On the Road

On the Road Jack Kerouac




Resenhas - On The Road


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Jonathan 01/08/2010

Free Spirit
Comprei esse livro de forma despretensiosa, não sabia que existia uma espécie de badalação pop-cult, e sobre a influência que exerceu. Vim a descobrir isso depois -viu a cultura está nos livros, e me surpreendi positivamente.
Basicamente, a história é uma narração contínua sobre as andanças de algumas pessoas pela estrada em busca de novas experiências, o que torna a mensagem a ser captada muito sutil.

Sugiro de dica de leitura a tríade: "O Apanhador no campo de centeio" + "Na natureza selvagem" + "On the road" = Free spirit!!!
Luiz 13/09/2011minha estante
Agora só falta O Apanhador no campo de centeio...


POPS 10/11/2011minha estante
agora só falto na natureza selvagem


Babylon 25/04/2013minha estante
Vou na tua linha das suas indicações: "O Apanhador no campo de centeio" + "Na natureza selvagem"


Jonathan 20/05/2013minha estante
Bacana pessoal, se alguém tb tiver alguma dica q segue essa linha me avise...


Maria Eduarda 03/10/2013minha estante
Into the wild é um dos melhores livros que já li! O filme também é maravilhoso


Pedro 04/12/2013minha estante
Acho engraçado.. como a opinião sobre esse livro é controversa, acho que os que dão 5 estrelas, são os loucos, questionadores, os que embarcam na viajam de Kerouac. Ja os que dão 1,2 estrelas são os hipócritas? Os que não conseguem enxergar a beleza da aventura totalmente real que Sal passou. Dentre esses, alguns nem terminaram o livro: eles não embarcaram na viajem. Eles ficaram em Nova Iorque vivendo as vidinhas deles..


Loren 23/12/2013minha estante
Já li O Apanhador no Campo de Centeio, se On The Road for desse mesmo estilo, já sei que irei amar lê-lo ^^ Pena não conseguir acha-lo para vender em nenhum lugar..


Karen * 12/03/2014minha estante
Estou na capítulo 7, espero que esteja na altura das mhas expectativas e na boa fama da obra. Li O Apanhador no Campo de Centeio e não achei nada demais, não me empolgou em nenhum sentido...


Ricardo Rocha 19/02/2016minha estante
desculpa ser do contra, mas não consigo ver relação entre esses livros. mas como são ótimos livros, nem vou me alongar. o importante é que leiam


Ferreira.Souza 14/10/2020minha estante
esse autor é bem difícil , sem dúvida que o estilo dele não vai agradar a todos




Marina 23/02/2011

Sinceramente, não entendi o porquê de tanta badalação em cima desse livro (motivo pelo qual eu quis ler). Nossa, me decepcionei legal. A história não me cativou nem um pouquinho, eu não conseguia passar adiante, e a narrativa parece não ter ritmo, dá impressão de que as palavras simplesmente foram jogadas no papel.



Enfim, eu não gostei, mas muita gente adora o livro. Pela minha opinião não recomendaria. Só consegui ler até o fim da primeira parte.





***Editado: Então, me informaram que esse aspecto do livro - da impressão de desleixo, das palavras simplesmente "jogadas" no papel- foi uma característica proposital do autor, logo, não é propriamente um defeito. Se isso não for um problema pra vc, vá em frente e leia o livro, mas se vc não curte esse estilo como eu, então talvez não vai gostar muito.
diogo 23/02/2010minha estante
Olha, pra uma pessoa que colocou cinco estrelas em "crepusculo" é de imaginar que não iria gostar desse livro. O probelma é que o livro não foi feito para você, ou tantos outros que compartilham da mesma visão, e/ou entendimento. Não estou dizendo que isso é menos, nada disso, o mundo é bacana porque é feito de opiniões e escolhas. Mas falar mal de uma coisa simplesmente porque não entendeu ou porque não se deu o interesse de ir estudar o autor ou movimento literário de tal época, não pode acontecer.


