Uma Loucura e Nada Mais

Uma Loucura e Nada Mais Mary Balogh




Resenhas - Uma Loucura E Nada Mais


14 encontrados | exibindo 1 a 14


Regiane Moreira 08/07/2019

Emocionante.
Sinceramente esperava mais da história do Ben, mas não deixou de ser emocionante e não pude dar menos que 5 estrelas.
Acho que poderia ter tido um pouco mais de ação mas foi linda a forma como o romance se desenvolveu e a aceitação dele de não se sentir menosprezado ou deficiente.
Recomendo como sempre

e-book: https://amzn.to/2VtBO9V

site: https://meupitacoliterario.blogspot.com/
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Vanessinha 15/06/2019

Um bom livro
No terceiro volume da série dos sobreviventes vamos conhecer Samantha McKay (viúva e "presa" pelo luto em sua residência sombria). E Benedict Harper que é o membro dos sobreviventes que teve sérias lesões em suas pernas. Eles se conhecem ao acaso quando Benedict visita sua irmã e depois que a família do falecido marido de Samantha define que ela está agindo contra o decoro de uma viúva, apenas por passear pelo jardim, nossa mocinha se rebela e vai em busca de um pequeno xalé que pertencia a sua tia-avó e que agora lhe pertence. Benedict é seu salvador e oferece ajuda para levá-la a Gales. Em relação aos dois livros anteriores eu senti que a narrativa está um pouquinho mais lenta focada nas emoções dos dois personagens. O desfecho é bem satisfatório e vemos os personagens muito mais racionais que emotivos. O mais interessante dessa série é que ela trata de pessoas comuns que sobreviveram a grandes traumas e mesmo assim suas histórias são interessantes.
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Leninha Sempre Romântica 22/07/2019

Já deu para perceber que estou na vibe dos romances de época, com essa resenha já são quatro seguidas desse gênero que amo e que faz parte da minha história. Na minha humilde opinião Mary Balogh é uma das melhores escritoras de romances de época que tem sido lançada no momento, sem querer desmerecer as outras que também admiro bastante, mas a Mary escreve de uma maneira que fica impossível não desejar mais e mais livros.

Temos aqui um dos seus romances mais apaixonantes, e um casal que nos conta sua história gradativamente, sem arroubos ou consequências extraordinárias, por assim dizer.

Tudo começa num encontro inusitado num momento de liberdade para os protagonistas. Depois de meses enlutada de forma rigorosa Samantha se deu o direito a um passei, sem ninguém para perturbar sua tranqüilidade, tendo apenas como companhia Tramp, seu cãozinho inseparável. Já Benedict decide cavalgar sem medos e até aventura num salto que a muito não arriscava. Desse passeio, que apesar de tão simples para ambos significava muito, veio o primeiro encontro, na verdade quase um acidente, que deixou os dois bastante nervosos.
Começa aí nossa história, onde dois personagens judiados pela vida se permitem desfrutar de uma amizade atípica entre um homem e uma mulher na época, e que vai galgando, sem grandes momentos, até que chega o amor. E como foi bom desfrutar dessa narrativa tão deliciosa.

Ao longo de toda a história nossos protagonistas são desnudados de suas marcas, suas dores, cada um com um sofrimento enraizado na alma. Não tem como não se encantar com o caminho que a autora traça para ambos até que eles se permitam amar novamente.

Como eu já deixei claro na resenha, nessa história não temos grandes reviravoltas nem fatos extraordinários, e sim o desabrochar de um amor calmo, perene e que arranca suspiros do leitor, e claro, em seu final uma mensagem de superação tocante. Estou quase favoritando como o melhor da série até agora, apesar de ainda me lembrar de Um Acordo e nada mais aos suspiros. Na verdade essa é uma missão quase impossível, dizer qual dos livros da série Clube dos Sobreviventes eu gostei mais até agora. Certeza que preciso de mais histórias para decidir. (risos)

Recomendo a leitura... Sempre!

