O Retorno do Rei

O Retorno do Rei J. R. R. Tolkien




Resenhas - O Retorno do Rei


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Bart 23/02/2019

O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
J. R. R. Tolkien

Caraaaaaambaaaaaaaaa!!! Era p/livro ter no mínimo 2 mil páginas! Que livro maravilhoso! Não existe no gênero algo que se compare, simples assim!!

Conclusão da saga que começou laaaaaaá no Hobbit, na verdade antes, porque o "Um Anel" já tinha sido forjado!

Uma batalha de proporções épicas que nunca fora contada antes, com personagens no limite do seu valor... em meio às batalhas ocorrendo pelo poder da Terra Média, Sam e Frodo se dirigem p/Montanha da Perdição p/destruir o Um Anel.

Um livro que se torna "pequeno" (garanto, quem ler, quer mais) pela qualidade e do quanto ele é capaz de encantar o leitor! Não tenho como comparar esse livro.

Curiosidades - vc sabia que, Saruman puto da vida por ter perdido Orthanc, foi com Grima - Língua de Cobra para o Condado? Lá eles acabam com a paz e a liberdade de todos os hobbits. Então no finzinho do livro, ainda temos a última batalha pelo condado em que os 4 hobbits ... Merry, Pippin os mais altos (leia p/saber como), Sam e Frodo, vão lutar por suas terras e seu povo... a Batalha de Beirágua (nem eu lembrava dessa!)

Baita livro aconselho a leitura dele e de todas as histórias antes e depois de O Senhor dos Anéis.
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Davidbdsm 14/01/2019

Dia que terminei
Terminei dia
3/1
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Lucas 07/01/2019

A saga das sagas
Apesar de ter terminado a saga em 2018, finalizei nos primeiros dias de 2019 os apêndices do livro, e devo dizer que eles ajudam muito a entender o porquê de O Senhor dos Anéis ser considerado o mais importante livro da literatura inglesa. Tolkien não só cria o maior épico de aventura e fantasia, como estabelece a base de todas as mitologias fantásticas da atualidade, numa construção de universo impecável, onde a descrição de cada cenário toma parágrafos e chega a tornar a experiência um tanto cansativa, mas extremamente visual, temos um mundo onde há outros povos, outros homens, outras línguas, outros seres, outras crenças, e tudo é minuciosamente detalhado pelo autor (todos os textos dos apêndices são muito enriquecedores em relação a isso). Personagens marcantes como Gandalf, Frodo Bolseiro, Samwise Gamgi, Aragorn, Legolas, Gimli, Gollum e tantos outros, tão bem escritos e tão particulares, fazem parte do imaginário popular ocidental devido à força da escrita de Tolkien. A língua élfica, as runas, os mapas da Terra Média, a utilização de mitologias celtas e saxônicas antigas para a criação de um universo deslumbrante, mágico e único fazem com que esta saga fique marcada em cada leitor, cada fã do gênero, numa história que inspirou filmes, séries, jogos, livros e muito mais da cultura pop. Mais do que uma aventura fantástica, é uma história sobre a força do bem, da amizade e do amor, sobre a coragem e a esperança, sobre superação e persistência, sobre como o mal corrói a si mesmo e se destrói e como o bem lutará até as últimas forças para triunfar. Tudo é sublime: a vivacidade da narração dos combates, o realismo das descrições dos cenários e personagens, a criatividade na criação de tantos nomes e em tantas línguas novas, a riqueza de detalhes de uma história que se tornou uma mitologia que vai muito além da própria obra. O Senhor dos Anéis é, sem sombra de dúvidas, a maior e mais importante obra fantástica já escrita, atemporal e necessária.
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Karol 31/12/2018

Uma obra prima
A trilogia Senhor dos Anéis é, com certeza, a melhor que já li. São livros cheios de aventura, um mundo totalmente fantástico criado de forma minuciosa. Gostei muito da conclusão da Guerra do Anel, e do desfecho que cada personagem recebeu. Em diversas vezes me vi maravilhada com esses livros, e as descrições da Terra Média, bem como dos seres de diversos tipos que vivem lá nos faz conseguir imaginar claramente a forma como tudo se passa. Por isso, ler com paciência é muito importante, para não deixar passar despercebido nenhuma parte da história.
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Caio 16/12/2018

