Como Encantar Um Canalha

Como Encantar Um Canalha Suzanne Enoch




Resenhas - Como Encantar Um Canalha


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Caro 14/05/2020

Oi gente! Suzanne Enoch é uma autora que foi muito publicada no Brasil em formato de banca. Agora a Harlequin está arrasando nas suas publicações. Já tinha lido alguns dela e confesso que achava seus romances "ok". Até esse... Me surpreendi muito com esse livro.

A mocinha, Lady Evelyn, me deixou louca, eufórica. Apesar de se mostrar fraca e submissa a sua família, lutava as escondidas para ajudar os outros. E que força tinha!

O mocinho, Lorde St. Aubyn, mais conhecido como SANTO, nem era mocinho, era quase um antagonista. Ele, um marquês cínico, sem escrúpulos, egoísta e que não via a hora de se livrar de um orfanato que deveria ser responsável, se viu completamente atraído por uma dama respeitável da sociedade.

Quando se conhecem, ele não poderia ter sido mais sarcástico e desagradável, e não esperava - muito menos eu, devo confessar - é que a mocinha o enfrentaria da pior ou melhor maneira possível - Arrasou Evie!

Sério gente, fiquei passada com as atitudes da mocinha. Ria alto e gargalhava de preocupação.

COMO ENCANTAR UM CANALHA é exatamente como o título diz.
Gostei muito da escrita da autora e todas as nuances dos personagens. Odiei a família da Evie. Credo, com uma família daquelas era melhor ser órfã.
Demorei para torcer para o Santo, não que ele se regenere e vire realmente um santo de uma hora para outra. Mas pode ser que fique um pouco melhor. Adorei que a autora deixou bem claro todos os lados da sua "linda" personalidade.

Mas gente, só não dei 5 estrelas porque - putz - NÃO TEM UM EPÍLOGO! Que raiva que tenho disso. Acaba e fico revirando o livro procurando um mísero "e viveram felizes para sempre..." rsrsrs
Fora isso, achei ótimo!

Já conheciam ou já leram essa história?

"Você é um homem muito inteligente. Acho que também poderia ser um homem bom. Está na hora de você aprender algumas coisas."

"Minha cara, você disse que queria me transgormar em um cavalheiro. Não tenho o mesmo direito de tentar transformá-la em uma libertina?"

INSTAGRAM: @carolineyamashita
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Taiane Pereira 28/04/2020

Eu estava com saudades de ler esse gênero literário e amei tanto esse livro. Estou apaixonada por um canalha, e odiando pra sempre o Victor.


Cami 25/04/2020

Amei o livro, gostei muito de como a história se desenvolve e como o personagem vai mudando. Teve um momento em que me decepcionei a mocinha, mas gostei do resultado final
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Nath Nakaishi 28/02/2020

Ganhou meu coração
Sem hipocrisia, sem meias verdades.
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Jenn 20/04/2020

Não tolero
Não consigo tolerar, seja em romance de época, contemporâneo , fantasia ou o que for... mocinho abusivo; Se a história se trata sobre um relacionamento tóxico, acho válido, mas romantizar abuso eu não tolero e não entra nas minhas leituras.
Comecei, achei um cara um babaca e escroto e acho errado as autoras colocarem mulheres para "salvarem" ou "redimirem" um homem desses, se salvem sozinhos e venham para nós completos. Mulher não é escola.

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Vitória 15/04/2020

Esperava mais.. li esse livro porque tinha lido o primeiro e esperava que fosse tão bom quanto. Porém a história até a metade me deu agonia, Santo só me fez raiva, Evie parece meio perdida da cabeça, pareciam dois doidos, e as coisas só começam a ficar melhores no final. É um bom livro pra passar tempo, só. Espero que o próximo seja melhor.
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Jhenifer (Girl Books)@_girlbooks 20/05/2020

Confusa sobre o que sentir
Terminei ele a pouco tempo e ainda não sei exatamente se gostei ou não da história. Foi uma história divertida assim como a primeira (que para mim é perfeita), mas bastante complexa.

Tive uma relação de amor e ódio com o mocinho, e no final fiquei no limbo kk. Ele realmente é um canalha, conforme o título kkk, a diferença é que ele não tenta disfarçar e mostra o que realmente é e ponto. Isso foi bom e ruim para mim, gostei demais da sinceridade ainda que eu tenha estranhado, gostei. Só não gostei de no final sentir que ele não mudou nada, apenas fez as coisas porque queria a mocinha esse era o objetivo dele, só. Tirando a parte de se apaixonar (essa parte eu gostei), não senti uma real mudança no personagem.
Mesmo ele tivesse mudado por ela, ok. Mas não senti a 'mudança' em si.
Ficou bem incoerente tudo ao meu ver

Sobre a mocinha gostei muito, ela é uma personagem forte, determinada que vai atrás do que quer, e que uma delas é ajudar as crianças, amei o momento dela com eles, me emocionei. Mas me incomodava muito ela querer "salvar" o Santo toda hora dele mesmo. Eu ficava
"Amigaaaa, vc quer dar uma lição" pra ele deixar de ser canalha babaca ou ser o SUS?!". Ainda estou confusa e não consigo definir meus sentimentos sobre a história.

