Uma Loucura e Nada Mais

Uma Loucura e Nada Mais Mary Balogh




Resenhas - Uma Loucura E Nada Mais


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Junior.Silva 19/10/2019

Postado em leitorcompulsivo.com.br
Nesse terceiro livro da série Clube dos Sobreviventes, Uma Loucura e Nada Mais, da autora Mary Balogh, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, Sir Benedict Harper e Samantha McKay. Até agora, pra mim, foi a melhor história da série até aqui, com os personagens mais cativantes de toda essa jornada pelo clube dos sobreviventes.

Benedict Harper é um dos membros do Clube dos Sobreviventes e passou por diversas adversidades após a guerra. Com muita luto voltou a andar com suas muletas, mas não pode mais servir ao exército o que deixa sua vida de certa forma sem rumo. Já Samantha McKay, perdeu o marido e vive uma vida infeliz e depressiva com as humilhações que sofre nas mãos de seu sogro e de sua cunhada. Por ter traços ciganos, eles não a aceitam bem e fazem com que ela se sinta a todo tempo deslocada, mesmo morando em uma casa que, por direito, é sua herança.

Tudo começa a mudar quando Samantha decide fugir para Gales e tomar posse de um chalé que recebeu de herança e surpreendentemente conhece Benedict. Por sua vez, o rapaz decide acompanhá-la nessa jornada buscando seu próprio caminho. Com uma atração cada vez maior de um pelo outro, o desafio é descobrir se nessa aventura o acalanto dos dois estará nos braços um do outro.

A história traz, além do romance em si, um retrato muito profundo da guerra e de como ela deixa marcas na vida das pessoas. Os personagens deixam de mergulhar na história deles próprios pelos medos e traumas que construíram após esse período tão sombrio. Todo esse cenário é uma bola dentro da autora que consegue trazer pra gente um retrato importante da época que vai além do simples fato de dois personagens que se apaixonam.

O livro é excelente e a série é uma delícia, com um casal de personagens envolventes, pela forma como criou sua narrativa e até mesmo pelo amadurecimento da história da série como um todo, o livro merece aplausos. Um livro leve e muito gostoso para se divertir e passar o tempo. Vale muito a pena ler, não só esse livro, mas os demais volumes da série.

site: Postado em leitorcompulsivo.com.br
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Ines 07/10/2019

Que estória maravilhosa!
Nessa estória conhecemos Benjamin e Samantha.
Eles se conheceram de uma forma bem peculiar e engraçada. Samantha estava de luto, porque seu marido faleceu. E por causa disso, pouco saía de casa, seguindo a opinião (ordem) de sua cunhada e seu sogro.
No entanto, em uma belo dia ela saiu de casa para passear com seu cachorro pelo jardim. E nesse instante, Benjamin salta a muralha viva com seu cavalo. Assustando Samantha e seu cão.
De imediato, eles não se gostam, mas com o passar do tempo a admiração e a atração florescem. E eles não tem como fugir!
Amei essa estória! Amei o Benjamin! Que cara incrível! Amei a mudança dele, sua superação e seu crescimento.
No tocante a Samantha, que mulher! Amei essa personagem tbm.
Ansiosa pelo próximo livro!
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Beca Folgueira @capadurabooks 07/10/2019

Resenha: Uma loucura e nada mais | Mary Balogh | @editoraarqueiro
Benedict Harper é um dos membros do clube dos sobreviventes que mais sofreu. Ele é forte e lutou contra toda a adversidade para voltar a andar com a ajuda de bengalas, mas mesmo com essa façanha ele ainda não conseguiu achar seu lugar no mundo agora que não pode mais servir ao exército britânico.

Samantha Mckay sempre viveu sobre o julgo do sogro e da cunhada, sobretudo depois da morte de seu marido. Os parentes não a consideram por ser um terço cigana e um terço galesa, e após um incidente com Benedict Harper, a família de seu esposo quer colocá-la em seu devido lugar como viúva respeitável.

Samantha desesperada decide fugir para Gales onde tem um chalé e Ben decide acompanhá-la para que chegue segura. Mas ela jamais poderia imaginar que tem família e uma grande fortuna e talvez Ben ache seu lugar no mundo nos confins da Terra, com Samantha a mulher mais deslumbrante e encantadora que ele já conheceu.

