a vida de uma mulher negra pode ser ainda mais difícil. Depois de um livro destes você ascende mais um degrau na sua humanidade. Se este livro não mudar em nada a sua vida e a sua visão sobre a mulher e sobre a dificuldade dos negros diante do racismo estrutural, você não entendeu nada. Leia de novo.
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Lai 11/02/2021

Excelente escolha
A história de Adah é muito boa para entendermos realidades distintas a nossa, principalmente no que diz respeito à mulher, de cor preta, mãe solteira e imigrante. A construção da história de Adah, seus filhos, sua vizinhança as instituições que a acompanham nos enriquece de alguma forma.
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andrealog 11/05/2020

Um soco de realidade
Nesse primeiro livro, que na verdade é uma continuação do cidadã de segunda classe, Bucho apresenta a dura realidade de Adah em se manter e os cinco filhos vivendo em condições precárias e dependente do sistema de amparo social do Reino Unido. As particularidades de um novo meio de se fazer parte de uma comunidade e, ao mesmo tempo, sentir-se estranha nesse caldeirão de múltiplos cidadãos
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Augusto 25/08/2021

A Ecologia do Poço
O poço existe dentro e fora de você. São as pessoas, a estrutura, o sistema, a administração, tudo forma esse ecossistema chamado poço que Buchi Emecheta descreve tão bem.

Um bom livro, que nos leva a refletir como o sistema gera e alimenta os poços que existem por aí. Pena que o final não chega a uma conclusão, fiquei ansioso por saber mais da vida de Buchi; porém, não chega a ser uma crítica. As vezes o livro tem um propósito, e o propósito deste era o poço e nada mais.

Recomendo!
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Pri | @biblio.faga 21/07/2020

Embora tenha sido publicado primeiro, no ano de 1972, o romance no “Fundo do poço” dá continuidade a história de Adah, a protagonista de “Cidadã de segunda classe”, por isso, recomento essa ordem de leitura.

No romance, Adah já separada do marido e com 5 filhos para criar, se vê obrigada a mudar-se para um conjunto habitacional, no subúrbio de Londres, local que dada a precária infraestrutura é denominado pela personagem como “o fundo do poço” – termo que dá nome ao livro. Sem conseguir conciliar sua tripla jornada (trabalho, casa e estudos), a sobrevivência de sua família passa a depender exclusivamente do pagamento do seguro-desemprego, tal como as típicas “famílias-problema” que lá habitam.

Como de praxe, a escrita de Buchi Emecheta é poderosa, envolvente e afiada. Honesta, embora narre todos os seus infortúnios e sua “eterna má sorte”, a protagonista não se retrata com autocomiseração. Adah é o oposto da autopiedade ou do coitadismo: uma mãe dedicada, mas, sobretudo, uma mulher forte, guerreira e inspiradora.

Pontualmente critica, valendo-se de reflexões inteligentes e comentários igualmente irônicos, a obra muito me lembrou do livro “Quarto do despejo” da brasileiríssima Carolina Maria de Jesus.

Além de posicionar-se contra a violência doméstica e a opressão/repressão da mulher, a escritora nos convida a refletir sobre a politica populista que, inúmeras vezes, notadamente por interesses mesquinhos, promove a manutenção da dependência econômica da população mais carente dos benefícios assistencialistas, permitindo que seja perpetuada uma imagem negativa (injusta e falaciosa) dos beneficiários.

Contudo, o livro também se permite um pouco de felicidade e fala sobre um lado bonito do ser humano: essa capacidade de solidariedade, compaixão e empatia; da amizade que nasce do mero compartilhamento de infelicidades e adversidades, e que é capaz de construir laços fortes e duradouros, verdadeiras redes de apoio para suportar uma existência tão dura.

Enfim, sempre que tiver a chance, leia Buchi Emecheta.
Leitura recomendadíssima!

~ Quotes:
“É uma sina ser órfã, uma sina dupla ser uma órfã negra em um país branco, uma calamidade indesculpável ser uma mulher com cinco filhos, mas sem marido. Toda sua vida tinha sido como a de um apostador eternamente sem sorte.”

“Ela poderia ser negra e orgulhosa quando tinha tão pouco de que se orgulhar exceto sua raça e seus filhos?”

site: https://www.instagram.com/biblio.faga/
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Suelen 22/10/2020

No Fundo do Poço
Após ler "Cidadã de Segunda Classe" eu fiquei me sentindo mal pela Adah, por todo o sofrimento e dificuldades que ela passou; mais triste ainda quando subentendi que a história se baseava na história real da autora.

Pelo enredo do primeiro livro e pelo título do segundo livro, imaginei que a história teria um desenrolar pior ainda, mas apesar de todas as dificuldades a Adah parecia mais tranquila e feliz nesse momento da história do que em toda sua vida.

Espero que tenha continuação para saber em que momento ela conseguiu realizar seus sonhos.
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Bruna 21/08/2020

Incrível
Buchi Emecheta não decepciona. A escrita prende do começo ao fim.
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Ana 29/01/2021

"Que péssima vida para uma mulher solitária, Adah pensou. Ah, Deus, me deixe morrer no meu país quando chegar a hora. Pelo menos lá haverá gente para segurar a minha mão."

Que livro minha gente! A escrita da Buchi me surpreendeu demais, ela tem um jeito de construcão que bota oposicões de uma maneira muito sutil mas muito poderosa também. Saber que o livro é em parte autobiográfico mudou a experiencia completamente, já quero elr os outros livros dela.
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Debora 01/11/2019

A autora melhorou muito depois deste livro
O primeiro livro que li da Buchi foi As Alegrias da Maternidade - e isso cria uma expectativa quanto aos próximos livros.
Recentemente li Cidadã de Segunda Classe e gostei muito tb. E li este como se fosse a continuação. Contudo hoje descobri que não, que No fundo do poço foi escrito antes, o que torna minha avaliação da leitura um pouco pior.
Pq eu só entendi o que estava no livro tendo em mente a história toda de Adah contada em Cidadã de Segunda Classe. Agora, se eu tivesse lido este livro primeiro, com certeza eu não teria gostado, porque a história fica muito solta.
Mas, como eu li depois, entendi o contexto e foi uma boa leitura.
Tina Azevedo 23/09/2021minha estante
Exatamente! A forma dela contar estórias ficou mais potente nos livros posteriores




Boneca sem manual 31/10/2020

Buchi Emecheta dando mais uma aula de feminismo interseccional com ótimas pitadas de sororidade, além de mostrar que é sempre melhor ficar sozinha do que com um homem inútil.
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Fernanda 29/07/2020

Gostei, mas...
Li primeiro as alegrias da maternidade, depois cidadã se segunda classe e agora no fundo do poço.
Gostei mais dos outros, esperava que este tivesse um final já que eu achei que fosse a continuação do livro cidadã, só depois de ler descobri que foi publicado antes, mas se tivesse lido na ordem de publicação não teria entendido tão bem a história dela.
Eu não gosto muito quando o final do livro fica a cargo da leitora heheh, por isso só dei 3 estrelas, mas super recomendo os livros da Buchi!
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