Encerramento Fantástico.
Me emocionei com a história, Gandalf lutando a busca de aliados, Guerra Final com os Nazgul e Eowin aparecendo é uma rainha fantástica. Aragorn nesse se consagrou para sempre na literatura/cinema com o Viggo. Frodo e Sam sofrendo com O gollum e os orcs se reunindo ao confronto final. Emocionante, sensacional, única, original e onde inspirou Peter Jackson em fazer uma grande obra no cinema. O fim é fantástico, os Hobbits lutando pelos seus ares contra os folgados do Saruman, Língua de Cobra. Genial. Trilogia fundamental para todo fã de Aventura/Fantasia e ama histórias do período da Terra Média. Eu adoro.
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Keu 13/12/2018

Sensacional
Confesso que demorei pra terminar a leitura deste último volume, mas valeu a pena, o Tolkien me surpreendeu muito, o final deste livro foi um colapso de emoções pra mim. Vale a pena sim ler esta trilogia
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Olana - @aleituradehoje 06/12/2018

Quem não ouviu falar de O Senhor dos Anéis?
Quem não ouviu falar de O Senhor dos Anéis?
Essa saga é, para mim, a prova que alguns seres humanos realmente têm o dom elevado para o uso da imaginação e das palavras. Tolkien foi um verdadeiro gênio criando todo esse mundo de fantasia tão maravilhosamente escrito.
São três volumes (A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei) mais O Hobbit, lançado em 1937 que precede O.S.d.A. e apresenta como o Um Anel foi parar nas mãos de Bilbo Bolseiro. Num estilo mais suave, é aclamado como um clássico da literatura infantil.
Já nos livros da saga, acompanhamos Frodo em sua luta para levar o Anel amaldiçoada para os confins da Montanha da Perdição e lança-lo nos fogos de Orodruin. E em paralelo, a guerra que se desenrola por toda a Terra Media entre Elfos, Humanos, Anões, Magos e demais seres da terra fantástica brilhantemente criada por J. R. R. Tolkien. Nestes, o autor então aprofundou a história e criou ligações, explicações e pontas que se amarram com uma perfeição apaixonante.
O.S.d.A é um espetáculo, um livro impressionante, formidável, fascinante. Tolkin criou um mundo com detalhes tão bem descritos que questiono se realmente a Terra Media não existe. A riqueza de detalhes da geografia do local, do tempo, do espaço, da história do mundo, do estilo linguístico. Tolkin criou uma língua, com regras gramaticais e fonemas que mesmo (e principalmente, eu diria) para leigos neste sentido é impossível não se admirar.
A grandiosidade da história é tamanha que me arrisco a afirmar que é “inadmissível” alguém gostar do tema fantasia e não ter lido O Senhor dos Anéis.
Garanto que não é à toa Tolkin ter com a obra, o renome que possui. É uma Obra Prima.
Cris @c.lerounaoler.oficial 07/12/2018minha estante
Eu tenho e li a obra completa do Senhor dos Anéis. E achei a adaptação para o cinema a melhor adaptação de todas.


Olana - @aleituradehoje 13/12/2018minha estante
Concordo Cris... plenamente. Eles foram perfeitos na adaptação.




Emanuel 09/11/2018

O senhor dos anéis - O retorno do rei
Então chego ao final dessa saga épica criada por Tolkien. A história contada pelos três livros é, até agora, a mais incrível que já li.

É impressionante o domínio do autor com o universo criando diante de sua grandeza e o modo em que ele é apresentado ao leitor.
Tolkien não deixa brechas ou erros em sua história. É notável (e de conhecimento de quem já leu mais obras do autor) que o mesmo desenvolveu cada pequena parte dessa fantasia mesmo que não esteja exposta na história principal, assim a deixando completamente coerente e livre de pontas soltas ou erros.

No terceiro livro, assim como o segundo, a narrativa é dividida.

Primeiro acompanhamos as guerras contra o senhor do escuro. Nessa, o restante da comitiva protagoniza o desfecho da guerra contra as forças de Mordor. A história começa um pouco parada devido a se tratar de toda a organização do que está por vir mas logo o livro volta a prender a atenção e assim começa um narrativa repleta de emoção onde batalhas são travadas, personagens demonstram todo o seu potencial e a história chega cada vez mais perto de seu ápice.