Alebarros 28/02/2010minha estante
Sinceramente, também não achei esse livro nada demais, me desculpem os fãs. Só não entendi o argumento do Diogo, que diz que o mundo é bacana porque é feito de opiniões, mas em seguida deixa claro que não gostou do fato de a Mahana ter feito críticas negativas. Achei um comentário contraditório, já que uma opinião desfavorável dificilmente é acompanhada de elogios.


Sacripanta 28/02/2010minha estante
Caro Diogo, acho que você está pegando pesado. Minha concepção de literatura é próxima a de uma obra de arte: deve prescindir de legendas. Se você tem que contextualizar ou estudar o autor para entender a obra, eu acho que há algo errado. Esse conhecimento deveria vir em um segundo momento, caso o leitor se interesse, e não ser um pré-requisito.



Talvez esse livro tenha tido importância e impacto na época em que foi lançado, e soe datado hoje. Acontece nas melhores famílias.


Roseli Camargo 28/02/2010minha estante
Eu tbm não gostei do estilo do livro e nem todos gostam de todos os tipos de narrativas ou estilos. Só acredito que opiniões tem que ser respeitadas e alguns comentários soam mal e dão a impressão de que estamos chamando uma pessoa de burra. A troca de idéias é muito válida e de repente nos abre um novo horizonte sim, mas falar querendo olhar as pessoas de cima não acho bacana. Cada um com seu gosto.


diogo 13/03/2010minha estante
só para deixar bem claro, não chamei ninguem de burro muito menos de ignorante por não ter gostado do livro (se fizesse assim, eu seria tal adjetivo). foi uma opinião, talvez um pouco forte, minha sobre a critica aqui da Mahana. Só isso. cada um defende o seu lado. não fui contraditorio, só quis explicar que tem certas coisas que precisam ir mais a fundo, no caso do livro (autor, época..) e etc. mesmo respeitando a opinião dela. não é só com "on the road", e sim em vários e vários por ai. até eu posso cair nessa. Mas eu e Mahana ja conversamos muito sobre isso e não vou virar boneco de voodoo dela haha


buca 22/02/2011minha estante
só um adendo: se é sua opinião, ela já é pessoal, baby.


Marina 23/02/2011minha estante
Consertado! ;)


Guto 18/07/2012minha estante
Tenho me sentido um pouco desinteressado na forma como autor pretende contar tua historia. Estamos falando de literatura, e isso envolve trama. Bom, não diminui o valor, é apenas uma impressão, e bem leve. Sinceramente nao sei se irei concluir, gosto de narrativas mais profundas e a trama é efêmera para meu gosto. Concordo com o Diogo, é necessario ligar as coisas a seu tempo, sociedade, conjuntura... Talvez irei concluir por curiosidade, pra tentar me aproximar um pouco dessa influencia da obra.


jrgarou 17/10/2012minha estante
Mahana, pelo seu comentário deu pra entender que você não sacou o livro e o autor: "dá impressão de que as palavras simplesmente foram jogadas no papel".

E falo de sacar na prórpia leitura, não de "contextualizar ou estudar o autor para entender a obra"[sic].

Você deu 5 para Crepusculo e, não querendo diminui-lo mas logo nota-se que não é o estilo que você curte.


Lili 05/05/2013minha estante
CONCORDO CONTIGO. me falaram que esse livro era maravilhoso e eu caí. achei, sem ofensas pra quem gosta, uma merda. O cara deve ter usado drogas pra escrever, e nada contra os autores que precisam estar alucinados pra escrever,mas pelo menos se saísse algo bom... detestei.


Srt Vasconcelos 11/08/2015minha estante
Eu adoro literatura clássica, não é dificil para mim linguagem antiga, nem livros que não são "dinâmicos" achei que fosse gostar desse livro. Mas eu também não consegui terminar. A leitura se arrastou um tempão!


Thiago.Kling 13/06/2016minha estante
E pelo que vi, o sistema de estrela (qualificação) é pra dizer se gostou eu não gostou. (ponto)

Já lí uma vez e estou relendo. viajo com as aventuras do Kerouac, e quem já saiu com uma mochila nas costas, cabelos emaranhados curtindo os asfaltos quentes ao som de motores acelerados sabe do que Kerouac estava falando...


