O Jogo da Mentira

O Jogo da Mentira Ruth Ware




Resenhas - O Jogo da Mentira


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Jaque - Achei o Livro 20/08/2019

O jogo da paciência.
Novamente não foi dessa vez que a autora entrou pra minha lista de favoritos. Assim como A Mulher na Cabine 10, esse livro não me conquistou.
Sabe quando uma pessoa quer te contar uma história curta mas ela enrola, enrola, sai para beber um café, enrola mais um pouco, atende o telefone mas não termina a estória nunca? É o caso desse livro.
A trama é simples: As 4 amigas fizeram algo de muito sério na época do colégio, foram expulsas e nunca mais se viram. Depois de 17 anos elas precisam se reencontrar justamente por conta do passado.
A narrativa é em primeira pessoa pela Isa, que é casada e tem uma bebê de 6 meses. Assim como suas duas outras amigas, elas abandonam tudo para se encontrarem na casa da Kate, lugar que elas passaram a maior parte da juventude.
Depois de enrolar por quase 70 páginas a autora resolve mostrar pro leitor por que reuniu as amigas. Já na metade do livro você percebe que não tem mais muita coisa pra acontecer e aí já pressenti que ia ser uma narrativa de nada com rotina até o final, que aliás não foi surpresa nenhuma e o motivo de toda aquela desgraça foi muito fraquinho na minha opinião.
A Isa é uma mala, mente pro marido, sai de casa ao menor estalar de dedos da Kate - veja bem, uma pessoa que ela não vê há 17 anos - e ainda acha que está certa e que o ruim é o marido, sem contar as situações de risco em que ela coloca sua bebê.
Nada nessa trama me convenceu, nem personagens, nem motivações e muito menos esse laço de amizade que de repente era inseparável.
Não sei se vou ler outro livro da autora, mas certamente não passarei na frente dos outros que desejo tanto ler.


site: http://acheiolivroperdiosono.blogspot.com/2019/08/o-jogo-da-mentira-ruth-ware.html
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Diana 12/08/2019

Esperava um suspense forte, mas está mais para um drama cheio de mistérios.
Mas gostei da história. Quatro amigas começam um jogo da mentira, mentem para todos e algumas mentiras que elas inventam são bem pesadas. E uma das regras desse jogo é não mentir umas para as outras, mas uma delas quebra essa regra, e o segredo que elas guardavam a sete chaves tem muito mais histórias do que as outras imaginavam.
Vale a leitura, mas esperava mais.
Nota: 3,5.
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chang 30/09/2019

só me interessei nas 50 últimas páginas.
O livro em si é ótimo, os comentários tinha chamado muito a minha atenção para começo.
Me decepcionei em partes porque foi cansativo muitas páginas e as atitudes da Isa foram muito idiotas.
Tirando isso as últimas páginas me deixaram intrigada e o final deixou certos pontos em aberto o que me agradou muito.
Deja 02/10/2019minha estante
O que tem de livros assim né, poderia eliminar muitas páginas teve um que eu li que ele poderia ser só o prólogo rsrsrs


chang 13/10/2019minha estante
né kkk, acho que o livro poderia ser bem menor e mais direto deixaria a leitura beem melhor




Priih | Blog Infinitas Vidas 22/09/2019

Um livro sobre o preço dos erros do passado
Preciso de vocês. Essas três palavras são capazes de virar de cabeça para baixo a vida de Isa Wilde, a protagonista-narradora de O Jogo da Mentira. Enviadas por Kate, sua amiga dos tempos da escola, fazem com que não apenas Isa corra para encontrá-la, como também as outras duas mulheres que faziam parte de um quarteto inseparável, Fatima e Thea. Mas por quê uma frase tão “inofensiva” pode causar tanto alvoroço? O que torna o encontro de Isa, Fatima, Thea e Kate tão emergencial? Esses são os primeiros mistérios (mas não os únicos) que O Jogo da Mentira apresenta.

