Livro do Desassossego

Livro do Desassossego Fernando Pessoa




Resenhas -


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Thata 20/01/2021

"Minhas pálpebras dormem, mas não eu.? (Livro do desassossego, Fernando Pessoa)
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RobsonGrangeiro 30/11/2020

Difícil, mas incrível!
O que torna uma obra indispensável? O que faz tantas pessoas buscarem passar pelo mesmo caminho já trilhado por tantos outros? É difícil ter uma reposta pronta para questões como essa. Principalmente no que tange essa obra.
Sua dificuldade não estar em lê-la mas em decifra-la totalmente. Há tanta coisa dita e tão pouco escrita, apesar de estar escrita magistralmente. Nossa... A melancolia é tamanha que te incomoda e você precisa tomar um ar, sentir o Sol e sorrir para si mesmo. O que esse livro fez com você? Você vai se perguntar e o pior, não obterá a resposta. O melhor a fazer? Ler novamente, com mais calma. Sabe quando se é pequeno, criança ainda, e está aprendendo a escrever seu próprio nome e seu professor (seja pai, mãe, irmãos, etc) lhe diz que: "está quase bom, continue tentando" é assim que eu me sinto a respeito desse livro. Apesar de ser uma coisa tão minha, a experiência de lê-lo completamente, acho que ainda não está bom como deveria e com certeza continuarei tentando.
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Angela.Bittencourt 25/11/2021

A sensação é essa
É como se o eu lírico sentasse para tomar café comigo e me contasse tudo que pensa e lhe vem à mente.
Juruh 26/11/2021minha estante
?




Paty 29/05/2021

Foram os R$ 15,00 mais mal gastos da minha vida
Primeiro: ele aborda praticamente alguns temas básicos como: tédio; momentos "sonhadores"; Morte; pessoas e tudo o que isso implica (na perspectiva dele). Provavelmente falta algo, mas não interessa. Exatamente por causa de ter poucos tópicos, não chegamos ao segundo ponto: o texto é ESSENCIALMENTE repetitivo. IRRITANTEMENTE repetitivo. Esse livro poderia ter tido 400 páginas a menos porque ele fala praticamente a mesma coisa toda vez. Ele fala sobre a mesma coisa com palavras que não passam de sinônimos. Ainda se ele usasse palavras diferentes (que implicaria, talvez, em novas/diferentes perspectivas), até que tudo bem, mas ele só enche linguiça para falar sobre uns quatro e no máximo seis tópicos em todo o livro. Sério, que livro modorrento, que coisa mais irritante, não sei como as pessoas podem gostar de ler uma coisa tão a-mesma-coisa-que-foi-dita-na-página-anterior-só-que-nessa-página-e-com-palavras-similares-as-que-usei-antes. A meia estrela que eu dei foi porque eu gostei da parte dele descrevendo cenários chuvosos... isso deve ter acontecido umas duas vezes? Não me lembro. Mas não foram o suficiente para completar nem mesmo uma estrela. Queria ter me poupado de ler essa coisa enfadonha.
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Cristiano.Goes 20/04/2020

O livro do desassossego
Queria ter lido "O livro do desassossego" de Fernando Pessoa antes de ir a Lisboa. Contudo, entre as leituras do doutorado conheci o escritor português mais emblemático. Suas divagações acabam mostrando algo que senti nos lisboetas: uma tristeza na alma. Apesar da genialidade dos seus escritos, senti uma melancolia ao me deparar com sua leitura. Apesar disso, não deixa de ser genial e de leitura obrigatória para todos. Especialmente aos que vão a Portugal.
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Thábata 20/10/2020

Ahhh, o desassossego...
?Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa; uma impaciência da alma consigo mesma, como uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende.?
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Kemily Gabriela 13/05/2021