site: http://www.sempreromantica.com.br/2019/07/uma-loucura-e-nada-mais-mary-balogh.html
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Raquel.Vila 05/06/2019

Lindo!!
A Mary Balogh é uma das minhas autoras favoritas. Ela sempre consegue criar personagens com uma personalidade maravilhosa.
Estou adorando a forma como ela tem retratado os personagens na série Clube dos Sobreviventes.
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ELB 05/08/2019

No terceiro livro da série Clube dos Sobreviventes, vamos conhecer Samantha McKay, uma jovem viúva que vive sob a vigilância ferrenha de sua cunhada, que segue normas rígidas de comportamento, tudo de acordo com o que o patriarca da família determina.

Há quatro meses em luto, só resta a ela seguir essas rígidas convenções sociais totalmente distorcidas, o que equivale a uma prisão domiciliar, cujo carcereiro é a cunhada. Na verdade, sua prisão iniciou depois de quatro meses de casamento, quando seu marido foi à guerra e ela teve que ficar com a família dele. Depois passou anos cuidando dos seus ferimentos de guerra até que ele morreu. Ao total, são seis anos de pressões e de ter a personalidade tolhida. Em Samantha, o desejo de poder respirar livremente sem todas essas convenções, está cada dia mais forte. E por incrível que pareça, um quase acidente é o início da sua liberdade.

Sir Benedict Harper saiu gravemente ferido das Guerras Napoleônicas. Por pura determinação, não consentiu ter as pernas amputadas, e agora, seis anos depois da sua baixa no exército, depende de muletas para se locomover. Os ferimentos físicos não atingiram somente sua capacidade de se locomover livremente, mas também o afetou além do físico, tanto que se sente inseguro para gerir seus negócios.

Recluso na casa da irmã, decide desafiar a si mesmo e os limites do seu corpo, ao sair para cavalgar e instigar seu cavalo a dar um salto... que quase atinge uma mulher e um cachorro histérico. Mais tarde, ele descobre que a mulher coberta de preto é Samantha, e determinado a se desculpar por quase a ter pisoteado com seu cavalo, acaba se aproximando da jovem, começando uma inusitada amizade, misturada com um certo desejo de algo mais, que acaba complicando mais ainda a situação da jovem viúva.

Samantha não estava disposta a perdoar Benedict por seu ato imprudente a cavalo, mas estranhamente começa a criar um certo vínculo com o cavalheiro, a ponto de se expor completamente a ele, inclusive seus mais íntimos anseios. Só que sua amizade atrai a ira do seu sogro, que determina que agora ela fique sob seu rígido olhar, para não sujar o nome da família com seu comportamento imprudente.

Determinada a fugir disso tudo que a oprime, providencialmente lembra de ter herdado um pequeno chalé da sua tia-avó. Assim, ela embarca em uma viagem com o objetivo de viver sua própria vida, e mais, tendo como companheiro de aventura Benedict, que ainda está disposto a deixar as suas responsabilidades de lado e explorar os sentimentos que um desperta um no outro.

E ao fim dessa viagem, ambos vão reencontrar a si mesmos, através de sentimentos completamente inesperados.

Venho acompanhando essa série cada vez mais ansiosa pelo próximo lançamento. Mary Balogh transporta para as páginas cada nuance de sentimentos dos personagens, nos presenteando com histórias belíssimas.

Creio que a cada livro, a escritora através dos personagens, nos mostra que o que nos limita não são os problemas físicos que possamos ter, mas sim nós mesmos, quando nos limitamos somente a eles.

É o caso de Benedict. No início, o vemos totalmente limitado, frustrado pelas suas limitações. Até embarcar na ideia de Samantha e seguir viagem com ela, o vemos voluntariamente preso em suas limitações. Depois, quando ele forma essa dupla tão perfeita com a viúva que considerava uma bruxa, o vemos florescer; na verdade, eles florescem juntos, pois Samantha nunca teve realmente a oportunidade de se mostrar como realmente é, sempre presa às convenções impostas por um casamento infeliz.

