Macbeth

Macbeth Jo Nesbø




Resenhas - Macbeth


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José Carlos 30/04/2020

Eletrizante!!!
A história de uma cidade cheia de corrupção, e a luta pelo poder! Como li em outras resenhas, não existe o mocinho absoluto! Achei fantástico! Ainda tenho uns livros do Harry Hole para ler, mas acho que Jo Nesbo escreveu uma grande obra do suspense policial! Na minha opinião, deveria finalizar a série do Harry Hole (se já foi finalizada, não li o último), e focar em novos personagens! 5 estrelas, pq não posso dar mais!
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Ana 26/03/2020

Macbeth
Ducan é o novo comissário da cidade. Homem correto e honrado, tem como principal objetivo livrar a cidade do crime organizado controlado por dois grandes traficantes: Sweno , líder da gangue Norse Riders e Hécate, a mão invisível, um manipulador com influência nas altas esferas do poder e principal adversário de Ducan.

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Após um banho de sangue que quase limou o esquadrão de Sweno, o chefe da elite policial GOE, Macbeth, um homem do povo, vira o homem chave de Ducan e é um dos grandes nomes para chefiar a nova unidade de Crime Organizado.

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Porém, Macbeth é um ex viciado, instável e controlado por Lady, sua esposa, dona de um cassino e mulher extremamente ambiciosa.

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Manipulada por Hécate, Lady tenta convencer Macbeth que não basta ser o Chefe da Unidade de Crime Organizado. Que para salvar a cidade dos maus, ele precisa ser o próprio comissário chefe. Mas para isso, precisa matar Ducan, o homem que o alçou ao poder.

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Dominado pela droga, influenciado por Lady e absorto por suas paranóias e pela ambição desenfreada, Macbeth tem que tomar terríveis decisões sobre até aonde vai chegar para alcançar seus objetivos.

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Publicado pelo Grupo Editoria Record, o livro faz parte do projeto Hogarth Shakespeare, onde vários autores de renome recontam suas histórias 400 anos depois de sua morte.

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Nesse, Jo Nesbø, um dos meus autores preferidos de suspense policial, faz a releitura da peça Macbeth.

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O livro é intenso, os personagens são densos, não há ninguém de alma imaculada, todos são muito humanos, com muitos defeitos e erros. Não há um mocinho absoluto, todos tem sua parte mais feia escancarada no livro, o que é muito real, pois afinal, quem é mocinho 100% do tempo?

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Amei o livro! Recomendo muito!

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Valéria Cristina 26/08/2020

Inspirado em Shakespeare, o autor traça uma história noir sensacional.
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Bidu 21/05/2020

Resolvi investir na leitura do Jo Nesbø, para conhecer o seu estilo de escrita tão bem cotado. Esse foi o segundo livro dele q li, além de ?Morcegos?. Comecei a leitura ano passado, parei, voltei, e só terminei pq tenho um princípio de ?dar uma chance? ao livro. A história não empacou... o mesmo aconteceu c o outro título. Pelo visto, não tem a mesma química que a Agatha Christie.
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Debyh 08/09/2020

Conheci Macbeth, o verdadeiro de Shakespeare, há muito tempo, então sinceramente lembro bem pouco do livro, claramente a história não me marcou muito. Porém achei interessante a proposta do livro que foi a de reescrever um clássico em outro gênero, aqui no caso Jo Nesbø se baseou na história de Macbeth e criou um romance policial, e confesso que gostei de como ele usou bem os personagens na história.
Uma história que você pode reconhecer os personagens e talvez até suas personalidades porém em um contexto diferente. Macbeth é um policial que a todo custo quer ascender na carreira e quem sabe assim comandar a cidade. Porém não vai ser fácil enfrentar, o novo comissário-chefe e do outro lado temos os chefes da gangue e do tráfico. Macbeth conta com o apoio de sua amada Lady e pretende ir até às últimas consequências para conseguir o que quer.
continua no link: http://euinsisto.com.br/macbeth-jo-nesbo/

site: http://euinsisto.com.br/macbeth-jo-nesbo/
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pati 31/03/2021