Alessandra 27/12/2016minha estante
Não vejo motivos para sair das primeiras páginas, o narrador 'fala' como um adolescente. Se já não fosse difícil o bastante levar adiante um narrador que se expressa assim, ele se quer pode usar a desculpa de ser um adolescente de fato.




Marcus 31/03/2021

"Toda a terra dourada está à sua frente e todos os tipos de eventos imprevistos esperam de tocaia para te surpreender e fazer você feliz por estar vivo para ver"

On the road nos leva a bater perna pelos Estados Unidos ao lado de Sal Paradise e sua trupe, acompanhamos essa turminha do barulho aprontando altas confusões no território americano. Com essa introdução ao estilo Sessão da Tarde podemos iniciar a resenha kkkk.
On the Road é um livro sobre liberdade, nós acompanhamos Sal nessa sua viagem em busca do autoconhecimento, o personagem acompanhado de seus amigos vivem como se não houvesse amanhã e sempre com uma coisa em mente "Siga sempre em frente".
No decorrer da história conhecemos inúmeros personagens e lugares, afinal de contas eles rodam o país inteiro, pegam carona com pessoas bastante interessantes e distintas entre si, se apaixonam, aprontam e fazem muita merda.
No começo o livro se arrasta um pouco mas vai fluindo, quando chegamos na metade da história tudo da a impressão de ser muito repetitivo, talvez a culpa disso tenha sido a forma de escrita do livro onde o autor não seguiu um "roteiro" lógico, ele simplesmente sentou e foi escrevendo tudo que vinha na mente, sem marcação de capítulo, sem separação entre um período e outro, só escreveu tudo direto. Essa mesmice muda na parte final do livro quando os personagens vão para o México.
Dá pra entender a importância da obra para o movimento Beat do final da década de 50 que teve como um de seus precursores o autor de Pé na Estrada, Jack Kerouac, movimento esse que surgiu como uma revolta a sociedade tradicional da época e que também serviu como base para o famoso movimento Hippie dos anos 60.
Recomendo a leitura, mas já aviso que muitos ficarão pela estrada (tinha que fazer esse péssimo trocadilho).
Rejany 31/03/2021minha estante
Ótima resenha!


Marcus 31/03/2021minha estante
Obrigado ?




@livrodegaia 10/07/2012

On the Road - Pé na Estrada, Jack Kerouac - Editora L&PM Pocket
Fui apresentada a On The Road, obra mais famosa de Jack Kerouac, pelo frisson que o lançamento da versão cinematográfica, do diretor brasileiro Walter Salles, vem causando. A Bíblia da Geração Beat, como é chamada por ser considerada o retrato do movimento, é um clássico internacionalmente reconhecido que provocou uma das maiores revoluções culturais na segunda metade do século XX e influenciou toda uma juventude. Não se pode ignorar, pode? Pois bem, foi o meu primeiro contato com a literatura Beat (Na Natureza Selvagem tem o mesmo free spirit, mas não acredito que se enquadre no gênero, uma vez que apresenta uma filosofia diferente).

Antes de adquirir On the Road, já tinha consciência de que sua narrativa era peculiar e que fez muitos leitores e críticos torcerem o nariz, mas como gosto de pagar para ver e conhecer novas propostas, virei de costas para qualquer tipo de preconceito literário e embarquei com Sal Paradise e Dean Moriarty rumo às estradas estadunidenses e mexicanas.

Confesso que estranhei o fluxo ininterrupto e confuso de informações que são jogadas na cara do leitor, mas entendi que essa narrativa inaugurada por Kerouac em prosa espontânea foi a maneira que ele encontrou para transcrever com exatidão e com a precisão de um anestesista, não só os fatos, mas a energia, as emoções, sensações, cheiros, sonoridade, visões e reflexões sem perder nenhum detalhe de suas experiências pessoais nas estradas da América no período pós-guerra. Sim, porque o personagem Sal Paradise, que narra a história, é o alter ego do autor, assim como Dean é alter ego de Neil, amigo que Kerouac passa o livro inteiro endeusando e aparentemente querendo ser. O mesmo ocorre com os demais personagens, são reais. Em outras palavras, estamos falando de uma espécie de autobiografia disfarçada de ficção.