FERNANDO PESSOA É SENSACIONAL!
Fernando Pessoa me conquistou nesse livro. No Livro do Desassossego encontramos um conjunto de fragmentos (textos) que foram escritos por Bernardo Soares. Para quem não sabe, Fernando criava pseudônimos (pessoas imaginárias, mas muito complexas, que apenas assinavam suas obras), heterônimos (segundo ele, era ele que estava escrevendo, porém a história não era dele, e sim foi contada pelo heterônimo) e o semi-heterônimo Bernardo Soares, que como ele mesmo disse: "É um semi-heterônimo porque, não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela. Sou eu menos o raciocínio e afetividade." Esse livro pode ser comparado à um diário, já que traz trechos que mostram um pouco do dia a dia de Bernardo, que era um guardador de livros na cidade de Lisboa, e em todos os fragmentos percebemos como era os pensamentos e as reflexões dele. Seus textos mostram, na maioria das vezes, uma certa monotonia na vida do personagem.
(Fragmento 102) "[...]Tenho sonhado muito. estou cansado de ter sonhado, porém não cansado de sonhar. De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos que estamos despertos. Em sonhos consegui tudo[...]"
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Carol 29/09/2021

Maravilhoso
Bom, é Fernando Pessoa. Não preciso dizer mais nada para justificar a perfeição do livro.
Meu poeta preferido ??
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Cris 24/12/2020

Finalmente
"E tudo quando faço, tudo quanto sinto, tudo quanto vivo, não será mais que um transeunte a menos na quotidianidade de ruas de uma cidade qualquer"
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Sofia Meneghel 03/09/2021

Profundo e belo
?Vou de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como, afinal, as paisagens são.?

Livro lindo, com frases que vão fundo na nossa alma inerentemente sonhadora.
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Edna 05/12/2019

Sentimento grandioso
Livro do Desassossego ou Na Floresta do Alleamento como Fernando Pessoa o chamou e ainda acrescentou é como um Livro Caixa não um Caixa de saída qualquer mas uma Caixa de Sensações.

O Livro com o maior Fluxo de Consciência que já li! É impactante nos seus Fragmentos, narrados por Bernardo Soares, que FP afirma "_É um Semi-heterônimo, porque não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela."

Uma narrativa em Prosa, mas Poética, em forma de Diários mas numerados em entradas que divagam entre a própria existência, o cotidiano, o amor pela Rua dos Douradores em Lisboa, sobre o sentimento que a natureza despertava, sobre as viagens que não necessitava em fazê -las pelo fato de já viajar em pensamento e que já os conhecia, sobre o sentir a chuva ou temer a noite, sobre a sombriedade que é ser humano e ansiar pelo próximo instante, em determinado momento Ele diz que odeia ler livros pelo fato de ansiar e temer o que virá nas próximas folhas, angústia, tédio e incertezas, tudo tão humano, tão completo, tão intenso e tão transparente e sua visão grandiosa da essência das coisas.

"_Nestas impressões s/nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem fatos, a minha história sem vida. São as minhas Confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer"

?Como assim? E se tivesse o que dizer??


Não dá pra resenhar esse livro sem entrar nos devaneios, a identificação própria que Ele trás à tona, num mix de sentimentos que Ele produz, você pode ler rápido, lento ou voltar as páginas e ainda assim sentirá a necessidade delas novamente

"Este livro é um só estado de alma, analisado de todos os lados, percorrido em todas as direções."

#Bagagemliteraria
#Resenhaednagalindo
#Livrododesassossego
#FernandoPessoa
#BernardoSoares
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Tati 26/01/2021

"E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, mais e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção continua, e entre para a substância da alma."
Um livro bastante difícil de ler. Decifrar Fernando Pessoa não é algo fácil.
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Ãnimo Total 02/07/2021

Sensacional
?No baile de máscaras que vivemos, basta-nos o agrado do traje, que no baile é tudo. Somos servos das luzes e das cores, vamos na dança como na verdade??
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clai 13/06/2021

Gostei, mas a linguagem as vezes complica.
Os poemas são legais. Prefiro outros tipos de poesia mas foi uma boa experiencia.
Indico para quem gosta de poesia.
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Rafa 23/06/2021

Fragmentos
Livro do Desassossego é um nome preciso pra esta obra. Tratando de assuntos diversos e de maneira não-linear, Pessoa, sob o pseudônimo de Bernardo Soares traz aqui um verdadeiro diário de pensamentos, conflituosos, melancólicos, esperançoso, tudo junto na mesmo obra.

Um dos meus fragmentos favoritos é o 287, na página 247 "Adoramos a perfeição, porque a não podemos ter; repugná-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito."
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