Chato
Não tenho nem palavras para o quanto eu odiei esse livro, devia ter parado no começo e não perdido tempo com essa porcaria
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Amiga Leitora 23/01/2020

Kennet trabalhou por 25 anos como comissário-chefe de sua cidade, ele tratava a mão de ferro, pois era como um ditador, impunha suas vontades e abusava de sua autoridade. Anos depois, Kennet morre e em seu lugar assume Ducan, que é um profissional muito honesto e que queria o melhor para todos, por esse motivo já faz mudanças significativas de chefes dos setores policiais, com o objetivo de acabar com a corrupção, porém ele ainda não encontrou um líder para a Unidade de Crimes Organizados, muita gente deseja esse cargo.

Walt Kite é um jornalista que enfrentava Kennet, denunciando que as indústrias estavam em escassez, ao mesmo tempo o tráfico e cassinos se proliferavam. Mas ao ser destemido ele atiçou dois poderosos: Sweno, o cabeça da gangue Noise Riders, e Hécate, o criador da brew, uma espécie de droga que custa bem mais barato que as outras drogas existentes e tem um efeito mais duradouro. Esses dois homens são capazes de passar por cima de qualquer pessoa para alcançarem seus objetivos, qualquer pessoa mesmo.

Ao descobrir uma transação de drogas que Sweno faria, Hécate o denúncia para as autoridades, essa informação privilegiada está em poder do inspetor Duff que já de olho na vaga da unidade de crimes, quer pegar Sweno, mas algo dá errado e ele é salvo por Macbeth, chefe do seleto grupo de Operações Especiais. Depois disso quem ganha o cargo é Macbeth e não Duff. Macbeth é um policial exemplar, mas tem duas falhas graves, pois é um ex viciado (possível de recaídas) e namora com a perigosíssima e influente dona do cassino, Lady é a mulher que levará Macbeth a fazer coisas inimagináveis e que custará muito caro.

Como já observamos o enredo de "Macbeth" é instigante, cheio de tramas e ação, eu adoro livros que tem esse ritmo rápido e cheios de gangues, cada cena trazia um acontecimento, cada vez mais ia passando as páginas e me sentindo como em um filme de suspense policial, os cenários são bem descritos e fazem o leitor se sentir em cada espaço mostrado no decorrer da trama, isso é um ponto que muito me agradou. Jo Nesbo se destacou para mim como um bom escritor de suspense, lembrando que esse é o meu primeiro contato com ele e ainda tenho minhas ressalvas.

Macbeth é também uma releitura da peça de Shakespeare. Esse livro de Jo Nesbo faz parte do projeto Hogarth Shakespeare, autores de sucesso dão sua versão para as maravilhosas histórias do grandioso Shakespeare, Jo Nesbo foi o sétimo autor selecionado para dar vida a esse clássico. No caso dessa peça mostra a trajetória de Macbeth que ganhou a guerra e voltando com seu amigo Banquo encontram três feiticeiras que dizem que ele será um Barão e reinará logo depois da morte de Ducan, o que realmente acontece, porém com pressa de ser o soberano, sua esposa o aconselha a matar logo o rei, entretanto isso será a porta para vários empurrão e erros. O que chama atenção é Jo Nesbo trazer toda essa trama num espaço bem mais atual e como eu disse parece que estamos dentro de um filme, desviando de tiros e se infiltrando em gangues, acho que isso que deixa tudo mais legal e eletrizante.

Alguns aspectos me incomodaram, um deles foi o fato de algumas informações não serem tão claras quanto ao enredo, alguns detalhes passaram despercebidos, não me aprofundarei para não dar spoiler, mas já digo que talvez eles passem despercebidos, pois não é nada que incomode demais na narrativa, então relaxe ... hahahah!

