Felicidade Clandestina

Felicidade Clandestina Clarice Lispector




Resenhas - Felicidade Clandestina


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André Goeldner 21/01/2009

Clarice deixa sempre para o leitor um inquietante ponto de interrogação ao invés do ponto final.

São contos que continuam de forma subjetiva na cabeça de quem lê.

Marcia 27/01/2021minha estante
Contos cheios de sensibilidade e certa tristeza. Lindos




Marlo R. R. López 23/02/2011

Depois de muito tempo que escrevi o meu primeiro comentário sobre esse livro aqui no Skoob, eu acho agora que ele merece um adendo.

Em primeiro lugar, peço desculpas ao ter dito antes que o texto de Clarice está cheio de "invencionismos que o público acha lindo porque não entende". Não sei onde eu estava com a cabeça para fazer uma generalização desse tipo. Mesmo que eu ache o estilo da autora afetado demais para o meu gosto, dizer que as outras pessoas não entendem o que Clarice Lispector escrevia (e julgá-las por isso) foi demais.

E em segundo lugar, gosto de Clarice Lispector como uma autora de frases interessantes. Ainda que eu tenha gostado de alguns contos desse livro (e aí o motivo de 2 estrelinhas), acho o texto dela aborrecido demais, enfadonho demais, o tipo do texto que me diz pouca coisa, que fala 1kg para se aproveitar 10g. Essa é uma opinião mais pessoal, e dessa vez posso dizê-la sem correr o risco de estar criticando as pessoas que gostam dos escritos da autora.

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Primeiro comentário que fiz:

De um modo geral, não gostei do livro. Muitas partes são confusas, travadas, aborrecidas. Apóio Nick Horbny quando ele diz que um livro não pode ter invencionismos literários que abusem da paciência do leitor. E Clarice Lispector está repleta desses invencionismos que o público acha lindo porque não entende.

Uma coisa é um escritor que escreve de forma bela e transmite para o leitor toda uma gama de pensamentos e sentimentos. Clarice não faz isso de forma alguma... Não porque não consegue, mas porque não quer, mesmo.

Odiei especialmente o conto "O Ovo e a Galinha". Li-o até o final só para saber até onde ia aquilo. Certos autores escrevem para fazer o leitor pensar... Clarice escreveu este conto para abusar da paciência de quem a lê. Certa vez, ela mesma confessou que não entendeu o que escrevera lá!
Steh 11/01/2010minha estante
se você não entende, não generalize x:


#MariiCandy 26/02/2010minha estante
KKKKK" concordo totalmente. ela enrolou pracaramba. eu pulei essa parte pro final. é muito besta mesmo.


Fernanda :) 09/09/2010minha estante
Realmente é um omelete 'literario', para ser devorado com "olhos de barata doce"...


Jéssica 22/02/2011minha estante
Só é preciso saber que há algo além de "entender"!

Uma frase dela para você:

"Estar fazendo de próposito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem 'gostar'."

Um sopro de vida, C.L.


Flaus 04/03/2012minha estante
Eu entendo seu desgosto. Principalmente levando em conta um texto como 'o ovo e a galinha'. Se você lê-lo tentando entender, começa a achar que a clarice está rindo do seu esforço vão. Porém, mesmo com toda ssa confusão e esses inventismos, os textos são divertidos e me fazem refletir sobre assuntos diversos. Enquanto leio, tenho vários lapsos de ideias e soluções de problemas que me atormentam. Mas sempre resta muito a ser esclarecido.


Marlo R. R. López 04/03/2012minha estante
Flavia Limao, você resumiu muito bem a situação. Agradeço muito a sua perspicácia. :)
Pretendo ler os escritos de Clarice daqui a algum tempo, despido de todos os preconceitos.
Abraços!


Mariana 18/06/2012minha estante
Assim, se você não gosta, problema seu. Cada um com seu gosto, por favor.


Marlo R. R. López 20/06/2012minha estante
Mary, é justamente por isso que existem as resenhas: para que cada um exponha a sua opinião, os seus gostos. Não disse que você precisa concordar...
O meu primeiro comentário sobre o livro foi ridículo, e é por isso que tento me retratar no segundo.

abraços.


Déh 06/11/2012minha estante
Resenha é a opinião de quem leu. É triste quando você é fã de algo ou alguém e essa pessoa diminui tudo isso, mais triste ainda é quando até você, o fã, consegue ver que as críticas têm fundamento. Mas eu acho que todos podem sobreviver a isso haha
Concordo plenamente: "que fala 1kg para se aproveitar 10g."
Após ler esse livro, vejo Clarice Lispector como uma ótima autora para postar frases em status de redes sociais, mas só.


