Melancia

Melancia Marian Keyes


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Resenhas - Melancia


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Valeria 23/11/2018

nunca passei tanta aflicao na minha vida
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Polly @blogmadrugadaliteraria 07/11/2018

Melancia: uma mulher em des(RE)construção!
Melancia conta a história de Claire, mamãe de primeira viagem, que vê o dia que era para ser o mais importante da sua vida, o dia do nascimento de sua filha, se tornar uma verdadeira história de terror: seu marido anuncia, ainda na maternidade, que está apaixonado por outra mulher e que irá abandoná-las.

A partir dessa situação, vemos as dificuldades enfrentadas por Claire com todas as novidades da maternidade e sua superação por ser abandonada em um momento tão delicado pelo “amor de sua vida”. E claro, como em toda boa comédia romântica, Melancia tem muito romance e muito bom humor, apesar dos pesares.

Confesso que esse tipo de leitura não faz muito meu estilo, mas devo admitir que o livro não é ruim. Pelo contrário, é gostosinho de ler, te faz rir e se divertir, esquecer dos problemas da vida, sabe? Também é cheio de frases que são verdadeiros conselhos pra vida, mas, ainda assim, eu preferiria muito mais ver essa história em formato de filme de sessão da tarde. Dá pra entender? (por falar nisso, tem adaptação? Alguém sabe?).

Outra coisa que não dá para deixar passar em branco é o fato de a Claire ser uma protagonista que torra a paciência do leitor. É normal que ela esteja deprimida por causa de toda a situação, mas a Claire tem uma autoestima baixíssima e é manipulada por quase todo o livro pelo ex-marido, demora para ela libertar-se da ideia de homem perfeito. Além disso, ela tem opiniões bem controvérsias sobre aparência física, como, por exemplo, “pessoas anoréxicas são sortudas por não sentirem fome e não engordarem, como consequência”. Cara, doença não é legal de jeito nenhum. Mas garanto que, no final, as atitudes da Claire compensam todas essas coisas.

Outro fato que incomodou no começo do livro, mas que, depois, meio que foi o toque de mestre da autora, foi o não desenvolvimento das orações no livro. Havia parágrafos seguidos com uma só frase, uma só palavra até. Mas isso só acontece na fase bem deprê da Claire, e autora usa isso (acredito) para “ilustrar” a tristeza da personagem. Quem já passou por uma depressão sabe o quanto as coisas parecem definitivas e cheias de pontos finais nesse momento da vida, simplesmente nada se desenvolve. Mas, à medida que a Claire vai melhorando, sua vida vai se desenvolvendo e as orações do texto também!

Enfim, Melancia é um livro leve e cheio de bom humor, ideal para nos tirar de ressacas literárias. Se você gosta desse estilo de leitura, com certeza vai gostar desse livro!

site: https://madrugadaliterarialerevida.blogspot.com/2018/11/melancia-uma-mulher-em-desreconstrucao.html
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Juliane.Santana 12/11/2018minha estante
Gostei muito da sua resenha, espero gostar!!
E como você mesma disse: só preciso enxergar por outra perspectiva kk




Amanda.Macieira 06/11/2018

Bom
Não surpreende.
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Eve 18/10/2018

Muito divertido!
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Ally 11/10/2018

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Melancia é o primeiro livro da série da família Walsh (Férias! é o segundo) e eu como boa chata não quis ler a saga fora de ordem, então, coloquei às pressas Melancia na TBR, pra poder seguir em ordem as aventuras desses personagens.
Descrito como uma espécie de "Bridget Jones irlandês", Melancia só serviu pra provar dois pontos pra mim: a) chick lit é um gênero que ou amo muito ou simplesmente odeio; b) nem sempre o que todo mundo ama pode me agradar.

Desde que ouvi falar desses livros, eles nunca haviam me chamado a atenção. Nem as capas, nem os títulos, nem as sinopses, mas, aquele lado mais otimista dentro de mim esperava no mínimo dar algumas risadas, afinal, Marian Keyes é amada por tantos leitores!
Ok, houveram partes até divertidinhas, mas no geral, Melancia foi uma leitura arrastada, longa demais e sem graça ao extremo.
A protagonista aqui será Claire Walsh, uma jovem mãe que é abandonada pelo marido justamente no dia em que acabou de dar à luz à filha deles, Kate. Sem saber o que fazer, Claire parte rumo à Dublin, na Irlanda, para passar uma temporada na casa dos pais e assim, quem sabe, superar essa fase negra. Obviamente, o caminho será cheio de espinhos. Claire deverá amadurecer, lidar com o fracasso do casamento, cuidar de um bebê e, quem sabe, refazer sua vida.