Os personagens construídos por Nesbo me deixaram confusa, mas no melhor dos sentidos, eles são tão tridimensionais. O personagem principal Macbeth é uma incógnita, ele tem atitudes fortes e se mostra bem resolvido, tudo que ele faz parece bem planejado e ao mesmo tempo observamos como ele é também estrategista, gostei da forma como ele se mostra gente como a gente, capaz de erros, intenso e decidido ir até o fim pelos seus objetivos. Gostei até de alguns personagens não muito convencionais.

A história faz algumas críticas à sociedade e faz com que o leitor reflita sobre corrupção, pessoas sedentas por poder, falta de caráter e tantas outras questões que parei para analisar e vi que apesar do enredo se passar em uma outra época tem tudo a ver com o que enfrentamos na sociedade atual. Recomendo muito o livro para pessoas que gostam de suspense policial e muita ação, brinque de detetive e entre nas tramas de Jo Nesbo.

* ESCRITO PELA RESENHISTA CAMILA OLIVEIRA DO BLOG AMIGA DA LEITORA *

site: http://www.amigadaleitora.com/2020/01/resenha-macbeth-editorarecord.html
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Silvana - Blog Prefácio 23/09/2019

Por 25 anos Kennet foi o comissário-chefe da cidade, onde era como um ditador pois não importava quem era o prefeito no momento, quem mandava na cidade era ele. Mas ele morreu e Duncan, um homem honesto e visionário foi nomeado em seu lugar, dando esperança aos moradores de ter uma vida melhor. Logo que entrou Duncan começou a fazer mudanças trocando os chefes dos setores que eram do tempo de Kennet. Duncan é totalmente contra a corrupção, e procurou cercar-se de homens honestos como ele. Mas ainda existe um cargo em aberto, o de líder da recém-criada Unidade de Crimes Organizados, e é justamente essa vaga que vários policiais estão de olho.

Walt Kite, um jornalista da radio local, era o único que tinha coragem de erguer a voz contra Kennet e seus abusos, pois ele parecia ser um dos poucos que estava vendo as indústrias indo embora e os cassinos e o mercado de drogas tomando conta da cidade. Mercado esse que é comandado por dois homens: Sweno, líder da gangue Noise Riders, e Hécate, o criador da brew, uma droga sintética que além de ser mais barata, tem efeito mais prolongado que as outras. Por isso no momento Hécate tem uma certa vantagem sobre Sweno, que espera recuperar o dinheiro das vendas perdidas para Hécate com um carregamento enorme de quatro toneladas e meia de anfetamina.

Mas as coisas não serão tão simples, porque Hécate descobre sobre a transação e dá a dica para a polícia. Quem recebe a informação é o inspetor Duff que quer se provar merecedor da vaga para liderar a Unidade de Crimes Organizados e faz uma emboscada para os Norse Riders, mas as coisas não dão muito certo e só não termina pior porque Macbeth, o chefe do Grupo de Operações Especiais, entra em ação. E para surpresa de Duff, Macbeth é o indicado para o cargo que ele tanto deseja. Porém apesar de ser um policial honesto, Macbeth é um ex viciado e namorado de Lady, a dona de Inverness, um dos dois cassinos da cidade. E é ela quem vai fazer a cabeça de Macbeth e o mesmo vai seguir em um caminho sem volta.

E temos mais uma releitura de uma peça de Shakespeare publicado pelo Grupo Editorial Record. Dessa vez a releitura é da peça Macbeth. O livro faz parte do projeto Hogarth Shakespeare, onde vários autores de renome recontam suas histórias 400 anos depois de sua morte. Esse é o sétimo livro do projeto. Para quem não sabe, a peça conta a história de Macbeth voltando da guerra vitorioso com seu amigo Banquo e no caminho eles encontram três bruxas que fazem uma profecia, elas dizem que Macbeth se tornará Barão de Cawdor e, futuramente, o novo soberano no lugar do rei Duncan. E como logo em seguida ele se torna Barão, ele acredita que o resto também vai acontecer e aconselhado pela esposa ele mata o rei Duncan. Mas sua consciência não o deixa em paz e começa a cometer vários atos de loucura para ocultar o que fez e para impedir que novas profecias se cumpram.

