P.S. de Paris

P.S. de Paris Marc Levy




Resenhas - P.S. de Paris


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Minha Velha Estante 28/08/2019

Resenha da Mylena Suarez
Eu peguei este livro só por saber que era o escritor de E se fosse verdade, um romance doce e de mensagem forte que faz muito sucesso até hoje e virou filme na mãos de Steven Spielberg estrelado por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo e lançado em 2005, foi também sucesso de público e crítica. O que eu não sabia era que tinha o livro 2 (já procurei horrores e vou comprar em espanhol, foi o único volume que encontrei) com a continuação da história de amor entre Lauren e Arthur e que Paul, protagonista de P.S. from Paris, é o amigo que ajuda a unir o casal famoso.

Paul é um homem tímido e reservado que teve seu livro publicado com a ajuda de Lauren e, diante do sucesso da obra, se viu obrigado a fugir do assédio de todos e foi parar na cidade do amor: Paris. Lá suas obras não obtiveram o mesmo sucesso porém, de uns tempos para cá, ele começou a ser destaque na Coréia e também a focar na sua tradutora Kyong, mulher misteriosa que prefere um relacionamento sem amarras até que ele conhece Mia.

“Kyong é como... o oceano em minha vida. E eu sou o cara que tem medo de nadar. Ridículo, né?”
Mia é uma jovem atriz desiludida amorosamente que também veio se refugiar em Paris para pensar em que rumo daria a sua vida depois da traição do marido. Ela conta com a ajuda da divertida chef Daisy que a acolhe em seu lar. Mia passa os dias passeando em Paris sem coragem para encarar sua vida real, até que conhece Paul.

Eles sabem que não devem se envolver amorosamente já que a vida de ambos está complicada, mas nós sabemos que o amor sempre dá um jeito de unir duas almas solitárias e amigas. Aos poucos, os dois se tornam grandes amigos e confidentes. Unindo passeios na Cidade Luz a jantares, eles começam a se envolver e a nos envolver nesta trama romântica e cheia de mensagens fortes.

A principal delas para mim veio do caricaturista que se torna amigo de Mia e que tem uma história de amor comovente:

“ Todo dia conta.”

E como cada dia conta para que consigamos aproveitar a presença das pessoas em nossa vida, Mia e Paul vão descobrir como cada dia que eles passam juntos conta para a felicidade deles.

Amei a força de Mia para fazer tudo que ela precisava fazer e toda a coragem que teve para lutar pelo que queria, e amei a forma como Paul percebe o que está bem a sua frente.

Com referências a Breakfast at Tiffany’s, Murakami e Jane Austen, me apaixonei pela escrita leve e fluida de Marc Levy que traz uma mensagem de resiliência, recomeços, amor e, principalmente, de luta e ética. O livro vai num crescendo até chegar no pico do ponto de conflito e tudo começa a parecer mais complicado ainda, resta saber se eles perceberão o que realmente importa para eles ou não.

Estou torcendo para ter um livro para Daisy e que tenha mais destes casais apaixonantes criados por Marc Levy.

Amei a capa, suave e romântica como o livro e que consegue transmitir como é o relacionamento entre os dois e achei maravilhosa a ideia de onde surgiu o título, pois nunca iria imaginar que tinha a ver com este detalhe .

Mais-que-perfeito!!!

Beijos, Myl

site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2019/07/ps-de-paris-marc-levy.html
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Aione 27/08/2019

O romance de estreia de Marc Levy, E Se Fosse Verdade, foi responsável por torná-lo best-seller. Nele e em sua continuação não publicada no Brasil, Vous Revoir no original e Finding You em inglês, o leitor conhece o romance entre Lauren e Arthur, cujo enlace recebe a ajuda de Paul, melhor amigo do protagonista. Agora, em P.S. de Paris, é a vez do personagem secundário ganhar sua própria história.

Mia é uma famosa atriz que precisa de um tempo de seu casamento arruinado. Assim, ela se refugia em Paris, buscando passar algumas semanas como uma mulher comum, longe dos holofotes. Em uma tentativa de experimentar um site de relacionamentos, ela acaba conhecendo Paul em uma situação totalmente inusitada, já que ele, um escritor americano que mora há sete anos em Paris, foi forçado por seu amigo, Arthur, a comparecer ao encontro sem saber que aquela seria uma situação romântica. A partir de então, ambos passam a explorar a cidade e a buscar apoio na amizade do outro, sem jamais assumirem que podem estar se envolvendo mais do que gostariam.