Queria ter visto mais coisa sobre os meninos mais velhos do orfanato, já que eles faziam algumas coisas...

Não gostei do final do irmão nojento dela, fiquei inconformada. Esse foi único ponto que eu soube o que sentir, raiva. A autora realmente errou feio nas justificativas e causa, para esse escroto.

Ainda sim, a história foi boa de se ler e divertida em vários momentos.
3,5
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Greice 27/05/2020

Cara, eu simplesmente amei esse livro. Pra mim, Evie parecia ser a mais frágil e tímida das amigas, mas mostra muita força e eu realmente não esperava que ela enfrentasse o Santo daquela forma. Arrasou demais. Conheci a autora por essa trilogia e me arrependo é de não ter lido antes.
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PorEssasPáginas 11/03/2020

Evie é uma jovem adorável, porém obstinada. Uma vez que tem a aparência muito delicada e angelical, muitas pessoas a consideram estúpida, inclusive sua família. Seu irmão quer uma vaga no Parlamento e acaba explorando Evie para que ela faça amizade com as esposas de pessoas que possam ajudá-lo em sua empreitada, além de homens influentes que possam auxiliá-lo a conseguir um cargo. Então ele conta com a doçura e simpatia da irmã para conquistar essas pessoas.

Envolvida nessa missão familiar, ela começa a ter interesse em ajudar um orfanato. Quando toma coragem de visitar o local, sua inteligência é novamente subestimada, agora pelo marquês St Aubyn, conhecido como Santo, que acha que ela só está entediada com suas frivolidades de dama da sociedade. Ele simplesmente desdenha da boa vontade de Evie, além de duvidar do senso prático da jovem, achando que ela não faria qualquer bem para aquelas crianças.

Evie vê então em St. Aubyn o aluno perfeito para suas lições, mas ela encontra muita dificuldade em fazer com que ele aprenda algo

O envolvimento dos dois é bem coisa de gato e rato, sendo que Santo acaba se interessando cada vez mais por Evie, mesmo quando ela toma uma medida drástica – e ilegal – para tentar fazer com que ele não feche o orfanato. Sério, é bem contraditório esse ponto da história, porque Evie quer que as pessoas parem de pensar que ela é frívola (até aí tudo bem) e que não é nenhuma cabeça de vento. Só que a atitude que ela toma é simplesmente por influência de um dos órfãos, que aliás tem um desvio de caráter bem maior que os demais. E, convenhamos, foi uma ideia péssima. Mais surreal que isso foi a atitude de St. Aubyn quando se vê livre da armadilha de Evie (se bem que talvez não… Leiam e me contem!).

Apesar disso, a leitura foi uma delícia de acompanhar, li em um dia praticamente, quando estava de cama. A situação maluca do livro serviu mais para dar boas risadas, mesmo achando extremamente absurda!

Resenha completa no blog!

site: http://poressaspaginas.com/comoecantarumcanalha
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Feh 03/02/2020

Como encantar um canalha
Demorei a engatar na leitura mas as paginas finais sao fabulosas!!!!!
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Cris 27/02/2020

Personagens incríveis, história nem tanto...
Queria poder dizer que amei, que foi arrebatador e me conquistou por completo, mas não foi o caso.
O fato é que eu amei os personagens, muito mesmo.
Santo é um canalha, de verdade. Ele não está nem aí pra nada que não seja o seu próprio prazer. Achei incrível como a Suzanne construiu um personagem tão legal como o Santo. É difícil ver um canalha por opção, sem essa de "tem uma parte legal da minha vida que escondo pra ninguém duvidar da minha reputação de cretino." Ele tem total consciência do que faz e porque faz.
E é tão humano quanto Evelyn é inocente e altruísta. De forma que ela causa problemas para ela mesma de tão destinada a seguir atada a uma família que não tem noção do quanto ela está infeliz.
O fato é que, do jeito que as coisas foram conduzidas, ficou muito absurdo PARA MIM. Achei que ela foi inconsequente demais e Santo um bocado sortudo.
Vê-lo planejar suas atitudes e ter aquela manha de quem vive à margem da sociedade e aprendeu a se virar é o ponto alto do livro pra mim.
Eles têm química, você torce por eles, fica com raiva dele, dela, da família dela... mas eles não tem uma história muito bem desenvolvida NA MINHA OPINIÃO.
Porém, vou levar esse casal no coração, como um dos mais legais que conheci nos Romances de Época.
Canalhas e libertinos regenerados são incríveis, não é mesmo?
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Ketlyn.Silva 30/05/2020