Após isso, acompanhamos a missão de Frodo e Sam em levar o anel até a montanha da perdição.
Nessa parte o sentimento predominante é a aflição e ansiedade. Nesse ponto o autor faz com que a cronologia fique clara ao leitor, onde em partes indica o que está acontecendo na guerra do anel enquanto a missão de Frodo vai sendo executada.

Um ponto positivo que preciso ressaltar é o quanto o final é completo. Li esperando que seria aquele clichê em que após toda a ação iria ser demonstrado um breve final feliz e a história iria terminar. Felizmente não foi o que aconteceu, assim como tudo que aconteceu até aqui o final foi totalmente detalhado. O autor procura terminar cada pequena coisa que começou. Ao invés de um "viveram felizes para sempre" o autor demonstra como a vida de cada reino e cada protagonista seguiu, e isso sim é um final esperado.

A saga de O senhor dos anéis entrou com certeza em minha lista de livros favoritos e reforçou ainda mais meu apreço pelas obras de Tolkien. É um livro que irei querer reler várias vezes no futuro sem dúvidas.

Ah, antes de terminar: Leiam os apêndices! Tem muito complemento da história que é interessante saber. Se você acha que o livro de deixou dúvidas no ar, provavelmente elas estão descritas em alguma seção de lá!
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Mayara Albuquerque 06/10/2018

A aventura termina
Chegamos, enfim, à conclusão de uma das mais celebradas sagas de fantasia de todos os tempos. E esse é um título bastante merecido.

Levei mais tempo do que pretendia para finalizar essa saga, devido a afazeres pessoais e outras leituras atrasadas. Desde a primeira página de A Sociedade do Anel até a última de O Retorno do Rei, se passou pouco mais de um ano. Uma agradável coincidência, já que a jornada de Frodo, a partir do momento em que ele deixa o Condado, teve praticamente a mesma duração. Certamente sinto como se houvesse acompanhado o hobbit por todo o caminho. E isso, de certa forma, deu mais peso e importância ao final, quando ele finalmente chegou e arrancou uma lágrima dos meus olhos.

Me vejo agora incapaz de escolher um favorito entre os três livros, e isso é uma coisa muito boa, ao meu ver. A trilogia não me decepcionou, e minha admiração, como escritora e leitora, por J.R.R. Tolkien está mais forte que nunca.

Como sempre, as descrições das paisagens e dos lugares são muito detalhadas, e deixam a Terra-média extremamente real. Se o leitor percebe o andamento da leitura como lento, isso se deve pouco à escrita e mais à quantidade de informações que são expostas sobre o mundo fictício que serve de palco para a trama. É um ponto que pode incomodar alguns, mas que torna a Terra-média ainda mais maravilhosa aos olhos daqueles que percebem o capricho em sua criação.

A escrita consegue ser fluída, ainda que lindamente elaborada, mas só se torna inalcançável àquele que não tem interesse em ampliar seu vocabulário. É por meio desta narrativa, das descrições feitas de modo preciso do que acontece na cena e do lugar onde ela se passa, que ele consegue transmitir as emoções certas nos momentos certos. Ele nos empolga nas cenas de batalha, faz surgir um nó em nossas gargantas nas cenas comoventes e nos finais agridoces, e nos faz sentir alegria nos finais felizes.

Os diálogos são muito orgânicos e o modo de falar dos personagens, além de transmitir com competência as nuances de suas personalidades, é condizente com a época fictícia do nosso mundo representada na história.

Tolkien mostra mais uma vez sua habilidade com personagens. Pippin já começa o livro cativando o leitor com seu jeito curioso, tagarela e, muitas vezes, desajeitado; um jeito que foi representado fielmente nos filmes. A escrita do Professor Tolkien ensina uma das lições mais valiosas da escrita criativa: ao invés de dizer que tal personagem é "assim", mostre ao leitor que ele é "assim" através de suas ações e sua fala.