Matheus 15/04/2014minha estante
A escritora é complexa, lida com sentimento, subjetiva ao extremo e muito, mas muito, incisiva! Tem contos magníficos no livro como Perdoando Deus, Felicidade Clandestina e, pra mim, O ovo e a galinha, etc! Quanto a ideia do 1Kg usado para aproveitar 1g, não acredito que vá bem assim, acredito que ela prepare o terreno para um clímax e, consequentemente, a descoberta!


Jéssika Cordeiro 05/06/2014minha estante
Eu particularmente me deleito ao ler o que ela escreveu! E não comecei a ler por modismo ou indicação de ninguém, um dia simplesmente o livro dela me atraiu e eu o li. Desde então me apaixonei! E quer saber? Entendo até demais o que ela fala, tanto que quando estou lendo meu coração acelera e começo a divagar de um jeito bem confortável. Algumas vezes a leitura fica exaustiva, sim, mas quanto a isso não me importo porque quando estou quase me aborrecendo aí vem uma frase que eu paro de ler para me peguntar como ela consegue fazer isso.
Acho que é questão de se identificar mesmo com o autor/obra porque têm escritores excelentes que eu não consigo ler e acho cansativo. Enfim, ela escreveu esse desabafo no livro Um sopro de vida:

"Quero esquecer que existem leitores - e também leitores exigentes que esperam de mim não sei o quê. Pois vou tomar a minha liberdade nas mãos e escreverei pouco-se-me-dá-o-quê?, ruim mesmo, mas eu."




Thay 12/04/2020

Uma obra que - talvez pela sua essência autobiográfica, sintetiza perfeitamente o quanto Clarice era uma conhecedora da alma humana, principalmente da própria, claro, no entanto, há algo, algo que tem um quê do mistério essencial, algo que impede a limitação - permanecendo absorto nas entrelinhas de seus personagens, e de suas -nossas vidas.
Assim como as pitangas do conto "Cem Anos de Perdão", essa obra é saborosa e não admite "amadurecer e morrer no galho"; e o fascínio que cada conto produz... vale e como vale a leitura!
É Clarice, né?!
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Ana 27/10/2010

Leve e calmo, mas pertubador. Muitos dos contos distraem mais do que instigam, onde a maestria das palavras e do mistério se fazem presentes. Em alguns outros porém (de número menor) há um baque, um chute - algo te lança na obscuridade da mente e do mundo.

Clarie, sempre Clarice. Maravilhoso.
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Camila Robyn 22/09/2020

Razoável
Esse livro tem alguns contos que eu já vi bastante em provas de português. São poucos os contos que eu gostei, alguns eu até pulei de tão chato.
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Bruna Laessa 27/08/2020

Foi a primeira vez que li algo da Clarisse, fiquei impressionada com sua escrita. Têm muitos contos bons e cheio de significados, alguns não consegui entender muita coisa.
Valeu a pena me aventurar e ler esse livro.
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Stephanie.Nietto 15/07/2020

Para Clarice, com amor
Eu disse pra minha amiga Ari que eu ainda sou café com leite nas resenhas, mas segundo ela eu vou me acostumar.

Esse foi meu primeiro livro da Clarice, por quem me apaixonei imediatamente vendo duas vezes seguidas sua entrevista para o programa Panorama em 1977 .
Eu fiquei hipnotizada por aquele olhar, que ao mesmo tempo que transparecia uma mulher forte e inteligente, trazia com consigo o cansaço e melancolia.
Escrevendo para Olga Borelli, ela declara: "Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular".
No entanto, para sua grande insatisfação, isso não foi possível, e arrisco dizer que nunca será. Para mim, Clarice será sempre particular e em cada conto (ou não conto) que lia, sentia o coração quentinho só por saber que cada história profunda, mesmo que explorando as situações mais corriqueiras da vida, foi escrita por uma grande mulher.
Portanto, Clarice, enquanto houver obras suas para que eu as devore e me perca completamente, vou sentindo essa felicidade clandestina que só você poderia descrever.