💬 As guerras napoleônicas feriram Ben tanto fisicamente quanto espiritualmente e Mary com sua maestria soube dar a ele propósito, assim como para Samantha. A autora sempre aborda questões sociais em seus livros e nesse temos o preconceito vivido por uma mulher que é considerada indigna por ser de origem cigana e não ser branca como uma porcelana. Os personagens são profundos, a história envolvente e o romance é de fazer suspirar.Estou simplesmente encantada a cada novo livro do clube dos sobreviventes.

🌸 " Era um daqueles momentos raros e perfeitos, pensou Bem. Ele queria capturá-lo e guardá-lo como um tesouro para poder olhá-lo de vez em quando e sentir de novo o que sentia agora. É claro que poderia fazer isso. Chamava-se memória.

Resenha por @laryinwonderland

site: https://www.instagram.com/capadurabooks/
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Gabi Maki 06/10/2019

Novas perspectivas em romance de época.
Tudo se resume com o título que coloquei nessa resenha!

Acho muito interessante a narrativa da autora sobre como o grupo lida com suas dificuldades, traumas e medos. Principalmente em uma época em que o homem não poderia demonstrar fraquezas e a mulher é uma donzela em perigo. Palmas para a autora nesse quesito!
Não dei 5 estrelas por achar algumas partes um tanto enroladas ou inimagináveis talvez.
Mas em resumo, gostei e recomendo o livro por alguns pontos fora os que eu citei:

- Nos faz refletir o horror que as guerras causaram em quem fez parte, nas famílias e nas vizinhanças direta e indiretamente (romance de época não é só: "Nossa milady como seu tornozelo sem sol me deixa quente").
- As inovações que pouco a pouco surgiam para pessoas com mobilidade reduzida. Isso vemos desde o último romance com um dos sobreviventes Vincent (que é cego).
- O quanto nos sabotamos mentalmente e nos recusamos a perceber a realidade. Aquele caso extremo de se negar a fazer algo sem nem tentar!
- Como deveria ser difícil casar sem ao menos conhecer a pessoa.
- Ser uma mulher livre e sem julgamentos é difícil em qualquer época!
- Coitado dos Vira-latas sempre sofrendo Bullying.

Esses e várias outras coisas passaram pela minha cabeça!

Mas de uma coisa eu sei: Não esperava por um romance de época com um lado mais realista, pensando no pós guerra.

Sempre pensei que nasci na época errada. Rsrsrs É sério!
Só que hoje... eu agradeço por poder ter avanços e tecnologia a nosso favor em questão de ferimentos graves, ter a oportunidade de conhecer um cara antes de casar e pegar um bronze na praia sem criticada.

Gentee... Esse povo deve revirar nas covas vendo nossos biquínis brasileiros né? Kkkk

Invejinha do livro: ter uma praia privativa no quintal.

Acho que levei a leitura mais pra reflexão do que pro romance.

Espero que gostem!
Bjs de liberdade

GabiMaki
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Lary 29/09/2019

Esse livro é incrivelmente apaixonante, o amor crescente entre Samantha e Ben foi encantador.
Ben nos revela um personagem forte que mesmo com muitas deficiências graças as guerras napoleônicas consegue ser proficiente e forte.
E Samantha mesmo vivendo sob o julgo de ser um terço cigana num país preconceituoso que a considera indigna de qualquer coisa ou pessoa, consegue através de uma força incrível se aceitar como é em meio a adversidade.
Um casal incrivelmente inspirador.
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Lizzy 11/09/2019

Lindo, lindo! Que leitura maravilhosa. Amei cada pedacinho desse livro. Mary Balogh escreveu com muita sutileza a história de amor entre Ben e Samantha, demonstrando que não há limites para quem se permite amar e ser amado. Por seis anos Ben travou uma verdadeira guerra, certamente a maior de sua vida, e dessa vez não foi no campo de batalha, onde fora gravemente ferido e quase ficou sem andar, quase...Mas a vontade ferrenha deste bravo soldado impulsionou-o a seguir em frente, convivendo com a dor e a sensação de incompletude, até que ele conhece Samantha, de um modo nada amistoso, vamos dizer assim. Mas logo fica perceptível que as engrenagens do destino colocam essa bela viúva em rota de colisão com Ben, despertando nele uma paixão até então adormecida. Ela é toda perfeição e beleza, com uma vontade imensa de viver, um quarto cigana e extremamente solitária. Juntos eles traçam uma viagem por lugares inóspitos, uma grande aventura na verdade. Ela, indo morar no País de Gales, sua alternativa de moradia e liberdade. Ele, sob o pretexto de acompanhá-la. É maravilhoso seguir o convívio do casal. Diálogos lindamente descritos, inteligentes e sentimentos à flor da pele tornam a leitura simplesmente encantadora. Ben é um personagem maravilhoso. Um homem que viveu o pior da guerra, teve o corpo e alma marcados, mas que encontrou no amor cura e propósito. Samantha é cativante, sofreu bastante com um casamento infeliz, mas no momento certo reagiu e tomou as rédeas da sua vida. Duas pessoas que compartilhavam um simples sonho de apenas “dançar” e se descobriram essenciais para a felicidade mútua. Mais do que recomendado!
Semiramis 12/09/2019minha estante
Uau!!!!! Super motivada a continuar a série amiga... também estou amando o primeiro volume.