Amei como o relacionamento dos dois fluiu, em um universo de romances cheios de “instalove”, foi muito agradável ver a paixão deles evoluir e não parar somente no desejo, mas em um amor que os fez se dedicar um ao outro, ao mesmo tempo que se tornam livres de tudo que os prendiam.

Outro ponto positivo são os diálogos, eles foram elaborados de forma inteligente, dando mais um quê especial à trama. A edição está linda como sempre, nem vou comentar sobre essas capas que são um amor.

Enfim, depois dessa leitura, só me resta aguardar ansiosamente pelo próximo membro do Clube dos Sobreviventes.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2019/07/resenha-uma-loucura-e-nada-mais-mary.html
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Beta Oliveira 17/08/2019

Benedict e Samantha vivem uma história que é construída com o tempo. No compasso do luto emocional e social, no compasso das questões internas que precisavam responder e solucionar. Quem eles se tornaram e o que queriam fazer a partir disso. O amor saudável que descobrem por si mesmos é o que vai abrir caminho para que possam dividir quem são com outra pessoa – que os aceita assim, como são, sem mais nem menos.
No Literatura de Mulherzinha: Uma loucura & nada mais, Mary Balogh, Editora Arqueiro #ClubedosSobreviventes3

site: https://livroaguacomacucar.blogspot.com/2019/06/cap-1603-uma-loucura-nada-mais-mary.html
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Pri 15/07/2019

Perfeito!
Que livro mais perfeito! Um romance apaixonante e tocante como só a Mary Balogh poderia fazer! ⠀

Aqui nós temos um dos casais mais graciosos que já encontrei. Uma história que começa com ambos se desgostando depois de um primeiro encontro bem inusitado, para logo depois surgir uma amizade sincera, desejo e, finalmente, amor. ⠀

A autora explora as marcas que a guerra deixou na alma de ambos. De formas diferentes, cada um teve sua cota de sofrimento e estão em busca de se reencontrar outra vez.

Esse livro facilmente se tornou meu favorito da série e um dos favoritos da vida! A cada interação desse casal eu suspirava e sentia aquele quentinho gostoso no coração. ⠀

Não há grandes reviravoltas, como já é marca dessa série, mas é uma trama fluida e extremamente cativante, que traz uma uma mensagem de superação muito bonita. Finalizei a leitura querendo muito mais, e super ansiosa pelo próximo livro! ⠀

site: https://www.instagram.com/p/BzgI7j0jsmm/
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Vânia 05/07/2019

Clube dos Sobreviventes #3
Este livro se passa ao longo do primeiro e segundo livros, portanto, é necessário que você tenha lido os anteriores para melhor se colocar no tempo.

Aqui, começamos com o fim de mais um encontro anual do Clube dos Sobreviventes.
Desde que passaram vários anos vivendo sob o mesmo teto, em Penderris Hall, na Cornualha, a casa de campo do duque de Stanbrook, os seis amigos decidiram se encontrar uma vez por ano, durante algumas semanas para manterem a amizade firmada.
Desta vez, na noite anterior à partida, eles percebem que Ben estava um tanto mais abatido do que o normal, e ele acaba confessando que finalmente havia aceitado que nunca recuperaria por completo os seus movimentos e precisava, a partir dali, resolver o que faria da vida.

Benedict era o segundo filho de um Barão.
Seu irmão mais velho, Wallace, sempre preferiu viver na cidade, em Londres, e voltou a sua vida à politica. Com isso, e desde que Ben sempre desejou ser militar, a administração das terras, Kenelston, ficou a cargo do irmão caçula, Calvin.