Perfeito e com gostinho de quero mais kkk
Ah mais uma leitura concluída e posso falar essa quase empaca o que contradiz com o meu título neh.
Sabe quando você pega um livro e não é o momento, pois bem isso aconteceu comigo. As vezes é necessário dar um tempo ler outras coisas e aí retomar de onde parou e só assim se deparar com um história encantadora.
Santo é um libertino nato e vemos neste livro o que é ser um libertino pois 70% da leitura o pensamento dele não sai da protagonista e em uma forma de seduzir e a levar para a cama até mesmo depois de o ter feito, só que mesmo sendo assim temos uma protagonista que sabe o que quer mesmo omitindo seu desejo de fazer o bem aos demais se colocando sempre em segundo em sua felicidade e pensando só nos outros.
Se vc pensar isso parece um desastre em parte isso é sim, pois o que ela faz pelo irmão eu jamais faria mais o amor sempre vence e nesta estória não é diferente.
Da um gostinho de quero mais pelo final do livro, temos o final mais faltou aquele epílogo sabe com o casal mais isso não me impediu da dar as tão sonhadas 5 estrelas. Sim eu deu e por uma parte específica, pela primeira vez vejo uma mocinha tomar uma atitude louca em prol do que quer"sequestro". Não vou contar mais se vc ler vai ficar tão surpresa quanto eu kkkkk.
Valeu cada minuto de leitura.
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Andreia 07/04/2020

Bom!
Confesso que em determinado momento do livro, exasperou-me grandemente a decisão da mocinha. E isso quase me fez desgostar do livro. Contudo, com o desenrolar da história acabei voltando a gostar dela e do livro como um todo. A leitura é agradável e deixa aquela curiosidade de como vai terminar. Um bom livro!
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IWOLTER 13/05/2020

Como encantar um canalha
Melhor que o primeiro, achei esse mais dinâmico e menos enrolado.

Em como encantar um canalha segundo livro da trilogia conheceremos a estória de Evie e Michael, é como ele prefere ser chamado por ela.

Em um belo dia Georgie, Lucinda e Evie, três amigas cansadas do comportamento masculino, decidem dá uma lição nós homens, elas iam ensina-los a se comportar como um cavalheiro.

O alvo de Evie, na verdade, é orfanato coração da esperança, ela quer ajudar aquelas crianças dando-lhes alguma perspestiva e conforto, mas quando conhece o presidente do orfanato seu alvo muda. Evie vai dá uma lição em Santo e Santo também quer dá uma licao em Evie. Uma quer transformar o outro em um cavalheiro e o outro a quer transforma-la em uma libertina.

Quem ganhará primeiro? Quem cederá primeiro? Vamos ver...

Como eu disse a autora não aprofunda os personagens de modo que não sabemos a estória deles, os tormentos e etc. No primeiro livro isso não me incomodou mas já no segundo sim. Porque o comportamento de Michael, pelo que a autora apresenta, aparenta ser consequência de algum acontecimento. Ela, por sua vez, não entra em detalhes e deixa isso a critério da imaginação do leitor.

O que sabemos de Michael...ops Santo, é que é conhecido por todos como o pior crápula já existente. Ele é um ranzinza, odiado e amado, por causa de suas ações pavorosas foi banido de vários estabelecimentos. É um libertino que adora se envolver com mulheres casadas até conhecer Evie. Seu novo foco.

**Ele é presidente de um orfanato e também um obstáculo para Evie entrar e permanecer na instituição.**

A Evie é um anjo, boa demais para o seu próprio bem. O irmão dela a usa como lhe convém, parece que ela não existe, porque suas ideias, ânsias, desejos não são considerados pelo seu irmão que é um bosta inútil. Por isso que quando ela decide voluntariar-se no orfanato para ajudar as crianças mantém em segredo, mas Santo não faz nada sem ganhar algo em troca.

_ Que os jogos comecem.

****Não gostei de como a autora defendeu victor suas justificativas não faz sentido e nem compensa.*****

****Fogo nos machistas****

É isso. Melhor correr e ler logo esse livro.
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Kélita Maísa 20/04/2020

Gostei muito, mas o primeiro ganhou meu coração até o momento.
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