Lizzy 12/09/2019minha estante
Semi, eu amei, um romance sutil e de superação!


Lizzy 12/09/2019minha estante
me confirma seu email, Semi...


Semiramis 14/09/2019minha estante
Oi amiga. Email: semiramis_br@yahoo.com.br




Mylena @gataleitora 03/09/2019

“ Reconhecer problemas e pedir ajuda ou um ouvido amigo não é resmungar. É simplesmente recorrer à solidariedade de pessoas que sabem exatamente o que você está sentindo.”

Samantha é uma viúva que vive sobre a vigilância constante da família do finado marido. Em seus 24 anos, esta resignada heroína teve pouca felicidade e as exigências e o puritanismo do sogro garantem que ela terá ainda menos felicidade ainda pela frente. Samantha está sozinha e corre o risco de ser enterrada por essas regras repressivas , se quiser continuar se beneficiando do apoio financeiro de seu sogro. Sua única esperança é fugir antes que os planos de seu sogro sejam efetivados. Samantha quer ser livre, mas precisa da ajuda de Benedict para escapar para uma propriedade familiar que ela possui no país de Gales. Ela é uma guerreira que anseia encontrar seu lugar no mundo."



“ É que a liberdade é uma dádiva preciosa- disse Samantha – A pessoa deve usá-la para fazer aquilo que mais quer, desde que não machuque ninguém. Contudo quase não somos autorizados a agir livremente, não é?”



Benedict Harper, cujas pernas foram esmagadas durante uma batalha, é um dos membros do Clube dos Sobreviventes e depois de um dos encontros com os amigos está se sentindo um pouco sem rumo. Ele se curou a ponto de poder andar lentamente com muletas feitas especialmente para ele, mas acabou de perceber que nunca vai se recuperar completamente. Agora ele está um pouco depressivo e precisa encontrar algo significativo que possa fazer com sua vida. Enquanto ele tenta descobrir o que fazer, vai visitar sua irmã e é lá que ele conhece Samantha. O primeiro encontro entre os dois não é dos melhores, mas aos poucos um encontrará no outro o amigo de que nem imaginou precisar.



“ Era um daqueles momentos raros e perfeitos, pensou Bem. Ele queria capturá-lo e guardá-lo como um tesouro para poder olhá-lo de vez em quando e sentir de novo o que sentia agora.”



Amei esta versão de "guardar algo no potinho"....hehehehe...A cena de onde tirei este quote para mim juntamente com uma certa cena num baile foram das mais bonitas, emocionantes e bem escritas que já li. Sem palavras para transmitir tudo o que senti ao praticamente me ver dentro do livro vivenciando com os personagens momentos de puro deleite.



O que mias amei na trama foi q nem Benedict nem Samantha são lamuriosos ou têm pena de si mesmos, muito pelo contrário cada tenta da melhor forma seguir em frente de cabeça erguida depois de tudo pelo que passaram. Eles não fazem suposições um sobre o outro sem fazer perguntas para testar a precisão de suas suposições . Ambos enfrentam desafios e reconhecem o que devem fazer para superá-los. Para mim um dos casais mais reais e dos melhores que já li. Eles conversam, argumentam, se provocam, riem, discordam, ficam com raiva e fazem as pazes - em suma, eles realmente se conhecem antes de assumirem compromissos ao longo da vida. Abordam a atração e o sexo como as atividades humanas normais que são, expressando desejo, ternura, carinho e prazer mútuo. Não surge do nada. Foi lindo acompanhá-los nesta jornada. Eles sabem que podem viver um sem o outro e que até se recuperarão d e um possível coração partido, se necessário, mas felizmente não precisam. Estou realmente mais que apaixonada por esses dois sobreviventes.