Wallace morreu de forma trágica quando uma carroça do mercado de Covent Garden caiu sobre ele. Logo a seguir, Ben, na guerra, sofreu um grave acidente, quando o seu cavalo caiu arrastando-o com ele, e o cavalo de outro soldado caiu também sobre ele, tendo, assim, suas duas pernas esmagadas.
Seus irmãos Calvin e Beatrice, Condessa de Gramley, acharam que Ben não iria sobreviver, mas ele conseguiu (ainda que o prognóstico fosse sua morte ou a amputação de ambas as pernas).
Agora, ele era o novo Barão, mas não se sentia confortável em exigir de Calvin os plenos poderes de senhor das terras.
O caçula tinha esposa e filhos e estava mais do que adaptado ao trabalho.

Perdido quanto ao seu futuro, Ben resolve passar uns dias na companhia da irmã.
Lá, ele entra em contato com uma das vizinhas dela, a viúva Samantha McKay e sua cunhada, Matilda.
Esta última era uma mulher amarga, nunca ria e levava as regras de moral e boa conduta a ferro e a fogo.
As exigências de Matilda eram tão acirradas que ela sequer deixava que Samantha tivesse contato com os vizinhos, ainda que estes tentassem fazer visitas e convites a elas, para ajudá-la nesse momento de recente viuvez.

O sogro de Samantha também a controlava - através de Matilda - ao escrever cartas porntuando o que ele "esperava" do comportamento dela.

O fato é que os McKay nunca aceitaram o casamento do Capitão Matthew McKay com Samantha, que tinha a pele mais morena e sangue cigano.

Samantha, por sua vez, havia vivido um casamento que era mais uma prisão.
Apaixonou-se aos 17 anos por um homem belo e vaidoso, que com pouco tempo de casado a traía, e na guerra, acidentou-se de formas que desfigurou-lhe o rosto e afetou os pulmões. A vaidade falou mais alto e ele proibia qualquer outra pessoa - além de Samantha e seu valete - de o verem. Isso fez de Samantha uma prisioneira por anos.

Com a morte do marido - e a paixão já havia acabado há eras -, ela começava a sentir falta de fazer coisas simples, como passear no campo com seu cachorro, Tramp, ou visitar os vizinhos.

Matilda defintivamente não aprovava a nova amizade de Samantha com o irmão de sua vizinha. Ainda que ele fosse "aleijado", era um homem solteiro. Isso causou uma rusga entre as duas e a partida de Matilda.
No entanto, o que era para tornar-se um alívio, veio com carga dupla de punição, porque o sogro não só queria que Samantha voltasse a morar na casa dele, como tomou a casa onde ela morava enviando um outro filho dele, com a esposa, para tomar posse do local.

Cansada daquela vida, Samatha lembra-se de uma antiga história que sua mãe contava sobre um pequeno chalé da família dela, em Gales.

Com uma amizade firmada com Ben há pouco tempo, e como ele tinha tempo de sobra, ele decide acompanhá-la em sua viagem.

Por causa da condição de saúde dele, a viagem transcorre de maneira mais lenta, mas ainda assim muito agradável. Os dois se dão às mil maravilhas, e, em alguns locais, são obrigados a se apresentarem como um casal porque Samantha não levou qualquer dama de companhia.

Qual a surpresa dela ao descobrir, em Gales, que o tal chalé era uma bela e grande casa e não estava caindo aos pedaços.
A família da mãe dela tinha posses.
Sua tia-avó havia deixado uma pensão para sua mãe, que agora era dela, e seu avô era o mais rico da região.

O encontro dos neta e avô ocorre cautelosamente, sempre na companhia e apoio de Ben. Havia muita coisa não dita e muitos sentimentos a serem lidados.
Ao mesmo tempo, a aproximação/amizade entre Ben e Samantha cresce até tornar-se algo mais forte.

Mas Samantha ainda tinha uns meses de luto pela frente - até completar um ano - e, também, queria descobrir essa nova vida de mulher independente.
Já Ben, que tinha ideia em escrever um livro de viagens para pessoas com dificuldade de locomoção, também precisava colocar sua vida a limpo quanto ao título herdado.