A história foi inspirada no período da vida em que o autor levou nas estradas, e ele queria contá-la com movimento, que é o espírito da cultura Beat. Estranhei muito, reclamei mentalmente inúmeras vezes das descrições excessivamente detalhadas das paisagens (não tenho muita paciência e elevei mais tempo do que de costume para terminar a leitura), mas entendi que a essência da obra é justamente essa, apesar de torná-la não tenho como não dizer enfadonha. Mas de que outra forma ele iria conseguir passar toda a magia registrada em suas memórias? Aliás, que memória, hein! Reza a lenda que ele escreveu sete anos de estrada em três semanas, ao passo que, se vocês perguntarem o que eu comi ontem, não saberia responder.

À primeira vista, o livro é uma espécie de diário de viagem de uma galera com sérios distúrbios mentais, principalmente no que se refere à Dean, forte candidato a camisa de força ou a prisão perpétua nos EUA. O grupo vivia basicamente de jazz, literatura, álcool, sexo, drogas e andanças. Entretanto, um olhar mais atento e sensível do fenômeno, revela um estilo de vida heterodoxo em busca de uma liberdade genuína que rompeu com os padrões da época. Ademais, conta também a história de uma estranha, porém profunda, relação de amizade.

São jovens que foram na contramão da estrada de princípios éticos e morais traçados por uma sociedade conservadora (não vamos esquecer que estamos falando de algo que ocorreu no início da segunda metade do século passado, onde os hábitos e costumes eram extremamente rígidos), abrindo com suas loucuras do passado algumas portas para o presente, não se pode negar.

Eles tinham uma forma nada convencional de levar a vida, tinham outras prioridades, valores e sonhos fora dos moldes americanos. Eram felizes conhecendo e curtindo os becos e sarjetas das cidades totalmente desleixados, não tendo nos bolsos o suficiente nem para comer, descolando uns bicos para ganhar um troco, caronas para pagar a gasolina do carro e visitando amigos para terem um teto onde dormir (isso quando não dormiam ao relento ou dentro do carro). O amanhã era sempre uma incógnita. Tudo isso era acompanhado por atitudes inconsequentes, irresponsáveis e até mesmo ilícitas que vão de encontro ao bom senso. Reprovei e me indignei com muita coisa no decorrer da leitura, como por exemplo, a falta de compromisso de Dean com a rabiola de filhos e mulheres que ele deixava para trás sem um pingo de remorso.

Apesar disso, e por mais absurdo e contraditório que possa parecer, o leitor percebe nos relatos de Kerouac que existia amor, pureza, simplicidade e vontade de viver o momento até a última gota na vida dos personagens. É nítido, mas muito confuso de entender, que dirá explicar! Havia inegavelmente escondido em algum lugar ali no meio daquela coleção de comportamentos erráticos, uma espécie de autenticidade nesses jovens, porque vamos combinar, eles foram destemidos, saíram da sua zona de conforto e caminharam rumo ao desconhecido em busca de novas experiências e autoconhecimento sem medo, se livrando dos grilhões que muitas vezes a sociedade ou até mesmo a vida coloca, e isso tudo numa época em que não devia ser tão fácil assumir uma postura tão diferente da costumeira. Se transpassarmos a grossa camada de sujeira, maluquice e ilegalidade, conseguimos encontrar a sutil mensagem. Esses loucos deram início a algo.

Enfim, o livro é bem reflexivo, levanta questões existenciais e filosóficas complexas. É inegável que o feeling aventureiro desperta no leitor a vontade de fazer as malas, mas ele não é para qualquer um. É um bom livro, mas o recomendo apenas para aqueles que estejam realmente dispostos a ir além da camada superficial dos fatos narrados, dispostos a tentar compreender as entrelinhas e entender a representatividade da obra na década de 50. Eu tentei, mas se consegui ou não, sinceramente não sei.