E essa releitura segue o mesmo caminho da peça original, por isso para quem já leu, vai saber o que acontece em seguida na história. O que temos de diferente é que Jo Nesbo trouxe a história para um cenário completamente diferente do escrito por Shakespeare. Logo que comecei a ler, a primeira coisa que me veio a mente foram aqueles filmes de tiros e porradas que não está entre os favoritos mas a gente sempre assisti, tipo Busca Implacável, Carga Explosiva, Duro de Matar. E por isso fiquei admirada ao ver que muita gente achou o livro parado. Ele segue um ritmo alucinante e as páginas viram sozinhas. Eu olhava no rodapé e já tinha lido 10 páginas, olhava de novo e já tinham ido mais 15. Por isso apesar do livro ter mais de 500 páginas eu li ele em dois dias.

Esse foi meu primeiro contato com o autor, de quem eu só tinha lido elogios nas resenhas desde sempre. E acredito que por ser uma releitura ele tenha fugido bastante do seu próprio estilo, mas mesmo assim, eu gostei e vou querer ler outros livros dele. O livro se passa em 1970, uma cidade cujo nome não foi citado, o que foi uma das coisas que me incomodou no livro. Eu sou dessas que gosto de ter esse tipo de informação hehe. E uma das coisas que me chamou muito a atenção no livro é que não tem temos nenhum mocinho na história. Todo mundo vai de vilão a pior. Até quem a gente acha que é honesto, acaba se mostrando corrupto ao longo da história. E isso foi um dos pontos fortes da história, a forma como o autor mostrou a corrupção, não somente em quem tem algum tipo de cargo, mas como ela age no ser humano.

Macbeth é o personagem principal e apesar da forma como ele é apresentado, eu gostei dele. Ele justifica seus atos usando o famoso "estou pensando em um bem maior". E basicamente mesmo quase todo mundo agindo errado na história, eles conseguem cativar o leitor. Não vou citar um por um aqui, até porque são muito personagens na história, mas acabei gostando até dos "vilões" do livro. E ainda temos uma surpresa no final, que mostra a verdadeira realidade em que vivemos. A história se passa nos anos 70, mas poderia ser nosso cenário politico atual. O autor faz várias criticas a sociedade. Quanto a capa eu gostei, apesar de achar exagerado capas com os nomes dos autores que pegam quase a capa toda hehe. Enfim, indico o livro para quem gosta de histórias com essa pegada de ação.

site: https://blogprefacio.blogspot.com/2019/09/resenha-macbeth-jo-nesb.html
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Geórgea 17/10/2019

Macbeth
Em 1970, a criminalidade e as drogas parecem ter tomado conta da cidade. A violência é lei, uma nova droga sintética está destruindo as pessoas e grandes criminosos parecem governar esse local. É em meio a esse cenário que o comisário-chefe Duncan busca uma nova alternativa para combater esse caos.

A escolha de Duncan para liderar a unidade de Crime Organizado é o bravo e destemido Macbeth. Querido pela população e temido pelos bandidos, ele parece ser a melhor escolha para combater dois famosos traficantes: Sweno e Hécate. No entanto, o que muitos não sabem, é que Macbeth é um ex-viciado que possui pouca empatia pelas pessoas.

“Todo homem tem um limite do que pode suportar antes de se dar por vencido, antes de quebrar qualquer juramente tatuado e fazer tudo, absolutamente tudo, que jamais imaginou que faria. Pois lealdade eterna é inumana, mas trair é humano.”