Eu queria demais uma protagonista mais bem resolvida. Claire é tão insegura, fraca, volúvel, manipulável e apática que foi difícil até mesmo torcer por ela. Talvez estejamos mal acostumados como leitores, sempre lendo sobre garotas fortes, que desafiam reinos e impérios e se descobrem poderosíssimas. Sim, talvez seja eu que esteja mal acostumada. Mas a verdade é que suportar mais de 400 páginas com uma protagonista que se lamenta e se compadece de si mesma o tempo todo foi um martírio total.
Claire é tola, carente. É aquele tipo de personagem sem nenhum amor próprio e que faz o leitor sentir apenas pena.

Além dela, me estressei até o infinito com os personagens secundários. Vejamos bem, a tal família Walsh pode até ser engraçadinha quando quer, mas na maior das vezes os personagens me pareceram pedantes e forçados, egoístas e insensíveis, especialmente Helen, a irmãzinha mais nova e Mamãe Walsh, a matriarca da família que passa parte da história tentando convencer sua filha à voltar para o marido infiel e "salvar o casamento" porque afinal de contas "eles tem uma filha e a mulher deve ficar com o marido porque ele é o "pai" da criança" (ainda que o tal marido seja um lixo de pessoa!!).
Eu sei que isso é ficção e que não há razão pra se estressar com uma opinião como essa, mas falando sério, não consigo não me incomodar com isso.
A maneira como a mãe quer literalmente "empurrar" a filha de volta para um casamento arruinado é patética, triste, um mal exemplo para leitores e para mulheres. Entendo que Marian Keyes quis retratar uma senhora, de outra geração, com valores mais antiquados, porém, por mais que quisesse agregar realismo, a situação toda foi ridícula e me fez ter vontade de abandonar a leitura.

A narrativa de Keyes é como caminhar no deserto em dia quente: cansativa, exaustiva e sem surpresas. A autora divaga demais! Pela história desse livro, 250 páginas bastariam. Mas o livro tem mais de 400 páginas da mais pura enrolação.
A autora às vezes está num ponto da trama e simplesmente pausa tudo pra começar a divagar, a tecer exemplos e detalhes, como se fosse a personagem debatendo-se consigo mesma. Era cansativo porque a autora saía completamente do contexto onde estava e ficava por vários parágrafos citando outras coisas e aí, de repente, parecia se lembrar do que estava contando e, do nada, recomeçava do ponto onde havia se perdido. Esse tipo de situação acontece demais em Melancia e cansa o leitor, me fez inclusive pular parágrafos porque eu já não aguentava mais tanta reflexão.

Um livro chato, basicamente. Me desculpem, mas é isso. Quando penso nessa leitura não há mais nada à dizer pois em mim só deixou a sensação de ter em mãos um livro que poderia ter sido bem legal, mas vai perdendo pontos em cada capítulo, até se tornar uma decepção na minha estante.
O fato de ter sido frustrante pra mim, não significa que vá ser frustrante para os outros milhões de leitores Brasil afora. Livros acompanham momentos e às vezes estamos em um momento onde esse tipo de leitura é o que precisamos. Por isso, antes de simplesmente riscar o livro da lista, pense bem, e se ele realmente te atraiu vá em frente, pode ser que pra você ele funcione e eu vou adorar escutar uma opinião diferente, que pode inclusive me ajudar à enxergar certos bons pontos que talvez pra mim tenham passado despercebidos.

site: http://www.derepentenoultimolivro.com/2018/08/review-232-melancia-walsh-family-1.html
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viquess 21/08/2018

Lembrete para uma mente esquecida.
Este livro conta a história de Claire, gravida e frágil, foi abandonada pelo marido no dia do parto da criança, vai morar com os pais com a sua filha "linda", demora um tempo para ela superar o drama todo, mas no fim tudo fica bem.
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Patricia.Souza 06/08/2018

Melancia
No começo achei um livro fofo e até engraçado, mas ao looooooongo da leitura vc vê que não sai do lugar, fica um pouco confuso, muito obvio, sem emoção... Foi infelizmente uma perca de tempo...
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Elisa.Gelsdorf 06/07/2018

Leve... demais!
Achei, sucintamente, que foram abordados assuntos muito sérios de forma muito infantil e superficial. Era pra soar "de forma humorada". Não achei humorado, achei superficial, como se estivesse falando alguém que não conhece os assuntos. Não gostei.
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Paty 12/06/2018

Abandonei
Não consegui prosseguir com a leitura. Além de não prender a atenção, a escrita é muito infantil.
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