A Megera Domada

A Megera Domada William Shakespeare




Resenhas - A Megera Domada


98 encontrados | exibindo 1 a 15
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Kiara 10/09/2019

Dizima com fogo.
Sarah L. 10/09/2019minha estante
Hahahahahahahaahahaha




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Rafael 14/11/2019minha estante
Não acredito que ele foi machista, pelo seguinte motivo: levando em consideração que na época não existia machismo, pois tendo em vista que a visão do pessoal seguia uma crença cristã no qual o autor foi criado, era absolutamente normal o homem ter domínio sobre a mulher, veja, não estou defendendo tal coisa mas apenas colocando minha opinião a respeito do que vejo do contexto histórico, pra quem ler ou já leu a Bíblia notará que essas atitudes eram absolutamente corriqueira.




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Carol 26/02/2019

Frustrante
A peça é ótima, porém o final é um pouco frustrante. Não é uma das melhores de Shakespeare, com certeza
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Sthefan_Bruno 02/02/2019

Machismo
Por ser um clássico do teatro, a Megera domada possibilita várias leituras e interpretações. A interpretação que faço vai além do tom engraçado e absurdo da comédia. A leitura que faço é: Petruquio é o dono de Catarina, i.e., ela é uma coisa/objeto sem vida que é dominada por um sujeito através da técnica do "falconismo". Petruquio impõe ao seu objeto uma racionalidade instrumental/fria que torna aquilo que é vivo em morto. A energia de Catarina é modificada em passividade e resignação do patriarcado.

É isso aí... obrigado.

Sthefan.
Rafa 14/02/2019minha estante
Concordo, pensei as mesmas coisas. Mas eu gostei do livro em si, por aspectos gerais...apesar do machismo na história, pensando no contexto/tempo em que foi escrito e considerando o sarcasmo da obra que deixa em aberto o posicionamento do autor.




Fabíola 22/01/2019

Megera Domada
Uma estória deliciosa e simples... Como domar uma megera? Com muito amor e cuidados kkkkkk.
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leila.goncalves 02/08/2018

Uma História Dentro De Outra História
Escrita entre 1591 e 1592, "The Taming of the Shrew" ou "A Megera Domada" é uma das comédias mais conhecidas de William Shakespeare. Seu tema aborda o casamento e boa parte da ação exibe os contratempos do início da vida a dois, ao contrário de "Muito Barulho por Nada" e "Sonhos de Uma Noite de Verão" em que as bodas encerram as narrativas.

Uma peculiaridade é que ela apresenta uma história dentro de outra história. Cristóvão Sly, um funileiro, ao despertar de uma de suas bebedeiras numa hospedaria, é vítima de uma brincadeira e passa a ser tratado como se fosse um lorde que passou os últimos quinze anos, sofrendo de alucinações. Para saudar sua recuperação, um grupo de teatro presente no local, resolve apresentar uma de suas peças. Ela aborda um ardil, tramado por um tal de Batista que pretende desencalhar sua primogênita, a rebelde Catarina, candidata a solteirona. Para tanto, ele decide casar a caçula, a bela Bianca, por último, colocando em alvoroço seus pretendentes. De olho no dote, entra em cena Petrúquio que, rude e recém-falido, aceita levar a megera para o altar e, uma vez casado, para domá-la, põe em prática os métodos da falcoaria, para domesticar aves selvagens como a privação do sono e o racionamento da comida.

Outro ponto curioso é que a comédia permite excludentes interpretações:
- Catarina é mesmo uma sociopata feroz ou uma mulher inteligente, sem papas na língua, que não está disposta a aceitar o marido escolhido pelo pai?
- Petrúquio é apenas um interesseiro ou, de fato, está a procura de uma esposa que escape do lugar-comum?
- O sentimento que passa a uni-los é amor ou apenas dissimulação?
- O infame discurso que encerra a peça é verdadeiro ou uma farsa?

Um fato pouco conhecido é que a peça possui uma continuação. Escrita por John Fletcher, sucessor de Shakespeare no grupo King's Men, "The Tamer Tamed; or, The Woman's Prize" exibe Petrúquio viúvo, às voltas com uma megera que faz Catarina parecer uma santa.