Após essa escolha, passaremos a conhecer um pouco mais desse mundo tão sujo e violento e veremos, de uma vez por todas, quem é o verdadeiro Macbeth. Será que podemos confiar em alguém que esteve tão próximo desse mundo? Será que seu comportamento frio e calculista poderá afetar suas decisões? E o mais importante: até onde ele é capaz de ir para agradar a sua amada Lady?

Minha Opinião

Há muito tempo tento criar uma afinidade com o autor Jo Nesbø. Sempre me recomendaram suas obras e, até o momento, ainda não havia encontrado alguma que me fizesse gostar da sua escrita. Será que encontrei isso em Macbeth? Infelizmente, não. Quando vi esse livro, pensei que amaria a história. Afinal, aqui temos uma espécie de releitura da famosa obra, de mesmo nome, do famoso escritor William Shakespeare. Mas muitos elementos me levaram a não ter uma boa experiência com esse livro.

Não sei se é a forma como autor escreve, suas diversas reviravoltas até entregar algo, seus personagens pouco cativantes ou tudo isso misturado. Só sei que não consigo sentir uma conexão com o autor e nem com suas obras. A trama é interessante, faz esse jogo com uma história conhecida, resgatando personagens e jogando com elementos originais inseridos em um contexto mais atual, mas, mesmo assim, entrega pouco.

Macbeth é largado de uma forma brusca na história e sentimos seus desenrolar durante a narrativa. Ele é um ex-viciado em drogas, exímio matador e, até o momento, muito correto e justo. Completamente apaixonado pela bela e provocativa Lady e pronto para realizar todos os seus desejos. Quando a história muda de figura, temos uma ruptura muito abrupta dele. Sua mudança ocorre de uma hora para a outra e senti falta de uma melhor exploração.

“Tinha de se tornar o outro Macbeth, o que havia enterrado muito fundo, o carniceiro enlouquecido que havia jurado nunca voltar a ser.”

São tantos personagens que fazem parte dessa história, que fica difícil explorar cada um. O que posso dizer é que eles foram muito bem contextualizados e trouxeram algumas semelhanças das suas origens. Não consigo afirmar que algum deles seja totalmente bom ou mau. Sinto que todos eles ficam nesse meio termo e se amparam nisso para justificarem suas ações. Acho que a falta de um “mocinho” me deixou incomodada com o desenrolar dessa narrativa.

Entretanto, gostei muito dessa exploração de um submundo do crime onde a violência reina e onde temos o lado mais vil e sujo do ser humano exposto. Você encontrará nessa leitura cenas fortes e muito reais que, diversas vezes, nos causam certo desconforto. O pior é saber que tudo isso acontece bem debaixo do nosso nariz e nem sonhamos a realidade enfrentada por essas pessoas. Descobriremos aqui que não podemos confiar em ninguém e que a traição, violência e morte parecem ser comuns para todos eles.

Essa trama conta com diversas mentiras, buscas desesperadas pelo poder e reviravoltas. Quando você menos esperar, alguma mudança aparecerá e você ficará sem ação com aquela revelação. Apesar de não me agradar por completo, reconheço a importância do autor e o quanto ele foi cuidadoso ao montar essa história e encaixar cada um desses personagens em uma realidade tão diferente da que eles se originaram. Assim como esse livro não funcionou comigo, pode ser que ele funcione com você.

site: https://resenhandosonhos.com/macbeth-jo-nesbo/
Claudia 17/10/2019minha estante
Será que dou outra chance a esse autor? Dos livros dele, abandonei a maioria ou fiz leitura dinâmica. Só gostei msm do Boneco de Neve. Esse, pelo menos a leitura prende?


Geórgea 18/10/2019minha estante
Olá, Claudia! Eu não gostei nem do Boneco de Neve! Tenho um problema muito sério com esse autor. Não sei se indico esse livro, sugiro dar outra chance com outro livro. hehehe Eu dei outra chance para ele com Macbeth e não funcionou de novo.


Claudia 18/10/2019minha estante
Obg




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