Negrinha

Negrinha Monteiro Lobato




Resenhas - Negrinha


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Valério 01/07/2019

Tragédia humana
Li "Negrinha" ontem.
Quanta dor senti ao ler esse livreto (curtinho, uma breve historieta). Lobato é por muitos acusado de ter sido racista. Mas me é difícil ver Monteiro Lobato como racista após ler este livro, carregado com tanta sensibilidade ao narrar a sofrida vida de uma menina negra. Me parece irrazoável um homem racista se deter para escrever uma história tão triste, tão verossímil e, por isso mesmo, tão cruel. O propósito do livro me pareceu mostrar justamente o quanto somos iguais, apesar da diferença de tratamento que, principalmente naquela época, existia entre negros e brancos.
Um livro que provoca lágrimas, ira, inconformismo e nos fazer repensar a humanidade.
Se somos capazes de tal perversidade, do que não somos capazes para o mal?
Leitura tão curta e tão impactante, entra como uma das principais leituras de minha vida. Impossível terminar de ler e continuar sendo o que se era antes.


Kelly Oliveira 26/06/2019

Monteiro Lobato era racista?
Ainda me lembro do dia em que uma amiga da família nos presenteou (eu e minha irmã) com uma coleção de livros do Monteiro Lobato. Eram de capa dura, grandes e pesados, repletos de ilustrações que nos faziam viajar pelas histórias por horas a fio.

Crescemos lendo Monteiro Lobato, um autor que escreveu para crianças de uma forma que nos encantava ao mesmo tempo em que ensinava a ler de verdade; pois apesar da linguagem infantil, as histórias (Reinações de Narizinho, Memórias da Emília, Caçadas de Pedrinho, O minotauro, O Saci, Viagem ao Céu… ) não eram simples – no sentido de não exigir raciocínio como vejo muito hoje tanto na literatura infantil, como nos desenhos animados -, eram convidativas ao mergulho em um rio de palavras e frases… parágrafos e mais parágrafos que nos levava até ao fundo cristalino da nossa própria imaginação.

A pergunta que fica para quem teve sua infância marcada pelo Sítio do Picapau Amarelo é: Será o que eu acharia daquelas histórias hoje? Algo que eu pretendo responder em breve (um breve de mineiro rs). Porém, antes, quero muito conhecer a literatura adulta do Monteiro Lobato. E é essa vontade que me trouxe até Negrinha.

Negrinha, publicado em 1920 em um livro de contos do autor, retrata o período histórico brasileiro pós-abolição dos escravos. Uma criada preta dá a luz a uma menina e falece tempos depois. A menina cresce ali, pelos cantos sem carinhos ou cuidados, na casa de uma senhora bem rígida. A coitada ao longo do conto sofre mais do que muitos de nós juntos em toda a vida, porém como só conhecia aquela realidade, achava tudo aquilo normal.

Normal, até que chegam naquela casa algumas meninas brancas, sobrinhas da Senhora, que trazem consigo um objeto muito estranho nunca visto pela menina sem nome ou a Negrinha: uma boneca.

Esse conto é uma das coisas mais tristes que já li, talvez pela sua própria brevidade – em não nos dar um espaço para respirar antes do próximo impacto. Uma ficção quase impossível de se ter como tal, já que ao ler, você sabe que muito provavelmente um ou mais episódios aconteceram de fato no Brasil naquela época. Uma narrativa incômoda e marcante, e não só pelo enredo e a personagem principal, mas pela forma como o autor a escreveu.

Nesse primeiro contato com sua literatura não infantil, senti Lobato frio e sarcástico, distante dos acontecimentos narrados por ele mesmo, mas será? Creio que não. Sua coragem de colocar no papel a situação degradante dos negros no Brasil mesmo após a abolição, revelam um coração se não comovido, ao menos indignado.

Há quem diga que o Monteiro Lobato era racista por causa de sua personagem, a preta Tia Nastácia e outros, mas eu particularmente nunca tive essa percepção, e Negrinha só me esclareceu, o quanto essas acusações são infundadas. O que o autor faz em sua obra é tecer tão bem ficção e realidade, fantasia e realismo, o social, ideal e, o real, que pode ser mal interpretado. Mas não importa, não perderá pelos críticos a sua força.

site: https://cafeebonslivros.blog/2018/03/09/eu-li-negrinha-de-monteiro-lobato/


Anienne 20/06/2019

Negrinha
Esse conto de Monteiro Lobato é, extremamente, chocante, doloroso...

Uma história verossímil para a realidade de sua época.

E, muito pelo contrário, vejo aqui a representação, a denúncia... nunca preconceito, por parte do narrador.

Esse conto tocou em minh'alma duramente.

Foi difícil lê-lo. Chorei. Fiquei chocada. Estática. Mas eu amei.