Percebendo o interesse de Ben por sua neta, o Sr. Bevan oferece a ele um trabalho como seu sucessor, caso ele mostre aptidão para o trabalho.
Então, Ben teria algo para ocupar sua vida - não que ele precisasse do dinheiro - e ainda poderia ficar perto de Samantha. Mas tudo isso dependia muito mais dela do que dele.

"— Todos recebemos uma mão de cartas. Algumas são descartadas ao longo do caminho, e pegamos novas, às vezes não as que esperávamos. Mas isso não importa. O que importa é como jogamos.
— Mesmo que seja uma mão perdedora?
— Talvez não precise ser. Pois a vida não é realmente um jogo de cartas, é?"

Ben é um homem que sente dores constantes.
Desde o primeiro livro, conhecemos o que se passou com ele, como ele lidou, destemidamente, para não ter as pernas amputadas, e como ele, entre os amigos, sempre brincou que um dia ainda voltaria a dançar.
Mas agora, passados alguns anos e ainda com toda a problemática de como lidar sendo o novo Barão e senhor da família, o desânimo começa a lhe alcançar.

Escrever um livro é uma ideia que em pouco tempo ele vê ser mais difícil do que parecia (totalmente diferente de se escrever uma carta), e, nesse meio tempo, ele conhece Samantha.

A roupa de luto dela, de crepe, tinha um véu tão negro e grosso que Ben não sabia como sequer ela conseguia enxergar e respirar debaixo daquilo.
Mas, apesar disso, a vivacidade dela parecia pulular ansiando uma liberdade que lhe era tolhida pela severa cunhada.

Quando Samantha se vê expulsa do único lar que conheceu nos últimos anos, Ben não vê outra alternativa a não ser se oferecer para acompanhá-la naquela jornada de busca ao passado.

E enquanto viajavam como amigos, fingindo serem casados, os sentimentos começam a se embaralhar.
Porém, sempre existiria as limitações físicas dele. E Samantha era uma mulher cheia de vida...

Quando ela descobre a verdade sobre o que houve com a mãe dela, e que sua situação financeira estava resolvida, havia a situação de luto - as convenções sociais - a se respeitar quanto ao o que o seu coração queria de fato.

Ben descobre com ela, na praia de água gelada, que sua dor se amenizava enquanto nadava. E sem dor, as ideias ficavam mais claras e o futuro, mais promissor.

Ela era uma mulher independente, e ele era um homem com uma oferta de emprego e cujas empresas, quem sabe, poderiam ser mantidas em família... especialmente quando se tem um avô com complexo de culpido.

Uma grande história de superação.
5 estrelas
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Glaucia @blogmaisquelivros 14/08/2019

Sir Benedict Harper é um dos sobreviventes das Guerras Napoleônicas. Marcado por sequelas físicas e emocionais, Ben segue tentando superar sua deficiência, enquanto busca um propósito para sua vida. A verdade é que mesmo livre do campo de batalha, ele se julga incompleto. As bengalas que apoiam sua dolorosa caminhada tornaram-se sua prisão e uma lembrança constante de sua incapacidade em levar uma vida normal.

Samantha McKay dedicou 5 anos de sua vida aos cuidados do marido debilitado pela guerra. Contudo, sua total dedicação a Matthew não foi suficiente para livra-lá da opressão direcionada pela família do marido. Viúva há 4 meses, Sam é vigiada de perto pela cunhada e obrigada a viver reclusa e em luto profundo. Porém, seu destino muda a partir de um mal entendido. Em um simples passeio às escondidas, ela cruza com Benedict, que logo se torna uma pessoa de sua total confiança.

Disposta a escapar do destino que lhe aguarda, Sam arquiteta um plano para fugir das garras dos McKay e reivindicar sua herança esquecida no País de Gales. Acompanhada por Ben, ela embarca rumo a sua independência e a chance de uma nova vida. Nessa jornada de libertação e redenção, Sam e Ben descobrirão que o amor é um aliado poderoso para a cura das feridas mais profundas.