Acho que tenho uma relação de amor e ódio com a obra, porque ela captura brilhantemente o que considero um dos maiores prazeres dessa vida, que é viajar, se conhecer e conhecer outras culturas e pessoas na companhia de gente querida, guardando na memória todos aqueles momentos incríveis, mas por outro lado, não comungo com algumas atitudes dos personagens, atitudes essas que vão de encontro aos meus princípios e valores. No entanto, nem por isso deixei de me divertir com história desses meninos.

P.S Recomendo ao leitor retornar a introdução de Eduardo Bueno após a leitura completa da obra.
Mari Ferginari 10/07/2013minha estante
Eu li o livro e sua resenha representa a obra com bastante fidelidade e ressaltando as características principais. Concordo que para se ler a obra temos que ir muito além da camada superficial, pois ele nos passa uma mensagem sobre aquela época e também sobre os jovens dessa geração beat.


Thiago.Kling 13/06/2016minha estante
Simplesmente perfeito sua resenha.

Sem "achismos" e tentando compreender o que se passava na cabeça dos personagens da obra. Isso se chama empatia. Muito facil termos nossos pontos de vista e apenas reprovarmos o do outro como ví em algumas resenhas.

O fato é que os caras e moças da obra (elas então...) foram ousados pra suas épocas. Tiveram um sonho, um desejo e não os reprimiu como a grande maioria das pessoas daquela época.

Estou lendo o livro com entusiasmo pois pude provar o que é sair sem saber pra onde, por quanto tempo, e acredito que apenas quem já teve o prazer de passar semanas sem olha pra o relógio, sem saber sequer qual era o dia da semana pode compreender de onde vem toda a euforia mostrada pelos rapazes. Como você finalizou. É um livro pra viajantes, pra pessoas que não temem (aqui cabe também num contexto social) encarar a vida!

Parabéns!




Lia 02/02/2010

on the abismo
On the road é o típico livro que todo mundo adora falar que leu e achou genial, porque te faz parecer cool.
Eu comecei a ler e a narrativa é arrastada, lenta e sem nada muito drástico acontecendo - durante umas cem páginas, tudo o que o protagonista fez foi pegar carona e beber.
Honestamente, por mim, esse livro nunca tinha sido editado. Pelo menos não teríamos tantas discussões por uma história que poderia ter sido contada em um simples conto.
Aline 25/11/2010minha estante
Pegar carona, beber e encontrar umas gostosas... hehe...




Ludmila 11/05/2021

Expectativa é uma droga! O livro é legal, vale a pena ler. Mas eu estava esperando tanto que acabei me decpcionando um pouco...
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spoiler visualizar
giovanigasoli 23/09/2015minha estante
Falou tudo, e depois de ler esse livro fiquei melancolicamente angustiado por saber que no fundo, sou como eles...


Pedro 06/12/2016minha estante
Não podia concordar mais, a sensação de vazio da alma dos personagens e tristeza que eu tive foi a mesma. Além, é claro, de concordar sobre a tal 'amizade' do Dean com o Sal, que em nenhum momento me pareceu verdadeira da parte do primeiro para o segundo. A impressão que fica é que o Dean não dá a mínima para o Sal e que se ele conseguisse outro parceiro de viagem não faria diferença pra ele.