Como vocês sabem eu amei Um Acordo e Nada Mais e não imaginei que algum livro desta série pudesse roubar o primeiro lugar no meu coração, mas Mary Balogh conseguiu criar uma trama diferente e maravilhosa que me conquistou desde as primeiras páginas e Uma Loucura e Nada Mais se tornou meu livro preferido da série. Tanto pela história de vida de cada um dos protagonistas como pela forma como ambos crescem e se redescobrem.



6/5 estrelas mais que apaixonadas.

site: http://www.minhavelhaestante.com.br
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19/08/2019

Uma Loucura
Durante os 4 meses que Samantha vive no luto, sua cunhada faz com que ela viva sob normas sociais totalmente distorcidas e até meio malucas. Essa vida de prisão começou logo no começo de seu casamento. Com apenas poucos meses de casada seu marido foi à guerra e ela teve que ficar com a família dele. Como não bastasse, Samantha passou 6 anos cuidando do então marido até que ele morreu. Tudo que a jovem viúva deseja é viver livremente, e um quase acidente pode ser o início da sua liberdade.

Sir Benedict Harper, faz parte do clube dos sobreviventes, e como seus amigos, ele saiu gravemente ferido da guerra. Mas Benedict foi determinado e não permitiu que suas pernas fossem amputadas. O maior trauma dele não é físico, mas sim psicológico. Após longos 6 anos, ele ainda se sente um completo incapaz para dirigir seus negócios.

Cansado de ficar apenas dentro de casa, Bem resolve certo dia se desafiar e sai para cavalgar. O que parecia ser um passeio seguro e tranquilo muda de figura quando Ben leva seu cavalo a saltar e quase acabe acontecendo um grave acidente envolvendo ele, cavalo, cachorro e uma mulher. Tempo depois ele vem a saber que a tal mulher é a jovem viúva Samantha.

Determinado a se desculpa com a jovem, Bem se aproxima de Samantha. A aproximação resulta em uma inusitada amizade entre ele. Amizade que aos poucos começa a se misturar com um desejo a mais, complicando mais a vida de Samantha.

Samantha não aguenta mais viver da maneira em que vem passando seus dias e acaba lembrando que herdou de sua tia ? avó um pequeno chalé. Assim, Samantha e Benedict embarcam nessa aventura juntos. Ela que tenta se libertar de tudo que a oprime e ele querendo deixar suas responsabilidades e explorar tudo que um desperta no outro.

Mary Balogh

Acompanho a série desde o começo. A escrita da autora é sempre muito boa e suas histórias me pegavam desde o começo. Porém, como o livro aqui resenhado foi um pouco diferente. Achei a historia arrastada e não fiquei com aquela sensação de querer descobrir tudo logo. Pode ser uma fase que estou passando (quem não sabe tenho um bebê de apenas 2 meses) ou a história realmente não me ganhou.

Então a história é ruim Renara? NAAAAAAAAO! Claramente que não. Apenas não foi uma história que me arrancou suspiros como as demais. Mesmo assim, temos um enredo bem feito e como sempre a autora nos mostra que não são nossas dificuldades físicas que atrapalham, que nos limitam. Mas sim o que pensamos de nós.
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Beta Oliveira 17/08/2019

Benedict e Samantha vivem uma história que é construída com o tempo. No compasso do luto emocional e social, no compasso das questões internas que precisavam responder e solucionar. Quem eles se tornaram e o que queriam fazer a partir disso. O amor saudável que descobrem por si mesmos é o que vai abrir caminho para que possam dividir quem são com outra pessoa – que os aceita assim, como são, sem mais nem menos.
No Literatura de Mulherzinha: Uma loucura & nada mais, Mary Balogh, Editora Arqueiro #ClubedosSobreviventes3

site: https://livroaguacomacucar.blogspot.com/2019/06/cap-1603-uma-loucura-nada-mais-mary.html
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Glaucia @blogmaisquelivros 14/08/2019

Sir Benedict Harper é um dos sobreviventes das Guerras Napoleônicas. Marcado por sequelas físicas e emocionais, Ben segue tentando superar sua deficiência, enquanto busca um propósito para sua vida. A verdade é que mesmo livre do campo de batalha, ele se julga incompleto. As bengalas que apoiam sua dolorosa caminhada tornaram-se sua prisão e uma lembrança constante de sua incapacidade em levar uma vida normal.