Indico um milhão de vezes.
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leila.goncalves 24/07/2018

Linguagem Cinematográfica
Monteiro Lobato é o nome de maior destaque no nosso panorama literário infantil. Entretanto, seu inquestionável e multifacetado talento vai muito além e esse livro é uma boa oportunidade para comprovar o fato.

Segundo especialistas, "Negrinha" , publicada originalmente em 1920, trata-se de sua melhor coletânea de contos, por conta dos seguintes aspectos:

- A forte carga emotiva impregnada em suas histórias que retratam personagens mais urbanos e menos caricatos.
- Sua "linguagem cinematográfica", conferindo "maior velocidade, inclusive promovendo deslocamentos temporais e narrativos curiosos."

O livro é uma contundente denúncia contra uma sociedade patriarcal que no início do século passado, ainda apresentava persistentes vestígios de uma "mentalidade escravocrata", mesmo após décadas da Abolição. O conto que intitula a obra, é o paradigma dessa situação, um libelo em prol da igualdade, ao relatar o sofrimento de uma orfã, criada feito bicho, que preferiu "ausentar-se do mundo a continuar seus dias sem esperança..." Uma obra-prima!

Merece destaque ainda, "Uma Facada Imortal" que é uma homenagem de Lobato a seu amigo Raul de Freitas, seriamente doente na ocasião, e "Barba Azul", onde ele recria a fábula infantil homônima de forma preciosa.

Essa nova edição apresenta vinte contos, porém, possuo outra, mais antiga, com vinte e dois cuja seleção é diferente: alguns textos foram subtraídos e outros adicionados. Não tenho acesso as decisões que provocaram tais mudanças, mas com dois a menos, o prejuízo fica com o leitor. Por isso, atribuo somente três estrelas ao livro, ressalvando que Lobato é digno de cinco e das mais brilhantes.

Edição, comentada com índice ativo e adaptada à nova Reforma Ortográfica.

Bom entretenimento!
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Ingrid - @ingridysses 04/07/2018

Excelente
Motivada pelo conto "Felicidade Clandestina", da Clarice Lispector, deixei de ler apenas excertos ou adaptações das obras de Monteiro Lobato e li As Reinações de Narizinho. Acho que o autor desperdiçou seu talento em escrever criando histórias inacreditavelmente racistas.

Hoje completa setenta anos que o autor faleceu, por isso me lembrei que sempre quis ler o conto Negrinha. Prefiro não me ater aqui ao enredo, pois é bem curtinho. Sendo assim, a única coisa que posso dizer, por enquanto, é que pude notar a irônica crítica à sociedade racista ao descrever uma personagem:

"Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo reservado no céu. Entaladas as banhas no trono (uma cadeira de balanço na sala de jantar), ali bordava, recebia as amigas e o vigário, dando audiências, discutindo o tempo. Uma virtuosa senhora. Em suma, “dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral”, dizia o reverendo. 'Ótima, a dona Inácia'...".

Embora eu tenha gostado de ler Negrinha, acho que o fato dessa obra ser irônica não reduz o fato de que há diversos indícios de racismo nas obras de Monteiro Lobato. Ele certamente contribuiu bastante com mitos e expressões racistas. Fico imaginando agora como seria se ele não tivesse publicado seus pensamentos, e que, provavelmente, se não fosse ele, seria outro a fazer o mesmo. Infelizmente.

site: Se quiser me seguir: https://www.instagram.com/ingridysses/


Vitor 11/04/2018

Um conto com um final arrasador...
Este é conto de Monteiro Lobato narrado em terceira pessoa. A história mostra a mentalidade escravocrata que persistiu por muito tempo depois da Lei Áurea e narra o drama de uma criança órfã desamparada, vítima da perversidade de uma senhora frustada pela abolição.

Assim como [A hora da estrela] (Clarice Lispector) esse conto tem um final que destrocará o seu coração. Em poucas páginas , Monteiro Lobato consegue construir uma personagem muito complexa e de uma plenitude gigante.
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Kymhy 23/03/2018

Negrinha - Monteiro Lobato
Muitos contos que abordam diversas situações de um Brasil pós escravatura, mostrando que a ideia de liberdade nem sempre era encontrada, não somente pelos negros, mas por pessoas que precisavam aprender o significado de ser brasileiro

site: https://gatoletrado.com.br/site/resenha-negrinha-monteiro-lobato/
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Mi 26/01/2018

Trata-se de um livro bem brasileiro! Os contos são realistas e as vezes trazem um certo despertamento para os acontecimentos cotidianos, retratando coisas naturais mas totalmente inesperadas no contexto das história e isso deixa a leitura bastante interessante. Confesso que muitos contos me causaram imensa comoção. Lobato é simples, conhece a essência brasileira e apresenta persongens com dilemas interiores inerentes ao ser humano. Ler estes contos é uma sensação de estar em família! Recomendo muito!
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Viviane Rodrigues 14/10/2017