A narrativa de Marc Levy é ágil e divertida, de maneira que li P.S. de Paris em poucas horas, sem sentir vontade de interromper a leitura. O livro traz muitos diálogos e não se demora em muitas descrições ou reflexões, o que, aliado à alternância de perspectiva da narrativa — sempre em terceira pessoa, mas ora mais próxima de Paul, ora mais próxima de Mia — confere agilidade à leitura.

Talvez por já existir no universo criativo de Marc Levy há muitos anos — considerando-se que E Se Fosse Verdade foi publicado no final dos anos 1990 — Paul me pareceu um personagem mais sólido do que Mia, com conflitos e nuances mais palpáveis. Ainda, o fato do protagonista exercer a profissão de seu criador nos faz pensar no quanto de um há no outro, além de ser possível observar características metalinguísticas em P.S. de Paris: muito do que Paul defende em sua arte de escrever pode ser observado na própria narrativa da obra.

A leitura acabou me surpreendendo bastante pelos rumos que tomou: se sua primeira metade me cativou pela atmosfera de divertimento e pelo gostoso romance que pouco a pouco se desenvolve entre as personagens, a segunda metade trouxe uma reviravolta que eu não só não esperava como também ampliou os temas discutidos no livro. Sem se aprofundar e mantendo sua característica de leveza, P.S. de Paris acabou por enveredar uma perspectiva histórico-política, que me fez pensar em Tudo Aquilo Que Nunca Foi Dito, no qual algo similar também ocorre.

No resumo, a leitura de P.S. de Paris me proporcionou gostosos momentos de entretenimento e me fez relembrar os motivos por ter gostado dos outros dois trabalhos do autor com que tive contato. Vale dizer que só fui perceber que o casal de amigos de Paul, Arthur e Lauren, eram os protagonistas de E Se Fosse Verdade depois de finalizar a leitura, o que me ajudou a compreender o porquê de haver tantas referências a uma ajuda de Paul sobre o passado do casal que não são elucidadas ao longo da narrativa. Não é necessário de modo algum ler o romance de estreia do autor para ler esse outro livro; contudo, os que conheceram a obra que originou o filme estrelado por Reese Whiterspoon e Mark Ruffalo certamente terão um gostinho extra de satisfação ao reencontrar o casal nessa leitura.

site: https://www.minhavidaliteraria.com.br/2019/08/27/resenha-p-s-de-paris-marc-levy/
Nedja 27/08/2019minha estante
Chorei tanto lendo Tudo aquilo q nunca foi dito, amo tanto E se fosse verdade e Encontrar você. Bom ler essa resenha e lembrar do qto preciso voltar a ler esse autor â¤ï¸




Fabi 05/08/2019

GOSTEI DE UMA FORMA QUE NÃO SEI EXPLICAR
Eu estava em dúvida se leria esse livro, pois a sinopse não me interessou muito. Contudo, resolvi ler, pois amei a capa.
Um livro pequeno e que não esperava nada. Fui surpreendida! A história é divertida e os personagens agradáveis, daqueles que você gostaria de poder bater um papo.
Para quem não sabe, Paul é o melhor amigo de Arthur, que faz par romântico com Lauren. E para quem não lembra, eles são os protagonistas de E se fosse verdade...
Paul é escritor e mora em Paris. Tem um relacionamento amoroso com uma mulher que mora na Coréia do Sul. E só se encontram duas vezes por ano. Assim, nosso escritor é solitário. Arthur e Lauren resolvem ajudar o amigo e criam um perfil dele em um site de relacionamento. Paul merece mais do que uma pessoa que quase não está ao seu lado né?
Mia é uma atriz que após ser traída pelo marido, que também é ator, resolve dar um tempo na relação dos dois e vai para Paris, para ficar com sua amiga. Usando o computador de Daisy, Mia irá se escrever em um site de relacionamento também. Mas detalhe: Paul não sabe o que seus amigos armaram para ele.
O encontro de Paul e Mia é marcado por confusão e nos diverte ao ver que eles não estão falando a mesma língua. Paul foi ao encontro, pensando que seus amigos também estariam presentes e que fosse um jantar de negócios. Mia acha que ele é louco e vice versa.
Após se entenderem, os dois admitem que não querem um relacionamento amoroso. Paul é apaixonado por outra mulher e Mia mesmo com a traição, ainda ama seu marido. Assim, eles resolvem que podem muito bem ser amigos.
Aqui não temos nada de traição, porque os personagens tem como foco, serem amigos. É bonito de ver como essa amizade irá unir os dois, como que eles passarão a gostar da presença do outro. Fiquem tranquilos, pois eles não se envolverão de forma romântica tão cedo, já que existem pessoas em suas vidas.
Com o decorrer das páginas, fui me apaixonando pela história. Gostei de uma forma que não sei explicar.
Sem mais, leiam!
Nanda 05/08/2019minha estante
Bom saber que gostou! Estava nessa mesma indecisão, mas agora lerei em breve :)