(o link da entrevista ta aqui também!)
https://www.youtube.com/watch?v=ohHP1l2EVnU

site: https://www.youtube.com/watch?v=ohHP1l2EVnU
Ariadne 16/07/2020minha estante
Amei ?




danisnilo 08/07/2012

Um verdadeiro sopro de vida...
Provavelmente eu não entendi tudo que estava escrito nesse livro, mas uma coisa aprendi com ele: a interpretação de cada texto depende do estado de espírito de quem o lê.
Além das palavras organizadas em frases, cada texto carrega sentimentos diversos. Cada texto se sente. E é isso que me fez gostar tanto de cada um.
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Carolina Veiga 07/08/2010

O Ovo e a Galinha
Li esse livro há muito tempo, mais ou menos aos 17 anos. Era leitura obrigatória para o vestibular para o curso de Jornalismo. Como é de se imaginar, na época, não entendi. Eu era uma adolescente que preferia TV aos livros. Era... no pretérito mesmo. Mas, lembro que um conto sempre me marcou. "O Ovo e a Galinha".

Sempre lembrei desse título. Lembro que tinha sido minha leitura mais difícil. Acreditava que ela estava tentando adivinhar quem tinha nascido primeiro e que a resposta dependia de quem se olhasse primeiro: o ovo ou a galinha? Inocência.

Relendo o conto, cheguei a conclusão:

No início do texto, já tentaram substituir a palavra "ovo" pela "amor"? Tentem.

Acredito que é disto que Clarice fala. Não do amor carnal apenas. Mas, do amor a vida, do amor ao próximo, do amor subjetivo, sem preconceito, sem definições.

Se ela desejou transmitir uma mensagem com esse texto, para mim foi: No amor está a felicidade. Na simplicidade está o amor. O julgamento, os rótulos, as definições nos tiram a possibilidade de olhar para o mundo e ver a verdade contida nele. Não vendo a verdade, vendo através de nossos olhos (entupidos por nossas opiniões e pré-conceitos) deixamos de ver o simples, deixamos de ver o fato como ele é.

Prestem a atenção quando ela fala da cor do ovo, por exemplo.

PS: Posso estar errada. É bem possível que esteja. Mas, se aprendi algo lendo Clarice ontem e hoje é: o significado depende do que você tem em mente. Neste caso, do que EU tenho.

rnt67 09/08/2010minha estante
O amor prescinde palavras, é feito de olhares, pulsações (aceleradas em geral), não tem razão, tampouco necessita explicações ou justificativas. Apenas o é.


Camila 06/02/2013minha estante
Se ela queria tanto falar do amor porque não usou a palavra amor? Não faria sentido...


Joviana 05/06/2013minha estante
As coisas em Clarice, não são simplesmente o que são, mas também as indagações subjetivas que se faz após ler. As situações concretas em si, só existem nos contos de Clarice para que seus personagens divaguem. É puro sentimento, e pode capturar, ou não. São folhas secas deixadas para que o leitor construa sua própria árvore.

Esse conto é sem dúvida, o mais difícil. O ovo é tido como algo puro, e belo. Algo complexo de se entender. Ele pode ser o amor, ou não. Não creio que haja alguém habilitado para dizer que não era. Assim como a arte, os contos de Clarisse são incompletos em sua essência, e assim permanecem, até que o leitor os abracem com sua própria subjetividade.




Alan 03/07/2020

Devo insistir em clarice?
Pretendia ler a hora da estrela e paixão segundo gh, mas depois deste livro, perdi completamente a vontade. Nao gostei do estilo, achei cansativo e irritante. De todo o livro, gostei de uns 5 contos. Devo insistir em clarice?
DéboraCatanante 03/07/2020minha estante
É minha autora favorita.


Alan 03/07/2020minha estante
E o estilo nos outros livros é o mesmo? Recomenda a leitura dos outros que citei mesmo eu não tendo gostado deste?


DéboraCatanante 03/07/2020minha estante
O estilo é o mesmo. Mas recomendo A hora é da estrela.


Alan 03/07/2020minha estante
Vou tentar mais pra frente. Juro q nao é má vontade ?


DéboraCatanante 03/07/2020minha estante
Hahahahaha! Eu entendo


Lili 14/07/2020minha estante
Sou da mesma opinião. Não gosto de estilo da autora e abandonei A hora da estrela.
É melhor buscar os contos avulso na internet pq só os dois ou três mais famosinhos valem a pena.


Lia Trajano 04/11/2020minha estante
A cidade sitiada é um dos livros dela que mebos tem esse " fluxo de consciência" , esses "pensamentos" todos que ela escreve, é mais direto. A hora da estrela também achei mais tranquilo.


Alan 04/11/2020minha estante
Gostei muito de A hora da Estrela. E não gostei de Paixão segundo GH. Quem sabe mais pra frente tente A cidade sitiada. Obrigado pela indicação!