Samantha McKay dedicou 5 anos de sua vida aos cuidados do marido debilitado pela guerra. Contudo, sua total dedicação a Matthew não foi suficiente para livra-lá da opressão direcionada pela família do marido. Viúva há 4 meses, Sam é vigiada de perto pela cunhada e obrigada a viver reclusa e em luto profundo. Porém, seu destino muda a partir de um mal entendido. Em um simples passeio às escondidas, ela cruza com Benedict, que logo se torna uma pessoa de sua total confiança.

Disposta a escapar do destino que lhe aguarda, Sam arquiteta um plano para fugir das garras dos McKay e reivindicar sua herança esquecida no País de Gales. Acompanhada por Ben, ela embarca rumo a sua independência e a chance de uma nova vida. Nessa jornada de libertação e redenção, Sam e Ben descobrirão que o amor é um aliado poderoso para a cura das feridas mais profundas.

Iniciei esse livro sem grandes expectativas e fui surpreendida por essa história linda de dois personagens marcados pela guerra. As sequelas que afetam Ben e sua forma de andar possuem toda uma carga emocional que o impede de perceber que ainda é um homem desejável e capaz de superar os mais diversos obstáculos. Samantha é uma mulher forte e corajosa. E embora tenha se decepcionado no amor, não se fechou, se permitindo viver os desejos de seu coração.

Meu único incômodo com o livro foi a questão de Sam roubar a cena em muitos momentos, deixando Ben como coadjuvante de própria história. No entanto, acredito que para compreendermos o valor de sua participação na evolução de Ben, se fazia necessário conhecermos mais detalhes dessa personagem.

Fluída e envolvente, essa é a linda história de duas almas feridas em busca de um novo recomeço.

site: https://www.instagram.com/p/B1JNoqvDU5J/
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ELB 05/08/2019

No terceiro livro da série Clube dos Sobreviventes, vamos conhecer Samantha McKay, uma jovem viúva que vive sob a vigilância ferrenha de sua cunhada, que segue normas rígidas de comportamento, tudo de acordo com o que o patriarca da família determina.

Há quatro meses em luto, só resta a ela seguir essas rígidas convenções sociais totalmente distorcidas, o que equivale a uma prisão domiciliar, cujo carcereiro é a cunhada. Na verdade, sua prisão iniciou depois de quatro meses de casamento, quando seu marido foi à guerra e ela teve que ficar com a família dele. Depois passou anos cuidando dos seus ferimentos de guerra até que ele morreu. Ao total, são seis anos de pressões e de ter a personalidade tolhida. Em Samantha, o desejo de poder respirar livremente sem todas essas convenções, está cada dia mais forte. E por incrível que pareça, um quase acidente é o início da sua liberdade.

Sir Benedict Harper saiu gravemente ferido das Guerras Napoleônicas. Por pura determinação, não consentiu ter as pernas amputadas, e agora, seis anos depois da sua baixa no exército, depende de muletas para se locomover. Os ferimentos físicos não atingiram somente sua capacidade de se locomover livremente, mas também o afetou além do físico, tanto que se sente inseguro para gerir seus negócios.

Recluso na casa da irmã, decide desafiar a si mesmo e os limites do seu corpo, ao sair para cavalgar e instigar seu cavalo a dar um salto... que quase atinge uma mulher e um cachorro histérico. Mais tarde, ele descobre que a mulher coberta de preto é Samantha, e determinado a se desculpar por quase a ter pisoteado com seu cavalo, acaba se aproximando da jovem, começando uma inusitada amizade, misturada com um certo desejo de algo mais, que acaba complicando mais ainda a situação da jovem viúva.

Samantha não estava disposta a perdoar Benedict por seu ato imprudente a cavalo, mas estranhamente começa a criar um certo vínculo com o cavalheiro, a ponto de se expor completamente a ele, inclusive seus mais íntimos anseios. Só que sua amizade atrai a ira do seu sogro, que determina que agora ela fique sob seu rígido olhar, para não sujar o nome da família com seu comportamento imprudente.

Determinada a fugir disso tudo que a oprime, providencialmente lembra de ter herdado um pequeno chalé da sua tia-avó. Assim, ela embarca em uma viagem com o objetivo de viver sua própria vida, e mais, tendo como companheiro de aventura Benedict, que ainda está disposto a deixar as suas responsabilidades de lado e explorar os sentimentos que um desperta um no outro.