Com uma narrativa nem sempre linear, vamos descobrindo aos poucos a maneira como o quarteto inseparável – formado pelas já mencionadas Isa, Fatima, Thea e Kate – se conheceu, como a amizade se fortaleceu e como o Jogo da Mentira, que dá título ao livro, começou. [...] Mas há algo de muito sombrio no passado das garotas, relacionado ao desaparecimento repentino de Ambrose e à sua expulsão da Salten House, que aos poucos vai sendo revelado ao leitor, conforme Isa adentra em memórias contra as quais lutou a vida inteira.

O título do livro se dá por uma brincadeira que as amigas faziam na adolescência, que consistia em enganar o máximo possível de pessoas e contabilizar pontos por isso. Porém, existiam regras, e uma das mais importantes era “não mintam umas para as outras”. Será que essa regra foi cumprida? Quando um osso humano é encontrado no rio Reach, que banha a cidade de Salten, o grupo é obrigado a enfrentar lembranças que ainda não cicatrizaram. E esse mistério (que acaba sendo um tanto previsível, apesar de não ser o único da trama) demora um bocado para ser solucionado, o que está relacionado a um dos problemas do livro: a falta de objetividade.

Permeando o presente e o passado, a autora foca em transmitir as aflições de Isa sobre suas atitudes enquanto adolescente e também enquanto adulta. [...] O remorso pelo passado somado às ameaças que sua amiga Kate sofre no presente e às inconsistências em alguns de seus discursos fazem com que Isa questione tudo aquilo que acreditou a vida toda. Com o passar das páginas, vai ficando cada vez mais difícil confiar em quem a rodeia, ainda que não saibamos o porquê dessa sensação, já que a amizade do grupo parece a única coisa sólida em toda a trama, em que até mesmo o cenário parece estar prestes a ruir.

[...] A história acaba se transformando em uma espécie de drama, abordando diversos outros assuntos: há a sensação de se sentir perdida, a busca por uma conexão real, o conforto que uma amizade pode oferecer, o desejo de proteger quem amamos independentemente do custo (e os sacrifícios exigidos para isso), as consequências psicológicas dos nossos atos… Por meio de um mistério, Ruth Ware desenvolve as diversas emoções e anseios de suas personagens, todas mulheres fortes a seu próprio modo.

O Jogo da Mentira é uma obra bacana e com um final que conecta todas as pontas soltas, mas que deve ser considerado mais um drama sobre mistérios e mentiras do que um thriller propriamente dito. Com o passar das páginas, vamos conhecendo os fantasmas das protagonistas, desenterrando seus segredos e mergulhando mais fundo em seu remorso, mas não é fácil fugir dos erros do passado. E esse é um dos pontos de interrogação da trama: até que ponto é possível viver uma vida plena baseada em uma mentira? Independentemente da resposta, algo é inegável: a lealdade que Isa, Kate, Fatima e Thea sentem uma pela outra. E é essa relação o grande destaque da obra que, apesar de não ser perfeita, me proporcionou uma ótima experiência de leitura.

Resenha completa no blog. Te espero lá! o/

site: https://infinitasvidas.wordpress.com/2019/09/22/resenha-o-jogo-da-mentira-ruth-ware/
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Cleyson - @bookseestante 16/09/2019

Regra nº 1: conte uma mentira.
Regra nº 2: insista na sua história.
Regra nº 3: não deixem que descubram.
Regra nº 4: nunca mintam umas para as outras.
Regra nº 5: saiba quando parar de mentir.

Isa, Kate, Fatima e Thea são quatro amigas ligadas pela amizade, cumplicidade e bastante mentira. Para lidar com algumas situações vividas no colégio, as quatro amigas inventam o jogo da mentira. Um jogo que consiste inventar perversidades sobre professores, alguns alunos e que as ajudam a escapar de situações que as ponham em risco.
Por menor que seja, algumas mentiras têm efeitos avassaladores, danos irreparáveis que só nos damos conta quando não podemos mais remediar.