ADOREI e RECOMENDO
O escritor de contos ‘adultos’, Monteiro Lobato é muito, mas MUITO diferente do estilo infantil que crescemos lendo do criador do Sítio do Pica Pau Amarelo. Os contos possuem um humor ácido, irônico, uma crítica à sociedade e à política da época.
Já ouvi falarem muito mal dele quanto a expressões racistas, que sua obra é preconceituosa, mas em minha humilde opinião suas palavras expressam à realidade da época de como eram tratados os negros no Brasil, e quem estudou direitinho na escola a História do Brasil sabe que foi bem assim mesmo. O que nos deixa na dúvida é se ele escrevia o que pensava e sentia a respeito dos negros ou se eram críticas dessa mesma situação. Fiquei sinceramente em dúvida, mas essa é a minha opinião. Mas concordo que para quem lê hoje em pleno século XXI o seguinte texto: “...de que brancura deslumbrante nos saíra aquele negro! E como são negros certos ministros brancos!”, soa muito , mas MUITO estranho meeeeeeeeeeeeesmo!!!
Mas pulando esta polêmica, sua escrita é impecável, me diverti muito lendo os contos, alguns são bem engraçados e outros que parece que seriam maçantes, me prenderam a atenção até o fim. Enfim, ADOREI e RECOMENDO.
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Andre Gustavo 01/10/2017

Negrinha
Este pequeno conto, tão triste, tão revoltante, tão revelador da sociedade brasileira foi alvo de uma interpretação inversa da minha, mas assim são os livros: atingem de formas diferentes.
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Fernando Lafaiete 22/06/2017

Monteiro Lobato: Racista ou figura emblemática deturpada pela mídia?

Ler Monteiro Lobato é sempre uma experiência única; devido a sua escrita simples, poética e profunda. Nesta coletânea de contos, nos deparamos com histórias tristes, "assustadoras", engraçadas e algumas bem estranhas.

Monteiro Lobato foi um escritor polêmico simplesmente por ser considerado racista. Em estudos literários idealizados por críticos, constata-se que nas histórias de O Sítio do pica-pau amarelo, Lobato utilizou (e abusou) de mais de 60 termos pejorativos para se referir à uma das personagens mais querida deste clássico infantil; a tia Anastásia.

Em seu único romance o choque das Raças (posteriormente intitulado O presidente negro), Lobato passa dos limites e utiliza termos mais do que racistas em uma história onde os Norte Americanos elegem o primeiro presidente negro. Em um dos trechos, lobato se refere aos negros da seguinte forma:

“A mim chega repugnar o aspecto desses negros de pele branquicenta e cabelos carapinha. Dão-me a ideia de descascados”

Ao começar a ler essa famosa coletânea escrito pelo célebre escritor, já fui bem atento, esperando encontrar todo esse viés racista tão associado ao mesmo. E acreditem... o que eu encontrei foi exatamente o contrário. A presença de personagens negros nas histórias de Lobato, é algo comum, principalmente se levarmos em conta o período histórico em ele viveu. No famigerado conto Negrinha, que dá nome à esta coletânea, nos deparamos com uma história profundamente triste, sobre uma criança negra, órfã e ex-escrava que é criada pela sua "ex dona" (ou devemos dizer dona?). Essa criação é sustentada por maus tratos e por um ódio tremendo proveniente dessa senhora (a dona) que reforça a todo momento que aceitou criar esse "animal" por caridade. O conto possui uma forte crítica social, onde Monteiro Lobato reforça que tratarmos alguém diferente devido a sua cor de pele é algo inaceitável. O conto é famoso e considerado um clássico da literatura brasileira principalmente pela epifania presente em um momento chave da história, onde ambas as personagens (principalmente a protagonista), finalmente entende a sua posição social, e o quão cruel e injusto o mundo é.

Muitos críticos e leitores fãs da obra de Monteiro Lobato reforçam que tal conto coloca abaixo toda e qualquer possibilidade do autor ser racista. Pois com uma crítica tão forte e palpável como a que encontramos neste clássico, como podemos dizer que ele era racista e defensor da eugenia nazista?