Para encerrar, seu texto já passou por inúmeras adaptações. No Brasil, deu origem a três telenovelas: "A Indomável" (TV Excelsior, 1965), "O Machão" (TV Tupi, 1976-1978) e "O Cravo e a Rosa" (TV Globo, 2000-2001). Contudo, o melhor fica por conta do filme de Zefirelli, realizado em 1966, com Elizabeth Taylor e Richard Burton nos papéis principais. Não deixe de assistir.
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Bettina Barreto 21/06/2018

Decepcionante
Achei a história em si bastante fraca. Os personagens não eram interessantes, a história no início ficou incompleta e o relacionamento entre os principais é bastante incômodo. A parte menos desinteressante foi Leucênio se declarando para Bianca.
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MAGALHÃES 03/06/2018

Bom
Uma comédia maravilhosa,leitura gostosa de ler,dei altas risadas.
Joice.SOousa 07/06/2018minha estante
A novela O cravo e a rosa foi baseado nele ne? Ate o nome dos personagens sao os mesmo kkkkkk




Talita 18/01/2018

Horrível
Pior livro que já li do Shakespeare. Um livro extremamente machista ,onde as mulheres obedecem aos maridos,que chamam de senhores.Ridículo.
Alice.Vieira 11/12/2018minha estante
Nossa, ainda bem que não fui a única a achar isso




Ana 16/01/2018

Bem-humorado e controverso
Uma das melhores e mais divertidas peças do Bardo, que li há dez anos, enquanto ainda estava no começo da graduação. Trata-se da história de Catarina, a ''megera'', cujo pai deseja casá-la o mais rápido possível, e o que acontece é que os pretendentes mais fracotes são suplantados pelo rude Petruccio.
Como nunca fui muuuito apaixonada por esse tal ''feminismo'' que já não é mais o mesmo há muito tempo, e que parece ser a mais velha nova obsessão mundial, a leitura ocorreu sem problema algum para mim, ou seja, não dei chilique enquanto lia as tiradas do Petruccio, pois levei em conta que o livro original foi escrito há seculos atrás, e reclamar de racismo, sexismo ou outro ''ismo'' em uma obra muito antiga é burrice e anacronismo. Já disse isso uma vez e direi de novo.
Vale lembrar que a peça do bardo serviu de inspiração para O Cravo e a Rosa, novela famosa da Globo transmitida com sucesso na TV. Hoje, os mesmos hipócritas que assistiam a novela isentos de emoções ideológicas em 2000, a assistiriam com súbito horror, se fosse reprisada hoje, 18 anos depois, em pleno 2018.
Finalizo, afirmando que a obra retrata com muito humor as relações humanas do tempo do Bardo.
Ah, e se por acaso alguém vier dar chilique por conta da minha humilde resenha, já aviso que não ligo a mínima.
Nil 23/04/2018minha estante
Amei a sua resenha! As pessoas estão muito chatas com essa história de ?politicamente correto?!
Querer censurar Monteiro Lobato porque seria racista a forma como ele retrata a Tia Nastácia?!
Temos que levar em conta o período em que o livro foi escrito, pois ele retrata essa época e não a atual.
Sempre me divirto com as comédias de Shakespeare! E com essa não foi diferente. Mas ainda prefiro as tragédias. São maravilhosas!




Sheilla Reis 08/11/2017

A FÁCIL megera domada
A peça é BEM curta.
A introdução do começo aparece no meio mas não tem um final (não lembro se peças são assim) e a megera é facilmente domada. Achei que haveria mais complicações, por já ter lido outras peças do Shakespeare, mas é uma peça muito simples.
Outra coisa que "bagunça" a cabeça da gente são os personagens como nomes muito parecidos (Grêmio, Grunio, Trânio, Vicencio, Lucencio...) e como eles ainda trocam de "lugar" na peça, tudo fica mais confuso ainda.
Sequer quis reler pra entender. Vou assistir alguma peça pra compreender melhor.
Apesar disso tudo, eu ri bastante com várias cenas!
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