Iniciei esse livro sem grandes expectativas e fui surpreendida por essa história linda de dois personagens marcados pela guerra. As sequelas que afetam Ben e sua forma de andar possuem toda uma carga emocional que o impede de perceber que ainda é um homem desejável e capaz de superar os mais diversos obstáculos. Samantha é uma mulher forte e corajosa. E embora tenha se decepcionado no amor, não se fechou, se permitindo viver os desejos de seu coração.

Meu único incômodo com o livro foi a questão de Sam roubar a cena em muitos momentos, deixando Ben como coadjuvante de própria história. No entanto, acredito que para compreendermos o valor de sua participação na evolução de Ben, se fazia necessário conhecermos mais detalhes dessa personagem.

Fluída e envolvente, essa é a linda história de duas almas feridas em busca de um novo recomeço.

site: https://www.instagram.com/p/B1JNoqvDU5J/
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Book.Obsession 04/07/2019

Se tem uma coisa que Mary Balogh sabe fazer é nos encantar com seus personagens e suas histórias de vida.
Se de um lado temos Ben tentando se encontrar e se estabelecer com sua condição de vida. Do outro conhecemos Samantha, ansiando pela liberdade, aprendendo mais sobre sua família e resgatando suas origens. Se sozinhos eles já nos envolvem, quando interagem fica impossível não torcer para que consigam ser felizes.
Destaco também Beatrice, como gostei da irmã de Ben. Sensata, incentivadora, até poderia ter um livro dela. E fiquei curiosa para saber o porquê de Matilda ser tão ácida, rígida assim.
Uma loucura e nada mais é um romance de época lindo sobre recomeços, aceitação, família. Diferente daqueles inúmeros bailes e temporadas, aqui somos agraciados com um casal que vai se descobrindo aos poucos e retomando o sabor pela vida.
Com uma narrativa apaixonante, ágil, diálogos bem construídos, as cenas nos acolhe, nos faz suspirar e deixa um quentinho no coração. E assim como o livro do Hugo (Uma proposta e nada mais, esse também entra para os meus favoritos.


Resenha completa no blog.

site: https://www.bookobsessionblog.com/2019/07/resenha-uma-loucura-e-nada-mais-mary.html
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19/08/2019

Uma Loucura
Durante os 4 meses que Samantha vive no luto, sua cunhada faz com que ela viva sob normas sociais totalmente distorcidas e até meio malucas. Essa vida de prisão começou logo no começo de seu casamento. Com apenas poucos meses de casada seu marido foi à guerra e ela teve que ficar com a família dele. Como não bastasse, Samantha passou 6 anos cuidando do então marido até que ele morreu. Tudo que a jovem viúva deseja é viver livremente, e um quase acidente pode ser o início da sua liberdade.

Sir Benedict Harper, faz parte do clube dos sobreviventes, e como seus amigos, ele saiu gravemente ferido da guerra. Mas Benedict foi determinado e não permitiu que suas pernas fossem amputadas. O maior trauma dele não é físico, mas sim psicológico. Após longos 6 anos, ele ainda se sente um completo incapaz para dirigir seus negócios.

Cansado de ficar apenas dentro de casa, Bem resolve certo dia se desafiar e sai para cavalgar. O que parecia ser um passeio seguro e tranquilo muda de figura quando Ben leva seu cavalo a saltar e quase acabe acontecendo um grave acidente envolvendo ele, cavalo, cachorro e uma mulher. Tempo depois ele vem a saber que a tal mulher é a jovem viúva Samantha.

Determinado a se desculpa com a jovem, Bem se aproxima de Samantha. A aproximação resulta em uma inusitada amizade entre ele. Amizade que aos poucos começa a se misturar com um desejo a mais, complicando mais a vida de Samantha.

Samantha não aguenta mais viver da maneira em que vem passando seus dias e acaba lembrando que herdou de sua tia ? avó um pequeno chalé. Assim, Samantha e Benedict embarcam nessa aventura juntos. Ela que tenta se libertar de tudo que a oprime e ele querendo deixar suas responsabilidades e explorar tudo que um desperta no outro.