Evelyn Ruani 28/11/2011

DESAFIO LITERÁRIO 2011 - Tema: Contos / Mês: Novembro (Livro 2)
Acabei lendo os livros do Desafio Literário fora de ordem e este ficou por último dos que tinha pra ler da Clarice Lispector, sendo de todos, o que mais gostei. É realmente uma felicidade clandestina ler Clarice, mergulhar com ela nas profundezas da alma e desvendar mistérios da essência humana. Todos os contos abordam acontecimentos simples do dia a dia, mas que mostram tanto sobre a personalidade e a vida dos que estão retratados na linguagem única e extremamente estruturada de Clarice. Além disso, Clarice também se revela em alguns contos, como é o caso do que dá título a este livro.

Em "Felicidade Clandestina", Clarice nos conta um pedaço de sua infância quando já era apaixonada por livros e foi torturada por uma garota da escola, que por inveja de sua beleza, a fazia andar todos os dias até sua casa para buscar um livro que nunca estava lá. Clarice na ânsia de ler o tão desejado livro, saía pulando pelo caminho na felicidade e esperança de ter o livro nas mãos e voltava sempre tristonha pra casa com as desculpas que a garota inventava para não emprestar o livro desta vez. Certo dia porém, a mãe da garota vai até a porta quando Clarice está lá para descobrir porque a menininha loira vai todo dia a sua casa e descobre a perversidade da filha, obrigando-a a emprestar o livro na mesma hora. Esta parte do conto é lindíssima e não tenho palavras para explicar por isso posto o trecho do conto:

"Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim"

Postei também este trecho, pois acredito que ele é realmente a representação de todos os demais contos escolhidos para compor esta lindíssima obra. Em todos eles é possível vislumbrar as pequenas e grandes felicidades clandestinas dos personagens. Como é o caso de "Cem Anos de Perdão", onde a felicidade era roubar rosas de um jardim, "Uma Esperança" em que a felicidade se traduz na visita de uma linda borboleta, "Os Desastres de Sofia" que traz a felicidade de uma garota em provocar seu professor fazendo bagunça na sala, "O primeiro beijo" que conta a linda história de um garoto que beija uma estátua e nisso está sua felicidade clandestina.

E é como nosso cotidiano e nossas felicidades clandestinas. É nisso que Clarice me cativa e encanta. É impossível não se ver espelhada em suas palavras, e é incrível como ela aborda temas que nunca achamos que outros tenham vivido ou passado e que nos sentimos confortados em ler. Clarice pra mim tem essa dualidade de sentimentos. Ao mesmo tempo que ela nos força a encarar sentimentos que não estamos talvez preparados para ver, ela nos conforta com acontecimentos em que pensamos: "que bom, não é só comigo".

E por esta razão e muitas outras que já cansei de escrever, Clarice é leitura mais do que recomendade. É essencial.
Evelyn Ruani 07/12/2011minha estante
"A literatura de Clarice Lispector funciona como um marca-passo".

Ótima definição Wagner, concordo plenamente :)


Gislaine 07/06/2017minha estante
Evelyn que conto lindo... lindo... lindo... Você tem razão, Clarice é mais do que recomendado.




Thais Nicolau 10/09/2009

Felicidade clandestina...
Todas as vezes que me debruço sobre um livro e me vejo nas histórias tenho essa sensação, é uma felicidade que é clandestina para aquele que não me vê, mas muito intensa para mim.
Neste livro de contos o que mais me chama atenção é o que dá nome a esta resenha, a felicidade e o poder de TER o livro, pois enquanto estou nele tenho o poder semelhante ao da garotinha que agora o tem nas mãos, literalmente.

RECOMENDO!!!
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inasantos 12/04/2020

Muito bom
Clarice Lispector transporta a gente para dentro a história.
Cada conto desse livro não pode ser apenas lido, tem que ser pensado, observado, analisado.
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Sa 12/04/2020

Clarice segue sendo Clarice. Sempre que leio alguma coisa dela sinto minha alma se desnudar e ser abraçada ao mesmo tempo.

Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.
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Gil 13/09/2020

Minha irmã disse que se não desse nó no juízo não era Clarice. Esse foi o primeiro contato que tive com sua escrita e particularmente foi um desafio. Preciso dizer que estou até agora com o juízo enrolado. É preciso bastante atenção para entender o que ela quer dizer, e ainda assim não é fácil.

Tenho a sensação que termino esse livro com mais pontos de interrogação do que qualquer outro que eu já tenha lido. E isso me deixa inquieta ao ponto de querer me debruçar mais sobre os contos e procurar explicações para cada um deles.

A escrita é incrível e eu nem sei como elogiar Clarice nesse sentido. Eu amei, me revoltei e sofri com O grande passeio, de longe o meu conto preferido.
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