E ao fim dessa viagem, ambos vão reencontrar a si mesmos, através de sentimentos completamente inesperados.

Venho acompanhando essa série cada vez mais ansiosa pelo próximo lançamento. Mary Balogh transporta para as páginas cada nuance de sentimentos dos personagens, nos presenteando com histórias belíssimas.

Creio que a cada livro, a escritora através dos personagens, nos mostra que o que nos limita não são os problemas físicos que possamos ter, mas sim nós mesmos, quando nos limitamos somente a eles.

É o caso de Benedict. No início, o vemos totalmente limitado, frustrado pelas suas limitações. Até embarcar na ideia de Samantha e seguir viagem com ela, o vemos voluntariamente preso em suas limitações. Depois, quando ele forma essa dupla tão perfeita com a viúva que considerava uma bruxa, o vemos florescer; na verdade, eles florescem juntos, pois Samantha nunca teve realmente a oportunidade de se mostrar como realmente é, sempre presa às convenções impostas por um casamento infeliz.

Amei como o relacionamento dos dois fluiu, em um universo de romances cheios de “instalove”, foi muito agradável ver a paixão deles evoluir e não parar somente no desejo, mas em um amor que os fez se dedicar um ao outro, ao mesmo tempo que se tornam livres de tudo que os prendiam.

Outro ponto positivo são os diálogos, eles foram elaborados de forma inteligente, dando mais um quê especial à trama. A edição está linda como sempre, nem vou comentar sobre essas capas que são um amor.

Enfim, depois dessa leitura, só me resta aguardar ansiosamente pelo próximo membro do Clube dos Sobreviventes.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2019/07/resenha-uma-loucura-e-nada-mais-mary.html
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Janise Martins 30/07/2019

Uma Loucura e Nada Mais
Acho que dessa vez Mary Balogh exagerou na enrolação, mas mesmo assim gostei muito de ler. A autora tem uma delicadeza para contar a história que cativa. Aqui o protagonista tem dificuldades para caminhar, devido a ferimentos graves de guerra. Não vou dizer que ele é aleijado, por causa dessa besteira do politicamente correto, vai que tem alguém sensível lendo!
Sir Benedict está na casa de sua irmã quando conhece, meio que tragicamente Samantha, uma jovem viúva. Ele está tentando dar um rumo na vida e ela está tentando sobreviver a um duro e profundo luto imposto por seu sogro e cunhada.
Devido sua amizade com Ben, Samantha é mandada para morar com o sogro. Coisa que ela não quer de jeito nenhum e, foge, tendo como companhia o Ben. Ela vai para Gales, cidade natal de sua mãe. Lá ela vai descobrir que todas as coisas que sabia sobre seus parentes não era bem verdade. Ao mesmo tempo em que a amizade dela e Ben vai crescendo e amadurecendo.
Há sempre uma certa expectativa sobre a melhora de bem, mas ele nos leva a aceitá-lo do jeito que ele é. Amei o casal. Eles são tranquilos, com um passado sofrido. Acho que se completam, combinam. São adultos e sem mimimi. Uma relação bonita.
E foi isso.
Bjoo.


site: https://janiselendo.blogspot.com/2019/07/clube-dos-sobreviventes.html
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Leninha Sempre Romântica 22/07/2019

Já deu para perceber que estou na vibe dos romances de época, com essa resenha já são quatro seguidas desse gênero que amo e que faz parte da minha história. Na minha humilde opinião Mary Balogh é uma das melhores escritoras de romances de época que tem sido lançada no momento, sem querer desmerecer as outras que também admiro bastante, mas a Mary escreve de uma maneira que fica impossível não desejar mais e mais livros.

Temos aqui um dos seus romances mais apaixonantes, e um casal que nos conta sua história gradativamente, sem arroubos ou consequências extraordinárias, por assim dizer.

Tudo começa num encontro inusitado num momento de liberdade para os protagonistas. Depois de meses enlutada de forma rigorosa Samantha se deu o direito a um passei, sem ninguém para perturbar sua tranqüilidade, tendo apenas como companhia Tramp, seu cãozinho inseparável. Já Benedict decide cavalgar sem medos e até aventura num salto que a muito não arriscava. Desse passeio, que apesar de tão simples para ambos significava muito, veio o primeiro encontro, na verdade quase um acidente, que deixou os dois bastante nervosos.
Começa aí nossa história, onde dois personagens judiados pela vida se permitem desfrutar de uma amizade atípica entre um homem e uma mulher na época, e que vai galgando, sem grandes momentos, até que chega o amor. E como foi bom desfrutar dessa narrativa tão deliciosa.