Mary Balogh

Acompanho a série desde o começo. A escrita da autora é sempre muito boa e suas histórias me pegavam desde o começo. Porém, como o livro aqui resenhado foi um pouco diferente. Achei a historia arrastada e não fiquei com aquela sensação de querer descobrir tudo logo. Pode ser uma fase que estou passando (quem não sabe tenho um bebê de apenas 2 meses) ou a história realmente não me ganhou.

Então a história é ruim Renara? NAAAAAAAAO! Claramente que não. Apenas não foi uma história que me arrancou suspiros como as demais. Mesmo assim, temos um enredo bem feito e como sempre a autora nos mostra que não são nossas dificuldades físicas que atrapalham, que nos limitam. Mas sim o que pensamos de nós.
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Janise Martins 30/07/2019

Uma Loucura e Nada Mais
Acho que dessa vez Mary Balogh exagerou na enrolação, mas mesmo assim gostei muito de ler. A autora tem uma delicadeza para contar a história que cativa. Aqui o protagonista tem dificuldades para caminhar, devido a ferimentos graves de guerra. Não vou dizer que ele é aleijado, por causa dessa besteira do politicamente correto, vai que tem alguém sensível lendo!
Sir Benedict está na casa de sua irmã quando conhece, meio que tragicamente Samantha, uma jovem viúva. Ele está tentando dar um rumo na vida e ela está tentando sobreviver a um duro e profundo luto imposto por seu sogro e cunhada.
Devido sua amizade com Ben, Samantha é mandada para morar com o sogro. Coisa que ela não quer de jeito nenhum e, foge, tendo como companhia o Ben. Ela vai para Gales, cidade natal de sua mãe. Lá ela vai descobrir que todas as coisas que sabia sobre seus parentes não era bem verdade. Ao mesmo tempo em que a amizade dela e Ben vai crescendo e amadurecendo.
Há sempre uma certa expectativa sobre a melhora de bem, mas ele nos leva a aceitá-lo do jeito que ele é. Amei o casal. Eles são tranquilos, com um passado sofrido. Acho que se completam, combinam. São adultos e sem mimimi. Uma relação bonita.
E foi isso.
Bjoo.


site: https://janiselendo.blogspot.com/2019/07/clube-dos-sobreviventes.html
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clarinha 09/07/2019

Maravilhoso
Sir Benedict Harper foi ferido na guerra onde foi desacreditado que nunca poderia andar novamente, mas ele provou ao contrário e andou, mesmo com ajuda de duas bengalas, e se superou mas ele não sabe como seguir e arruma um novo rumo para sua vida. Então viaja para casa da sua irmã para pensar, e até começa a se desafiar para descobrir o que quer. E foi no primeiro e único desafio que ele encontrou uma mulher que mudaria tudo.

Essa mulher é Samantha McKay, viúva a quatro meses e não tinha controle para sua vida, e só quer ser livre, mas é difícil com os sogros e cunhados controladores e querem controla-la a todo custo. Mas tudo chegar ao limite quando ela poderia ser presa nesse mundo de regras absurdas para sempre. Ela não viu outra escolha a não ser fugir, para o país de Gales, atrás de uma casa que herdou e que nem sabe se é habitável para viver. Mas não vai sozinha mas sim com um soldado honrado, Sir Benedict.

Desde que eles dois se conheceram sentiram uma atração e em um desejo um pelo o outro, mas a prudência fica no caminho dos dois. Para ele, ele não tinha nada a oferecer, e ela tinha medo de se envolver, mesmo que com ele, ela encontra felicidade. Mas eles estavam enganados, os sentimentos nasceram, mas ele é forte para unir duas pessoas feridas?