Nat 22/09/2020

^^ Pilha de Leitura ^^
On the Road nunca foi um livro que me despertou grande curiosidade, até que resolvi lê-lo para um desafio. E que desafio! Foi uma leitura difícil, pois não consegui me identificar com nenhum dos personagens nem mesmo com suas histórias – mas consigo entender o apelo transgressor que as viagens sem destino e sem dinheiro, regadas a drogas e sexo tiveram sobre a cultura americana na época de seu lançamento, no final da década de 60. É mais ou menos a mesma sensação que tive quando li O Apanhador no Campo de Centeio: é uma literatura importante, mesmo que não do meu agrado. Mas quem disse que literatura tem que agradar sempre, não é mesmo?

site: https://www.youtube.com/c/PilhadeLeituradaNat
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VKotikoski 16/07/2013

Best seller? Onde??
Não é bem uma resenha, mas sim uma nota de indignação perante este livro. Sou apaixonada por viagens, principalmente as "road trips", que são o centro do livro, mas me decepcionei de forma extrema ao me deparar com um personagem que nada mais é do que um vagabundo, que usa gírias antiquadas e irritantes, e sequer mostra traços de sua personalidade para que se possa montar um personagem em nossas mentes. Eu sei que é um livro antigo, por isto das gírias, mas não justifica. Quando li resenhas e críticas referentes a ele, pensei que fosse o tipo de história onde um grupo de amigos decide dar um tempo e põe o pé na estrada, contando suas aventuras e fazendo com que o leitor tenha ainda mais vontade de fazer o mesmo. Mas não. O protagonista mais parece um surfista de 30 anos que não sabe nada da vida (muito menos o que quer dela), e fica rodando pelo país pedindo carona na estrada e deparando-se com personagens sem graça nenhuma. Não sei se depois a história muda, mas não faço questão de descobrir. Ler até este ponto (50 páginas) já fora um esforço sobre-humano para mim. A narrativa é maçante, as gírias confundem, os personagens e diálogos parecem estar sempre incompletos. Enfim, talvez seja um bom livro para esses adolescentes de hoje, que parecem ser basicamente a imagem do próprio protagonista, mas não para mim. Respeito quem gosta, respeito o fato de haver uns dois filmes baseados na obra. Respeito, mas não entendo.
Daniel Neves 23/08/2013minha estante
Adorei sua review. Sério.


Camila Barros 04/12/2014minha estante
Poxa, me senti assim também: entediada. Me forcei a ler até o capítulo 7 e depois abandonei. Achei vazio, sem conteúdo. Creio que meu gosto literário seja diferente, mas tem quem aprecie essa obra.




rayssagurjao 09/04/2021

Geração Beat
O livro escrito por Kerouac, ficou conhecido por ter se tornado um manifesto do movimento "beat". Esse movimento pregava experiências autênticas, um compromisso perigoso com a vida, até com os maiores limites, liberdade dos padrões, marginalidade, drogas, liberdade sexual e aventuras em estradas.

Um movimento para quem não se encaixava na sociedade em praticamente nenhum dos aspectos, no livro a representação fica por conta de Sal Paradise o narrador da história e o "pregador" do movimento Dean Moriaty, é um livro que tem muito da vida do seu próprio autor em uma narrativa inconstante de viagens, caronas, drogas, mulheres e poucas paradas.
Fer 09/04/2021minha estante
ai esse livro me deu uma energia enquanto eu lia, dava vontade de largar tudo e sair viajando kkkkk


rayssagurjao 09/04/2021minha estante
Tem passagens que o sentimento é totalmente esse kkkk




Tina Medeiros 13/06/2009

"Na estrada, em algum lugar, a pérola me seria ofertada".
Vento no rosto, jazz nos alto-falantes, rapazes e garotas, estradas e paragens, viagens - literais e lisérgicas... Enfim, liberdade, busca e, quem sabe, a pérola: transcendência.
Ricardo Rocha 04/08/2011minha estante
to longe de achar On the road o melhor de Kerouac - antes tem Viajante solitário, subterraneos, tristeza. Mas tem seu valor. "O tempo inteiro Dean estava dizendo para Marylou coisas do tipo Então garota cá estamos nós em Nova York e embora eu não tenha te contado tudo que estava passando pela minha cabeça quando a gente atravessou o Missouri, especialmente na hora em que passamos pelo reformatório de Booneville, que me lembrou do meu problema na prisão, é absolutamente imprescindível dar um tempo em todos os detalhes pendentes do nosso caso e, de uma vez por todas, começar a pensar em planos específicos para nossa vida profissional, e assim por diante, do jeito que ele falava naquele tempo."