Ao longo de toda a história nossos protagonistas são desnudados de suas marcas, suas dores, cada um com um sofrimento enraizado na alma. Não tem como não se encantar com o caminho que a autora traça para ambos até que eles se permitam amar novamente.

Como eu já deixei claro na resenha, nessa história não temos grandes reviravoltas nem fatos extraordinários, e sim o desabrochar de um amor calmo, perene e que arranca suspiros do leitor, e claro, em seu final uma mensagem de superação tocante. Estou quase favoritando como o melhor da série até agora, apesar de ainda me lembrar de Um Acordo e nada mais aos suspiros. Na verdade essa é uma missão quase impossível, dizer qual dos livros da série Clube dos Sobreviventes eu gostei mais até agora. Certeza que preciso de mais histórias para decidir. (risos)

Recomendo a leitura... Sempre!

site: http://www.sempreromantica.com.br/2019/07/uma-loucura-e-nada-mais-mary-balogh.html
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Pri 15/07/2019

Perfeito!
Que livro mais perfeito! Um romance apaixonante e tocante como só a Mary Balogh poderia fazer! ⠀

Aqui nós temos um dos casais mais graciosos que já encontrei. Uma história que começa com ambos se desgostando depois de um primeiro encontro bem inusitado, para logo depois surgir uma amizade sincera, desejo e, finalmente, amor. ⠀

A autora explora as marcas que a guerra deixou na alma de ambos. De formas diferentes, cada um teve sua cota de sofrimento e estão em busca de se reencontrar outra vez.

Esse livro facilmente se tornou meu favorito da série e um dos favoritos da vida! A cada interação desse casal eu suspirava e sentia aquele quentinho gostoso no coração. ⠀

Não há grandes reviravoltas, como já é marca dessa série, mas é uma trama fluida e extremamente cativante, que traz uma uma mensagem de superação muito bonita. Finalizei a leitura querendo muito mais, e super ansiosa pelo próximo livro! ⠀

site: https://www.instagram.com/p/BzgI7j0jsmm/
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clarinha 09/07/2019

Maravilhoso
Sir Benedict Harper foi ferido na guerra onde foi desacreditado que nunca poderia andar novamente, mas ele provou ao contrário e andou, mesmo com ajuda de duas bengalas, e se superou mas ele não sabe como seguir e arruma um novo rumo para sua vida. Então viaja para casa da sua irmã para pensar, e até começa a se desafiar para descobrir o que quer. E foi no primeiro e único desafio que ele encontrou uma mulher que mudaria tudo.

Essa mulher é Samantha McKay, viúva a quatro meses e não tinha controle para sua vida, e só quer ser livre, mas é difícil com os sogros e cunhados controladores e querem controla-la a todo custo. Mas tudo chegar ao limite quando ela poderia ser presa nesse mundo de regras absurdas para sempre. Ela não viu outra escolha a não ser fugir, para o país de Gales, atrás de uma casa que herdou e que nem sabe se é habitável para viver. Mas não vai sozinha mas sim com um soldado honrado, Sir Benedict.

Desde que eles dois se conheceram sentiram uma atração e em um desejo um pelo o outro, mas a prudência fica no caminho dos dois. Para ele, ele não tinha nada a oferecer, e ela tinha medo de se envolver, mesmo que com ele, ela encontra felicidade. Mas eles estavam enganados, os sentimentos nasceram, mas ele é forte para unir duas pessoas feridas?

Eu gostei muito desse livro, a autora esta me surpreendendo muito. A narrativa é rápida e fluida e deixa presa a ela até a última página, mas procurei ler lentamente para aproveita a leitura.
Samantha é uma mulher que está atrás de liberdade, ela é forte, destemida e correr atrás do que quer, mas sabe quando tem que abrir mão, mesmo que seja o homem que ama.

Já Benedict é um cavaleiro em todos os sentidos da palavra, e coloca a segurança da mulher que ama em primeiro lugar mesmo abrindo mão dela porque sabe que tem que se redescobrir e volta interio para ela.

Os dois personagens formam bem construídos e juntos se completam. Recomendadíssimo!!
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