Éowyn também brilha no livro. Ainda que fosse aceitável termos uma trama dominada por personagens masculinos, levando em consideração a época em que a história foi escrita e a época em que ela se passa, Tolkien fez questão de adicionar uma personagem feminina verdadeiramente forte, determinada, crível, com ambições e conflitos próprios, e que, mesmo fazendo parte da realeza, desejava fazer parte das grandes batalhas que libertariam a Terra-média e ter a chance de conquistar a glória por méritos próprios. Vê-la junto de Faramir, no final, é mais que satisfatório, já que ele é um dos personagens mais cativantes da saga, embora eu tenha sentido falta de um desenvolvimento melhor do interesse romântico entre eles. Ainda assim, não é um romance forçado, tampouco artificial.

É incrível como Tolkien conseguiu manter uma trama em um universo tão vasto sem um furo sequer, e é muito interessante como ele sempre se lembra de não deixar que o leitor se perca no tempo da história. Como a narrativa em O Retorno do Rei se divide em duas, como no livro anterior (na primeira parte, acompanhamos Aragorn, Gandalf, Merry, Pippin, etc., e na segunda parte acompanhamos Frodo e Sam), e os acontecimentos das duas partes ocorrem simultaneamente, ele nos diz de vez em quando coisas como "Frodo e Sam estão aqui fazendo isso, no mesmo dia em que aconteceu aquilo com Pippin".

Durante a narrativa principal, sentimos falta também de saber mais sobre a relação entre Aragorn e Arwen, no entanto, como a história é narrada do ponto de vista dos hobbits, é algo coerente. Mas calma! Olhe nos Apêndices e você poderá encontrar a história completa do casal. Lá, encontramos também muito mais sobre as culturas dos elfos, anões e muitos detalhes sobre a história dos reis de Númenor e dos demais reis dos homens do oeste.

A edição da Martins Fontes, como nos livros anteriores da trilogia, está impecável, embora as páginas brancas sejam um incômodo, sem dúvidas. A diagramação é simples, mas faz bem seu papel, e a revisão ortográfica e gramatical é perfeita, apesar de não estar de acordo com o acordo ortográfico de 2009, já que esta edição é de 2002.

Em suma, afirmo o que o mundo inteiro já sabe: o que o Professor Tolkien alcançou em sua obra dificilmente será igualado em nosso tempo. Embora seja uma história de espadas e escudos, ela jamais vai parecer antiquada, por conta da mensagem que ela nos passa: honra, companheirismo e o bem comum. Apesar de estar contente por ter terminado a saga, a saudade da Terra-média já se faz presente. Ainda bem que podemos visitá-la quando quisermos, não é mesmo?

site: https://justmayphantomhive.wixsite.com/misteriosempaginas/post-unico/2018/10/06/RESENHA-O-SENHOR-DOS-AN%25C3%2589IS-O-RETORNO-DO-REI-por-JRR-TOLKIEN
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Gabyh 07/09/2018

“Muitas pessoas gostam de saber de antemão o que vai ser servido à mesa, mas aqueles que trabalharam preparando o banquete gostam de manter o segredo, pois a surpresa faz com que os elogios soem mais alto”

Um longo caminho foi percorrido desde que o anel chegou às mãos de Frodo até esse momento. Vemos agora o desfecho de todos os caminhos e escolhas percorridos, de como mesmo com a Sociedade do Anel separada eles ainda procuram formas de se ajudar e acreditam na outra parte do grupo.

Vemos que novas alianças são formadas, de como algumas pessoas mesmo que não queiram assumir o poder ainda sim nasceram para governar e aquilo que está no sangue não pode ser negado.

O guia de Sam e Frodo faz com que a jornada dele seja mais perigosa do que seria, mas ao mesmo tempo nos faz ver a lealdade deles, que apesar de tudo a amizade está ali mesmo quando parece que tudo vai dar errado.
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Raphael 06/09/2018

Fechamento perfeito da melhor saga de fantasia já escrito.
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monique.gerke 06/09/2018

Fim desse épico maravilhoso que é O Senhor dos Anéis!
Virei super fã de Tolkien!!! A história é incrível, escrita de forma magistral e única.
Os personagens são tremendamente bem construídos. Cenários descritos de forma que perdemos o fôlego. Ri, chorei, fiquei com medo, me emocionei, torci, fiquei tensa, não dormi bem, fiquei feliz. Sentimentos que só me provocam os melhores livros. É um peso dizer que este é o fim! Mas, ah! O legado de Tolkien é eterno; Terra Média para sempre será lembrada!
"(...) não é nossa função controlar todas as marés do mundo, mas sim fazer o que pudermos para socorrer os tempos em que estamos inseridos, erradicando o mal dos campos que conhecemos, para que aqueles que viverem depois tenham terra limpa para cultivar. Que tempo encontrarão não é nossa função determinar." (Gandalf)
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Volnei 21/07/2018