As quatro amigas são expulsas do colégio sob circunstâncias misteriosas envolvendo o desaparecimento do pai de Kate.
17 anos depois, o quarteto se reúne novamente para lidar com os efeitos colaterais do passado.
Uma delas quebrou a regra mais importante: nunca mentir umas para as outras.

"Odeio mentir. Costumava ser divertido, até eu não ter escolha. Hoje em dia não penso muito nisso, talvez porque já faça isso há muito tempo, mas está sempre lá, ao fundo, como um dente que sempre incomoda e de repente dá uma pontada de dor."

Ao ler a obra, formulei algumas teorias que explicasse os mistérios da história. A autora apresenta aos poucos as situações que me fizeram perceber que nem tudo era preto e branco.
Uma das características que mais gostei no livro, foi o fato de a autora responder perguntas de situações que em outras obras só seriam respondidas no final, em “O jogo da mentira” o que está em evidência não são os segredos, mas sim as circunstâncias que levaram a eles.

A prolixidade da autora me incomodou um pouco, mas nada que tire a curiosidade para saber o desenrolar dos fatos.
Por ser narrado sob perspectiva da Isa, achei o final não tão satisfatório. Não satisfatório não quer dizer que seja ruim. Acredito que foi propositalmente, para que o leitor, reflita e entenda que algumas coisas na nossa vida é conforme o livro demonstra.

Será que sabemos quando parar de mentir? Será que uma vida pode ser moldada por uma mentira, ou mentiras? Perguntas retóricas que servem para nos fazer refletir que tudo tem consequência.
Essa obra expressa a capacidade e necessidade que uma pessoa tem em mentir, o medo de ser descoberto, a angústia de saber que aquilo que inventamos pode vir à tona a qualquer momento. E as mentiras não afetam apenas a quem mente, mas todos que estão ao redor.
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Rodrigo 04/09/2019

Reese Witherspoon me enganou!
Eu escutei falar tanto deste livro que quando ele foi lançado por aqui fiquei animado pra ler. Foi um dos livros do clube de leitura da Reese Witherspoon que só tem escolhido livros bons com protagonistas femininas fortes. Li críticas que diziam que este era um misto de ?Pequenas grandes mentiras? e ?Pretty Little Liars?, mas acredito que a similaridade com esses títulos é somente na mentira do título.

Quatro amigas quando adolescentes jogam o tal do Jogo da mentira no qual elas ficam tentando enganar umas às outras e mais tarde, são elas tentando enganar todo o resto do mundo. Ok, adolescentes fazendo jogos idiotas, até aí nada de novo. Mas sabemos que alguma coisa realmente séria aconteceu e é um dos plots do livro. Nos dias atuais, todas adultas e aparentemente sem se ver há algum tempo. Kate manda uma mensagem dizendo que precisa delas e todas vão a seu encontro.

Como suspense esse livro não se sustenta, o leitor fica no escuro até metade do livro quando a autora começa a soltar pistas do que pode ter acontecido. E quando ela solta você já adivinha qual o ?grande mistério?. Eu particularmente sou feito de trouxa em todo livro de mistério e neste descobri tudo em cerca de 60% do livro. E o drama também não é lá essas coisas porque você quer mais que elas se explodam. O que dificulta a empatia com as personagens também é porque o ponto de vista é o de Isa, a chata do rolê. Sem brincadeira, ela é insuportável, daquelas que fazem a coisa errada e tentam virar o jogo a favor delas.