bardo 27/01/2013

Resenha - On The Road - Jack Kerouac
Eis aqui um livro que me arrependo de ter comprador para ler, On The Road é um livro que conheço de vista já tem muitos anos muitos mesmo... Sempre me intrigou o fascínio que ele exerce sobre algumas pessoas, o fato de estar há anos nas prateleiras de qualquer livraria. Essas coisas de livro, ler tem muito haver com paixão sabem?? Pois bem ler On The Road foi bem como se apaixonar por alguém e durante o relacionamento ver que não era nada daquilo que se imaginou a princípio. Como disse o livro me intriga a anos, recentemente via Facebook numa conversa com amigos, foi na época em que estavam filmando o filme, comentaram muito bem da obra, enfim chegou o dia trágico, em que vi numa banca a edição da LPM com a obra “original” sem cortes e com quatro ensaios sobre o livro, na capa um comentário do Bob Dylan de como esse livro mudou sua vida. Ok eu não sou exatamente um leitor ingênuo, não acredito em contracapas e orelhas de livros cheios de opiniões de jornais jogando confete, tenho que ler para crer. E muitas vezes me falta o interesse e eu prefiro ficar na descrença mesmo, mas enfim a paixão falou mais alto e comprei. Por uma questão de não me influenciar, pulei os ensaios e fui ler a história, não queria entrar numa leitura com idéias pré-concebidas.
Foi aí que a coisa começou a ficar complicada. Para começar On The Road é oferecido como uma história real, o que pode ser produtivo ou uma tremenda encrenca, ao contrário da versão que muitos leram a minha está lotada de passagens que não existem na versão “amaciada” para ser vendida à época do lançamento. Ou seja, a versão que eu li é bem mais Sexo, drogas e rock n' roll do que a que vocês provavelmente conhecem. Problemático? Em termos, não sou nenhum falso moralista que não possa ler sobre uma boa cena de sexo, absolutamente, se tiver contexto ok, só não escreve porcaria pelo amor. Dito isto, ainda acrescento que conforme fui lendo os primeiros parágrafos, comecei a me defender do meu preconceito natural contra a juventude e suas imbecilidades, comecei a meditar sobre meu preconceito natural contra muitas coisas, para ler dentro do ambiente da época, não deixar que minha visão extremamente rigorosa do mundo não tirasse o sentido da obra. Por que fiz isso? Porque nas primeiras páginas percebi que o jovem Kerouac era pouco mais que uma anta, um parasita vivendo à custa da mãe que não sabia o que queria da vida. Isso me incomodou me incomodou muito, vejam automaticamente me senti remetido para um filme ao estilo do nada saudoso Porky’s ok para os mais novos algo como American Pie ou algo do gênero.

Mas segui adiante, ele começa a falar sobre alguns amigos, tudo boa gente, tão doidos ou estúpidos quanto ele, a galerinha que vomitava trechos de Nietzsche, idealismos e merda na cabeça. Ok ainda resisti...Mas como diz Murphy não tem nada ruim que não possa piorar, ele introduz na história o grande herói da vida dele o problemático Neal Cassady, não antes que vc diga a questão não foi o fato dele ser um delinqüente juvenil com amplo histórico de problemas, com um QI supostamente extremamente alto e outros dotes insinuados pelo autor. O que alias diga-se até onde eu consegui chegar não consegui entender qual era a do autor. Bom depois de mais bobagem, cervejas e histórias escrabosas a coisa parece que vai engrenar para algo coerente ou pelo menos entendível. Eles resolvem ir para o Oeste, Pensei irão “reviver” um momento extremamente importante para os EUA, tipo um ato de passagem. E sim a ideia é essa, mas aí a coisa descamba ladeira abaixo, segue uma farta descrição de caronas, trapalhadas, onde o que liga tudo é a tremenda estupidez coletiva, todos são pensam em diversão, para eles a viagem ao mesmo tempo em que com contornos místicos seus ritos são se embebedar, roubar e arrumar confusão. E não nos esqueçamos de Neal o ídolo de Jack é um confuso bissexual, que mais pensa em cama que qualquer outra coisa, com ares de guru profético, que se diverte com duas garotas ao mesmo tempo e nas horas vagas se diverte com o amigo gay comum, que o olha como se fosse um Adonis ou um Apolo, estão sempre “meditando” sobre a existência..ughhh Mas não se engane não tem nada de moderninho não, O tal de Alan é tolerado por ser um cara legal apesar de ser meio “diferente” E o deus Neal, bem ele pode tudo não é mesmo???. É nojento!!