O Retorno do Rei
A obra de uma forma geral mostra a luta do bem contra o mal. Uma luta pelo poder e pela posse de uma peça que traz poder ao seu portador mas que ao mesmo tempo é um grande peso para aquele que o carrega

site: http://toninhofotografopedagogo.blogspot.com.br
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Lucas.Costa 14/06/2018

Resenha sobre a saga inteira
É impossível desconhecer a estória de O Senhor dos Anéis! Não vou me ater à sinopse, mas ao enredo, personagens, desenvolvimento e conclusão.

A relevância de O Senhor dos Anéis se perpetua entre gerações, e por tempos se questionou o porquê de ainda não ter sido feita uma adaptação! Ela veio em e logo se tornou um marco na cultura pop.

A escrita de Tolkien me surpreendeu, eu esperava um livro muito mais arrastado e descritivo, não que não seja, mas como uma primeira construção de terra média, se faz necessária, e o modo como é conduzido não atrapalha, ao menos não muito!
Não é o tipo de livro pra todo mundo e também não é a leitura para qualquer momento. É uma obra longa e desgastante, pesada, mas que recompensa o leitor perseverante como uma das melhores estórias de todos os tempos

ENREDO

A prova real de como é perfeito quando o autor tem total domínio sobre sua obra. Tolkien conhece os pormenores de seu próprio universo, não cai em contradições, tudo é bem estabelecido, e esse estabelecimento é explicitado.
A jornada do herói, ainda que não tão evidente, é presente em sua melhor forma. Do começo ao fim , tudo é coeso e necessário, nem sempre divertido, mas necessário. Tolkien tomou o tempo que precisou para deixar a obra como quis, não se preocupou em cortar descrições massantes, em acelerar eventos nem nada, nota-se, claramente, que ele escreveu exatamente o que quis escrever.

PERSONAGENS

Ícones da cultura pop, Frodo, gandalf, Aragorn, Legolas E etc são conhecidos de todo o público. Toda a jornada é construída magistralmente, cada personagem é bem apresentado e tem sua personalidade muito bem tipificada. Conhece-se quem são, o que querem, porque está o ali e etc.

CONSIDERACOES FINAIS

Mais que uma leitura, o Senhor dos Anéis é uma viagem. Um livro que não pode ser lido de qualquer jeito.
Dei 4 estrelas pois não é um livro que te permite ser lido todos os dias, com uma leitura densa, caso você esteja um pouquinho distraído, sem paciência ou cansado para leituras, é melhor pegar alguma coisa mais leve...
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Everson Rodrigues 09/06/2018

Sobre a saga inteira
É impossível gostar de fantasia atualmente sem conhecer, ter vontade de conhecer ou ter ao menos ouvido falar de Senhor dos Anéis. Dito isso, li já com a expectativa de ler algo grandioso. No fim, a impressão total que fica é que é um leitura cansativa, mas gratificante.

Não tem como negar que a construção do universo é atraente e realmente imersiva. Pra que isso aconteça, o preço é ter muitas vezes no enrendo descrições e mais descrições longas, o que me deixou as vezes sem paciência para ler. Mas passado o obstáculo eu me peguei fascinado e saber dos detalhes subentendidos, das coisas simples e peculiares que cada parte do universo tem.

Os personagens são em sua maiotia carismáticos e interessantes, mas confesso que as vezes achei que faltavam camadas em alguns. Aragorn, apesar do contexto grandioso que sua jornada tem, muitas vezes parecia chato, unidimensional e teatral demais.

Enfim, talvez por já saber de antemão de algumas partes por spoilers, não achei que a saga ousou muito nas reviravoltas. Achei contidos o jeito que os obstáculos apareciam na jornada, caindo sempre num local seguro de enredo. Apesar de que no fim, toda a mensagem sobre a cicatriz que o mal do anel deixa no Frodo, Bilbo e Smeagol foi tocante.
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