Ainda tenho outro livro da autora pra ler. Mas com esta experiência vou adiar mais um pouco.
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Jeff.Rodrigues 29/09/2019

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
O jogo de segredos e intrigas que move grupinhos fechados de amigos e amigas em colégios já foi bem explorado em diversos gêneros literários, mas acredito que o suspense é o que tenha fôlego para as melhores histórias. Simplesmente porque o suspense pode se desdobrar em tramas em que a maldade, a inveja e a manipulação da amizade não têm limites. É assim em O Jogo da Mentira, em que quatro amigas se veem envolvidas em uma história com mais segredos que a força da sinceridade delas podia prever.

Vivendo a adolescência em um semi-internato, quatro garotas se transformaram no terror da escola a partir de um jogo próprio em que o que valia era sustentar o maior número de mentiras. Quanto mais o poder de enganação, mais pontos. Cresceram, então, marcadas pelas mágoas de todas que caíram ou reproduziram suas mentiras gerando constrangimentos e situações embaraçosas. Entre elas, porém, a sinceridade era a base da relação. Ou pelo menos deveria ser. Adultas e com vidas feitas junto a maridos, empregos e filhos, as águas turvas do passado voltaram para assombrá-las e aí a tal sinceridade é posta à prova. Alguém não foi totalmente honesta e o destino veio cobrar seu preço.

A obra de Ruth Ware tem ritmo intenso e, narrada em primeira pessoa por uma das garotas, Isa, consegue prender facilmente a atenção dos leitores nas descrições que alternam passado e presente. E aos poucos vai sendo construído um mistério que coloca em xeque a verdadeira força da amizade dessas quatro amigas. O suspense, contudo, esbarra em um desfecho que se torna previsível já na metade do livro e deságua em uma sequência final pra lá de frustrante. É um daqueles livros cujo poder do tema é fantástico, a sinopse é promissora, mas a execução deixa a desejar.

Ruth Ware ainda não conseguiu entrar para minha lista de imperdíveis, mas reconheço que O Jogo da Mentira tem uma pegada muito superior aos seus livros anteriores. Os principais problemas aqui concentram-se na forma escolhida para o desfecho e, principalmente, na construção das personagens, a começar pela protagonista Isa. É impensável, pra mim, a forma como ela arrasta sua bebê recém-nascida pelo cantos ermos, gélidos e desolados que servem de cenário para o livro. Exemplo exemplar, perdoem o trocadilho, de mãe desnaturada. As relações interpessoais na história também são construídas de forma estranha e passam bem longe do que podemos aceitar como minimamente verossímil.

O Jogo da Mentira é um bom suspense para boas horas de leitura, principalmente pela rapidez com que os acontecimentos se desenrolam. Mas não tem pretensões maiores que isso, com fortes chances de frustrar os leitores mais exigentes do gênero.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2019/09/08/resenha-o-jogo-da-mentira-ruth-ware/
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Priscila 13/08/2019

Em busca de um thrille/suspense, acabei topando com "O jogo da mentira", pensei por que não? E comecei.

Sinceramente achei uma narrativa bastante arrastada, inúmeras vezes sentir vontade de parar, abandonar, mais sou daquelas leitoras que fica com peso na consciência por não dar oportunidade ao livro, pensei vou espera até o meio para ver no que dar, e continuava arrastado, porém alguns sinais de melhora já surgiram.

Isa vive sua rotina maternal com Freya, quando de repente recebe uma mensagem de uma velha amiga, "Preciso de vocês", o suficiente para pegar um trem para Salten, de volta para o passado, para ser mais precisa para sua adolescência, e antes dela chega o destino, vemos como essa amizade se formou, ou melhor quando "O jogo da mentira" nasceu.

De fato sabemos que alguém morreu e que alguns personagens andam desaparecidos, e que esse assassinato de anos atrás está prestes a serem descoberto é por isso que Isa e suas três amigas, se reencontram, para combinarem o que vão dizer, mais há uma regra bastante importante nesse jogo, nenhuma pode mentir pra outra e há uma delas que anda fazendo isso a vida inteira, não só vem mentindo como comprometeu a vida delas todas.

IG: @entretdsleituras
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