Eu gostei muito desse livro, a autora esta me surpreendendo muito. A narrativa é rápida e fluida e deixa presa a ela até a última página, mas procurei ler lentamente para aproveita a leitura.
Samantha é uma mulher que está atrás de liberdade, ela é forte, destemida e correr atrás do que quer, mas sabe quando tem que abrir mão, mesmo que seja o homem que ama.

Já Benedict é um cavaleiro em todos os sentidos da palavra, e coloca a segurança da mulher que ama em primeiro lugar mesmo abrindo mão dela porque sabe que tem que se redescobrir e volta interio para ela.

Os dois personagens formam bem construídos e juntos se completam. Recomendadíssimo!!
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Nikolle - Paradise Books 27/06/2019

Foi bom, mas não foi perfeito
Sir Benedict Harper sobreviveu ás Guerras Napoleônicas, mas não saiu intacto, e agora terá que viver pelo resto da vida dependendo de muletas para andar. Três anos após ter se recuperado e ter aprendido a viver com sua deficiência, Ben ainda não teve coragem de ir à sua propriedade tomar as rédeas e assumir as obrigações que seu título impõe, pois quando estava se recuperando seu irmão tomou conta de tudo e vive na casa com a mulher e filhos. Sendo assim antes de finalmente decidir o que vai fazer com sua vida, ele decide visitar sua irmã, na casa de campo dela.

Um certo dia que decide cavalgar pela propriedade acaba conhecendo Samantha McKay, uma das vizinhas de sua irmã, e a mais recente viúva das redondezas. Mas este primeiro encontro entre eles gera nada mais do que uma pequena discussão, e cada um segue seu caminho sem se desculparem.

Samantha já estava farta dos vestidos pretos, a casa escura, e sua cunhada extremamente dramática, e rígida com o período de luto. Ja faziam meses que estavam cumprindo as regras de se manterem fora da sociedade, em respeito ao seu esposo que havia falecido, mas Samantha já havia passado anos se dedicando a ele, e cuidando de seus ferimentos até seu último suspiro, e agora ela simplesmente não podia visitar os vizinhos, caminhar livremente e sentir o calor do sol sem o véu negro cobrindo seu rosto.

Após receber a visita agradável de sua vizinha, acompanhada por Sir Benedict, com um pedido de desculpas após seu breve encontro e discussão, Samantha se sente na obrigação de retribuir a cortesia e vai até a casa sem uma acompanhante, gerando uma grande revolta para sua cunhada Matilda, e de seu sogros autoritários que queriam ditar cada segundo de sua vida.

Seu único desejo é ter a liberdade que seu casamento nunca proporcionou, sendo assim ela toma uma decisão totalmente maluca, e Benedict acaba apoiando, e a ajudando a fugir da propriedade, para que ela possa deixar essa família opressora para trás, e tentar viver sozinha em um chalé que sua mãe deixou para ela depois de morrer. A viagem até o local é longa, o que gera um grande período de tempo para Benedict e Samantha se conhecerem melhor e estabelecerem uma confortável amizade, que segundo eles nunca cruzariam a linha para algo mais. Porém a atração fala mais forte, e será que Samantha está preparada pra se envolver com alguém? Ou Ben está disposto a se abrir depois de anos e deixar suas inseguranças, sobre o seu corpo depois da guerra, de lado? Até onde o envolvimento dos dois os levariam?

Mais uma vez fui surpreendida pela Mary Balogh, o casal desse livro é muito fofo e o desenvolvimento do romance deles é ótimo, principalmente os diálogos entre os dois, já que cada um simplesmente fala o que pensa. Eu gostei muito da história da protagonista, tem profundidade e um foco muito grande na evolução dela, e apesar de ter adorado, foi algo que ofuscou a própria história do personagem masculino. Pela série ser sobre o Clube dos Sobreviventes e seus integrantes, eu aguardei uma resolução maior sobre a vida do Ben, e a dificuldade dele de assumir sua posição, na sua casa que estava ocupada pelo irmão, e não temos isso. Apesar de tudo foi uma leitura rápida, com um romance gostoso de ler, e um final fofo.
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