Ao para por aí, vamos a cenas de “ménage a tróis”, festinhas, enfim ou eles estão bebendo ou na cama ou divagando sobre a existência, num dos pontos épicos Neal quer que Jack durma com a garota dele pq ele quer ver como seria, noutro estão os três pelados em cima da lataria do carro.. Num outro ponto eles estão numa casa e o “esteio” da casa e respectiva esposa, fumam e cheiram o tempo todo, a namoradinha de Neal, uma delas, também vive cheirando algum pó. Deu pra sentir o nível da coisa??

Foi até onde consegui chegar... e eu me pergunto com que objetivo o autor escreveu esse lixo, e outro mais grave o que faz a pessoas idolatrarem uma porcaria dessas??? Se alguém souber a resposta me avise, este está na fila dos indesejados E me desfarei dele tão logo seja possível, talvez eu o dê de presente para alguém que eu deteste..ou o queime sei lá se alguém merece esse suplício.
Amanda 24/03/2013minha estante
Concordo plenamente! É muito superestimado e pra falar a verdade, não achei tudo isso também! Lembra quando o protagonista pedia dinheiro pra mamãe quando ficava na pindaíba durante essa viagem "super emocionante"! Assim fica fácil cair na estrada!


bardo 24/03/2013minha estante
Pois é Amanda ser rebelde as custas do dinheiro da mamãe até eu...


Camila Barros 04/12/2014minha estante
Gostei da sua resenha. Transmitiu minhas angústias na leitura, ainda fui longe: me forcei a ler até o capítulo 7, depois não aguentei mais e abandonei.




rafa_ 26/04/2011

Muito diferente o estilo desse autor, com muitos pontos finais a cada parágrafo, e curiosamente suas frases são feitas para ter uma sonoridade (na língua original). Achei incrível a memória e a capacidade que ele tinha de citar cada lugar, que ficava perto de outro, e passando por outro, mas sem focar em cada um deles (na parte do México ele descreve muito mais o lugar que em qualquer outra parte do livro) o que faz quem não conhece muito os Estados Unidos a se perder um pouco durante essas citações (na maioria das vezes fala sobre várias cidades, mas não seus costumes ou algo que dê pra você aprender sobre cada local).
De uma sensibilidade incrível, descreve os sentimentos e pensamentos mais internos de todo ser humano, o que faz você se identificar muito bem com cada personagem (pois isso não acontece só com a principal) e levar vários trechos para a vida! Como a minha preferida:

"Garotas e rapazes da América têm curtido momentos realmente tristes quando estão juntos; a artificialidade os força a se submeterem imediatamente ao sexo, sem os devidos diálogos preliminares. Não me refiro a galanteios - mas sim um profundo diálogo de almas, porque a vida é sagrada e cada momento é precioso."

Li sobre o autor, depois de ler o livro, e descobri que On the road teve muitas modificações do seu texto original, pitacos, pra ser mais precisa, como o próprio Jack diz "adicionaram várias vírgulas desnecessárias" o que o torna um livro famoso, mas não o melhor e o que mais capta a essência do autor! Fica a vontade de conhecer outros mais "a cara" do Jack.

Bom, essa foi a primeira resenha que eu fiz, espero que esteja pelo menos razoável! :)
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Rafa 04/04/2021

Livro muito bom para entender a geração dos anos 60 nos EUA, dos beats, mochileiros que viviam de forma mais hippie, possui uma linguagem tranquila, mas sem nada ?tcha? no livro
kkkkkk
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