Caah 05/08/2019minha estante
Ahh, que legal saber isso, já coloquei na minha lista; parece ser daqueles livros que trazem um aconchego pra alma. E essa capa, MARAVILHOSA! Quero ler.




Mylena @gataleitora 19/07/2019

mais-que-perfeito
Eu peguei este livro só por saber que era o escritor de E se fosse verdade ,um romance doce e de mensagem forte que faz muito sucesso até hoje e virou filme na mãos de Steven Spielberg estrelado por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo e lançado em 2005, foi também sucesso de público e crítica. O que eu não sabia que tinha livro 2( já procurei horrores e vou comprar em espanhol, foi o unico volume que encontrei) com a continuação da história de amor entre Lauren e Arthur e que Paul ,protagonista de P.S. from Paris é o amigo que ajuda a unir o casal famoso.

Paul é um homem tímido e reservado que teve seu livro publicado com a ajuda de Lauren e diante do sucesso da obra se viu obrigado a fugir do assédio de todos e foi para na cidade do amor Paris. Lá suas obras não obtiveram o mesmo sucesso porem de uns tempos para cá ,ele começou a ser destaque na Coréia e tambem a focar na sua tradutora Kyong,mulher misteriosa que prefere um relacionamento sem amarras até ele conhece Mia.


“Kyong é como ...o oceano em minha vida. E eu sou o cara que tem medo de nadar. Rídiculo ,ne?”

Mia é uma jovem atriz desiludida amorasamente que tambem veio se refugiar em Paris para pensar em que rumo daria a sua vida depois da traição do marido. Ela conta com a ajuda da divertida chef de cozinha Daisy que a acolhe em seu lar. Mia passa os dias passeando em Paris sem coragem para encarar sua vida real até que conhece Paul.

Eles sabem que não devem se envolver amorosamente já que a vida de ambos está complicada, mas nós sabemos que o amor sempre dá um jeito de unir duas almas solitárias e amigas. Aos poucos, os dois se tornam grandes amigos e confidentes . Unindo passeios na Cidade Luz a jantares ,eles começam a se envolver e nos envolver nesta trama romântica e cheia de mensagens fortes.

A principal delas paa mim veio do caricaturista que se torna amigo de Mia tambem e que tem uma história de amor comovente.

“ Todo dia conta.”

E como cada dia conta para que consigamos aproveitar a presença das pessoas em nossa vida, Mia e Paul vão descobrir como cada dia que eles passam juntos conta para a felicidade deles.
Amei a força de Mia para fazer tudo que ela precisava fazer e toda a coragem que teve para lutar pelo que queria e amei a forma como Paul percebe o que está bem a sua frente.

Com referências a Breakfast at Tiffany’s , Murakami e Jane Austen, me apaixonei pela escrita leve e fluida de Marc Levy que traz uma mensagem de resiliência, recomeços, amor e principalmente de luta e ética. O livro vai num crescendo até chegar no pico do ponto de conflito e tudo começa a parecer mais complicado ainda ,resta saber se eles perceberão o que realmente importa para eles ou não.
Estou torcendo para ter um livro para Daisy e que tenha mais destes casais apaixonantes criados por Marc Levy.
Amei a capa suave e romântica como o livro e que consegue transmitir como é o relacionamento entre os dois e achei maravilhosa a ideia de onde surgiu o título, pois nunca iria imaginar que tinha a ver com este detalhe .

Mais- que -perfeito !
6/5estrelas.
Beijos,Myl

site: https://www.gataleitora.com
Contos e Tal 19/08/2019minha estante
Qual o título do 2??? Nem sei espanhol mas tô perguntando kkkkk Simplesmente amo esse filme


Mylena @gataleitora 21/08/2019minha estante
Volver a Verte...ainda não li, mas parece muito bom




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