Confesso que a maneira a qual o autor retrata os negros nos contos apresentados aqui, me deixaram pensativo. Pois encontrei uma forma narrativa bastante respeitosa e que vai totalmente contra o pensamento nazista de ser. Mas em contrapartida, o que dizer dos termos pejorativos utilizados pelo autor em O choque das Raças (o presidente Negro) e sobre a personagem Tia Anastásia? Devemos considerar suas história apenas como ficcionais e os termos apenas reflexo dos pensamentos dos personagens e não reflexo do pensamento do próprio autor? Se a resposta for sim... o que dizermos então da carta escrita por Lobato à Arthur Neiva em 1928 e que veio à tona em 2011, publicada na revista Bravo e posteriormente reproduzida pela revista Carta Capital, onde o autor diz o seguinte:

“País de mestiços, onde branco não tem força para organizar uma Kux-Klan (sic), é país perdido para altos destinos […] Um dia se fará justiça ao Ku-Klux-Klan; tivéssemos aí uma defesa desta ordem, que mantém o negro em seu lugar, e estaríamos hoje livres da peste da imprensa carioca — mulatinho fazendo jogo do galego, e sempre demolidor porque a mestiçagem do negro destrói a capacidade construtiva”.

Eu ainda não tenho uma opinião final sobre tal assunto... Pois a leitura de Negrinha me deixou confuso e pensativo. Talvez o autor fosse de fato racista e ao longo do tempo foi mudando de opinião. Ou será que ele era racista e escreveu histórias com críticas à respeito do assunto apenas para conquistar uma nova gama de leitores? Eu passarei um bom tempo pensando sobre o assunto.

Agora sobre os outros contos do livro, devo dizer que alguns são excelentes como o próprio conto homônimo Negrinha. E devo destacar também os contos As fitas da vida (1920), Bugio Mosqueado (1920), O colocador de pronomes (1920) e Herdeiro de si mesmo (1939). Alguns contos possuem um clima de suspense/terror que provavelmente não causarão impacto nos leitores da nossa geração, mas ainda assim são divertidíssimos de serem lidos. Mas como todo livro de contos, este possui algumas histórias medianas, fracas e esquecíveis. Alguns possuem finais bem anti-climáticos que me deixaram cheio de perguntas e com a sensação de tempo perdido.

Todo o reflexo da época e questões políticas e sociais do Brasil são fortemente encontrados neste livro e sendo um livro bacana ou não, devo dizer que a leitura vale a pena. Ele passou longe de suprir as minhas expectativas; e em um determinado sentido, devo dizer que foi até decepcionante.

Se vocês não possuem interesse em ler essa obra (por inteira), devo reforçar que deveriam pelo menos ler o conto clássico Negrinha e se puderem leiam também os contos que eu destaquei... esses eu afirmo que valem bastante a pena!

Sendo racista ou não... Monteiro Lobato merece ser respeitado. Pois ele foi (e ainda é) um grande escritor que fez parte da infância de muitas pessoas. Além de ter formado uma grande gama de leitores, sendo eu um deles.

Não concordo com muitas opiniões expressas pelo escritor, mas devo dizer que cresci como leitor e aprendi a apreciar e criticar suas obras mesmo diante de tantas polêmicas. Ler um livro e "resenhá-lo" deve ser encarado como um desafio que vai muito além de simplesmente expressarmos nossas opiniões sobre alguma obra. Ler deve ser um processo divertido de aprendizado e reflexão. Exatamente por este motivo que afirmo que Monteiro Lobato foi um mestre; pois lê-lo sem aprender e sem refletir é algo praticamente impossível!


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Jade 17/04/2017

Depois de ler da até desgosto de ser branca e assim existir violentamente. Se é revoltante para mim ler a realidade de negros africanos no Brasil escravista imagine para quem é descendente ou filho do sofrimento, do banzo e da desumanização. Leitura obrigatória, triste, mas obrigatória.
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ANINHAPONCE 03/01/2017

Negrinha
OLÁ... Hoje irei falar sobre o livro Negrinha de Monteiro Lobato.
Este é um livro de contos que foi publicado em 1920. Para muitos leitores neste livro estão os melhores contos escritos por Lobato, sem dúvidas nele estão os contos mais emotivos do autor, enquanto que em Cidades Mortas estão os contos mais irônico e cômico.
Nessa edição da Editora Globo, estão os contos:

* Negrinha
* As fitas da vida
* O drama da geada
* O Bugio moqueado
* O jardineiro Timóteo
* O fisco
* Os negros
* Barba Azul
* O colocador de pronomes
* Uma história de mil anos
* Os pequeninos
* A facada imortal
* A policetemia de Dona Lindoca
* "Quero ajudar o Brasil"
* Sorte grande
* Dona Expedita
* Herdeiro de si mesmo


Em muitos contos há denúncias sobre a realidade dos escravos e dos escravos forros, antes e depois da chamada Lei Aurea, como é o caso de Negrinha, O jardineiro Timóteo, há contos engraçados (O colocador de pronomes, A facada imortal), há contos que assustam (O bugio moqueado, Os negros), mas todos retratam o ser humano, suas qualidades e defeitos, temas muito frequentes nas obras de Monteiro. Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima.

site: viajandocompapeletinta.blogspot.com
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